Vídeo Musical – Rei Leão


Luis Fonsi conhecido pelo seu êxito “Despacito” interpreta a música “Esta Noche Es Para Amar” para o filme da Disney “Rei Leão” na versão porto-riquenha. Esta é uma versão recente para a música do filme.

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A Lista dos Ex

A Lista dos Ex

Título: What’s Your Number?
Ano: 2011
Realização: Mark Mylod
Interpretes: Anna Faris, Chris Evans, Ari Graynor…
Sinopse: Uma mulher descobre que conseguiu 19 relacionamentos durante toda a sua vida. Agora pergunta-se se algum deles pode ser o seu verdadeiro amor.

Uma comédia romântica interessante que junta Anna Faris (Scary Movie) e Chris Evans (Capitão América) nos principais papéis. Allyy uma mulher independente não consegue assentar-se num relacionamento. Ao ler numa revista um artigo que o número perfeito para encontrar o homem ideal é de 20 relacionamentos, Ally percebe que já deixou escapar 19 relacionamentos. Só lhe falta um homem para chegar ao número e homem ideal. A protagonista decide procurar todos os seus ex-namorados e descobrir se algum pode ser o tal. Uma típica comédia romântica sobre a procura do amor, que por mais que procuramos não descobrimos que está tão perto de nós. Ambos os protagonistas estão habituados a papéis do género. Aliás foi com interpretações do género que receberam a fama. Entretanto Chris Evans dedicou-se à sua personagem da Marvel, Capitão América, que muito franchise conseguiu, depois de participar neste filme. Sobre Anna Faris casou-se com Chris Pratt (que também aparece neste filme) e que também conseguiu um papel no mundo Marvel, como Star Lord dos Guardiões da Galáxia. Além disso começou na televisão na série de comédia “Mom“.

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A lista dos Ex” é um filme previsível sobre o final perfeito e a escolha no amor, contudo está bem idealizado e não se torna no típico cliché. Um enredo bonito e um argumento interessante tornam-se nas causas principais para assistir a esta cinematografia. Além disso a química entre os atores é inegável, já que os dois apresentam um perfeito à vontade com o outro. Outra referência interessante é que aqui quase parece uma reunião dos filmes da Marvel, temos os atores Chris Evans, Chris Pratt, Martin Freeman e Anthony Mackie. Com vários nomes reconhecidos pelo género de comédia. Concluindo este é um filme típico de mulher, mas interessante e surpreendente. Um filme de domingo à tarde onde estamos no sofá entre sonecas e mantas. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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Curtas Vila do Conde

Curtas Vila do Conde

O Curtas – Festival Internacional de Cinema em formato de curta-metragens invade novamente a cidade Vila do Conde durante os dias 14 a 22 de julho para a sua 26ª edição. A par dos outros anos espera-se muita animação e diversidade na qualidade dos filmes exibidos. No total o festival apresenta 90 sessões e mais de 200 filmes, provenientes de 40 países diferentes.

Como cabeça de cartaz da programação do Curtas temos a Competição Nacional. Reunindo o melhor do cinema português durante 2017 e 2018, com filmes assinados por jovens já conhecidos ou ainda promessas futuras. A seleção oficial conta com 17 filmes no total: “3 Anos Depois”, de Marco Amaral; “À Tona”, de Filipe Abranches; “Agouro”, de David Doutel e Vasco Sá; “Água Forte”, de Mónica Baptista; “Anteu”, de João Vladimiro; “Aquaparque”, de Ana Moreira; “Declive”, de Eduardo Brito; “Entre Sombras”, de Alice Eça Guimarães e Mónica Santos; “Equinócio”, de Ivo M. Ferreira; “Madness”, de João Viana; “Nevoeiro”, de Daniel Veloso; “Onde o Verão Vai (Episódios da Juventude)”, de David Pinheiro Vicente; “Pas de Confettis”, de Bruno Ferreira; “Pixel Frio”, de Rodrigo Areias; “Placenta”, de Paulo Lima; “Sara F.”, de Miguel Fonseca e “Sheila”, de Gonçalo Loureiro.

Na competição internacional mantém-se uma relação entre o formal, a temática e o género cinematográfico. Trinta e uma curtas-metragens, entre as quais constam as últimas obras de cineastas premiados tanto no próprio festival, como internacionalmente, como Ben Rivers e Ben Russell, Bertrand Mandico, Helena Girón e Samuel M. Delgado e João Paulo Miranda Maria. A Competição de Vídeos Musicais, integrada na secção Stereo e dedicada a celebrar a relação entre música e cinema, apresenta uma sessão com o melhor do género a nível nacional. Por fim, a Competição Take One!, este ano alargada a mais seis países europeus, além de Portugal, dedica-se à descoberta daquilo que melhor se faz nas escolas de cinema.

O Curtas de Vila do Conde investe também numa programação dedicada aos mais novos, para desde pequenino criar o gosto pelo cinema. O Curtinhas apresenta também uma secção competitiva, dividida em três faixas etárias (M/3, M/6 e M/10), além de vários workshops e outras atividades didáticas dedicadas aos mais  novos. O filme “The Incredibles 2: Os Super-Heróis” abre a secção logo no primeiro dia do festival, a 14 de julho, numa sessão para toda a família.

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Paralelamente ao festival, outras sugestões são apresentadas pela cidade de Vila do Conde. Exposições, workshops, animações, festa, música e muito convívio é tudo e mais do que se pode esperar deste festival que conta com a sua 26ª edição. Não perca esta oportunidade de conhecer o melhor cinema de curtas durante os dias 14 a 22 de julho em Vila do Conde.

Assassin’s Creed

Assassin’s Creed

Título: Assassin’s Creed
Ano: 2016
Realização: Justin Kurzel
Interpretes: Michael Fassbender, Marion Cotillard, Jeremy Irons…
Sinopse: Callum Lynch explora as memórias do seu antepassado, Aguilar de Nerha e consegue as suas habilidades de Mestre Assassin, antes de assumir a sociedade secreta.

Baseado no videojogo de sucesso com o mesmo nome, Assassin’s Creed explora duas vidas: a presente e a passada da mesma pessoa. Após vários jogos de sucesso e ainda a sair mais, o franchise é dos mais requisitados pelos gamers. Desde o passado da França, à revolução industrial, até à Roma medieval. O passado da História descrito num só jogo onde somos uma personagem ágil e forte que salta de edifício em edifício à procura da resolução dos mistérios do que já aconteceu. Descrevo esta crítica apenas como audiência do filme e não do jogo. Nunca experimentei o videojogo Assassin’s Creed, por isso só posso comentar pela minha experiência.

As expectativas estavam bastante altas para esta produção. Afinal, depois do jogo de sucesso, só faltava o filme de sucesso e ainda por cima protagonizado por Michael Fassbender. Contudo após a estreia, esta obra cinematográfica apenas se manteve como mediana. Não foi satisfatória, mas cumpria o mínimo dos mínimos pedidos, mas fora isso não acrescentava nada de novo.

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No argumento são notórias várias falhas nos diálogos. Muitas pontas soltas sem expectativas de ser explicadas. Ora bem, para um amador dos jogos de Assassin’s Creed como eu, foi difícil acompanhar as regras que seguiam e os nomes técnicos que iam surgindo. Caí um pouco de para-quedas, e acredito que muitos se sentiram assim como eu, e daí a baixa pontuação. Valeu ao filme os excelentes cenários entre o passado e presente e as cenas de luta bem sincronizadas e coreografadas. O enredo é um pouco vago e tal como a personagem principal, Callum Lynch, sentimo-nos também perdidos. Até compreendo que seja complicado explicar todos os aspectos num filme apenas, mas esperava uma história mais completa.

Quanto ao elenco, mesmo com nomes bastante reconhecidos como Michael Fassbender, Marion Cotillard e Jeremy Irons, apresentam-se um pouco tensos relativamente às suas personagens. O melhor foi mesmo as viagens ao passado que mantinha uma narrativa mais interessante do que o mundo danificado que vivam no presente. Concluindo “Assassin’s Creed” é um filme mediano, sem complementos adicionais, mas pode tornar-se numa obra cansativa para quem não noções básicas (pelo menos) da sua envolvente. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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Por 13 Razões

Por 13 Razões

Temporada 2

Esta série podia ter ficado pela primeira temporada. Mas devido ao forte impacto que causou na audiência, decidiram manter-se numa segunda temporada, focando-se nos mesmas temas da anterior: bullying, violações, suicídio, drogas, dificuldades de interacção sociais, entre outros fortes temas. A série que chega como um alerta as sinais de pedidos de ajuda da comunidade mais jovem.

Nesta segunda parte da série “Por 13 Razões” acompanhamos o julgamento dos intervenientes na morte da Hannah. Cada uma das personagens que foi uma razão da sua escolha, irá revelar a verdade (ou não) sobre a sua situação com a protagonista. Cada um tem a sua própria história, e essa história pode ser contada de maneiras diferentes. Enquanto que na temporada passada conhecemos o lado da história da Hannah, nesta vamos conhecer o outro lado dos intervenientes.

Passados 6 meses desde os eventos da temporada anterior e da descoberta das cassetes de Hannah por Clay, é apresentada uma evolução das personagens. Alex ainda em recuperação, após a tentativa de suicídio. Jessica ainda sofre com a descoberta da sua violação provocada por Bryce, e só agora vai voltar para a escola. Clay começou um namoro com Skye, que revela ter problemas psiquiátricos e Justin ainda se encontra desaparecido. Cada uma das personagens, encontram-se danificados, mas tentam recuperar dos seus próprios traumas e medos.

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Voltamos ao retro. Depois de cassetes audio, o foco nesta temporada são as fotografias polaroid. Uma prova que a Hannah não foi a única vítima. A verdade vai descobrir-se a cada episódio que se aproxima do fim. O último foi provavelmente o mais marcante e apresenta mesmo a intenção de chocar. Tal com a cena do suicídio de Hannah que foi apresentado explicitamente na série, também este momento foi muito pensado e necessário para entendermos o sofrimento destes jovens. Uma causa é o fruto de uma consequência, e tal foi bem evidenciado.

Os temas debatidos nesta série são fortes e chegou a altura de dizer “chega” e ajudar quem mais necessita. No início de cada episódio os atores abordam os fãs com indicações de linha de ajuda caso necessitem. Um facto é que o recurso a estas linhas aumentou desde a estreia da série. Muito ainda ficou em aberto e espera-se uma terceira temporada para o próximo ano, já confirmada.

Por 13 Razões” é muito intenso e íntimo. Existem cenas que quase nos deixam sem ar de tão fortes e pesadas que são. Apesar de ser ficção esta série, acredito que os atores necessitem de grande apoio emocional para muitas das cenas que retratam.

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Concluindo esta temporada foi longa, cada um demorava 1hora que arrastava o desenvolvimento do enredo, mas que no final tudo foi explicado. “Por 13 Razões” é uma série pesada, mas merece ser vista, pois apresenta o sofrimento em temas ruins da sociedade. Volta a ser pertinente e necessária, já que falta mais conteúdo assim.

Com Amor, Simon

Com Amor, Simon

Título: Love, Simon
Ano: 2018
Realização: Greg Berlanti
Interpretes: Nick Robinson, Jennifer Garner, Josh Duhamel…
Sinopse: Simon Spier mantém um grande segredo da sua família e amigos: ele é gay. Quando o segredo começa a ser difícil de manter, Simon terá de ser sincero para com aqueles que lhe rodeiam.

Todos nós queremos uma grande história de amor. Simon (Nick Robinson) não é diferente. Com um vida perfeitamente normal tem o forte apoio da família, diverte-se com dias de serões de cinema à semana, uma irmã mini-chefe que adora e um grupo de amigos unidos que se divertem constantemente. A escola não é dos seus problemas e os professores só lhe dão apoio. Simon vive num mundo quase perfeito, excepto que esconde um segredo. Um segredo que o impossibilita de ser quem realmente é e isso consome-o por dentro. Normalmente estes filmes do género apresentam o romance entre rapaz e rapariga. Fugindo um pouco ao estereótipo temos um filme sobre um rapaz que procura encontrar o amor com outro rapaz, algo difícil para alguém que ainda não assumiu quem realmente é para a família e para os amigos. “Com Amor, Simon” apresenta uma narrativa simples, bem estruturada sobre um rapaz que tenta “sair do armário”.

Baseado na obra literária de Becky Albertalli, “Simon vs. the Homo Sapiens Agenda” temos uma história completa sobre o amor na adolescência com pessoas do mesmo sexo. Um filme sobre descoberta, amizade, amor, família e amor (principalmente amor).

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A nova geração dos atores está bem representada neste filme. Nick Robinson é conhecido por filmes como Mundo Jurássico e Amor Acima de Tudo. Katherine Langford e Miles Heizer são as estrelas de Por Treze Razões. Outros exemplos: Talitha Bateman (Annabelle 2), Keiynan Lonsdale (Flash) e Alexandra Shipp (X-Men:Apocalipse). Cada um pelo menos participou em algo de sucesso. “Love, Simon” é um filme com uma escrita simples mas muito intensa. O argumento é dos factores mais agradáveis e genuínos algumas vez escritos. As personagens marcam presença neste filme juvenil que ensina muito sobre a vida. Uma obra cinematográfica que vale mesmo a pena conhecer. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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Vista Pela Última Vez…

Vista Pela Última Vez…

Título: Gone Baby Gone
Ano:2007
Realização: Ben Affleck
Interpretes: Morgan Freeman, Ed Harris, Casey Affleck…
Sinopse: Dois investigadores privados de Boston, procuram informações sobre o rapto de uma menina de 7 anos, e que se transforma numa crise profissional e pessoal.

A estreia de Ben Affleck na realização começou com este filme de suspense e protagonizado pelo seu irmão. “Gone Baby Gone” é um drama policial sobre o desaparecimento de uma menina num bairro social. Os investigadores privados Patrick e Angie procuram pistas sobre o desaparecimento de Amanda. A mãe uma despreocupada que trabalha como estafeta de droga procura sempre refugio no sexo oposto, que nem sempre são a melhor companhia. Amanda é como se fosse uma filha para o tio e a esposa que não consegue engravidar. O desaparecimento da menina vai chamar a atenção dos meios de comunicação e todos vão fazer o melhor para descobrirem o seu paradeiro.

O elenco revela grandes nomes do cinema como Morgan Freeman e Ed Harris, mas o destaque principal é mesmo Casey Affleck. Nesta altura ainda não tinha ganho o seu Óscar pela interpretação em “Manchester by the sea” mas já se apresentava pertinente no seu desempenho. Um policial rogue que  obedece às regras do que é mais correto e necessita de ser feito, mesmo contra a opinião de todos.

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O elenco é forte, mas o argumento também. As personagens apresentam um desenvolvimento do início ao final do filme. Quando pensávamos que a narrativa está a chegar ao fim, uma reviravolta acontece e novas pistas para descobrir a verdade aparecem. Gostei desta iniciativa emocionante, em que o público é sempre surpreendido. Uma realização e criação arrojada de Affleck que apesar de não ser tão memorável como “O Bom Rebelde” é uma obra cinematográfica cativante que envolve o espectador do início ao fim, refugiando-se entre as ervas daninhas da sociedade: drogas, álcool, gangues, polícias corruptos entre outros. “Vista pela última vez...” é assim um misto de muito suspense a intriga. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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O que se pode esperar da 9ª temporada de The Walking Dead?

O que se pode esperar da 9ª temporada de The Walking Dead?

No final do mês passado fomos confrontados com uma dolorosa notícia relativamente ao elenco de “The Walking Dead“. O ator Andrew Lincoln, que interpreta o protagonista Rick Grimmes, pode estar de saída da série de sucesso. Nãaaaaaaaaaaaao. Segundo informações, Lincoln já comunicou a sua decisão aos produtores. A AMC ainda não se pronunciou sobre o assunto. Contudo não é só a personagem Rick que vai desistir, a atriz Lauren Cohan, a Maggie também está de saída. “Há muito mais da história da Maggie a ser contada“, revela a atriz. Completando que algo de bom irá acontecer. A causa da decisão da atriz foi a mudança de ares, que irá estrear numa nova série.

Ok. Agora isto está a ser demasiadamente paintfull de continuar. Para alguém como eu que acompanha a série do início, é difícil ficar sem estas personagens principais que começaram a história. A saída de Rick já estava na corda bamba, depois da trágica morte do filho Carl (Chandler Riggs) que foi uma péssima decisão btw. O Carl devia ser das únicas personagens a dar continuidade à história, num mundo apocalíptico. O ator Norman Reedus vai assim tornar-se a personagem principal e deverá receber 20 milhões de salário para ser o protagonista.

A nona temporada da série de zombies começará com um salto temporal. Segundo a produtora Angela Kang “Estamos a brincar com a linha temporal da série, e assim podemos avançar na história“. A história seguirá  a banda desenhada, e salta dois anos após a briga entre Rick e Negan. Kang continuou que o destaque desta temporada será as personagens femininas, já que a saída de Maggie vai influenciar a história.

Ainda mais novidades foram comunicadas. O ator Jon Bernthal vai voltar a ser Shane, personagem que morreu na segunda temporada. Tudo não passará de memórias de Rick, mas mesmo assim é um passo importante. O ator Bernthal já publicou nas redes sociais uma foto das gravações.

A nona temporada da série “The Walking Dead” estreia em outrubro deste ano.

Deadpool 2

Deadpool 2

Título: Deadpool 2
Ano: 2018
Realização: David Leitch
Interpretes: Josh Brolin, Ryan Reynolds, Morena Baccarin…
Sinopse: O mutante mercenário, sem papas na língua Wade Wilson aka Deadpool junta uma equipa de vingadores mutantes para proteger um miúdo das suas habilidades especiais do viajante do tempo, Cable.

Ele pode fazer e dizer tudo o que quiser, pois ninguém se ofende. Deadpool é mesmo assim: espontâneo, crítico, divertido e um fala-barato.

Apesar de muitos fãs ainda estarem a absorver o último filme dos estúdios Marvel, “Vingadores: Guerra do Infinito” chega-nos o segundo filme do anti-herói, Deadpool. Cada um diferente à sua maneira, tornaram-se um sucesso de bilheteira. Rapidamente até esquecemos que Josh Brolin foi Thanos no filme “Vingadores“, apesar  do protagonista nos  relembrar. Mas Deadpool é um negócio totalmente sem igual. Com um perfeito à vontade para ser tudo aquilo que quiser, tem a autorização dos fãs para ser ridículo. Realizado por David Leitch e escrito pelo trio: Rhett Reese, Paul Wernick e o próprio Ryan Reynolds. Uma combinação estrondosa que nos faz soltar várias gargalhadas durante as duas horas de filme.

Após um primeiro filme dedicado às origens deste mercenário de alma independente. Neste segundo filme o foco é a família e o valor da amizade. Wade Wilson aka Deadpool é incentivado pela sua esposa Vanessa (Morena Baccarin) a ajudar Rusty, aka Firefist (Julian Dennison) a conter os seus poderes com precaução , devido à   fúria que guarda dentro de si,  que sofreu por ser um mutante. Os  X-Men que  voltam a aparecer representados  novamente por Colossus (Stefan Kapicic), Negasonic Teenage  Warhead (Brianna Hildebrand) e a sua namorada Yukio (Shioli Kutsuna) tem a intenção de ajudar  Deadpool na sua jornada de auto-salvação, mas sem sucesso. O herói de fato vermelho cria a sua própria equipa de super-heróis.  O X-Force (que terão um filme próprio)  composto por um grupo de indivíduos em nada  tem a perder que decidem juntarem-se  porque não estava a dar nada de interessante na televisão.  Contudo a chegada de Cable (Josh Brolin) um viajante do futuro vai dificultar  a cumplicidade de Deadpool e  Ironfist.

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