Stranger Things Experience Porto

Stranger Things Experience Porto

Nestes fim-de-semana passados entrei num portal que nos direcciona para os anos 80. Os jogos arcade, as roupas coloridas e aquela vibe de fição científica e fantasia. A Netflix propôs aos nortenhos uma experiência total de Stranger Things, tal como meses atrás realizaram em Lisboa. Ouviram as nossas preces e claro que eu não podia perder esta oportunidade de conhecer os cenários e props da série. Apelo para mais actividades do género de outras séries da plataforma online.

A fila era grande, mas valeu totalmente a pena. Não deixei de tirar fotos a todos os espaços. Prestei a minha homenagem à personagem Barb, que ficou totalmente esquecida no Mundo ao Contrário e apoio o #justiceforbarb. Passeei de bicicleta pelas paisagens da série e ainda comunicaram comigo no sofá da Joyce. Ainda fui a tempo do Snow Baile de 1984. Uma experiência engraçada para qualquer fã da série. Que venham mais momentos assim.

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No fim-de-semana passado juntamente com um grupo de amigos, experimentei o Escape Room baseado em “Stranger Things” o cenário estava muito idêntico aos anos 80 e não posso spoilar muito sobre o assunto, pois tem que visitar. A empresa é White Rabbit e fica localizado no Porto.  Concluindo esta foi uma antevisão para a estreia da terceira temporada da série “Stranger Things” que estreia no dia 4 de julho na Netflix. Eu por aqui já estou ansiosa.

 

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Fullmetal Alchemist

Fullmetal Alchemist

Título: Hagane no renkinjutsushi
Ano: 2017
Realização: Fumihiko Sori
Interpretes: Ryôsuke Yamada, Tsubasa Honda, Dean Fujioka…
Sinopse: Dois irmãos alquimistas estão numa busca da Pedra Filosofal, depois de uma tentativa de ressuscitar a mãe dar absolutamente errada.

A Netflix começou a apostar em live-actions de famosos animes. Contudo os fãs ficaram de pé atrás quando a notícia saiu sobre a compra da plataforma dos direitos de Fullmetal Alchemist. Não seria de esperar melhor reacção, afinal depois do flop de Death Note, temia-se o pior. Tal como a animação, a história foca-se em dois irmãos, Ed e Al que ao tentarem dar vida à mãe que morreu, com alquimia, arte que conseguem dominar, sacrificam parte de si. Anos passaram-se desse incidente e agora tentam recuperar a Pedra Filosofal para restaurar o que outrora foi deles.

A nível visual este filme surpreende bastante. As personagens são idênticas à animação e mesmo os gestos completam-se. Mesmo algumas cenas, apresentam-se com a personalidade digna de anime. O enredo abrange parte dos primeiros episódios da obra criada por Hiromu Arakawa. Contudo existem alguns aspectos que alteraram e não favoreceu esta obra cinematográfica. Aqui atribuo os pontos negativos, tornou a história confusa e sem carisma. Deviam aproveitar e dividir este filme em duas partes ou três. Rentabilizavam melhor esta fantástica história e conseguiam mais qualidade. Já que só faltava um argumento mais forte, pois o aspecto visual estava todo lá.

O filme consegue bem deambular entre a comédia e o drama. A ação e o mistério da intriga. Os produtores conseguiram bem delinear a linha entre a animação e o verosímil para a realidade. Concluindo este é um filme fiel ao original que só peca por tramas paralelos que não interessam ao desenvolvimento da história e com discursos extensos com longas explicações teatrais. Fora isso, “FullMetal Alchemist” apresenta-se como satisfatório, para os fãs que já conheciam o anime. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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O que esperar de 2019…

O que esperar de 2019…

2018 foi um ano excelente com bons filmes e boa televisão. Avançamos para 2019 e já se espera como grande. No cinema excelentes estreias vão encher as salas e fantásticas séries também são aguardadas. Esta é uma lista do que melhor podem esperar para 2019.

Avengers: Endgame

Depois de um final de partir o coração em Avengers: Infinity War (crítica aqui) é esperado um final épico para os nossos heróis. Ainda muito está em jogo e a guerra ainda não terminou. Capitão América, Homem de Ferro, Viúva Negra, Homem-Formiga, terão de “arregaçar as mangas” e lutar contra o inimigo para recuperarem o que foi perdido. Espera-se muito deste filme.

Dumbo

Tim Burton decidiu adaptar esta história da Disney para live-action. O elefante de orelhas grandes que vive no circo apenas deseja reencontrar a mãe. Aquele que é dos filmes mais tristes, também apresenta um trailer repleto de emoção. Os sentimentos mantém-se e espera-se algo diferente, mas idêntico à obra original.

Aladdin

A Disney está em força este ano. Aladdin será também um live-action do filme animado. Um jovem rato de rua que acidentalmente encontra uma lâmpada mágica e tem todos os seus desejos realizados, consegue conquistar a princesa. Contudo é ameaçado quando descobrem o seu segredo. Ainda com um teaser, adocicou bastante a curiosidade que temos sobre este filme, também já conhecemos o visual de Will Smith como génio.

Rei Leão

Outro dos mais esperados o live-action do filme animado da Disney “O Rei Leão“, um clássico que terá uma nova adaptação. Simba e os outros animais da savana serão retratados com a ajuda das novas tecnologias digitais nesta história recontada e que marcou a nossa infância. O detalhe da cinematografia visual é dos factores mais esperados.

Guerra dos Tronos

O derradeiro final desta fantástica série, está próximo. A última temporada vai estrear em abril. A guerra pelo trono está quase a terminar. Muito se espera desta temporada, e os atores já revelaram que vão existir muitas surpresas. Um final agridoce. Apesar de ser mais pequena a oitava temporada, também os episódios serão maiores, quase como um filme.

Stranger Things

A data de estreia já está marcada. 4 de julho será o lançamento da terceira temporada. Os monstros do mundo inverso vão voltar e cada vez mais fortes. No dia do feriado da independência norte-americana o grupo terá uma nova batalha para defender-se e evitar que os monstros consigam chegar ao mundo deles.

Star Wars: Episódio IX

Ainda sem nada revelado sobre este filme, espera-se um muita ação e aventura. Com estreia a 19 de dezembro de 2019, o confronto entre Rey e Kylo Ren está cada vez mais próximo. Realizado novamente por J.J. Abrams (que tem muito para corrigir) este é o monumental final da saga de Luke Skywalker.

La Casa de Papel

Depois do forte sucesso da série espanhola “La Casa de Papel” a terceira temporada vai chegar à Netflix ainda este ano. Com o mesmo grupo: O Professor, Tokyo, Rio, Denver, Helsinki, Nairobi, Estocolmo e Berlin? O grupo novamente unido para mais  um fantástico assalto que nos vai colar ao ecrã (mais uma vez).

Big Little Lies

Nesta série de mistério e drama da HBO tudo é possível e cada um é o suspeito. Depois do terrível crime, as mulheres vão unir-se para guardarem um segredo em comum. Protagonizada por Nicole Kidman, Reese Witherspoon e Shailene Woodley e agora acrescentaram ao elenco Meryl Streep, tem tudo para ser boa.

The Witcher

Espera-se muito da nova séria da Netflix. “The Witcher” baseada no jogo com o mesmo nome foca-se em Geralt of Rivia, um solitário caçador de monstros que procura o seu lugar no mundo, onde as pessoas são mais desumanas do que as bestas que caça. Protagonizado por Henry Cavill está personagem vai ser o seu novo desafio.

John Wick 3

O último filme do John Wick ou “O Papão” vai estrear este ano. Depois de ser banido do mundo dos assassinos, John tem a sua cabeça a prémio. Sozinho e rejeitado, sem armas nem ajuda, terá que lutar contra todos os seus inimigos, numa guerra que ele próprio provocou. Depois de dois fantásticos filmes, Keanu Reeves volta a ser o protagonista.

Toy Story 4

A Pixar volta a recriar o seu primeiro. Depois de um fantástico terceiro filme (muito difícil será ultrapassar), Tom Hanks e Tim Allen voltam a ser Woody e Buzz Lightyear. No Verão de 2019 este filme vai animar os cinemas, com as personagens que já conhecemos e novas.

Once Upon a Time in Hollywood

 Quentin Tarantino também está a preparar uma surpresa para 2019. Juntou um elenco de luxo: Margot Robbie, Leonardo Dicaprio, Brad Pitt, Dakota Fanning, Kurt Russel e Al Pacino para a sua obra-prima. Durante o reinado de terror de Helter Skelter em Los Angels em 1969, uma dupla tenta vingar no mundo da indústria cinematográfica.

Elite

Elite

No primeiro episódio desta série original Netflix de 8 episódios, ficamos iludidos com os assuntos cliché retratados. No entanto, à medida que avançamos na narrativa, o caminho que cada personagem toma torna-se mais denso. As decisões drasticamente tomadas influenciam as suas acções, que perigosamente tem repercussões futuras.

Elite” foca-se nos herdeiros de uma das escolas mais prestigiadas de Espanha, Las Encidas. Quando uma escola pública colapsa, três jovens com bolsas de estudos são enviados para o colégio privado. Imediatamente iludidos com o glamour e dinheiro que por lá circula, são também alvos de preconceito social. Samuel (Itza Escamilla), Christian (Miguel Herrán) e Nadia (Mina El Hammani) são recebidos de forma desigual naquele novo meio. Apesar de tentarem fugir das confusões, são sempre apanhados no meio da guerra. O ponto-chave acontece quando Marina (María Pedraza), a rebelde e o espírito livre a quem o dinheiro não lhe diz nada, decide acolher Samuel e torna-se a sua melhor amiga. Os sentimentos entre ambos começam a despertar e o que era uma amizade dá lugar a um romance. Marina desabafa sobre a sua vida disfuncional, com pais orgulhosos das suas as conquistas monetárias e procura uma “fuga” daquele mundo luxuoso, que só funciona sem sentimentos e coração gélido. Contudo, a inocência de Samuel é um obstáculo à maneira como guarda os seus segredos. Quem não vai gostar deste novo amigo da irmã é o super-protector Gúzman (Miguel Bernardeau). Também namorado de Lu (Danna Paola), uma rapariga atrevida e competitiva que sente um rancor enorme por Nadia, uma jovem palestina.
O que parecia mais um drama teen muda de cenário, quando percebemos a seriedade dos temas retratados na série. “Elite” foca-se em problemas fortes da sociedade, como o vício das drogas, doenças sexualmente transmissíveis, homossexualidade, gravidez na adolescência, outras religiões, exclusão social e não para por aqui. Enquanto lidamos com estas situações, somos confrontados com o mistério que paira no ar. Afinal quem é o assassino? Sim uma das personagens é assassinada, que descobrimos no final do primeiro episódio. Mas só no final descobrimos quem foi o culpado.  Apesar dos temas maduros evidenciados no decorrer da série, o espaço e tempo para aprofunda-los não foi o suficiente. Estas novas ideias para uma série adolescente foram abordadas de uma forma superficial o que desvalorizou a narrativa. Contudo é esta a única crítica a “Elite”.  [LER MAIS]

Como Livrar-se do Chefe

Como Livrar-se do Chefe

Título: Set It Up
Ano: 2018
Realização: Claire Scanlon
Interpretes: Zoey Deutch, Glen Powell, Lucy Liu…
Sinopse: Dois assistentes de empresários numa grande corporação, unem forças para fazer um “arranjinho” com os seus patrões e assim conseguirem ter mais tempo livre.

Uma comédia romântica original da Netflix que aborda uma história comum, mas que ainda consegue ser divertida. Quem nunca teve vontade de despistar o patrão do local de trabalho, só para ter algum momento de descanso. Isso aconteceu a  Harper e Charlie, dois funcionários do mesmo edifício que odeiam os seus patrões por serem mesmo viciados em trabalho. Fazem horas e mais e não aproveitam de vida social nenhuma passando todo o tempo atrás de quem lhes paga o ordenado. Por mero acaso conhecem-se e descobrem que tem muito em comum, criam um plano para juntar os seus patrões, Kirsten e Rick.

Um comédia fácil, mas com pontos que deviam ser retocados. Em primeiro lugar a química entre Zoey Deutch e Glen Powell é quase inexistente. A dupla torna-se num casal forçado que apesar de se tornar no epicentro da história, é desmotivante o interesse por estes dois como par romântico. Esperava peripécias mais engraçadas no “arranjinho” que estavam a fazer com os patrões, mas tal não aconteceu. Tudo muito rápido e foi como se fosse amor ao primeiro olhar, na realidade nem sempre é assim. O argumento estava desgastado e apesar da sua descontracção inicial, não melhorou com o avançar da narrativa.

Como livrar-se do chefe” é um daqueles filmes que nada de novo acrescenta e ideal para um domingo à tarde. Filme de pipoca comestível entre os olhos meios-abertos e sem a atenção máxima. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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Carga

Carga

Título: Cargo
Ano: 2017
Realização: Ben Howling, Yolanda Ramke
Interpretes: Martin Freeman, Anthony Hayes, Susie Porter…
Sinopse: Após uma epidemia se espalhar pela Austrália, um pai desesperado procura alguém sobreviveste capaz de cuidar da sua filha.

Neste filme pós-apocalíptico, original da Netflix, somos abordados por uma história de amor. Num mundo destruído e em perfeito caos, um pai desesperado por ajuda, desequilibrado por uma doença infecciosa, procura alguém responsável e capaz de proteger a sua filha bebé.  Tem sido complicado sobreviver naqueles tempos. Andy vive num barco, no meio do rio com a sua esposa e a filha de 1 ano. Com medo de sair para terra firme, é obrigado a fazê-lo após o ataque surpresa de um infeccionado à esposa. A procura de salvação, naquele tempo perdido é quase inexistente, mas mesmo assim não perde a força na esperança da salvação e de um mundo melhor para a sua filha.

Martin Freeman é o protagonista e complementa-se nesta obra cinematográfica de drama e ficção. Consegue segurar bem o barco, mesmo sendo a maior presença em muitas das cenas. Apesar de por momentos ser um filme trágico e sério, consegue também apresentar fortes valores de amor e cumplicidade pelo próximo. Os momentos finais do filme são os mais marcantes e emocionantes, consegue mesmo comover o espectador.

Apesar de aspectos a melhorar esta obra cinematográfica mantém-se constante e firme. Alguns factores ficaram por explicar, como a história do miúdo selvagem e do seu povo. Além disso como o pai dele ficou infectado. O background de Andy  também não foi bem explorado, como ele decidiu viver num barco e como procedia em busca de alimentação. Concluindo este é um filme estável e para quem gosta do género é sempre algo de diferente, aqui as pessoas já vivem conformadas com a existência do vírus e não procuram mundos e fundos à procura de uma cura. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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Pull & Bear com roupa dedicada à série Elite da Netflix

Pull & Bear com roupa dedicada à série Elite da Netflix

Com a chegada da nova série da Netflix, um merchandising também não tarda a chegar. Foi a pensar nos fãs da série espanhola “Elite” que a marca Pull & Bear criou uma gama de roupa dedicada ao tema colégio. A série baseia-se muito nas diferenças sociais numa escola privada. Quando três adolescentes de classe mais baixa se matriculam no colégio privado e exclusivo em Espanha, o choque entre eles e os estudantes de classe alta conduzem até ao assassinato. Uma série de envolvente dramática e mistério com um elenco jovem e alguns conhecidos da série “La Casa de Papel”.

A nova gama de roupa da Pull & Bear foca-se no ar juvenil e colegial da série. Estes são alguns exemplos que podes encontrar na nova colecção.

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A Todos os Rapazes que Amei

A Todos os Rapazes que Amei

Título: To All the Boys I’ve Loved Before
Ano: 2018
Realização: Susan Johnson
Interpretes: Lana Condor, Noah Centineo, Janel Parrish…
Sinopse: As cartas de amor de uma rapariga são imediatamente expostas. Ela agora terá de evitar a todo o custo o amor da sua vida.

A Netflix volta a surpreender com um filme próprio, baseado nos livros de Jenny Han, com o mesmo título. Lana Condor é a protagonista desta comédia romântica adolescente sobre os primeiros passos no amor. Lara Jean escreve cartas de amor para todas as suas paixões do passado. Escondidas de olhos alheios e apenas são do seu conhecimento. Escreve para se lembrar de como se sentiu. A sua vida é virada do avesso, quando as cartas são enviadas para os respectivos destinatários, os seus amores passados. Envergonhada com tal situação, a sua vida torna-se um caos, enquanto pensa num plano para evitar que descubram toda a verdade.

Realizado por Susan Johnson, este filme tem mesmo um toque feminino que apresenta um desenvolvimento dos eventos bastante positiva. A narrativa doce e criativa pode render-se aos clichés habituais do género, mas supera as expectativas. Facilmente nos identificamos com os protagonistas e as suas dúvidas. São adolescentes, é certo, mas o enredo é bem mais poderoso do que isso.

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Aplaudida pela crítica “A Todos os Rapazes que Amei” é provavelmente das melhores comédias românticas dos últimos tempos. “Love, Simon” também lançado este ano, mantém-se na mesma categoria. Apesar de muitas semelhanças com obras do género. A paixoneta pelo rapaz popular da escola; a farsa no namoro e até a víbora da ex-melhor amiga. Contudo este filme supera-se. Temos o protagonismo liderado por uma jovem com ascendência asiática (algo incomum), Lara Jean não é a típica falhada da escola e não é gozada, a ligação forte de irmãs e todas as situações são lidadas com ternura e compreensão.

O jovens atores são a essência principal deste filme. A química entre Lana Condor e Noah Centineo é do mais querido possível. O casal deu-se bem nas gravações e quase parecem namorados de verdade. Muitos são os momentos que não estavam planeados que aconteceram devido à cumplicidade de ambos, estou a referir-me à fantástica fotografia no telemóvel de Lara Jean, em que os atores estavam a dormir na pausa das gravações. Além disso as expressões muito próprias de Lana Condor dão veracidade à sua personagem o que não nos deixa largar o ecrã para conhecer-mos mais ainda sobre a sua história.

To All the Boys I’ve Loved Before” é um filme fofinho da Netflix (não há melhores palavras que o descrevam) feito com muito amor e que promete derreter muitos corações. O blogue atribui 4 estrelas em 5.

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E agora? Ficamos sem Super-Homem

E agora? Ficamos sem Super-Homem

A notícia foi lançada há dois dias e os fãs ainda estão em estado de choque. Negociações para uma possível participação no filme “Shazam” (estreia a 5 de abril de 2019), caíram por terra e mudanças no estúdio criaram a sentença final, Henry Cavill pode não voltar a usar a capa de Super-Homem.

Depois dos vários sinais de Hollywood a não considerarem o ator Ben Affleck para mais filmes da DC como Batman. Relembro que o ator voluntariamente decidiu entrar numa clínica de reabilitação, devido ao seu vício com o álcool. A porta para Henry Cavill para ser o Super-Homem novamente, parece que também se está a fechar. Após filmes como “Homem de Aço“, “Batman V Superman: O Despertar da Justiça” e “Liga da Justiça“, o ator pode ter os dias contados com a Warner Bros.

Motivos de mudança de estratégia são as principais razões apontadas. Os estúdios pretendem mudar o rumo dos seus filmes de super-heróis da DC Comics. Com filmes como “a” e “Aquaman” em caixa, estão a pensar noutras histórias é o caso de “Supergirl“, a origem desta super-heroína, o que deixaria de parte Cavill, pois seria necessário um Super-Homem mais novo. Em julho o ator já tinha dado indicações que a sua participação como Super-Homem ainda estava muito incerta. Contudo recentemente o ator foi confirmado na série “The Witcher” que será produzida pela Netflix e será o protagonista Gerald de Rivia.

Esta notícia abalou-me porque esperava ver mais de Henry Cavill como super-herói, que na minha opinião foi o melhor Super-Homem no cinema. Os filmes da Liga da Justiça ficaram por terminar (pelo menos por agora), mesmo depois daquelas revelações de Lex Luthor no final, para a criação de uma liga de vilões. Uma crítica grande para a DC e Warner Bros que não conseguiram construir bem a timeline dos eventos, e tal danifica gravemente as narrativas dos filmes, criando confusão aos fãs. Ao contrário da Marvel que construiu os filmes durante 10 anos, com o propósito de culminar tudo num único filme, “Vingadores: Guerra do Infinito“, e que tão bem idealizado.

Unbreakable Kimmy Schmidt

Unbreakable Kimmy Schmidt

A personagem mais positiva das séries de televisão é Kimmy Schmidt (Ellie Kemper) produzida pela Netflix e criada por Tina Fey e Robert Carlock. A série “Unbreakable Kimmy Schmidt” foi lançada em 2015 e foca-se numa jovem rapariga que foi sequestrada por um pastor em criança, e juntamente com outras mulheres esteve durante 15 anos presa num bunker até ser resgatada. Kimmy de espírito alegre acredita num mundo perfeito onde não existe maldade, mas vai descobrir facilmente que não é bem assim. Sozinha na grande cidade, com o mundo mudado após uma década, pretende recuperar o tempo perdido de infância e juventude. Será que ainda vai a tempo?

Com feições típicas e com um sorriso de orelha a orelha, a atriz Ellie Kemper consegue ser extremamente expressiva. A sua personagem Kimmy não está sozinha, conseguiu amizade com Titus Andromedon (Titus Burgess), um artista de corpo e alma, homossexual que vive às custas dos outros; Lillian uma extravagante mulher (Carol Kane) e Jacqueline (Jenna Maroney) que não tem nada na cabeça, além do seu ego. Tina Fey esmerou-se a criar estas personagens que nos fazem rir de minuto a minuto. “Unbreakable Kimmy Schmidt” é uma série bem-disposta, descontraída e muito animada com um argumento muito bem escrito com o qual o público simpatiza. Por vezes exagera nas piadas, mas as peripécias destas personagens é agradável de assistir e só queremos mais.

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Sem dúvida das melhores séries de comédia dos últimos tempos. O grupo de personagens com estas personalidades peculiares é do mais sincero e genuíno da televisão. Focando-se em temas sérios, mas que de uma forma original e divertida deixam de ser temas tabus. Esta série não se deixa levar por clichés e por ser curta, não aborrece o espectador com histórias fúteis. Cada episódio é uma aventura e sabe mesmo bem. Esta série apenas conseguiu quatro boas temporadas, mas ainda vai receber um filme para o início do próximo ano.