Cuidado Com o Que Desejas

Título: The Change-Up
Ano: 2011
Realização: David Dobkin
Interpretes: Jason Bateman, Ryan Reynolds, Olivia Wilde…
Sinopse: Dave é um homem casado, com três filhos que vive confortavelmente na sua casa com a sua esposa e Mitch é um jovem solteiro que está no auge da sua vida sexual. Durante uma noite, eventos estranhos acontecem e ambos trocam de corpo.

Cuidado com o que desejas” é um filme de pipoca que apresenta uma premissa que não é nova. Por ironia do destino duas almas trocam de corpo e conseguem compreender que afinal devem apreciar melhor a vida que cada um tem. Filmes como “Um dia de Loucos“, “Hot Chick”, “Shaggy Dog” são alguns exemplos de filmes do género. Associado à comédia esta narrativa com uma lição de vida , consegue fazer o público soltar algumas gargalhadas. Em “Cuidado com o que desejas” temos o protagonismo dividido entre Jason Bateman, um ator muito sóbrio nas comédias que participa e Ryan Reynolds (Deadpool) aqui pode não estar tão à vontade como a personagem que lhe deu fama, mas mesmo assim mantém uma participação consciente e sem grandes exageros.

Nesta obra cinematográfica conseguimos assistir a um entretenimento satisfatório, que apesar de não apresentar nada de novo, consegue sobressair-se com alguns momentos divertidos e situações atribuladoras. Quanto ao desempenho do elenco mantém-se bem constituído, e bem-disposto. Dos realizadores de “Fura-Casamentos” e argumentistas de “A Ressaca“, chegamos um filme divertido, mas não tão memorável como os referidos anteriormente. Concluindo esta é uma obra para assistir quando não queremos pensar muito e ainda soltar umas gargalhadas. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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O Guarda-Costas e o Assassino

Título: The Hitman’s Bodyguard
Ano: 2017
Realização: Patrick Hughes
Interpretes: Ryan Reynolds, Samuel L. Jackson, Gary Oldman…
Sinopse: Um guarda-costas de topo é contratado para salvar um novo cliente, indicado com uma testemunha para o Tribunal. Ambos tem que colocar as suas divergências à parte e chegarem ao julgamento a tempo.

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O Guarda-Costas e o Assassino” junta uma dupla improvável. Samuel L. Jackson é um assassino sem compromisso que vive espontaneamente. Não é fiel a regras e nem sempre joga limpo. A personagem de Ryan Reynolds vive com tudo planeado e nada pode faltar, é percursionista e fica stressado quando nada corre como previsto. Duas personagens que se odeiam, mas que vão ter de trabalhar juntos para resolverem um bem-maior. Esta obra cinematográfica de comédia exagerada e ação extrovertida é um excelente resultado realizado por Patrick Hughes. As surpresas são muitas e nada do que parece é. Além disso podemos contar com a presença do nosso português, Joaquim de Almeida no elenco.

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 O mais importante em “O Guarda-Costas e o Assassino” são as personagens. À medida que a história avança compreendemos o passado e o presente dos protagonistas. Como as suas ações influenciaram o seu caminho futuro e como se cruzaram no destino de cada um. Um diálogo divertidamente bem escrito, é dos fatores mais positivos. Humor negro hilariante que nos faz pedir por mais. Gostei da química entre Rynolds e Jackson. A ação é significativamente exagerada (mas é isso que torna o filme mais fascinante), mas o que me preocupou foi alguns facilitismos em cenas que deveriam ser mais dificultadas. Concluindo este é um filme muito divertido e inteligente em que uma continuação seria bem aceitável. O blogue atribui 4 estrelas em 5.

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Crítica: Deadpool

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Título: Deadpool

Ano: 2016

Realização: Tim Miller

Interpretes: Ryan Reynolds, Morena Baccarin, T.J. Miller…

Sinopse: Um agente especial torna-se num mercenário. Devido a uma doença terminal é sujeito a uma experimentação para salvar a sua vida. A experiência deixa-o vivo, mas com super-poderes de cura, daí surge o seu alter-ego Deadpool.

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Deadpool não é um herói. Escolheu a vida de mercenário, porque é mais fácil, ganha mais dinheiro e não se mete em grandes confusões. Deadpool é mesmo assim, uma personagem completamente diferente do estereótipo normal na banda desenhada. Vive com a ironia na ponta da língua, dramatiza com toda a força e diz o que pensa. Não havia dúvidas que quando decidiram fazer um filme dele que o argumento tinha de ser o ingrediente secreto para um filme de sucesso. E conseguiram que fosse. O diálogo está bem construído e identificamos-nos com a personagem. Não pela sua personalidade, mas sim por aquele empatia mais real que transmite. As piadas referidas são engraçadas e nada monotónas, semo pudor e sem vergonhas. Só não gostei daquelas duas do X-men. Acho que rompeu um pouco com a barreira ficcional da história. O créditos iniciais do filme foram brilhantemente cómicos. A forma como ridicularizam todos aqueles que participaram no filme, cria uma “boa vibe” e quebra imediatamente o gelo, sendo que logo entramos no espírito tresloucado do filme.  “Deadpool” partilha connosco uma boa dose de humor, carregada de exagero, e talvez por isso não damos do tempo passar e o por isso até se vê bem. Os efeitos especiais também são parte importante desta cinematografia. Os saltos mirabolantes, piruetas loucas e explosões não se fazem sozinhas. A primeira sequência da luta de Deadpool estava bem projectada, com planos fenomenais. Além do argumento, foi nesta área que se esmeraram.

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Apesar do sucesso de bilheteiras o filme não é perfeito. Também não penso que esse fosse o objectivo. Na sua totalidade “Deadpool” destaca-se pelo diferente, irracional e não opta pelo convencional, apesar de a história manter-se pelo cliché. Talvez seja por aí que este filme conseguia melhor. A falta de um enredo conciso é a principal lacuna. Existe uma falta de história, Wade (Deadpool) passa todo o filme atrás de um vilão ridículo, porque pensa que este é cirurgião plástico e que lhe pode mudar a aparência. Pois, pois, queria curar-se  e ainda ficar bonito. Além disso passa todo o tempo para reencontrar-se com a sua amada e apesar de parecer que não tem medo de nada, tem medo da rejeição. E ela sem se importar muito com isso. Por outro lado Ryan Reynolds nasceu para ser Deadpool. A energia que dá à personagem é hilariante e isso nota-se no grande ecrã. Quanto ao restante elenco achei positivo existirem papeis femininos de carácter, tal deu um ânimo especial ao filme. Concluindo o blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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Crítica: Amityville – A Mansão do Diabo

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Amityville – A Mansão do Diabo ou em título original The Amityville Horror é um filme de 2005, realizado por Andrew Douglas, com as interpretações de Ryan Reynolds, Melissa George, Philip Baker Hall, Rachel Nichols nos principais papéis. Sinopse: A 13 de Novembro de 1974 a Polícia de Sufolk County recebeu uma chamada telefónica frenética que os conduziu ao 112 da Ocean Avenue em Amityville, Long Island. Dentro da grande casa, eles descobriram um local de crime horrível que abalou a pacífica comunidade: uma família foi chacinada nas próprias camas. Um ano depois, George (Reynolds) e Kathy Lutz (George) e os seus filhos mudam-se para a casa. Mas, pouco depois de se instalarem, acontecimentos bizarros e inexplicáveis começam a ocorrer…(Fonte: CinemaGate)

The Amityville Horror House 2005 Chloe Grace Moretz

Um filme de terror não deve faltar no Halloween, e este foi o escolhido do ano. Eu sei que o Dia das Bruxas já passou à muito tempo, mas ainda tenho muitas críticas de filmes em atraso. Adiante, quanto é este filme, o facto de fazer um filme de terror assustador, é o facto de ser baseado em factos verídicos, nada nos dá um arrepio maior na espinha e pelo corpo todo. Amityville é um filme baseado na realidade sobre uma casa tipicamente americana que se diz assombrada, devido ao massacre de uma família que lá ocorreu. No final do filme decidi pesquisar sobre o filme no Google e quando cheguei às imagens assustei para valer, e bastou-me para não pesquisar mais, é que a história é mesma verídica e a família acabou mesmo por morrer ás mãos do filho mais velho, segundo o próprio “ouvia vozes na sua cabeça”.

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Este filme conta com a participação de Ryan Reynolds, admito que as prestações deste ator não são excelentes, sendo que neste filme também não me impressionou. O papel principal recaí mais sobre a atriz Melissa George que interpreta a esposa e mãe, que em algumas situações apetece-lhe mesmo gritar: “Sai daí oh mulher, o mais rápido que possas”, mas ela não nos dá ouvidos, não pudemos esperar mais é um filme de terror, tem de haver  suspense. À mais nova filha do casal temos a pequena Chloë Grace Moretz que ainda era criança, mas a sua determinação e ambição é notória. Admito que estava à espera que fosse mais de “meter medo”, e por isso não tentei ver este filme sozinha, mas estava enganada. O filme vê-se, é muito previsível e a história é pouco conclusiva. É mais um filme tipicamente do género. O Blog atribui 2,5 estrelas em 5.

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