O dia mais geek do ano

O dia mais geek do ano

Quase a festejar o segundo aniversário, o Café Mais Geek está a preparar o Dia Mais Geek do ano. No dia 27 de julho durante as 10 horas e as 19 horas no Agrupamento de Escolas de Penacova está aberto um dia cheio de atividades relacionadas com o género geek. Torneios de videojogos, demonstrações de jogos de tabuleiro e de cartas, cosplay e muito mais. Todos estão convidados e podem participar. Brevemente serão anunciadas mais informações sobre o evento. Como estão a perguntarem-se sobre a entrada, é gratuita, apenas é pedido diversão e boa-disposição.

Vem até Penacova, festejar o 2º aniversário de Café Mais Geek com os membros da equipa. Em 2017 iniciou-se este projecto em que actualmente desenvolve conteúdo exclusivo sobre as mais diversas áreas: literatura, banda desenhada, videojogos, cinema, séries, jogos de tabuleiro, anime e manga.

Junta-te ao grupo mais geek. Vais ficar de fora?

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Nanicon 2018

Nanicon 2018

Provavelmente o último evento do ano. Nanicon foi totalmente organizado pelo PT Anime e decorreu no passado dia 8 de dezembro em Braga. Apesar de se manter como evento pequeno, tornou-se num espaço acolhedor e onde era fácil fazer conversa com alguém. Já tinha saudades de um evento assim, mais próximo de quem é fã da cultura pop. Infelizmente não consegui chegar na parte da manhã. O programa era interessante e abrangia muitas áreas de interesse. Contudo ainda tinha uma viagem até ao evento, daí decidi almoçar em casa. O meu propósito era também participar no concurso de cosplay (mas já aí vamos).

Como decorreu numa escola secundário no centro de Braga, o estacionamento foi fácil de conseguir. À entrada, dirigimos-nos à bilheteira e aí conhecemos as várias lojas de venda de merchandising e os artistas que orgulhosamente apresentavam os seus fantásticos trabalhos. Apenas num corredor encontrávamos as dezenas de lojinhas. No mesmo espaço havia uma área dedicada ao famoso K-pop com danças e muita animação. Numa outra sala estavam expostos jogos arcade e de tabuleiro, onde gratuitamente podíamos experimentar. Uma área dedicada aos gamers.

O concurso foi às 17horas, mas antes uma hora, chegou a altura de preparar-me. Decidi reutilizar o meu cosplay de Katniss Everdeen, versão vestido de noiva, que já tinha utilizado no Comic-Con 2017. Tenho a dizer que em todos os concursos que já participei (este não foi o meu primeiro rodeo), este foi o que melhor trataram os cosplayers. A atenção e disponibilidade dos organizadores foi do mais amável possível. Comida e água para os participantes e ainda boa disposição. Grandes eventos de cultura pop, deviam aprender com os mais pequenos. A comunidade está a crescer, mas nos bastidores ainda consegui encontrar muitas caras conhecidas e conversar um pouco enquanto os nervos começavam a aparecer antes do concurso. Decidi participar no desfile de cosplay. Diferente do skit, foi mais rápido e não houve a preocupação de cumprir os tempos. Um alívio para mim. No final com todos os cosplayers em palco cada um explicou o motivo que o levou a escolher aquela personagem. Obviamente que só podia referir que a Katniss é uma forte personagem feminina, que foi líder de uma revolução num sistema autoritário e sempre me fascinou a cena do cinema em que esta personagem troca de vestido em palco como forma de protesto. Só podia fazer acontecer esse momento. Quando anunciaram os vencedores, nem podia acreditar que venci o Prémio de Melhor Costura. Um momento incrível de reconhecimento já que custou-me imenso a fazer este cosplay, pois nunca elaborei nada tão complexo. O troféu era espectacular e já está lá em casa para toda a gente ver. Os meus parabéns a todos os participantes do concurso Cosplay Battle estavam fantásticos e um muito obrigado para todos os presentes que assistiram. No final do concurso foi tirar o cansativo cosplay e jantar porque já eram horas. Concluindo espero mesmo que o PT Anime continue com este tipo de eventos, foi reconfortante e bastante agradável. Aguardo para o ano um próximo evento.

Inuyasha

Inuyasha

Inuyasha é uma manga criada por Rumiko Takahashi em 1996. A adaptação televisiva não demorou a chegar e em 2000 foi lançado o primeiro episódio. Os estúdios Sunrise produziam o anime, mas em 2004 deixaram a obra incompleta. Em 2009 “InuYasha: The Final Act” foi lançado por outra emissora. A história começa em Tóquio nos tempos atuais, Kagome uma rapariga vive com a mãe, o avô e o irmão mais novo no santuário de Shinto. Enquanto procura o seu gato, perto do poço sagrado, um espírito empurra-a para o outro lado. Kagome, viaja no tempo, até ao período Sengoku do Japão. Desesperada e a fugir o monstro youkai, Kagome, libera o meio-demómio InuYasha que estava preso a uma árvore. Embora se revele útil, Inuyasha revela-se um problema maior. Preso a uma árvore durante 50 anos tem rancor da antiga reencarnação de Kagome, Kikyou, a sacerdotisa que o amaldiçoou. Kagome rapidamente se torna um alvo pois é a portadora da jóia das quatro almas, a Shikon no Tama. À medida que a aventura continua, novas personagens acrescentam-se ao grupo, é o caso de Shippou, uma jovem raposa orfão; Miroku, um monge que sofre uma uma poderosa maldição; e Sango uma destruidora de youkais que viu todo o seu clã ser morto. O grupo tem um objectivo, derrotar Naraku, o vilão e o principal culpado de todas as maldades que aconteceram às personagens.

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Inuyasha” apresenta um argumento bem equilibrado e completo. Uma mistura ideal entre a ação, romance e drama necessário para uma história que nos faz colar ao ecrã. As personagens também são carismáticas e todas fazem parte da narrativa e ainda conseguem evoluir. Não existe personagens desnecessárias e cada uma criou o seu próprio lugar. Os diálogos bem escritos, consolidam bem o carácter dos protagonistas no avançar da história.

Além de uma animação bem delineada com 193 episódios de anime, completa-se com mais quatro filmes (alguns já podem ler a crítica aqui no blogue). “Inuyasha” prevalece certas mensagens sobre a amizade, amor, família, rendição e fazer o que está certo. O coração mais puro é sempre o mais forte.
Na minha opinião gostei bastante de assistir a este anime que não mudava rigorosamente nada.

Erased

Erased

O que me prendeu neste anime foi a sua história. Satoru Fujinuma um jovem de 29 anos, recua no tempo 18 anos para evitar a morte da sua mãe que começou com uma série de raptos infantis durante o seu 5º ano. Erased ou em título original Boku Dake ga Inai Machi foi baseado numa manga escrita por Kei Sanbe em 2012, conseguiu receber a adaptação anime em 2016. Durante 12 episódios somos transportados para uma história intensa de suspense e drama.

Erased chamou logo à atenção antes de estrear. A sua narrativa diferente possibilitou a curiosidade de vários fãs de anime pela sua chegada. No ocidente “Erased” era já considerado dos melhores animes da temporada. A sua premissa cativante é o fenómeno principal. Apresenta uma carga dramática excessiva mas consistente e diferente do que se costuma ver na animação japonesa. Um foco mais maduro sobre valorizar as experiências do passado que influenciam o futuro

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Aliás os temas retratados são muito sérios. Maus-tratos, violência e bullying (sem querer spoilar mais), principalmente com crianças, o que torna o argumento mais denso. Contudo tais momentos são por vezes colmatados com outros divertidos entre as personagens que valorizam o poder da amizade, bondade e família. Uma fórmula de sucesso que resultou bastante no final. Boku Dake ga Inai Machi deixa um arrepio na pele no final de cada episódio. Como o anime é pequeno, não se torna maçudo e foca-se no que realmente importa. Ás vezes certas personagens não são valorizadas, mas até compreendo devido à duração desta animação.

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Entre o passado e o presente conhecemos pistas para o desenvolvimento da história. Imprevisível e bem delineada permitiu uma conclusão para cada personagem. A banda sonora é dos factores positivos também. Entre o passado, presente e futuro conhecemos o destino surpreendente de cada personagem e de como uma simples ação pode mudar a vida de muitas pessoas. Um anime quase imperdível que mexe profundamente com os nossos sentimentos. Vale a pena.


 

Digimon

Digimon

O Mundo Digital antes de estar na Moda

Se recuar às minhas memórias de infância, um dos jogos que mais marcaram esses meus anos, além do Brick Game, onde passava horas a montar os cubos do Tetris, foi o Tamagotchi. Outro aparelho viciante que consistia em manter vivo o nosso animal digital, oferecendo-lhe comida, brincando com ele e entregando-lhe os medicamentos, quando ficava doente. Ora, numa época em que os telemóveis ainda eram feitos de tijolo e com antena, tinham apenas a função de fazer chamadas e enviar mensagens, não podíamos contar com eles para nos entretermos a jogar. Os Tamagotchi eram como se fossem o nosso próprio animal de estimação. Uma forma que o oriente (o jogo foi inventado no Japão) conseguiu para entrar no ocidente. O sucesso deste jogo electrónico foi tanto que só se ouvia falar no assunto. Muitos não sabem, mas foi daqui que surgiu um dos desenhos animados que marcou a minha infância e mais tarde a  fase adulta. Estou a falar dos “Digimon”. Os estúdios de animação Toei Animations viram no brinquedo um sentido de oportunidade e juntamente com a Bandai (a marca que abrange grande parte dos brinquedos japoneses) decidiram criar uma animação baseada em companheiros digitais para humanos. Depois desta febre de Tamagotchis em 1997, foi lançado em 1999 um anime (animação produzida em estúdios japoneses) e que no ano seguinte já estava a ser transmitido nas televisões portuguesas.

Digimon” foi provavelmente das animações que mais marcaram a minha infância. Esperava ansiosamente por cada episódio. Todos os dias durante a semana não falhava. No início dos anos 2000, havia outro anime que lhes fazia concorrência, era “Pokemon“. Ainda recentemente voltou a febre desta franquia, com o lançamento do jogo online Pokemon Go, onde os jogadores conseguiam interagir com a realidade e o virtual, já que possibilitava a captura de pokemons em qualquer lugar. Muitos aderiram à Pokemania. Começaram a praticar mais exercício sempre em busca dos animais virtuais nos lugares mais insólitos. Quanto aos animes, moldaram-se com conceitos idênticos. Criaturas diferentes que interagiam livremente com humanos. Muitos aplaudiam mais por Pokemon, mas eu era Digimon a cem por cento.

Durante 54 episódios, acompanhamos sete crianças, designadas como digi-escolhidas, que, enquanto estavam num acampamento de Verão, foram levadas repentinamente para o Mundo Digital. Um mundo paralelo ao nosso, habitado exclusivamente por digimons ou monstros digitais. Cada criança era responsável por um digimon e ficavam parceiros de aventuras. Rapidamente perceberam que para voltarem para casa, teriam que derrotar o Mal daquele mundo. Muita responsabilidade para umas crianças que deveriam ajudar os seus parceiros a evoluírem e tornarem-se mais fortes.

A aderência ao anime na altura foi um sucesso. Além da televisão, os “Digimon” podiam ser encontrados em brinquedos, cartazes, jogos, entre outro merchandising. Tal permitiu que a franquia expandisse até 2003, mas, como dizem, não existe amor como o primeiro e os primeiros protagonistas foram sempre os melhores da saga. [LER MAIS]

Land of the Lustrous

Land of the Lustrous

Land of the Lustrous ou em título original Houseki no Kuni é um anime com 12 episódios no total. Lançado em 2017 segue uma história original, criada por Haruko Ichikawa. Num mundo habitado por pessoas-jóias são crónicas lançadas de forma a percebermos melhor o mundo em que vivem. Phosphophyllite (Phos) é a gema mais nova e a mais curiosa. Decidida a ajudar é sempre posta de parte devido à sua fragilidade. Não é indicada para a batalha. O sensei atribui-lhe a tarefa de responsável pela enciclopédia da história natural. Uma tarefa que começa por ser complicada, pede ajuda a Cinnabar, uma gema excluída, e cria uma forte amizade. Enquanto Phos procura respostas, os Lunarians, inimigos das jóias atacam o seu espaço.

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O que mais fascinante mantém este anime é a qualidade da animação. Um desenho de traço fino indicado perfeitamente para a narrativa. As cores vivas e brilhantes das pedras preciosas são destacadas na qualidade da animação. Visualmente bonito e dos animes mais interessante a visualizar nos últimos tempos. O desenvolvimento das personagens é também dos factores mais positivos. A personagem principal, Phos, apresenta-se inicialmente como incapaz de realizar as suas tarefas, mas com uma imensa vontade de ajudar. Com o avançar do tempo e com várias situações que marcam a sua personalidade, torna-se mais independente e mais madura. Apesar das muitas personagens femininas que encontramos no enredo, o destaque é todo atribuído à protagonista. Esta é uma visão singular de determinação e muito esforço que pode alcançar as suas ambições.

Land of the Lustrous” mantém uma história bastante original, mas que deixa no ar muitos mistérios inexplicáveis. O vagar que se arrasta no argumento pode tornar-se cansativo. O mesmo com os diálogos pouco aprofundados. Contudo sentimos empatia pela protagonista e curiosos com o desenvolver da narrativa.

Yuri!!! on Ice

Yuri!!! on Ice

Comecei a ver este anime como uma sugestão de um amigo. Yuri on Ice não me era estranho, pois, por todo o lado falava-se sobre o assunto. Resolvi ceder ao pedido e comecei a assistir ao anime que fez sensação no ano passado. Patinagem no gelo, era um desporto que me fascinava. Contudo nunca tinha prestado muito atenção, isso até ver Yuri on Ice. Este anime captou a minha atenção logo na música de abertura. “History Maker” de Dean Fujioka. Um som penetrante e motivador que nos dá vontade de seguir os nossos sonhos e ficamos com a sensação que somos capazes de tudo.

É ao som de “History Maker” que nos identificamos com o protagonista, Yuri Katsuki, um falhado patinador a que tudo lhe corre mal. Perdeu o Grande Prix e volta para casa após anos afastado. A sua vida muda completamente quando Viktor Nikiforov da equipa da Rússia e considerado como o campeão da patinagem, o aceita como seu pupilo. Ambos treinam intensivamente para Yuri conseguir o Grande Prémio de Patinagem Artística. No entanto pelo caminho aparecem alguns rivais, é o caso de Yuri Plisetsky um jovem patinador prodígio de apenas 15 anos que deseja a atenção de Viktor e a vitória a Yuri.

A história desenvolvida Mitsurō Kubo, com a realização de Sayo Yamamoto merece destaque pela banda sonora, composta por Taro Umebayashi  e a coreografia pensada pelo patinador Kenji Miyamoto. Todos os detalhes foram desenvolvidos para a criação deste espectáculo de animação.

O primeiro apontamento que recebemos do anime, além da banda sonora é a qualidade da animação. Elementos bem desenhados e com inspiração a paisagens reais, fomentam de forma positiva esta produção. A história central foi muito aclamada pela crítica, o amor apresentado pelos protagonistas é real e livre de preconceitos. Além disso apostam bastante na diversidade cultural e racial. Este anime pretende mudar opiniões nas diferentes áreas. A relação entre pessoas do mesmo sexo não é mediaticamente comentado no Japão, no entanto este anime arriscou nesse desenvolvimento e só conseguiu elogios pela crítica. “Yuri!!! On Ice” é um anime reconhecido e já arrecadou diversos prémios.

Aconselho a assistirem a este anime, pois a narrativa é diferente ao que estamos habituados e com a fantástica banda sonora acompanhamos os sentimentos mais profundos das personagens enquanto interpretam os seus temas, patinando no gelo.

Shigatsu wa Kimi no Uso – Your Lie in April

Shigatsu wa Kimi no Uso  – Your Lie in April

Shigatsu wa Kimi no Uso ou Your Lie em April em título inglês é um anime com 22 episódios com história original de Naoshi Arakawa. Como sou uma consumidora compulsiva de narrativas dramáticas e carregadas de puros ataques de nervos emocionais, “Your lie in April” pareceu-me uma boa decisão. Não podia estar mais certa. A história centra-se em Kousei Arima um menino prodígio no piano, que desde a morte da mãe que não atuava em público no seu instrumento. Um colapso mental impossibilita-o de ouvir o som do piano. Vive num mundo cinzento e sem cor, apenas acompanhado com os seus melhores amigos, Tsubaki e Watari. Tudo muda quando conhece Kaori Miyazono. Uma violinista de espírito livre, cuja sua música reflecte a sua personalidade independente. A chegada de Kaori vai mudar a perspectiva de Kousei e quebrar a barreira rígida da presença da sua mãe.

“Your lie in April” é um anime com uma cinematografia bonita. As cores vibrantes das estações do ano, as personagens e até as paisagens onde decorre a ação. A qualidade da imagem hipnotiza com a sua elegância em cada episódio. Outro aspecto de qualidade é a banda sonora clássica que realça as várias expectativas das personagens. O som do piano e do violino ecoam fortemente neste anime.

A narrativa dramática interage perfeitamente com a história de cada uma das personagens, que lutam contra os seus próprios demónios. Intímista e pessoal aos poucos conhecemos os atormentos de cada um.

Um factor menos positivo é os demasiados momentos pausados dos episódios, com cenas que ocorreram no passado. As personagens várias vezes evocam memórias que anteriormente já tínhamos visualizado, factor que cansa um pouco o espectador. Contudo tais momentos são ultrapassados, quando a música começa a tocar e a ação desenrola-se.

A personagem Kaori, apesar de ser das protagonistas, não foi das minhas favoritas. A sua rivalidade com Tsubaki é exagerada, já que só por ela e Kousei perceberem de música, não fazem deles especiais. A sua personalidade arrogante é desmotivadora para gostar desta personagem.

O final do anime foi bonito e acreditem em mim, tem o poder de fazer escorrer algumas lágrimas. Este anime ainda contém uma OVA que explica por pequenos momentos a rivalidade infantil de Kousei, Emi e Takeshi, vale a pena ver para completar a história.

Photoshoot Nico Robin

Photoshoot Nico Robin

Demorei a editar algumas fotos desde photoshoot. Daí o meu atraso nesta publicação. Em julho deste ano estive presente no evento ISMAI Legends com o meu cosplay de Nico Robin (versão Alabasta) de One Piece. Aproveitei o espaço para um pequeno photoshoot e este é o resultado. Se quiseres saber mais sobre este dia, deixo aqui o vlog.

Clica nas fotos para melhor qualidade.