Vídeo Musical – O Grande Showman

A introdução do filme protagonizado por Hugh Jackman é mesmo assim. “The Greatest Show” é o nome da música que junta num espectáculo o sonho de um homem. Excerto do filme de 2018.

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O Grande Showman

O Grande Showman

Título: The Greatest Showman
Ano: 2017
Realização: Michael Gracey
Interpretes: Hugh Jackman, Michelle Williams, Zac Efron…
Sinopse: Celebre o aniversário do mundo do entretenimento e conheça a história do visionário que do nada criou o maior espectáculo de sempre.

Hugh Jackman é perfeito para este género de papéis. Este ator é mesmo um entreteniment man completo. Papéis musicais assentam-lhe que nem uma luva. “O Grande Showman” é um filme baseado na vida de P. T. Barnum, o primeiro empresário a criar um espectáculo para todos. Um circo com apresentações invulgares que atraiu muitas pessoas a comprar os bilhetes para assistirem aos fantásticos espectáculos. Nesta obra cinematográfica somos invadidos com muita música, cor e com personagens fortes. “The Greatest Showman“é um espectáculo divertido onde a música está sempre presente. As letras foram escritas pelos mesmos do filme “La La Land” e o resultado não podia ter sido melhor. Músicas que surgem da alma para percebermos os verdadeiros sentimentos das personagens.

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O argumento mantém-se bastante simples e tal factor merecia ser melhorado. As personagens são interessantes, contudo apenas apresentam o básico da sua história. Fiquei desiludida com a narrativa. A história da vida de Barnum é verídica, contudo alguns desenvolvimentos entre as personagens são muito irreais. Esta obra cinematográfica é curta, com espaços temporais muito acelerados. As músicas são catchy e mesmo após assistirmos ao filme facilmente cantarolamos “Milions Dreams“, “Rewrite the Stars” e “This is Me” (Canção nomeada para os Óscares de Melhor Original). “O Grande Showman” não é um filme memorável dentro dos musicais, mas consegue facilmente entreter o público. A dinâmica das personagens também foi interessante, apesar de considerar que faltaram algumas pontas soltas que facilitaram a chegada de Barnum ao êxito. O elenco de luxo também não decepciona. Neste filme são abordados temas pertinentes como a diferença das classes sociais, descriminação, bullying, a luta difícil para mudar  opiniões, os valores da família e sucesso. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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Crítica: Logan

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Título: Logan
Ano: 2017
Realização: James Mangold
Interpretes: Hugh Jackman, Patrick Stewart, Dafne Keen
Sinopse: Num futuro próximo, um Logan mais cansado protege o Professor Charles Xavier num recanto perto da fronteira do México. O Logan pretende esconder do mundo o seu legado, quando uma jovem mutante aparece na sua vida, perseguida por forças negras.

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O peso de ser herói não é fácil de carregar. Nem tudo é tão simples como nas bandas desenhadas em que os bons conseguem sempre salvar o dia. Referência que este filme foca-se bastante. Na vida real as pessoas sofrem, magoam-se e morrem. James Mangold resgatou um filme a solo de Wolverine, para uma conclusão merecida deste herói. Depois dos seus dois últimos filme não tão “greats” chega-nos um final mais arrojado, real e necessário. Necessário porque, neste género de filmes somos normalmente contemplados com enredos fantasiosos onde tudo é possível. Aqui não. Mesmo apesar dos protagonistas desta história não existirem, e mesmo que tal coisa como mutantes não fazerem parte do nosso quotidiano. Em “Logan” conhecemos uma dura faceta de uma realidade que facilmente podia ser a nossa. Num mundo já quase sem mutantes, poucos deles ainda andam por aí, conhecemos um Logan mais velho e cansado. A sua capacidade de regeneração já não é o que era. Tenta fugir à vida que levou. E já virou as costas ao passado. Num terreno escondido, cuida de Charles Xavier, mais debilitado que devido às suas fortes capacidades do seu cérebro que já não consegue controlar, exceto quando esta medicado, ainda pode exterminar todos em seu redor. Entretanto o mundo de ambos é abalado, e partem para a viagem das suas vidas quando conhecem Laura, uma menina que tal como Logan tem garras nas mãos e consegue auto-regenerar-se. Nesta jornada de auto-descoberta, as personagens vão aprender a aceitar o passado, e manter a esperança para guiar a geração do futuro.

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Este filme não é fácil de ver. Pelo menos não estávamos habituados a filmes de super-heróis assim. James Mangold captou a verdade nua e crua das cenas de luta. Movimentos reais com sangue, muito sangue, fura-crânios e fura-olhos. A violência destas cenas é extrema, mas é o que faz toda a essência do filme. Num ambiente mais humano e por isso mais intenso, o espectador acompanha toda a mágoa e dor do protagonista. Hugh Jackman volta a liderar neste papel que lhe deu fama no filme X-Men. A sua interpretação está mais coerente e madura do que nos filmes anteriores, factores que lhe dão mais valor. Patrick Stewart é novamente o Professor Xavier, que expressa sempre a sua opinião nos momentos mais oportunos. Conseguiu protagonizar os poucos momentos engraçados do filme. Dafne Keen de 12 anos é uma agradável surpresa. Tem a garra (literalmente) necessária, tal como a sua personagem precisava. Durante mais de metade do filme não fala, mas é muito expressiva. Este trio marca o culminar final de três gerações que se cruzam. Devo confessar que não estava à espera desta abordagem cruel, mostrando que os super-heróis também tem um lado muito humano. Mas o realizador conseguiu captar toda a densidade de história que pretendia. O blogue atribui 4 estrelas em 5.

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Crítica: Por Água Abaixo

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Título: Flushed Away

Ano: 2006

Realização: David Bowers, Sam Fell

Interpretes: Hugh Jackman, Kate Winslet, Ian McKellen…

Sinopse: A história de um rato que vive no topo, e que de repente é empurrado para a os esgotos em Londres. Aí conhece uma vida totalmente diferente do esperado.

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Flushed Away” não esconde as suas origens. Produzido com uma parceria entre Aardman Animations (A Ovelha Choné, Wallace and Gromit) e DreamWorks Animation, este filme é totalmente britânico. Na sua maioria de momentos cómicos são mantidos com piadas patriotas sobre Inglaterra. A história foca-se em Roddy (Hugh Jackman) um rato de estimação que é expulso de sua casa e vai ter aos esgotos, onde tem muita dificuldade em adaptar-se a esta vida. Tem uma nova missão, juntar-se a Rita (Kate Winslet) para conseguir voltar à superfície.Tudo seria mais fácil se não fosse os planos maquiavélicos de A Rã (Ian McKellen). Esta é uma história típica de Rato do Campo e Rato da Cidade, que neste filme mantém contornos bastante diferentes. Os estúdios Aardman voltam a fazer uso da sua excelente técnica de animação. A plasticina é cuidadosamente moldada para as formas pensadas das personagens. Todas criadas com imaginação. Esta é uma forma de animação diferente, muito trabalhosa e quem nem sempre é valorizada como merece.

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O filme apresenta uma grande quantidade de humor, mas que não conseguiu manter o sucesso pretendido. “Flushed Away” mantém uma linguagem muito própria em que a sua intenção nem sempre chega ao receptor. Este apesar de aparentar ser um filme para crianças, terá maior interesse ser visto por adultos. Devido ao argumento mais vasto e complexo que devido aos contextos histórico-sociais pode não ser perceptível pelos mais novos. Apesar disso a técnica visual está bem elaborada e conseguimos perfeitamente compreender a bela mistura entre moldes de plasticina e o recurso a CGI. Momentos engraçados não vão faltar entre perseguições mirabolantes e vilões trapalhões. No entanto só desvalorizo este filme devido ao seu exagero patriótico. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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Crítica: Chappie

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Título: Chappie

Ano: 2015

Realização: Neill Blomkamp

Interpretes: Sharlto Copley, Dev Patel, Hugh Jackman…

Sinopse: Num futuro próximo, o crime é patrulhado por máquinas e as polícias tem um trabalho mais secundário. Quando um droide da polícia, Chappie é roubado e recebe uma nova programação, ele torna-se o primeiro robô a pensar e a sentir por si próprio.

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Avisaram-me para não assistir a este filme, mas devido à minha veia cinematográfica, não resisti. Só a ver o trailer emocionei-me. Estas histórias de robôs com sentimentos nunca correm bem. Já tinha acontecido em “I.A. Inteligencia Artificial“, “I Robot“…e surpresa, surpresa, voltou a acontecer com “Chappie“. Com um estilo street, o realizador  Neill Blomkamp focou-se na ruas conflituosas e cheias de gangsters da África do Sul. Chappie uma criança acabada de nascer, é vista como uma arma. Afinal é um robô e não existem cá sentimentalismos para uma máquina. Chappie apesar de não ter consciência sobre o assunto, muda dois mundos. Altera a opinião daqueles que pensam que ele era apenas sucata para fazer o trabalho sujo, e muda todas as leis da ciência, factos que o seu criador sempre acreditou. Chappie não apenas um robô, nem sequer é humano, é algo totalmente diferente. Este filme demonstra a interacção das máquinas na sociedade. Será que é eticamente terem consciência? Ou vivemos no perigo que ultrapassem o seu criador?

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Apesar do rol de atores conceituados que o filme tem, Hugh Jackman, Dev Patel e Signore Weaver, estes não tem o desempenho esperado. O mérito do protagonismo vai tudo para os artistas convidados: a banda Die Antwoord, composta por Ninja e Yolandi Visser que interpretam eles próprios. “Chappie” é um filme engraçado e divertido, principalmente naqueles momentos em que ensinam o robô a ser um verdadeiro gangster. Mas também existem momentos dramáticos, quando Chappie conhece a verdadeira discriminação. Talvez o factor positivo desta longa-metragem seja a inocência do dróide que tal como uma criança está a conhecer o mundo. O exagero nas batalhas finais desmancha o filme. Lutas demasiadamente violentas e utópicas, descredibilizam toda a história. Contudo este filme torna-se mediano, mas pelo que percebi existe os que amam e os que odeiam. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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Crítica: Pan – Viagem à Terra do Nunca

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Título: Pan

Ano: 2015

Realização: Joe Wright

Interpretes: Levi Miller, Hugh Jackman, Garrett Hedlund, Rooney Mara…

Sinopse: Um menino órfão de 12 anos, chamado de Peter é levado para uma terra mágica chamada de Terra do Nunca, onde descobre diversão e perigo ao mesmo tempo, e descobre qual é o seu destino. Este é a origem do mito que conhecemos como o Peter Pan.

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Pan” foi um filme que me desiludiu bastante. Estava à espera de uma obra genial de Joe Wright com fantasia, repleta de momentos memoráveis que contassem de outra forma a história do menino Peter Pan. Mas tal não aconteceu. Em vez disso temos uma história cansativa, previsível e demasiadamente focada em personagens secundárias. Além disso a personalidade do protagonista, interpretado por Levi Miller era demasiadamente influenciável e sem espírito de liderança. Não foi só Miller a falhar, o elenco estava demasiado distante, ou talvez a culpa seja do argumento. Garrett Hedlund adequa-se bem ao papel de rebelde, e como sendo o Capitão Gancho, não era nada duvidável. Não corresponde ao pedido, durante todo o filme é um tolo apaixonado. O mesmo para Rooney Mara, que apesar das suas belas fatiotas esperava mais da atriz que esteve nomeada para o Oscar com “Carol”. De Hugh Jackman é melhor nem comentar, sem dúvida que é melhor como Wolverine.

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Fora o mau argumento e o mau desempenho do cast, o filme desenrola-se numa sequência de aventuras com o propósito de afirmar Pan como o salvador, que até se aproveita as paisagens do mundo fantástico de Terra do Nunca. “Pan” prolonga-se através de uma história infantil. Estava à espera de saber como Peter e Gancho se tornaram inimigos, mas tal não foi desvendado, talvez fosse história para um próximo filme que provavelmente não tem hipótese de acontecer. A ideia de juntar música contemporânea ao filme, houve um momento de “Smells like teen Spirit” adaptado, não correu bem, ainda desacreditou mais a película. Concluindo esta obra cinematográfica passa muito ao lado e não transmite nenhuma emoção quando termina. A parte mais gira foi das sereias, e das fadas. Os contos de fada são retratos cada vez mais vistos nos filmes e se são fãs do género, até pode ser que gostem deste. O blogue atribui 2,5 estrelas em 5.

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Crítica: Raptadas

Raptadas ou em título original Prisoners é um filme de 2013, realizado por Denis Villeneuve, protagonizado por Hugh Jackman, Jake Gyllenhaal, Maria Bello, Terrence Howard, Viola Davis, Melissa Leo nos principais papéis. Sinopse: Depois da sua filha de seis anos de idade e uma amiga dela serem sequestradas, Keller Dove, um carpinteiro de Boston, enfrenta o departamento de polícia e o jovem detetive encarregue do caso. Sentindo-se abandonado pela lei, o pai captura o homem que ele acredita ser responsável e começa a torturá-lo numa desesperada tentativa de descobrir o que houve com as meninas.(Fonte: Sapo Cinema).

Neste trama policial vemos Hugh Jackman como homem de família disposto a fazer o que é necessário para encontrar a sua filha desaparecida. Um homem desesperado é capaz de tudo, e este é um filme em que ninguém gostaria de estar numa situação como esta. O guião do filme é totalmente inesperado e cheio de surpresas, tornam este filme expectante para o espectador, que tem curiosidade de ver como a história vai terminar. O filme aborda muito as emoções e decisões difíceis das personagens envolventes, criando um jogo emocional de que fazer o não de acordo com a moralidade de cada um.

Uma interpretação fantástica é de Hugh Jackman a sua interpretação está verídica de um pai em desespero para salvar a sua filha. Jake Gyllenhaal também está bem como polícia do Departamento de Investigação que tenta por tudo encontrar as desaparecidas, no entanto tem um papel de calma perante a personagem de Hugh, além disso é um policia perspicaz no decorrer da investigação. Outro dos aspectos positivos do filme são as mudanças de história e descoberta do passado, que vai de encontro à história principal. No final tanto a policia como as vítimas descobrem que estão presos num labirinto sem saída e sem escapatória. Este é um bom triller que leva o ser humano ao extremo. O Blog atribui 3 estrelas em 5.

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