Assassin’s Creed

Assassin’s Creed

Título: Assassin’s Creed
Ano: 2016
Realização: Justin Kurzel
Interpretes: Michael Fassbender, Marion Cotillard, Jeremy Irons…
Sinopse: Callum Lynch explora as memórias do seu antepassado, Aguilar de Nerha e consegue as suas habilidades de Mestre Assassin, antes de assumir a sociedade secreta.

Baseado no videojogo de sucesso com o mesmo nome, Assassin’s Creed explora duas vidas: a presente e a passada da mesma pessoa. Após vários jogos de sucesso e ainda a sair mais, o franchise é dos mais requisitados pelos gamers. Desde o passado da França, à revolução industrial, até à Roma medieval. O passado da História descrito num só jogo onde somos uma personagem ágil e forte que salta de edifício em edifício à procura da resolução dos mistérios do que já aconteceu. Descrevo esta crítica apenas como audiência do filme e não do jogo. Nunca experimentei o videojogo Assassin’s Creed, por isso só posso comentar pela minha experiência.

As expectativas estavam bastante altas para esta produção. Afinal, depois do jogo de sucesso, só faltava o filme de sucesso e ainda por cima protagonizado por Michael Fassbender. Contudo após a estreia, esta obra cinematográfica apenas se manteve como mediana. Não foi satisfatória, mas cumpria o mínimo dos mínimos pedidos, mas fora isso não acrescentava nada de novo.

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No argumento são notórias várias falhas nos diálogos. Muitas pontas soltas sem expectativas de ser explicadas. Ora bem, para um amador dos jogos de Assassin’s Creed como eu, foi difícil acompanhar as regras que seguiam e os nomes técnicos que iam surgindo. Caí um pouco de para-quedas, e acredito que muitos se sentiram assim como eu, e daí a baixa pontuação. Valeu ao filme os excelentes cenários entre o passado e presente e as cenas de luta bem sincronizadas e coreografadas. O enredo é um pouco vago e tal como a personagem principal, Callum Lynch, sentimo-nos também perdidos. Até compreendo que seja complicado explicar todos os aspectos num filme apenas, mas esperava uma história mais completa.

Quanto ao elenco, mesmo com nomes bastante reconhecidos como Michael Fassbender, Marion Cotillard e Jeremy Irons, apresentam-se um pouco tensos relativamente às suas personagens. O melhor foi mesmo as viagens ao passado que mantinha uma narrativa mais interessante do que o mundo danificado que vivam no presente. Concluindo “Assassin’s Creed” é um filme mediano, sem complementos adicionais, mas pode tornar-se numa obra cansativa para quem não noções básicas (pelo menos) da sua envolvente. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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O que se sabe sobre o filme Assassin’s Creed

1) O filme tem personagens originais, mas envolve o clima do jogo

O realizador Justin Kurzel explicou “São todas novas personagens. Foram criadas para uma história original, mas o conceito e o espírito do jogo está todo lá. O conceito de conseguirmos aceder às nossas memórias e perceber a nossa identidade, é uma história original. Então, é sobre um homem que descobre a verdade sobre isso e como isso mudou durante anos e gerações”. Portanto esta é uma nova história que vai ser contada aos fãs do jogo.

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2) Movimentos mais hardcore

“Nós não queremos os nossos assassinos a flutuar no ar” afirmou Korzel. No filme os duplos fizeram um excelente trabalho. “Há uma sensação de perigo, e impulsão e espero que as pessoas sintam isso no filme“, continuou. As acrobacias também são consistentes e credíveis. “Não são super-heróis a voar com capas, são humanos, com habilidades possíveis.

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3) A escolha do protagonista

Michael Fassbender foi sempre a escolha óbvia. Mesmo antes de conversar com os argumentistas e o estúdio, o produtor Rivieres  nunca teve dúvidas. “Só queríamos Fassbender para protagonista, não mais outro ator”, continuou.

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4) Michael Fassbender interpreta dois papéis

Fassbender é Aguilar de Nehra um assassino durante o séc. 15 na Inquisição espanhola e também interpreta um homem moderno chamado de Callum Lynch, um prisioneiro indicado para o corredor da morte, onde a sua vida muda quando escolha fazer parte de um teste experimental para recuperar as suas memórias passadas.

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5) Um treino de 6 meses

Michael Fassbender teve de estar excelente a nível físico para ser esta personagem. O treino durou 6 meses e segundo o produtor era fisicamente pesado.

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6) Reunião de Macbeth

Não só Fassbender está a trabalhar novamente com o director de “Macbeth”, Justin Kurzel,  mas a Lady Macbeth, Marion Cotillard também conseguiu um papel no filme “Assassin’s Creed“.

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7) Fassbender produz o filme 

Como referiu Kurzel, “Michael entrou completamente no projecto, o que me deixou feliz. Eu não estava apenas a trabalhar como ator com ele, além disso tem um excelente olho para o detalhe“.

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8) A misteriosa personagem de Marion Cotillard

A vencedora do Oscar interpreta Sofia Rikken, uma cientista que ajuda Cal nas repressões das vidas passadas. “Sofia  tem esta ideologia, que é um desejo profundo de entender a violência” explica Marion.

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9) Estão a pensar no Assassin’s Creed 2?

Kurzel explicou ao IMDB que a equipa já está a pensar no próximo filme. ” Nós estavamos em Espanha a beber uns copos de vinho e fizemos a seguinte pergunta: E agora o que vamos fazer a seguir? É um delicioso cocktail de possibilidades. A ideia de que Michael pode viajar por qualquer ano ou lugar é fantástico. Significa que podemos ir ao segundo e terceiro filme, mas por agora estamos a tentar terminar este primeiro”.

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Crítica: Contágio

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Título: Contagion

Ano: 2011

Realização: Steven Soderbergh

Interpretes: Marion Cotillard, Matt Damon, Gwyneth Paltrow, Kate Winslet, Jude Law…

Sinopse: Contágio acompanha a progressão dum vírus desconhecido. À medida que este se espalha a uma velocidade nunca vista no mundo contemporâneo, vão-se revelando aspectos menos lisonjeiros da humanidade. Numa corrida contra o tempo e este ameaçador e implacável organismo, uma mão-cheia de gente extraordinária luta em diversas frentes para conter a progressão do vírus. (Fonte. Sapomag)

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E se um vírus mortal ameaça-se toda a população do mundo? O que se fazia? O tema que se pode tornar demasiado “batido” no cinema, tem uma nova adaptação. Mais real. Mais dura. Os outros filmes do género tem um desenrolar mais fictício e sem aspectos de veracidade.  Este é um dos melhores thrillers sobre situações que ameaçam a população, dos últimos tempos. Desde o começo do vírus, ao seu alastramento, às medidas de segurança que os líderes de estado tem de tomar, a opinião pública, a procura do paciente zero e da cura são todos os processos representados no filme. Durante esse tempo compreendemos a dificuldade do Homem contra algo que não consegue controlar.

contagion3O elenco é de luxo e não podíamos ter pedido melhor. Todos são os responsáveis pelo que de melhor tem o filme. Matt Damon como um homem imune que vê a sua mulher (Gwyneth Paltrow) e enteado  morrerem da doença; Jude Law como um fanático jornalista que vive contra a opinião geral; Kate Winslet como funcionária do controlo de doenças, e Martin Fishburne como seu chefe. Todos tem papéis importantes na história por assim o espectador conhece os diferentes pontos de vista de quem se quer salvar da terrível doença que afecta todos. Não aconselho a pessoas demasiado sensíveis a doenças/vírus a  assistirem ao filme. Pois podem ser facilmente influenciadas. Mas aconselho a pessoas que queiram assistir a algo cientificamente correto sobre as fases de propagação do vírus a conhecer esta história. O blogue atribui 4 estrelas em 5.

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