Os melhores arqueiros do Cinema & TV

Tanto nas séries como no cinema os arqueiros ainda continuam a marcar presença. Mantém uma forte determinação ao lançar as setas que em muitos casos é útil paras as situações de perigo. Esta é uma lista dos melhores arqueiros do pequeno e do grande ecrã.

Katniss Everdeen

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Durante a saga de filmes “Hunger Games“, Katniss não teve mãos a medir quando foi a escolhida para liderar uma revolução. Cara de campanha é também uma lutadora e sabe manejar bem o arco e a flecha. Durante os Jogos foi essa habilidade que lhe safou, e conseguiu impressionar o júri com uma seta na maçã. A Katniss é uma forte e destemida personagem feminina que faz o que pode para proteger os que mais ama, por esse motivo sacrificou-se pela irmã para ser a escolhida para os temíveis Jogos da Fome.

Daryl Dixon

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Num terrível mundo apocalíptico completamente infectado por zombies, Daryl Dixon em “The Walking Dead” escolheu a sua arma predilecta. Uma versão avançada do arco, é uma besta e flechas. Conhecido por esta escolha não deixa escapar nenhum walker e está sempre pronto a atirar no alvo. Vamos lá admitir, a besta até lhe dá estilo, não é?

Legolas

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Na saga “Senhor dos Anéis“, Legolas é um elfo experimente no arco e na flecha. Minucioso no seu trabalho, adora competir com o anão (estas raças não se dão bem) para descobrirem quantos orcs conseguem matar. Ágil e eficiente prova ser um elemento necessário para o combate de longe. Não falha o alvo e ainda consegue ser fabulous.  Don’t you agree?

Kagome

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No anime “Inuyasha“, a protagonista Kagome é a reencarnação da miko Kikyo, uma habilidosa usuária do arco e flecha. Kagome conseguiu as mesmas habilidades do seu antepassado. Na luta contra o vilão Naraku, a jovem estudante não tem medo de estar na batalha e já salvou muitas vezes a vida de Inuyasha. Além disso adiciona o seu poder de miko, e consegue purificar as flechas destruindo o mundo dos demónios e escuridão.

Arrow

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Uma série dedicada ao herói da DC, o Arqueiro Verde. Em “Arrow“, o bilionário Oliver Queen não teme o inimigo e usa o que sabe melhor para se defender e salvar os indefesos. O herói da banda desenhada, consegue ser bem real nesta série e utiliza o arco e a flecha como melhor amigo.

Hawkeye

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Depois da DC ter o seu próprio arqueiro, chegou a vez da Marvel. Gavião Arqueiro ou em título original Hawkeye é uma forte ajuda ao seu grupo “Os Vingadores“. Mesmo a uma longa distância, as suas setas são eficazes. Rápidas e seguras, muitas vezes são utilizadas com complementos para uma ação necessária.

Robin Hood

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A Disney também criou a sua própria história sobre um dos arqueiros mais conhecidos do mundo. Robin Hood já conseguiu várias adaptações cinematográficas e televisivas sobre a personagem. Com o lema roubar aos ricos para dar aos pobres, Hood utiliza o arco e a flecha como os seus melhores aliados. Este filme da Disney é muito engraçado com situações mirabolantes entre as personagens.

Snow

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Na série “Once Upon a Time” também podia falar sobre Robin Hood, ou até a Mérida (mas essa é mais para a frente), entretanto vou dar lugar a outra personagem feminina, Snow. Uma das protagonistas da série de fantasia. Educada como um princesa, teve que tornar-se independente e por isso utilizava o arco e flecha como principal arma para não se deixar apanhar.

Mérida

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Mérida é uma personagem criada para Disney inspirada nas histórias das Terras Altas da Escócia sobre os vikings. Destemida e desobediente, Mérida só desejava ser independente das obrigações de ser princesa. Manejava com destreza o arco e flecha e até conseguiu ganhar a sua própria mão em casamento numa competição. Longos cabelos ruivos encaracolados rebeldes, definem  a sua personalidade.

Ygritte

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Outra ruiva fã do arco e flecha é Ygritte de “Guerra dos Tronos“. “You know nothing Jon Snow” era a sua frase de eleição. Pertencia ao grupo dos selvagens e utilizava esta arma para se defender. Ironicamente foi assim que também morreu com uma seta no coração.

Qual é o teu usuário do arco e da flecha favorito? Conta-me nos comentários

 

Um Ritmo Perfeito 3

Título: Pitch Perfect 3
Ano: 2017
Realização: Trish Sie
Interpretes: Anna Kendrick, Rebel Wilson, Brittany Snow…
Sinopse: Empenhadas em ganhar o campeonato mundial, as Bellas agora separadas voltam a juntarem-se para mais uma competição. Desta vez terão de competir com outros grupos que utilizam instrumentos musicais.

O terceiro e último filme das Bellas não conseguiu terminar da melhor forma. Esperava-se um filme tão divertido e inspirador como o primeiro. Com um novo desafio em mãos, o grupo musical acapella da faculdade de Barden terão de lutar pelo primeiro lugar de um concurso de talentos para serem a abertura do concerto de um magnata da música. Contudo esta competição será diferente do que estão habituadas, as vozes das Bellas terão de concorrer com instrumentos musicais. Cansadas das suas profissões e do quotidiano, seguem o sonho que as faziam felizes, cantarem juntas. Uma última competição para um final em grande das Bellas.

Voltam a reunir-se as personagens originais como Beca (Anna Kendrick), Fat Amy (Rebel Wilson), Aubrey (Anna Camp) e Chloe (Brittany Snow), junta-se também Emily (Hailee Steinfeld) que apareceu no grupo no segundo filme, com músicas novas e muita dança.

Pitch Perfect 3 - Official Trailer [HD] (screen grab) CR: Universal Pictures

O que mais me decepcionou neste filme foi a falta de originalidade nas escolhas musicais, factor que sempre destacou-se nos filmes anteriores. A narrativa previsível e os namoros forçados foram alguns factores que contribuíram para o insucesso do filme. Contudo gostei de conhecer o passado da Fat Amy (das minhas personagens favoritas) e do seu conflito com o pai. A competição das Bellas com os outros concorrentes foi vulgar e o espectador só conheceu as performances das protagonistas. O filme ficava mais completo se conseguimos conhecer o outro lado. Apesar de conseguirem um maior destaque para a personagem de Anna Kendrick neste filme, a sua representação foi muito desleixada e aborrecida.

Concluindo Pitch Perfect não terminou da melhor forma e tornou-se numa desilusão total. É melhor ficarmos apenas com o primeiro filme. Neste terceiro filme acrescentou-se mais ação à narrativa, mas realmente não era isso que faltava, mas sim as performances musicais que ficaram totalmente esquecidas. O blogue atribui 2,5 estrelas em 5.

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Fúria

Título: Fury
Ano: 2014
Realização: David Ayer
Interpretes: Brad Pitt, Shia LaBeouf, Logan Lerman…
Sinopse: Um comandante de um tanque durante a 2ª Guerra Mundial toma difíceis decisões, para si e a sua equipa durante a invasão à Alemanha em 1945.

Os filmes de guerra são sempre difíceis de assistir. Muitas vezes baseados em factos verídicos, é doloroso compreender como o ser humano chegou a esse meio destrutivo. No filme “Fúria“, nome oferecido ao tanque que defendia a equipa, acompanhamos esta dura realidade da 2º Guerra Mundial. Em 1945, na Alemanha um grupo de combatentes americanos, liderado pelo Comandante Don Collider (Brad Pitt) enfrentam o duro trabalho no campo de batalha. A equipa composta por cinco elementos, cada um com a sua personalidade, lutam diariamente para conseguirem sobreviver. De desconhecidos, a companheiros, amigos até família. Dispostos a lutarem até ao fim para terminarem de vez com a guerra e encontrarem todos os nazis. Nesta obra cinematográfica bem real e crua sobre um dos maiores períodos negros da História Mundial.

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Um dos factores mais positivos do filme é o forte elenco. Brad Pitt (Ocean’s Eleven), Shia LaBeouf (Transformers), Logan Lerman (As vantagens de ser invisível), Michael Pena (Ant-Man) e Jon Bernthal (The Punisher) que lideram com clareza este drama de guerra. O cenário bem composto, com vários momentos bélicos tornam esta obra mais difícil de digerir. O argumento bem definido com vários momentos de esperança, necessários para filmes do género, histórias de sobrevivência e amizade. Não conhecia o ator Brad Pitt neste género de papéis mas consegue ser um líder credível, preservando sempre a vida dos seus companheiros. Apesar de o cinema já estar desgastado no género de guerra, ainda consegue existir obras que nos comovem, “Fúria” é uma delas. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.
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Big Little Lies

Começa com uma morte. Ninguém sabe quem é. Muito menos desconfiamos quem é o assassino. Ouvimos testemunhas. Várias testemunhas, mas nenhuma parece saber do que está a falar. Ninguém conhece a história, não verdadeiramente. Conhecemos as personagens principais. Madeline Mackenzie (Reese Witherspoon), melhor amiga de Celeste Wright (Nicole Kidman), conhece Jane Chapman (Shailene Woodley), recente na cidade de Monterey, enquanto ambas levam os seus filhos para a escola primária.

As aparências de vidas perfeitas começam a dissuadir com o avançar dos episódios. Madeline, pessoa desinibida e um pouco controladora, sofre com a desobediência da sua filha adolescente. Vive às turras com o seu ex-marido, mas tenta ser feliz ao lado do seu atual marido, que faz tudo por ela. Celeste, abdicou do seu trabalho como advogada para se dedicar inteiramente à família, aos seus filhos gémeos e marido. No seu casamento é vítima de um amor obsessivo, e incoerente liderado por muita raiva e agressão. Jane ainda não conhecemos muitas informações sobre a sua vida privada. Mãe solteira, vive quase sem a ajuda da família num lugar estranho. A amizade que tem por Madeline vai ajudá-la a resolver falhas do passado.

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Um trio feminino que se junta todos os dias depois de deixarem as crianças na escola, mas cada uma esconde os seus próprios segredos. Ao longo de sete episódios acompanhamos a história baseada no livro de Liane Moriarty. “Big Little Lies” é uma série que me fez lembrar “Donas de Casa Desesperadas“, portanto o seu enredo não contém nada de novo. Contudo a sua concepção bem realizada e o elenco de luxo tornam a série mais apelativa. Os foco principal dos temas da série são bastante atuais e que mexem bastante com a sociedade dos dias de hoje. Temos a violência doméstica, o abuso sexual, a descriminação, o bullying e como as relações pessoais que mantemos pode influenciar bastante a opinião de terceiros. Basicamente são demonstrados conflitos de como viver em sociedade. A par da excelente realização e das interpretações dos atores, temos a banda sonora que consegue captar os momentos mais emotivos.

Merecedora de prémios nos Emmy Awards de Melhor Série, Direcção, Melhor Atriz e Melhor Ator Secundário e Globos de Ouro. “Big Little Lies” consegue bem misturar o drama ao mistério, com um ligeiro tom de comédia e que torna o espectador empolgado por descobrir o final. A segunda temporada já está em gravações e Meryl Streep já foi confirmada no elenco. Considerada como das melhores séries de 2017.

Vingadores: Guerra do Infinito

Título: Avengers: Infinity War
Ano: 2018
Realização: Anthony Russo, Joe Russo
Interpretes: Robert Downey Jr., Chris Hemsworth, Mark Ruffalo….
Sinopse: Os Vingadores e os seus aliados serão confrontados com uma força poderosa que pretende destruir o Universo como existe, o temível Thanos.

A promessa feita há 10 anos, foi cumprida com esplendor. A Marvel Studios conseguiu concentrar-se eficazmente em realizar um filme épico. Um culminar de experiências e expectativas que se tornaram no desejo de qualquer fã de super-heróis. Os irmãos Russo voltaram a provar a sua capacidade resumida de juntar num só filme várias personagens com origens e histórias diferentes. Anthony e Joseph Russo já nos conquistaram em filme como “Capitão América: Soldado de Inverno” e “Guerra Civil“, mas foi com “Vingadores: Guerra do Infinito” que superaram o esperado.

O filme mais longo da Marvel, quase 3 horas de duração é provavelmente aquele que reúne o melhor deste universo. Apesar das várias personagens, conseguiu destacar em tempo devido cada um destes indivíduos importantes para o desenvolvimento satisfatório desta obra cinematográfica.

O protagonismo foi mesmo bem dividido, mesmo pelas personagens principais. Homem de Ferro criou uma amizade com Dr. Strange, e Homem-Aranha. Os Guardiões da Galáxia conheceram Thor e outros Vingadores. Capitão América já não é Capitão mas ainda luta pelo mais correto aliando-se a Hulk, Black Panther e Viúva Negra. Um ponto de vista interessante, onde os Vingadores e os seus aliados lutam por um objectivo em comum, travar Thanos e a sua missão de destruir o Universo.

Vingadores: Guerra do Infinito” é claramente baseado no propósito de Thanos. Brilhantemente interpretado por Josh Brolin, esta personagem já é por muitos considerado como dos melhores vilões da Marvel. A sua missão destrutiva era composta por uma forte razão, e não destruir planetas só porque sim, como acontece normalmente com vilões do género. O que muitos argumentistas esquecem-se de atribuir sentido aos objectivos dos vilões, mas neste filme isso não aconteceu. A vontade de Thanos prevalece fundamentada de forma consistente e quase conseguimos ter sentimentos amistosos com ele.

Nesta obra cinematográfica todos os planos estão interligados e bem definidos para uma guerra final sem igual. A interacção entre as personagens é do mais interessante e inesperado de assistir. De um momento para o outro estamos a rir sobre uma citação, como já estamos com o coração nas mãos sobre o que vai acontecer. Admito que quase nem pestanejei durante todo o filme para tentar não perder um segundo. Toda a narrativa está bem fundamentada e queremos sempre ver mais e mais.

A ação decorre de maneira diferente e vários locais. O grupo de heróis está separado, mas cada um tem a sua função nesta luta. Posso dizer que a montanha russa está sempre em andamento e cada sequência é importante. Neste filme não existem momentos parados, o que se torna uma mais-valia. Sem spoilers refiro que este filme manteve um final totalmente inesperado, mas sem outra forma de terminar esta primeira parte. Como já estávamos à espera, existem certas fatalidades, mas coerentes com as necessidades do enredo. Contudo ainda muito pode acontecer e nada é certo.

Concluindo “Vingadores: Guerra do Infinito” tornou-se dos melhores filmes da Marvel Studios. O argumento bem composto, as personagens que conseguiram partilhar o protagonismo e os alicerces fundamentais, juntando com qualidade fortes momentos de ação com magia, artes marciais e ataques explosivos, com várias cenas de humor e também drama. Voltava a ver novamente o filme. O blogue atribui 4,5 estrelas em 5.

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A Colega de Quarto

Título: The Roommate
Ano: 2011
Realização: Christian E. Christiansen
Interpretes: Minka Kelly, Leighton Meester, Cam Gigande…
Sinopse: Quando a caloira Sara Matthews chega à faculdade, ela torna-se amiga da sua companheira de quarto Rebecca. Não desconfia que essa rapariga começou a desenvolver uma estranha obsessão por ela.

Este filme desde o início apresentava-se como previsível. Com uma narrativa adolescente, mas com um bom elenco. Temos nomes conhecidos como Minka Kelly (Friday Night Lights), Leighton Meester (Gossip Girl), Aly Michalka (Hellcats), Billy Zane (Titanic) e Cam Gigandet (Twilight). A primeira impressão estava correta. Apesar do género suspense e triler, temos uma obra cinematográfica lenta e com muitas pontas soltas.

Sara é caloira na universidade, tem já um grupo de amigas que adoram festas. Depois da morte da irmã mais velha, nunca dividiu o quarto com ninguém. Até à chegada de Rebecca. Juntas criam uma forte amizade, mas que é abalada pela forte obsessão de Rebecca pela amiga. Um filme com algum suspense e  mistério. O espectador quer por todos os meios descobrir o passado da personagem Leighton Meester, que infelizmente não foi bem esclarecido.

The Roommate

Quanto ao argumento torna-se cansativo e deviam preocupar-se em explicar os assuntos de mais interesse neste filme. Afinal o que Rebecca fez aquela pobre rapariga? O pais dela deixaram a filha com problemas psicológicos estudar sem supervisão na faculdade? Porque ninguém quer saber o Jason? Afinal foi a única vítima no meio disto tudo. Concluindo, esperava um filme mais entretido e com mais ação. Decepcionou-me um pouco. A história de fundo era interessante, mas não conseguiu ser aproveitada. O blogue atribui 2 estrelas em 5.
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Uma Escolha Por Amor

Título: The Choice
Ano: 2016
Realização: Ross Katz
Interpretes: Benjamin Walker, Teresa Palmer, Alexandra Daddario, Tom Welling…
Sinopse: Travis e Gabby conhecem-se como vizinhos, numa pequena cidade na costa e começam uma relação que vai ser desafiadas pelos mais complicados eventos.

Uma história de amor banal que junta Travis e Gabby. Como vizinhos odeiam-se, ele põe a música alta no seu jardim e ela só reclama. Evidente que existe faísca entre ambos. Ela tem namorado, e ela tem e não tem. Depois de um convite informal e uma viagem de barco com direito a churrasco na praia decidem avançar no amor. Gabby é uma mulher comprometida, mas deixa o namorado por Travis. No início do filme percebemos que existe uma tragédia e que a vida de Gabby está em perigo. Tal facto irá desabar a vida de Travis.

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Baseado no livro com o mesmo nome de Nicholas Sparks, esta narrativa é vítima dos mais comuns clichés. Normalmente é a personagem feminina que já se encontra comprometida, até que aparece a personagem masculina com personalidade mais rebelde e a conquista facilmente. Vivem momentos felizes numa praia, principalmente, ou em campos verdes da Carolina do Norte. Eventualmente algo de trágico acontece que nos faz ir às lágrimas e coloca em risco o amor deste casal. Neste filme a história repete-se e não surpreende o espectador.

As personagens não desenvolvem com a narrativa e não se tornam carismáticas. Contudo apreciei a interpretação vivaça da atriz Teresa Palmer. “Uma Escolha por Amor” não acrescenta nada de novo e é um filme que será totalmente esquecido. Apesar de existir um forte drama, não liberta as nossas emoções. Torna-se apenas muito mediano. O blogue atribui 2,5 estrelas em 5.

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Top 10 Filmes Marvel

Para celebrar a estreia do filme “Avengers: Infinity War”, não podia faltar uma necessária e divertida retrospetiva. Após 10 anos e 18 filmes, a Marvel Cinematic Universe conseguiu criar um mundo fantástico de obras cinematográficas de qualidade. O nosso herói favorito é facilmente discutível, mas algo que não pudemos negar é nas competências deste estúdio de produzir um bom filme. Entretenimento apetecível que consegue conciliar bem a acção, drama e comédia tudo numa só narrativa. Mas, alguns filmes melhores que outros. O blogue Beautiful Dreams em parceria com o blogue More Than Entertainment escolhemos o Top 10 filmes dos estúdios da Marvel.

 

1 – Vingadores

Em 2012, todos os heróis se juntaram num filme para combater um inimigo em comum, Loki. Capitão América, Homem de Ferro, Viúva Negra, Thor, Hulk e Hawkeye lutaram pela primeira vez em equipa com o objectivo de salvarem a Terra. Realizado por Joss Whedon, o filme conseguiu surpreender positivamente. Juntou vários heróis num só filme, conseguindo equilibrar as personagens e os seus egos. E outra mais valia é o vilão: Loki, considerado por muitos o melhor.

2 – Guardiões da Galáxia Vol. 1

Não existe grupo mais intrépido do que os Guardiões da Galáxia. O argumento é uma verdadeira ode à criatividade. A dinâmica entre as personagens, Star-Lord, Gamora, Drax, Rocket e Groot são dos mais positivo e cómico dos filmes MCU. Estes outcasts transformados em heróis intergalácticos, e longe de serem perfeitos, não se medem aos palmos e fazem rir do princípio ao fim, com vários momentos de acção. E, claro que temos de mencionar a banda sonora, parte crucial no filme.

3 – Capitão América: Guerra Civil

Neste filme, surge uma grave discordância no grupo de heróis. Após o incidente de Sokovia, que causou muita destruição e várias vidas perdidas, o governo decide controlar os Vingadores. Uma legislação que não é bem aceite por todos. Por um lado temos a equipa do Capitão América e por outro do Homem de Ferro, um conflito que divide opiniões. Novas personagens aparecem para ajudar: Black Panther e Homem-Aranha. Muita ação, tensão e no final, nada será o mesmo.

4 – Capitão América: Soldado de Inverno

Capitão América ainda tenta ajustar-se ao mundo moderno. Mas quando um colega da S.H.I.E.L.D. está sob ataque, Steve vê-se envolvido numa teia de intrigas que ameaçam colocar o mundo em risco. Unindo forças com a Viúva Negra, o Capitão América luta para desmascarar a conspiração cada vez maior ao mesmo tempo que combate assassinos profissionais enviados para o silenciar a cada passo. E, depressa se deparam contra um inimigo inesperado – o Soldado do Inverno. Que, mais tarde descobre, que é o amigo Bucky. Este filme assume-se como um thriller político de espionagem, que resulta mesmo fora do género dos super-heróis.

5 – Black Panther

Depois dos eventos do filme “Civil War” e da morte do pai, T’Challa volta a casa para subir ao trono e assumir o seu lugar como rei de Wakanda. Mas, quando um antigo e poderoso inimigo reaparece, a força de T’Challa é testada, quando é atraído para um conflito que coloca o destino de Wakanda e do mundo em risco. Este filme tornou-se num marco cultural ao celebrar uma cultura africana diferente que equilibra a tradição e a mitologia com a modernidade e o progresso. O design de produção, a banda sonora, e o elenco traduziram na perfeição este ambiente só visto em banda desenhada.

6 – Homem de Ferro 1

O filme que começou este universo conseguiu criar expectativas elevadas. Tony Stark é um bilionário da indústria e génio da invenção que é raptado e forçado a construir uma arma de destruição devastadora. Em vez disso, Tony constrói um fato armadura high-tech e escapa ao cativeiro. Ao desvendar um plano com implicações mundiais, ele assume a sua armadura e jura proteger o mundo como o Homem de Ferro. A sua realização consistente e personagens fortes trouxeram um novo alento aos filmes de super-heróis. E, não nos podemos esquecer do carisma de Robert Downey Jr. como Tony Stark.

7 – Thor: Ragnarok

Thor encontra-se preso do outro lado do universo, sem o seu martelo, numa corrida contra o tempo para voltar a Asgard e impedir Ragnarok – a destruição do seu mundo e o fim da civilização Asgardiana – que se encontra nas mãos de uma poderosa ameaça – Hela. Mas primeiro, Thor precisa de sobreviver a uma luta mortal de gladiadores, que o coloca contra um seu ex-aliado e companheiro Vingador – Hulk. Coerente e com potencial que até ao momento não tinha sido explorado nos filmes do Thor, este filme é o mais divertido do herói Thor.

8 – Dr. Strange

Stephen Strange é um neurocirurgião brilhante, mas arrogante. Mas, um acidente de carro danifica-lhe os nervos das mãos e em desespero, decide partir para o Tibete, onde espera encontrar um mago conhecido como “Ancião”. Mas não é bem uma cura que Strange encontra, mas uma ordem de artes místicas que o ensina a tirar proveito de todo o tipo de energia. Uma mistura de artes marciais e magia que com o tempo vão transformá-lo no mestre da magia negra. Com um elenco de qualidade, este filme trouxe algo novo ao universo MCU: uma vertente mística, mágica e espiritual. O que resultou num filme com um visual completamente singular.

9 – Homem-Aranha: Regresso a Casa

Entusiasmado com a sua recente experiência com os Vingadores, Peter regressa a casa, onde vive com a tia, sob o olhar vigilante no seu novo mentor, Tony Stark. Peter procura reintegra-se na sua rotina diária, sempre focado no desejo de provar que não é apenas o super-herói simpático que vive nas redondezas, e, assim sendo, quando Vulture surge como o novo vilão, tudo o que é mais importante para Peter fica ameaçado… O que tem de bom este filme é ser diferente na abordagem da história do herói, que já foi vista noutras vezes. Tom Holland foi o escolhido para interpretar o protagonista. Vivaz e cheio de energia, é mesmo um Peter Parker aka Homem-Aranha de alma e coração. Um filme divertido e com um bom vilão.

10 – Thor

No centro da história está O Poderoso Thor, um forte, porém arrogante guerreiro, cujas atitudes reacendem uma antiga guerra. Como resultado, Thor é banido para a Terra, onde é obrigado a viver entre os humanos. Quando Loki, o seu meio-irmão, envia as forças das trevas para invadir a Terra, Thor aprende aquilo que é necessário para ser um verdadeiro herói. Uma sólida história de origem, que nos apresentou Thor, um dos membros fundadores dos vingadores, e a sua origem cósmica e o melhor vilão MCU, Loki.