A fantástica nova série do canal AMC

A fantástica nova série do canal AMC

A verdade sobre o caso Harry Quebert” é a nova série sensação que acabou de chegar ao canal AMC. Baseado no livro de Joël Dicker aborda a história de Marcus Goldman, um jovem prodígio da literatura que se encontra determinado a ajudar o seu mentor e professor, Harry Quebert na absolvição de um assassinato que ocorreu em 1975. Entre viagens ao passado e dúvidas do presente, o espectador acompanha a narrativa à medida que se descobre a verdade do caso. Será Harry culpado ou inocente?

O ambiente mistério envolve-nos durante todos os episódios. Somos confrontados com dúvidas e mais dúvidas sobre o que realmente aconteceu com Nola Kellergan, uma jovem de 15 anos que desapareceu em 1975. Marcus que decide ajudar Harry neste caso que o assumem como culpado, parte numa viagem de descoberta, trinta anos atrás, naquela pequena vila em Maine. Além das personagens carismáticas que completam a narrativa, é apresentado um excelente argumento que nos deixam colados ao ecrã. No elenco principal temos Patrick Dempsey como Harry Quebert (cof cof o McDreamy) e Ben Schnetzer como Marcus Goldman (A Rapariga que Roubava Livros) que lidera a investigação com alguma boa disposição e carácter.

O realizador  Jean-Jacques Annaud consegue cativar, e durante 10 episódios desta série recebemos peças de um puzzle por construir. A cada episódio novas pistas são reveladas sobre um passado que mudam o futuro. A série estreou no dia 2 de dezembro no canal AMC e a cada domingo um novo episódio estreia ás 22h.10m.

Anúncios

Mamma Mia! Here We Go Again

Mamma Mia! Here We Go Again

Título: Mamma Mia! Here We Go Again
Ano: 2018
Realização: Ol Parker
Interpretes: Lily James, Amanda Seyfried, Meryl Streep…
Sinopse: Cinco anos após os eventos em “Mamma Mia” (2008), Sophie prepara a grande reabertura do Hotel Bella Donna, enquanto conhecemos mais sobre o passado da mãe.

Mamma mia, here I go again
My my, how can I resist you?

Isso mesmo, após um primeiro filme mediano, a segunda ronda de “Mamma Mia” volta e como animou bastante o verão de 2018, não podia deixar de conhecer este filme. Algumas músicas podem ser repetidas do primeiro filme, mas a energia positiva dos ABBA está presente em cada momento. Dez anos depois do primeiro filme, muito mudou, mas as personagens mantém-se para a continuação da história. Sophie está empenhada em concretizar os  sonhos da mãe, Donna, que faleceu há uns anos. Para isso deseja reabrir o hotel na Grécia onde Donna trabalhou. Para a inauguração conta com a presença das Dynamos, e dos seus três pais, que por motivos de trabalho não vão conseguir está presentes e do marido, Sky que está ocupado em Nova Iorque. Tudo está a correr mal, mas Sophie ainda tem a esperança de deixar a mãe orgulhosa. Enquanto isso, conhecemos o passado de Donna, os seus sonhos, como conseguiu chegar à Grécia e mais importante como se envolveu com três homens diferentes num espaço curto de tempo. Para melhorar o ambiente as fantásticas músicas dos ABBA complementam a banda sonora. “Mamma Mia“, “Fernando” “Waterloo“, “One of Us“, “Dancin Queen” “My Love My Life“, “Super Trouper” são alguns dos exemplos que oferecem energia e alegria às cenas retratadas.

Desta vez não é Meryl Streep que assume o papel principal (a atriz apenas aparece para uma cena especial), mas é Lily James em versão de Donna mais jovem. James é divertida, alegre e bem-disposta como a protagonista e consegue cativar para continuarmos a assistir à sua história que começou tudo. Este segundo filme é mais completo e empolgante do que o seu antecessor e sem dúvida que conseguiu superá-lo. A par das músicas cativantes, o elenco é fantástico e divertido. 

Mamma Mia 2:Here We Go Again” consegue surpreender durante todo o tempo. A narrativa bem delineada apresenta uma história cheia de sonhos, mas com muito amor. Este filme vai conquistar o coração de todos. O blogue atribui 3, 5 estrelas em 5. 

Downton Abbey

Downton Abbey

Não há série mais fiel aos tempos antigos, do que Downton Abbey. Tal se deve o seu sucesso, ao detalhe minucioso de todos os pormenores relacionados com o início dos anos 20. O criador da série Julian Fellowers, não teve mãos a medir ao criar esta série de época, líder de audiências.


O Resumo

Durante o reinado de Jorge V, e início do século XX, acompanhamos o quotidiano da família aristocrata Crawley, proprietária da mansão Downton Abbey. A primeira temporada desenvolve-se em torno da trágica notícia sobre o naufrágio do Titanic, em 1912. Tal informação abalar o destino de Downton. O conde Crawley e atual responsável pela propriedade tem de conceder a herdade a um elemento masculino da família, contudo como só tem filhas, o destino de Downton torna-se cada vez mais incerto. Por tal motivo, tenta conseguir casamento para a filha mais velha, Mary, com um primo afastado da família, Matthew. Durante esta temporada acompanhamos os segredos das personagens, as suas decisões e o impacto para o futuro. Além dos senhorios da mansão, os empregados são elementos fundamentais para a manutenção do espaço. Desde o mordomo, Mr. Carson, ao lacaio, Thomas, ao motorista Tom, à governanta, Ms Hughes, cozinheira, Ms Pattmore, todos tem um papel fundamental para a família e Downton.

Imagem relacionada

A segunda temporada abrange a primeira guerra mundial, e como tal afectou a sociedade e economia do país. Tornou-se um assunto sério quando explorou o sofrimento da guerra para os britânicos. Os desaparecimentos, ferimentos e mortes causadas. A independência das mulheres e a gripe espanhola foi outros dos assuntos que marcaram. A terceira temporada decorre no começo dos anos 20. As consequências da guerra ainda continuam, a falta de dinheiro para manutenção da propriedade e a baixa no nível do pessoal, preocupa Downton. Esta temporada foca-se noutros temas como a homofobia e prostituição. Na quarta temporada os problemas financeiros dos Crawley continuam. A família terá de conseguir criar um plano de gestão da propriedade para esta se tornar rentável. O preconceito racial é o tema principal da quinta temporada. Isso e os conflitos internos entre os familiares. Na última temporada, e a chegada do mundo moderno, Downton está novamente em vias extinção. Devido a várias mansões nobres sucumbirem, é caso para não deixarem traçar o mesmo destino para Downton que se mantém como casa familiar durante gerações.

Imagem relacionada


O Sucesso

Arrasador de prémios, conquistou o público e a crítica. Nunca uma série de época conseguiu audiências tão altas. O detalhe com que ficamos a conhecer o quotidiano destas personagens, seja proprietários ou criados foi dos factores mais impressionantes. Além disso o argumento bem descontraído, com vários momentos de humor e personagens carismáticas conseguiu captar a atenção dos espectadores. “Downton Abbey” funciona quase como uma aula de história. Conhecemos os costumes, hábitos e as dificuldades/curiosidade com a chegada do mundo moderno, desta sociedade. Imediatamente fazemos parte da família Crawley, e criamos amizades com a criadagem.

O elenco é base principal de excelência que nos brindaram com excelentes interpretações. Adoro a personagem de Maggie Smith, a Condensa Violet, não perde a oportunidade para dizer o que pensa. Mas outras referências como Hugh Bonneville, Michelle Dockery e Jim Carter são sempre presenças que marcaram a série.

Esta série vai comover-nos do princípio ao fim. Apenas perde um pouco de qualidade a partir da terceira temporada, quando os assuntos já começam a desgastar. Contudo é algo superável. Especial atenção para os episódios de natal que se tornaram sempre uma referência da série. Das séries mais apelativas da televisão nos últimos anos e que nos ensina que por vezes a simplicidade é o melhor remédio. Foi anunciado este ano que Downton Abbey vai voltar para um filme com todas as personagens que já conhecemos a amamos.

Harry Potter e a Câmara dos Segredos

Harry Potter e a Câmara dos Segredos

ítulo: Harry Potter and the Chamber of Secrets

Ano: 2002

Realização: Chris Colombus

Interpretes: Daniel Radcliffe, Rupert Grint,Emma Watson…

Sinopse: Uma profecia antiga começa a tornar-se realidade quando uma misteriosa presença começa a percorrer os corredores da escola de magia, deixando as suas vítimas paralisadas.

O segundo filme do feiticeiro Harry Potter foi tal como o primeiro dirigido por Chris Columbus. Não houve muito espaço entre filmes, pois foram gravados de seguida, o que possibilitou aos atores não crescerem imediatamente. Nesta obra baseada no sucesso literário de J.K. Rowling, conhecemos um novo mal que assombra o castelo de Hogwarts. Segundo a lenda acredita-se que existe um terrível monstro à solta, deixado por Salazar Slytherin, um dos fundadores da escola, com o objectivo de destruir os feiticeiros que não são puros. Harry Potter torna-se novamente o centro das atenções, quando se descobre que sabe falar serpentês, algo que não é muito bem visto no mundo dos feiticeiros.

Este era o livro mais pequeno da saga. Daí conseguiu completar-se bastante bem no filme. Apesar de certas referências não estarem evidenciadas, o resultado final conseguiu ser uma produção bem fundamentada e com efeitos visuais bastante positivos. Lembram-se da cena do carro voador? O elenco mais jovem consegue um à vontade maior nas câmaras o que possibilita uma internação melhorada com as suas personagens. Este filme também é memorável por foi o último do ator Richard Harris que interpretou Dumbledore.

Concluindo neste filme uma evolução é apresentada. Este foi o último realizado por Chris Columbus, mas devo dizer que teve a ousadia necessária para começar a dirigir estes filmes baseados no sucesso literário. “Harry Potter e a Câmara dos Segredos” é um filme passivo, mas que consegue juntar bem a ação juvenil, comédia e mistério. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

3-5-estrelas

As melhores interpretações de Glee

As melhores interpretações de Glee

A série Glee terminou em 2015, mas as suas interpretações musicais ficaram para a História da televisão. Adequadas aos momentos por quais os protagonistas estavam a passar, eram um factor crucial para manter a emoção da narrativa. Lembram-se da primeira vez que assistiram a Glee? A série apresentava um grande número de personagens que facilmente nos conseguíamos relacionar.  Seja com a bela cheerleader, ao nerd mais responsável, o rebelde, desportista ou até ao mesmo ao coração mais bondoso. O mais interessante sobre Glee é que não importa a situação, cada uma interpretava a canção no clube. Melhor do que qualquer diálogo. Estas são as 10 melhores interpretações musicais da série.

10) Born This Way – New Directions [T.2 E.18]

A série Glee sempre nos ensinou isto desde o início. Aceitar as nossas e as diferenças dos outros.  Não devemos de ter vergonha do nosso aspecto físico ou dos nossos gostos. Glee é mesmo um clube de aceitação e amizade. Com esta música da Lady Gaga, Born This Way, aprendemos que somos todos diferentes, mas todos iguais. As personagens vestiram t-shirts a realçar os seus aspectos que achavam menos positivos, aos olhos dos outros.

9) Teenage Dream – Blaine/Warblers [T.2 E.6]

A entrada da personagem Blaine, que depois acabou por ficar até ao final, não podia ser melhor. Teenage Dream da Katy Perry interpretada com energia positiva e muita coordenação. Uma forma de boas-vindas do Kurt para os Warbles, um grupo masculino de coro da Escola Dalton Academy. Esta foi a prova que a voz é o melhor instrumento que temos.

8) Don’t Speak – Rachel/Finn Blaine/Kurt [T.4 E.4]

Pode não ter sido das interpretações mais memoráveis, mas foi sem dúvida aquela com mais emoções. Don’t Speak dos No Doubt diz tudo o que precisa de dizer nesta situação da narrativa. Quando estes dois casais não estão completamente bem um com o outro, o ambiente sufoca. Esta música interpretada a quatro foi um momento forte para estas personagens.

7) I’ll Stand by You – Finn [T.1 E. 10]

Um solo de Finn que nos aquece o coração. A descobrir que vai ser pai, guarda para si a ecografia do bebé e canta para ele. I’ll stand by you dos The Pretenders foi o tema tão bem escolhido para este momento especial. O amor evidenciado nesta cena é tocante e faz-nos sentir parte da história. Além disso prova que por vezes cantar solta as nossas emoções mais profundas.

6) Dream On – Will e Bryan [T.1 E.19]

Um duelo de titãs para a música Dream On dos Aerosmith. De forma a querer ser melhor do que o seu ex-companheiro de escola, Bryan Ryan (convidado especial Neil Patrick Harris), Will tenta de tudo num concurso de talentos. Devido à falta de tempo da organização, os dois fazem um dueto. Melhor não podia ter corrido, ambos puxam pela voz e dão tudo naquela música, no final foi difícil manter a respiração.

5) Don’t Rain in my Parade – Rachel [T. 1 E. 13]

Rachel  nunca desilude nas suas interpretações. Apesar da sua personalidade mimada e carente de atenção, Rachel oferece tudo o que tem nas suas músicas. O seu sonho concretizou-se quando interpretou Don’t Rain on My Parade de Barbra Streisand, o seu ídolo, no filme Funny Girl. A música é catchy e a Rachel está na sua praia.

4) Singing in the Rain / Umbrella – Will e Molly [T.2 E. 7]

Um mash-up bombástico. Duas músicas relacionadas com chuva, Singing in the Rain, interpretada por Gene Kelly no cinema e Umbrella por Rihanna e Jay-Z. Will e Molly interpretaram este dueto, com uma dança apelativa, com muita água e que nos fazia lembrar do tema. A atriz Gwyneth Paltron estreou-se como convidada especial da melhor maneira com momentos que nos fazem lembrar os anos 50.

3) Bohemian Rhapsody –  Vocal Adrenaline [T.1 E.22]

Já conhecia esta música da banda Queen, mas ainda não conhecia até à exaustão. Foi após ver esta performance que comecei a conhecer a letra de Bohemian Rhapsody. Além da fantástica mistura de vozes, a dança é bastante personalizada e muito interpretativa. Captou a minha atenção até porque ainda havia aquele odiozinho/amor entre a Rachel e o Jesse, que na minha opinião conseguem os melhores duetos.

2) Rumour Has It /Someone Like You – Santana e Mercedes [T.3 E.6]

Um mix explosivo com excelentes vozes. O mash-up Rumor Has It/Someone Like You, ambas da Adele, excederam todas as expectativas. Santana com uma voz soul e Mercedes que atinge altos surpreendentes foi um toque positivo à música. Com uma dança bem coreografada e uma picante rivalidade feminina tornou esta performance das melhores da série.

1) Don’t Stop Believing – New Directions [T.1 E.1]

Foi neste episódio que tudo mudou. Corrijo. Foi nos últimos cinco minutos do episódio que tudo mudou. Durante o primeiro episódio de “Glee” ficamos a conhecer um pouco mais sobre as personagens que decidem participar no grupo coral da escola. Uns por iniciativa própria e por sonharem com o palco, e outros por influência que algo de maior possa acontecer. No últimos minutos ouvimos o grupo “New Directions” a interpretar “Don’t Stop Believing” dos Journey. Rachel e Finn como o dueto principal e os restantes elementos no coro. Foi naquele momento que percebemos que esta série era para valer.

The Incredibles 2: Os Super-Heróis

The Incredibles 2: Os Super-Heróis

Título: Incredibles 2
Ano: 2018
Realização: Brad Bird
Interpretes: Craig T. Nelson, Holly Hunter, Sarah Vowell…
Sinopse: Bob Parr (Sr. Incredible) foi deixado em casa a tomar conta das crianças, enquanto a esposa, Helen (Elastigirl) está a salvar o mundo.

Foram precisos 14 anos para um segundo filme de “The Incredibles” bastante esperado. A história da família Parr continua após o final do primeiro filme. Apesar de serem uma família especial com poderes que os ajudam a combater contra o crime, não são bem vistos pela sociedade, devido à destruição que deixam após os salvamentos. O governo proibiu os super-heróis que agora tem de arranjar outra actividade para fazer, dedicarem-se a outro emprego. A vida familiar muda quando Helen (Elasticgirl) foi contratada por uma agência para tornar os heróis legais novamente. Enquanto está a salvar o mundo sozinha, Bob (Sr. Incredible) tem de dedicar-se aos três filhos com os seus problemas. Violet começa os primeiros anos da adolescência apaixonar-se por um rapaz, Flash tem dificuldades na escola e Jack Jack começa a desenvolver os seus primeiros poderes. Será que Bob vai dar conta do recado?

Nesta comédia familiar, os papeis invertem-se. O papel feminino recebe mais destaque neste filme e ainda bem que a Disney consegue produzir os seus filmes para coincidir com os tempos modernos. Cada vez mais as mulheres conseguem carreiras profissionais de grande responsabilidade e muitas vezes são os homens que se focam mais em casa e cuidar dos filhos. Uma ideia inovadora de plot que conseguiu umas peripécias bastante engraçadas.O factor mistério também acompanha a essência do filme, pois apenas perto do final descobrimos quem é o vilão.

The Incredibles 2” é um filme que entretém, mas não é dos melhores dos estúdios. Com aquilo que apresentaram podiam ter feito muito melhor. À medida que a história avança torna-se previsível e sem carisma. Não é memorável este filme e até podia ter continuado na gaveta o projecto, apenas até conseguirem algo mais fascinante. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

3-5-estrelas

Harry Potter e a Pedra Filosofal

Harry Potter e a Pedra Filosofal

Título: Harry Potter and the Sorcerer’s Stone

Ano: 2001

Realização: Chris Columbus

Interpretes: Daniel Radcliffe, Rupert Grint, Richard Harris…

Sinopse: Um rapaz orfão descobre que é aceite numa Escola de Magia e Feitiçaria, onde descobre a verdade sobre si, a sua família e o terrível mal que ameaça este mundo de Feitiçaria.

Depois de livros de sucesso, chegou a ideia de tornar a magia literária em filmes. No primeiro filme do feiticeiro Harry Potter, realizado por Chris Columbus, acompanhamos o início desta fantástica história. Os atores ainda crianças evoluíram e cresceram com estes oitos filmes que prolongaram as suas personagens. Para um primeiro filme e ainda sem muitos recursos financeiros, o filme apresenta-se com excelente qualidade e com consideração ao elenco infantil que nunca tinha representado, excepto em pequenos papéis, mas nada de muito relevante. 

Algo que se tornou bastante positivo e rentável para a continuação de mais filmes de “Harry Potter” foi o facto de a obra cinematográfica seguir linearmente a narrativa apresentada nos livros. Fiel ao original e consequentemente criou uma agrado aos fãs que ansiosamente já tinham lido os livros e esperavam o mesmo efeito no cinema. 

Apesar do seu enredo cativante, este normalmente é o filme mais evitado pelo público mais adulto. Talvez ainda pela inocência dos protagonistas e a falta de mais magia negra, afugenta os crescidos. Mas verdade seja dita, este foi um excelente início de aventura. Pode ser o menos sentimental e sombrio de todos, mas seria bastante arriscado começar por algo tão bruto assim, afinal o público-alvo eram crianças. Crianças que iam crescer com “Harry Potter” e consequentemente reflectirem sobre os seus problemas nesta personagem que também avançava para a adolescência e idade adulta. E essa evolução em acompanhada de filme para filme. 

Chris Columbus conseguiu suportar plenamente o seu papel de realizador neste filme produzido pela Warner Bros. Os seus planos bem conseguidos como o duelo de xadrez dos feiticeiros, o jogo de Quiddich e mesmo algumas ilusões deste mundo de magia. Os efeitos visuais são satisfatórios e bem construídos. A banda sonora não podia estar melhor entregue do que John Williams. O jovem elenco principal composto por Daniel Radcliffe, Rupert Grint e Emma Watson conseguiu surpreender pelo seu talento e determinação. A acompanha-los está um forte elenco adulto como Alan Rickman e Maggie Smith. Para terminar “A Pedra Filosofal” foi um forte começo de saga que conseguiu suportar subtilmente mais sete filmes e que hoje em dia recebe críticas agradáveis nesta indústria do cinema. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

3-5-estrelas

Pesquisa Obsessiva

Pesquisa Obsessiva

Título: Searching
Ano: 2018
Realização: Aneesh Chaganty
Interpretes: John Cho, Debra Messing, Joseph Lee…
Sinopse: Depois da sua filha de 16 anos desaparecer, um pai desesperado invade o computador da filha em busca de pistas para os motivos do seu desaparecimento.

Quando vi o trailer deste filme, fiquei mesmo curiosa. “Pesquisa Obsessiva” consegue surpreender bastante pela positiva. O realizador Aneesh Chaganty de 27 anos, conseguiu inovar na perspectiva de filme. A verdade é que durante 1.30h toda  narrativa é apresentada através do mundo online. Redes sociais, vídeo, webcams, noticiários, tudo é muito bem explorado de forma a conseguirmos compreender a aflição de um pai protector que não conhece o paradeiro da única filha. Parece quase impossível que toda a ação cinematográfica se passa através de um computador, mas é mesmo assim. A qualidade das filmagens pode não ser a mais indicada, mas é a ideal para acompanharmos a moralidade desta obra cinematográfica. Seguimos os passos das personagens, através das suas pegadas digitais, o que tem de assustador é também impressionante e criativo.

John Cho consegue transpor a sua preocupação para o ecrã de um computador, enquanto tenta por todos os meios descobrir mais sobre a vida da filha, que deixou de entender após a morte da mãe. Aliás quase todo o filme é o rosto de Cho, as suas dúvidas, medos e esperanças. Ao lado do protagonista temos Debra Messing, a inspectora da polícia. Será ela que vai ajudar o pai a encontrar a filha. O elenco é muito pequeno, mas sólido. Torna o ciclo de personagens mais fechado, mas mais completo.

Este filme é também um “abre-olhos” para o público. De um lado temos a verdade e como esta pode ser facilmente modificada pelas redes sociais. A opinião de cada um pode modificar com a explicação errada dos acontecimentos, uma distorção da realidade.

A internet pode ser uma janela para as nossas memórias e amizades, mas também uma fonte perigosa de suspeita e falta de privacidade. Este é um filme muito interessante, que não vai deixar ninguém indiferente. O que ainda o torna mas interessante é o factor mistério que nos envolve durante toda a longa-metragem. O factor final não desilude. O blogue atribui 4 estrelas em 5.

golden_star2golden_star2golden_star2golden_star2

Os melhores filmes para ver quando se está doente

Os melhores filmes para ver quando se está doente

O inverno está a chegar e com ele aquele tempo frio que só temos vontade de estar em casa embrulhados numa mantinha quente, comando na mão e a ver um filme. Principalmente quando está a chover. Ou então somos “obrigados” a estar em repouso quando a gripe nos encontra. Estar em casa doente é desconfortável e desgastante, mas quando tal acontece a televisão também pode ser a nossa melhor aliada. Entre espirros fortes, pingo do nariz, lenços de papel por todo o lado, e chá na mesa de apoio juntamente com as caixas dos medicamentos, um bom filme é uma excelente companhia que nos vai alegrar. Esta é uma lista de possibilidades de bons filmes para assistirmos nessas alturas.

Saga Harry Potter

harry potter and the deathly hallows part 1_3

A saga Harry Potter sabe bem ver em qualquer altura. Os oito filmes no mundo de magia e feitiçaria criado por JK Rowling é do mais entusiasmante que existe. Os filmes são completados com por muita diversidade. Drama, comédia, ação e magia podem esperar por tudo. Uma mistura perfeita de conteúdos para nos animar em qualquer momento. Vale sempre a pena, repetir e repetir.

La La Land

La La Land

O romance musical protagonizado por Ryan Gosling e Emma Stone é dos mais emocionante. As personagens bem definidas e os cenários bem construídos, complementam-se com uma narrativa linear que nos faz sonhar. A música é o acompanhamento perfeito neste filme. Vale mesmo a pena e sabe sempre tão bem.

O Amor Acontece

love

Quase que parece uma religião, todos os anos assisto a este filme pela altura do Natal. Já faz parte de quem eu sou. O fantástico elenco é a principal causa do sucesso deste filme, isso e a narrativa coerente mas surpreendente. “O Amor Acontece” é uma caixinha de surpresas positivas que nos faz rir. Como se passa no natal, faz-nos sonhar com esta melhor altura do ano.

O Diário de Bridget Jones

bridget-jones

A saga “O Diário de Bridget Jones” já tem três filmes. O último estreou no ano passado. Uma trintona que ainda não desistiu do amor, fica envolvida num triângulo amoroso difícil de resolver. Nada corre bem a Bridget que é senhora das vergonhas, mas que segue sempre de cabeça erguida. Muitas peripécias engraçadas são esperadas neste filme, cigarros, excesso de peso e palavrões.

Paddington

paddington

Outro filme britânico, desta vez aconselho a assistirem ao amoroso filme “Paddington“. O ursinho amante de sandes de marmelada faz das suas quando decide viajar para Londres. Perdido na estação de comboios é acolhido pela família Brown. Depois da desconfiança dos moradores, Paddington merece o respeito destes devido à sua generosidade e carinho. No total são dois filmes e cada um especial.

Winnie the Pooh

Winnie the Pooh Wallpaper-51

Outro urisnho guloso que aconselho é Winnie The Pooh. Adora mel e fica sempre em sarilhos devido à sua gula. Juntamente com os seus amigos da floresta, Piglet, Tigre, Igor e Christopher Robin procuram divertir-se com o melhor que têm. Filmes de animação que aquecem o coração. Quem nunca viu tem de ver.