A Agente Vermelha

A Agente Vermelha

Título: Red Sparrow

Ano: 2018

Realização: Francis Lawrence

Interpretes: Jennifer Lawrence, Joel Edgerton, Matthias Schoenaerts…

Sinopse: A bailarina Dominika Egorova é recrutada para a escola de agentes, um serviço russo de inteligência, onde ela se foca no seu corpo como uma arma. A sua primeira missão é encontrar o agente da CIA que está a por em causa as duas nações.

Jennifer Lawrence é a protagonista deste filme de espionagem. Dominika Egorova, uma russa bailarina, desde criança sempre sonhou pertencer ao Bailado russo. Contudo a sua vida muda radicalmente quando se magoa gravemente em palco. Sem hipóteses de voltar a dançar e para ganhar dinheiro para cuidar da mãe doente, é obrigada pelo tio a trabalhar para ele. Entra num escola especial de inteligência russa, onde aprende a utilizar o seu corpo como arma, através de prazeres sexuais. Dominika muda de identidade e torna-se na agente vermelha. Numa rede de traição e infiltrados entre a Rússia e os Estados Unidos da América, a jovem terá de aprender a sobreviver neste mundo de desconfiança.

Realizado por Francis Lawrence, conhecido em filmes como Constantine, I am Legend, e três filmes da saga Hunger Games. Daí voltou a recrutar Jennifer Lawrence para a sua protagonista. A atriz apresenta uma exposição física muito grande nesta obra cinematográfica, algo que ainda não tínhamos visto. Mas nestas cenas era justificável para o desenvolvimento da personagem. O seu sotaque foi alterado para um russo, o que em algumas falas está perfeito, noutras nem por isso. O papel de Jeremy Irons também é interessante neste filme.

A narrativa está interessante, e voltamos à mesma guerra entre a Rússia e Estados Unidos da América. Só a partir de meio do filme é que começa a tornar-se mais surpreendente. Sobraram algumas pontas soltas, mas conseguiram superar tudo no final. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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Despojos de Inverno

Despojos de Inverno

Título: Winter’s Bone
Ano: 2010
Realização: Debra Granik
Interpretes: Jennifer Lawrence, John Hawkes, Garret Dillahunt…
Sinopse: Uma rapariga da montanha Ozark, entra em terreno perigoso socialmente, quando procura pelo seu pai vendedor de droga, enquanto tenta manter a família intacta.

Antes de conhecermos Jennifer Lawrence como ídolo adolescente em “Jogos da Fome” e “X-Men“, a jovem atriz aceitava papéis mais adultos em filmes indie. “Despojos de Inverno” é um desses casos. Um verdadeiro sucesso que conseguiu nomear Lawrence, ainda com vinte anos para o Oscar de Melhor Atriz e ainda para Melhor Filme. Nesta obra cinematográfica somos absorvidos pela narrativa densa e pesada sobre uma família com dificuldades quase a perder a casa e terreno. O elenco satisfatoriamente interpreta com precaução as suas sérias personagens. No entanto Lawrence é mesmo a estrela desta filme. A sua seriedade e maturidade é evidente e por isso capta a atenção com o seu desempenho.

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A falha no argumento é aceitável devido ao pesar das personagens, todas tem em mãos um passado e vida complicadas nas montanhas. A narrativa é negra, mas consegue ser diferente ao que normalmente por aí se vê. Nesta película somos confrontados com os valores da família, que não escolhemos mas que amamos independentemente dos seus sarilhos. O final é conclusivo, mas o espectador fica absorvido pela história e de como os seus contornos ocorreram. Concluindo “Despojos de Inverno” desconfiado que “prende” pela sua originalidade e desinibição. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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Woman Power no Cinema

Hoje é dia da mulher e como tal decidi preparar um lista onde mulheres com personalidade forte que conseguiram lutar pelos seus direitos e não se deixam intimidar por nada. Este é o Woman Power do cinema. Não te esqueças de seguir o blogue nas redes sociais 🙂

Joy

Joy

Baseada numa história verídica de Joy Mangano, a inventora da esfregona desmontável. Jennifer Lawrence atua com garra e a determinação da sua personagem real. Num mundo atual ainda com muitos estereótipos foi difícil o caminho para a aceitação do produto. Porém o cepticismo de muitos foi a força de outros para provar que as mulheres também tem a mesma capacidade dos homens, mesmo na área do fabrico.

Erin Brockovich

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Julia Roberts é Erin Brockovich no filme de 2000 e até valeu à atriz um Óscar de Melhor Atriz Principal. Também baseada numa história verídica, Erin é uma mãe solteira de 3 filhos que se envolve num caso de saúde pública. As águas subterrâneas em Hinkley eram compostas por um químico cancerígeno, cromo hexavalente. Erin consegue levar o caso para tribunal. Mas o que a torna única é que não baixou os braços, mesmo quando tudo parecia impossível.

The Young Victoria

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Emily Blunt é a Rainha Victoria, num filme biográfico sobre o seu reinado. Em 1837, com apenas 17 anos Victoria está no centro da luta pelo poder real. Ninguém aconselhava apontava Victoria como possível rainha, sendo descriminada pela corte, incluindo pela sua própria mãe. No entanto Victoria foi a rainha que mais anos governou a Inglaterra, cerca de 64. Conseguiu estar no poder sozinha, mesmo após a morte prematura do seu marido Filipe, conseguindo o nome de época vitoriana. Uma menção honrosa aqui também podia estar apresentado o filme “Elizabeth” (1998) ou “Elizabeth: The Golden Age” (2007)

Ágora

Ágora

Ágora é um filme espanhol que tem Rachel Weisz como protagonista. Weisz é Hipátia, uma mulher que viveu em Alexandria entre os anos de 355 e 415, época da denominação romana. Hipátia era professora e filosófica, e a única personagem feminina do filme.

Carol

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Em Carol o protagonismo é dividido entre Cate Blanchett e Rooney Mara. Duas mulheres dos anos 50, que se apaixonam. Naquela época o romance entre duas pessoas do mesmo sexo era mesmo inadmissível de se pensar. Mas “Carol” não se foca apenas no romance, mas sim, na dificuldade de ser mulher naquela época em que tinham de se sujeitar às leis conservadoras daquele tempo.

The Dressmaker

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No filme “Dressmaker”, Kate Winslet é uma mulher de armas, artilhada com a sua máquina de costura. Para trás deixou um passado que prometeu esquecer, mas apenas tem uma intenção, terminar a sua vingança a todos aqueles que lhe fizeram mal. Não tem tamanho nem medida para o que tem de fazer.

Room

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Em “Room“, Brie Larson interpreta uma forte mulher que ainda em adolescente foi capturada e feita prisioneira em cativeiro durante anos. A sua ambição em sair daquele lugar onde estava presa foi determinante para a sua fuga e do seu filho. Mas mal ela sabia que o mundo real estava diferente daquilo que se tinha lembrado.

 

As Serviçais

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Nos anos 60 nos Estados Unidos da América ainda havia muita desigualdade feminina. No entanto um grupo de mulheres cruzam-se independentemente do seu estatuto social para apresentarem o seu modo de vida. Com um elenco composto principalmente por personagens femininas esta é a história de “As Serviçais“.

Wild

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Em “Wild“, Reese Witherspoon é Cheryl Strayed que após a morte da sua mãe, fica totalmente desamparada. Baseado em factos verídicos, esta é uma viagem de auto-descoberta durante uma caminhada de 1100 milhas pela costa do Oceano Pacífico. Um caminho nada fácil, mas juntamente com a natureza, faz-nos pensar na vida e o que ela tem de melhor.

Legalmente Loura

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Novamente com Reese Witherspoon. Desta vez é Elle Woods uma jovem fútil que lhe foi negada a entrada na universidade. Mas com muito esforço e de uma forma divertida, Elle vai fazer mudar a opinião de muitos. Dividido em dois filmes, “Legalmente Loira” prova a competência feminina e que nada o que parece é.

Elementos Secretos

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No filme “Elementos Secretos“, recentemente nomeado para os Óscares seguimos a história de três mulheres que comandaram os centros de inteligência da NASA nos Estados Unidos da América quando o homem foi pela primeira vez à lua. Além de serem mulheres outro entrave que tinham para o sucesso da sua carreira, era a sua cor de pele. Conseguiram chegar a altos cargos, e mudar opiniões, porque tinham voz e usaram essa voz.

As sufragistas

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As Sufragistas”  explica a história real e ficcional da luta das mulheres pelo direito ao voto na Inglaterra. Foi um longo caminho até à vitória, eram presas, faziam guerra de fome, protestavam e ainda eram humilhadas. Temos que agradecer a estas mulheres que tornaram a emancipação feminina possível.

 

 

Crítica: Golpada Americana

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Título: American Hustle
Ano: 2013
Realização: David O. Russell
Interpretes: Christian Bale, Amy Adams, Bradley Cooper, Jennifer Lawrence…
Sinopse: Um homem fraudulento, Irving Rosenfeld ao lado da sua sedutora parceira, Sydney Prosser, são forçado a trabalhar com um agente do FBI, Richie DiMaso, que os leva para um mundo da máfia em Jersey.

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Em clima de Oscars, vou falar-vos do filme “American Hustle” que esteve nomeado para Melhor Filme em 2014. David O. Russell já provou o seu estilo em vários filmes como “Os Três Reis“, “The Fighter“, “Guia Para um Final Feliz” e “Joy“. Em “Golpada Americana” Russell volta a juntar Bradley Cooper e Jennifer Lawrence, e desta vez com os atores Amy Adams e Christian Bale a acompanhar. O elenco é uma chuva de estrelas que fazem este filme andar, já que a sua história mantém-se com lacunas e previsibilidade de acontecimentos. Nos 5 primeiros minutos de filmes percebemos logo como irá terminar. No entanto esta obra cinematográfica é mais real e mais madura dos que os filmes antecessores do realizador. Uma história sobre vigaristas de topo que juntamente com as suas complicadas vidas pessoais, conseguem tirar sempre o melhor partido da situação, por mais louca que seja. O cast também bem consagrado consegue mostrar as suas excelentes interpretações, sem vaidades mas com os nervos à flor da pele. Esse é dos factores mais positivos.

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A história pouco vulgar, desvenda o golpe do ano e do seu caminho para o sucessor. Os quatro principais protagonistas oferecem tudo de si para o melhor do filme. Porém quem mais me surpreendeu foi Amy Adams com a sua bombástica Sydney. Com mais sensualidade e timidez inexistente, típica das suas anteriores personagem, Amy conseguiu surpreender com a garra deste papel. Infelizmente para Adams tinha fortes adversárias nos Oscares e por isso não conseguiu ganhar. O filme é longo a por vezes mantém-se demasiadamente vinculado para mostrar o lado bom dos vigaristas que todos os dias lutam para conseguirem uma vida melhor. Com um registo irónico e perverso, Russell conseguiu captar o melhor de cada uma das personagens. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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Crítica: Loucamente Apaixonados

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Título: Like Crazy

Ano: 2011

Realização:  Drake Doremus

Interpretes:  Felicity Jones, Anton Yelchin, Jennifer Lawrence…

Sinopse: Uma estudante britânica apaixona-se pelo seu colega americano, apenas separam-se quando ela é banida dos E.U.A., após ultrapassar o prazo do Visa.

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Amor jovem no seu estado mais verdadeiro e puro. Tudo é possível quando estamos apaixonados, desatentos e desorientados não encaramos bem as responsabilidades. Foi o que aconteceu com Jacob (Anton Yelchin) e Anna, dois estudantes que pensavam na vida como um conto de fadas. Apaixonaram-se na faculdade, ela era estudante britânica nos Estados Unidos da América e ele seu colega de turma. Vivem um romance fugaz. No final do curso, no verão  ela tem de voltar para a sua terra natal. Mas o amor é mais forte entre os dois e Anna (Felicity Jones) deixa expirar o seu VISA. Mais tarde terão de sofrer com as consequências, ela não pode entrar em terreno americano. Separados, tentam viver as suas vidas normalmente, mas não há amor como o primeiro. Vivem como se lhes faltasse algo. Como se não conseguissem respirar quando estão afastados. Seguem as suas carreiras. Ele visita-lhe a Londres, mas a vida acontece. Já não se conhecem, não verdadeiramente como se conheciam na faculdade. A família, e amigos são estranhos e não se encaixam na vida um do outro. Quando finalmente tem a possibilidade de viverem juntos, são adultos e o amor já não é igual, está desgastado e complexo.

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Anton Yelchin, ator russo, faleceu infelizmente em 2016, com 27 anos. Mas neste filme mostrou todo o seu potencial. Podia ter ido longe. Ao lado de Felicity Jones, tem química juntos. Um dos casais mais apaixonados do cinema. As melhores cenas desta obra cinematográfica, é mesmo quando aparecem estes atores unidos. Este filme podia ter tido um final feliz, não, merecia ter um final feliz. Não o teve. Mas captou toda a realidade, debaixo do chuveiro apenas as boas memórias ficam de um futuro ainda incerto. Apesar de feliz, foi triste e insatisfeito o desfecho. Queria mesmo pintar uma história alegre para este casal, que me fez apaixonar só com o trailer “I can’t help falling in love with you“. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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Crítica: Hunger Games – A Revolta Parte 2

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Título: The Hunger Games: Mockingjay Part 2

Ano: 2015

Realização: Francis Lawrence

Interpretes: Jennifer Lawrence, Josh Hutcherson, Liam Hemsworth…

Sinopse: A Guerra em Panem está mais próxima de eclodir e prevê-se uma destruição dos distritos. Katniss Everdeen o rosto da revolução liberal , pretende juntar um exercito para combater contra o Presidente Snow e assim conseguir equilibrar a sociedade.

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Jennifer Lawrence voltou a ser a guerreira Katniss Everdeen para o derradeiro final de “Hunger Games”. A saga juvenil encheu as salas de cinema e tal promoveu para o sucesso do filme. Quanto a mim, bastou-me o primeiro filme (apesar de assistir à saga completa) para perceber que já vi coisinhas melhores. O melhor é mesmo o primeiro, os seguintes filmes são saturantes. Se quiserem relembrar as críticas anteriores estão aqui, aqui e aqui. A cada filme perde qualidade, no entanto neste último ganha uma nova energia já há muito perdida. Katiniss agora com um exercito de rebeldes tem o objectivo de derrubar o reinado do Presidente Snow, abusador do poder. Como seria de esperar do género desta obra cinematográfica são expostas sequências de ação, explosões excelentes. A história progride lentamente (é para conseguir as 2 horas de filme) até aos seus contornos finais. Jennifer Lawrence mantém-se fiel à personagem, determinada e corajosa com apenas um objectivo em pensamento. Julianne Moore merecia outro destaque que não recebeu. A sua personagem faz lembrar Kate Winslet no filme “Divergente“. O que é pena que excelentes atrizes participem neste género de filme só para mostrar nome.

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Apesar se considerar necessário mortes de guerra e lamento os spoilers, mas considerei o destino de algumas personagens uma fraude. Finnick morreu de uma forma cruel e pouco lamentada, e a Prim que morte desnecessária. Afinal Katniss entra nos jogos da fome por causa da irmã, quase que morre no penúltimo filme por causa da irmã que foi à procura do gato, e Prim morre no final. Enfim. Já o destino de Gale também foi insosso, mas é o que temos. Eu sempre esperava que Katniss ia ficar com Peeta, o que não esperava foi a forma como terminou para os dois. A mulher guerreira e cara de uma revolução estava agora como uma dona de casa e com dois filhos nos braços. Esta história de contos de fada, não me convence. Apesar da tentativa, “Hunger Games” continua com uma premissa muito jovem e pouco sério. Espera mais, pelo menos um final mais apelativo. O blogue atribui 3 em 5.

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Crítica: X-Men Apocalipse

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Título: X-Men Apocalypse

Ano: 2016

Realização: Bryan Singer

Interpretes: James McAvoy, Michael Fassbender, Jennifer Lawrence, So.ie Turner..

Sinopse: Com a ressuscitação do primeiro mutante, Apocalypse, os X-Men tem de unir forças  para evitar a eliminação total do Planeta.

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Como posso descrever o filme “X-Men: Apocalypse”? Bem, não está mau, mas também não está à mesma qualidade dos que os seus antecessores. Podes ler a crítica de X-Men Days of Future Past aqui. O filme começa no passado, quando Apocalypse ainda governava, num mundo repleto de mutantes que se afirmavam como deuses. Acordou passados anos, num mundo totalmente diferente, onde os mutantes apenas recentemente foram revelados aos humanos. Em pleno anos 80, conhecemos os jovens Scott Summers (mais tarde será Cyclops), Jean Grey e Nightcrawler, as outras personagens já nos tinham sido apresentadas. Quicksilver voltou a protagonizar o melhor momento do filme, com a música de fundo Sweet Dreams. É bom que esta personagem apareça mais vezes, porque é bem divertida. E a pedido de várias famílias, Singer fez a vontade. Pela primeira vez, um dos vilões mais temíveis da Marvel ia finalmente aparecer no cinema. As expectativas eram altas para Apoclypse. Mas não aqueceu. A caracterização da personagem, a sua narrativa, a voz, tudo irrita nele, considerei-o quase inútil. Pode ser o mais forte de todos, mas parece que segue uma política de não à violência. Apocalypse reune durante os filmes the four horseman (Os quatro Cavaleiros do Apocalipse) que se juntam a energética mas indecisa Storm (versão mais jovem de Halle Berry), Angel (que entrou mudou e quase saiu calado), Magneto descontente com a Humanidade (novamente) e Psylocke uma nova aquisição bad-ass, mas que não sabe bem o que quer. Está construída a equipa dos maus, que estava tão mal formada e apresada  na conquista do mundo que perde com alunos do secundário.

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Lá como dizia Jean Grey à saída do cinema após assistirem “Return of the Jedi“, o terceiro é sempre o pior, e esta frase não podia aplicar-se melhor neste sentido. Tanto a primeira trilogia do X-Men como esta segunda, o terceiro filme foi o mais fraquinho. Jennifer Lawrence continua a ter o desmerecido destaque. Tem de antena que devia estar mais decidido em fomentar uma história mais impressionante e criativa. Factor que falho redondamente por aqui, pois este filme não acrescentou nada de novo. O professor Xavier (James McAvoy) está cada vez mais parecido com Patrick Stewart, no entanto penso que tal factor não devia ter sido anunciado no trailer nem no poster principal, já que o seu estado é uma mística do filme. Wolverine também dá um ar da sua graça aqui, mas por breves e desnecessários momentos. Concluindo “X-Men: Apocalyse” carece de muitas falhas narrativas e com personagens pouco construitivas. Culpo Bryan Singer, pois anteriormente realizou um excelente trabalho, e aqui desleixou-se completamente. O que sobrevive neste filme são os efeitos especiais e as sequências de ação. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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The Hunger Games: A Revolta – Parte 1

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The Hunger Games: A Revolta – Parte 1 ou em título original The Hunger Games: Mockingjay  – Part 1 é um filme de 2014, realizado por Francis Lawrence, com as participações de Jennifer Lawrence, Josh Hutcherson, Liam Hemsworth nos principais papéis. Sinopse: O fenómeno mundial de «Os Jogos da Fome» continua a incendiar o mundo com «The Hunger Games: A Revolta – Parte 1», onde encontramos Katniss Everdeen no Distrito 13, depois de estilhaçar literalmente os jogos para sempre. Sob a liderança da Presidente Coin e o conselho dos seus amigos de confiança, Katniss estende as suas asas ao lutar para salvar Peeta e uma nação comovida pela sua coragem. (Fonte: Cinema Gate).

Film Review The Hunger Games Mockingjay Part 1

E a saga continua. Outro filme de Hunger Games, que apesar de encher os cinemas ainda não me convenceu em nada. Em cada filme a minha consideração pela história desce drasticamente. Neste quarto temos o seguimento do “Hunger Games Em Chamas” a luta de Katniss contra a Capital continua igual, e de filme para filme não existe evolução nenhuma. Em “A Revolta – Parte 1” um grupo de rebeldes juntam-se, e pretendem que Katniss (Jennifer Lawrence) seja a cara da revolta. Isso mesmo. Provocações do lado da Capital e provocações do lado dos rebeldes e pronto nada de extraordinário acontece. Quer dizer acontece, a heroína lança uma seta e a mesma é capaz de destruir um avião. Como? Não sei, mas acontece. Sinceramente nem sei porque dividiram este último filme em duas partes. Apenas comércio obviamente. Foram duas horas de drama, de palavras não ditas e ações não feitas.

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Jennifer Lawrence continua na liderança do papel que lhe deu fama, e já é das jovens mais bem pagas devido ao seu sucesso neste filme. Donald Sutherland está bem como vilão, não jogando à toa os dados contra o protesto. Philip Seymour Hoffman, falecido o ano passado, ainda conseguiu gravar a maioria das suas cenas. Não influenciando a história principal. Da Julianne Moore esperava-se mais. Concluindo este é um filme que aborda o marketing de uma revolução, numa campanha que pretende influenciar as pessoas a aderir ao manifesto. Não emociona, não cativa, não surpreende. É muito morno. Só para fãs é que aconselho. O Blogue atribui 3 estrelas em 5.

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