Top 15 Episódios “The Originals”

Top 15 Episódios “The Originals”

The Originals” é uma série spin-off do mundo de “The Vampire Diaries”. A família Mikaelson depressa conquistou os fãs da série original, logo justificou-se desenvolver a sua própria história. Aliás, a série original perdeu qualidade depois da saída dos carismáticos Mikaelson, e a série dos mesmo surpreendeu pela qualidade. Uma série com bons diálogos e boas cenas de ação, na qual também não faltou traições, guerra, mas também amor e amizade. E, nos fez apaixonar pela cidade Nova Orleães, pintada com as cores da sua rica cultura (o Jazz, a gastronomia, o Mardi Gras…), e conhecida também pelas lendas que por lá se sussuram. A série chegou ao fim, talvez não no seu melhor, mas podemos sempre recordar alguns dos melhores episódios. Esta é a nossa amostra (BeautifulDreams e MoreThanEntertainment) de alguns dos melhores episódios.

 

15) 3X04 “A Walk on the Wild Side”

De forma a descobrir o que o seu colega, Tristan, está realmente a fazer em New Orleans, Elijah considera marcar presença numa gala. Organizada por um grupo de vampiros anciões, conhecidos como Strix, Hayley decide ir com Elijah ao evento.

14) 2X1 “Rebirth”

Hayley esforça-se para compreender os seus novos poderes. Marcel junta-se a Klaus para a vingança sobre os lobos. Esther está ocupada a planear os seus objetivos. Todos querem controlar a cidade.

13) 1X6 “Fruit of the Poisoned Tree”

Quando Klaus descobre que a vida de Hayley está a ser ameaçada, ele assume medidas extremas para protege-la e ao seu bebé. Cami pede ajuda ao Padre Kieran, quando ela própria está a ter dificuldades em lidar com os trágicos eventos do seu passado. Marcel visita um antigo amigo por um conselho, enquanto Davina tenta controlar a sua magia.

12) 2X19 “When the Levee Breaks”

Preparando um palco para um confronto sangrento, Dahlia dá a Klaus e Hayley um prazo para entregar a bebé Hope. Elijah tenta convencer Klaus para trabalharem juntos na luta contra Dahlia. Mas, Klaus já tem um plano e decide agir sozinho, preocupando todos. Entretanto, Hayley apercebe-se que as hipóteses de enganar Dahlia são escassas e decide pedir ajuda a Aiden. Freya oferece a Rebekah e Elijah um ultimato, e Marcel cria estratégias para melhor lidar com os possíveis erros de Klaus.

11) 2X9 “The Map of Moments”

Rebekah convence Klaus e Elijah a fazer parte de uma tradição de família da infância dos irmãos.

10) 1X11 “Après Moi, Le Déluge”

Quando Davina fica drasticamente doente, as repercussões rapidamente começam a afetar o French Quarter. Marcel, Klaus, Elijah e Rebekah apressam-se a procurar uma solução. Sophie aproxima-se com algumas revelações sobre o Harvest Festival e apresenta um plano drástico para salvar Davina. Por último, uma sequência de acontecimentos violentos abalam o French Quarter.

9) 3X18 “The Evil Comes Here and Sighs”

Enquanto a cidade celebra o Jazz Fest, uma equipa de inimigos dos Mikaelson junta-se para tornar Klaus prisioneiro. Decidido a recuperar o irmão, Elijah e Freya confrontam uma poderosa força nunca antes vista. Enquanto Cami e Hayley aceitam o próprio risco de resgatar Klaus. Entretanto o comportamento errático de Kol, alerta Davina que decide pedir a ajuda de Marcel e Vincent

8) 4X1 “Gather Up the Killers”

No quinto aniversário da derrota dos Mikaelson, Marcel é o rei da cidade e dá as boas-vindas a novos vampiros. Descobre que desobedecem às suas regras, levando-o a procurar ajuda a uma fonte improvável.

7) 5X12 “The Tale of Two Wolves”

Com Hope a enfrentar uma situação de vida ou morte, Klaus viaja a Mystic Falls à procura da ajuda de Caroline. Com a tarefa de manter a sobrinha, despreocupada com a sua situação, Elijah apercebe-se de algo infeliz. Entretanto na Escola Salvatore para Jovens Especiais, um encontro com Alaric Saltzman pode abalar o plano de Klaus.

6) 2X21 “Fire with Fire”

Após descobrir que está a ser traído pelos próprios irmãos, Klaus junta-se contra um improvável aliado, e lança uma onda de vingança. Com a notícia da fuga de Klaus, Elijah, Rebekah e Freya avançam com o plano sobre Dahlia, para destrui-la de uma vez por todas. Entretanto, Hayley e Jackson tentam escapar pelo bayou. Marcel sente-se ameaçado. Davina é presenteada com uma oferta que pode trazer Kol de volta.

5) 4X13 “The Feast of All Sinners”

Os Mikaelson encontram-se sem opções enquanto enfrentam uma força poderosa e maligna, conhecida como o Hollow. Com a vida de Hope em perigo, Vincent propõe um plano desesperado.

4) 5X8 “The Kindness of Strangers”

Quando surgem questões urgentes em New Orleans, os irmãos Mikaelson são forçados a manter de fora as suas diferenças e trabalhar em conjunto para escapar à “Chambre de Chasse”

3) 3X14 “A Streetcar Named Desire”

A inesperada chegada de Stefan Salvatore pode ser a chave para ajudar Freya a resgatar Klaus e Elijah de uma armadilha mágica.

2) 3X22 “The Bloody Crown”

Após meses a evitar ameaças perigosas e confrontos sangrentos, os irmãos Mikaelson finalmente encontram-se com a única pessoa que lhes poderia levar à morte final. Com as apostas altas, Klaus é exposto ao seu julgamento. Anos e anos de atrocidades que cometeu. Entretanto Marcel, que está fora de controlo nos últimos dias, aceita o acto de traição para aqueles próximos dele. Finalmente Elijah, Freya e Kol freneticamente procuram por uma solução que os possa salvar a todos.

1) 1X22 “From Cradle to Grave”

Enquanto a data do nascimento aproxima-se, Klaus e Elijah embarcam na procura de Hayley. Enquanto isso, a loba procura de todas as maneiras manter o bebé a salvo das bruxas. Francesca decide reunir-se com Oliver e Jackson para determinarem o futuro dos lobisomens em New Orleans. Davina e Cami juntam forças para destruir Klaus. Finalmente, na decisão de proteger aqueles que ama, Klaus opta por uma decisão de partir o coração.

“Always and Forever”

 

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American Crime Story: The People v. O.J. Simpson

American Crime Story: The People v. O.J. Simpson

Se há séries que nos marcam esta é uma delas. Os produtores, incluindo Ryan Murphy (Glee) basearam-se no livro de  Jeffrey Toobin, The Run of His Life: The People v. O. J. Simpson e retrataram aquele que foi o caso jurídico da década. Durante 10 episódios assistimos ao julgamento verídico de O.J. Simpson um famoso jogador de futebol americano que foi acusado de assassinar a ex-esposa e Ronald Goldman. A série conseguiu a atenção positiva da crítica e ainda recebeu 9 prémios Emmy, incluindo de Melhor Série Limitada. Recebeu ainda os Globos de Ouro para Melhor Mini-Série e Melhor Atriz para Sarah Paulson.

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Na verdade todo o elenco estava perfeito nos seus papeis. Talvez por ser um caso ainda recente (1994) e ainda estar presente na memória dos atores. Um elenco com atores bem reconhecidos do público como Cuba Gooding Jr., John Travolta, Sarah Paulson, Sterling K. Brown, David Schwimmer, Courtney B. Vance, entre outros, conseguiram superar todas as expectativas. A histeria de Cuba Gooding Jr. como O.J Simpson, tornava-o impressível e assustador. Já os discursos de Courtnet B. Vance foram inspiradores e contorversos. Sarah Paulson, como Marcia Clark, uma mulher num mundo de homens que não se deixava conformar com a situação de abuso. Também uma grande vítima deste processo. Sterling K. Brown esteve fantástico tanto conseguia estar calmo, como ficar nervoso de um momento para o outro e John Travolta que apresentava aquela personagem mais cómica do grupo.

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O julgamento que se arrastou durante um ano do qual absolveu o julgado. Durante todas as idas ao tribunal, tudo tornou-se muito mediático e os meios de comunicação não largavam o caso. Este processo tornou-se tão viral que os norte-americanos pararam em frente à televisão para assistirem ao veredicto final de O.J. Simpson.

Muito se falou e muito se especulou sobre este caso. No julgamento sobre um assassinato, temas como racismo, violência doméstica, polícias corruptos, mentiras e bodes expiatórios foi o que mais se comentou. Além disso o upgrade de fama e sucesso ilibou o julgado dos olhares críticos da opinião pública. “American Crime Story: The People v. O.J. Simpson” é uma série muito intensa, real e carismática. Reflecte um lado verdadeiro dos eventos sobre este caso. Aconselho a assistirem a esta série.

The Originals

The Originals

O spin-off da série “Diários do Vampiro” conseguiu superar o seu mestre. Tal como já acontecera com “Buffy a Caçadora de Vampiros” e “Angel“. Enquanto que o primeiro ainda se focava em assuntos e protagonistas mais adolescentes, no segundo é apresentado uma narrativa mais madura e com mais sobriedade. Durante cinco temporadas acompanhamos o destino da família de Originais após a saída da série.  Num episódio de apresentação do spin-off é evidenciado que Klaus (Joseph Morgan) e Elijah (Daniel Gillies) mudam-se para New Orleans para reconquistarem o espaço que outrora fora deles, agora governado pelo vampiro Marcel, noutros tempos protegido da família Mikaelson. Contudo esta não é uma narrativa sobre recuperar impérios perdidos, mas sobre uma nova esperança para esta família. A lobisomem Hayley Marshall (Phoebe Tonkin) descobre que está grávida do híbrido Klaus, algo que se considerava impossível acontecer. O bebé milagre será a salvação e a destruição da família mais antiga e poderosa.

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O tópico sobrenatural é um foco constante. Vampiros, bruxas, lobisomens, um trio de seres diferentes mas que pretendem habitar no mesmo espaço. Tal cria conflitos de interesse e cada raça é posta à prova várias vezes. Inicialmente não são os interesses das personagens que são valorizados, mas sim este background  de conflitos com as espécies.

The Originals” conseguiu superar a sua série criadora, pois não valorizou temas supérfluos, foco-se na família e na amizade. Além disso a abordagem geral foi bastante positiva e conseguia cativar os espectadores a cada episódio. As personagens também são interessantes e apresentam pontos de vista positivos para o desenvolvimento da narrativa.

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Admito que não fiquei logo apaixonada pela série desde o primeiro episódio, mas logo os ritmos do jazz de New Orleans captaram a minha atenção. Depois de uma boa primeira temporada entre os conflitos das raças sobrenaturais, somos abordados com uma segunda temporada melhor. Segredos passados da família são desvendados e novos elementos adicionados aos Mikaelson. Na terceira temporada uma profecia deixa os protagonistas no limiar da loucura e não sabemos em quem confiar. A partir daí o número de episódios diminuiu e a qualidade também. Quanto ao final, na minha consideração merecia um melhor. Os produtores estavam apenas preocupados em fazer uma introdução ao próximo spin-off, “Legacies” do que terminar esta fantástica narrativa, que mais que tudo era história sobre família. “The Originals” foi considerada das melhores séries de sobrenatural da actualidade, e apesar de este foco estar bastante saturado, ainda é possível acrescentar algo de novo.

Unbreakable Kimmy Schmidt

Unbreakable Kimmy Schmidt

A personagem mais positiva das séries de televisão é Kimmy Schmidt (Ellie Kemper) produzida pela Netflix e criada por Tina Fey e Robert Carlock. A série “Unbreakable Kimmy Schmidt” foi lançada em 2015 e foca-se numa jovem rapariga que foi sequestrada por um pastor em criança, e juntamente com outras mulheres esteve durante 15 anos presa num bunker até ser resgatada. Kimmy de espírito alegre acredita num mundo perfeito onde não existe maldade, mas vai descobrir facilmente que não é bem assim. Sozinha na grande cidade, com o mundo mudado após uma década, pretende recuperar o tempo perdido de infância e juventude. Será que ainda vai a tempo?

Com feições típicas e com um sorriso de orelha a orelha, a atriz Ellie Kemper consegue ser extremamente expressiva. A sua personagem Kimmy não está sozinha, conseguiu amizade com Titus Andromedon (Titus Burgess), um artista de corpo e alma, homossexual que vive às custas dos outros; Lillian uma extravagante mulher (Carol Kane) e Jacqueline (Jenna Maroney) que não tem nada na cabeça, além do seu ego. Tina Fey esmerou-se a criar estas personagens que nos fazem rir de minuto a minuto. “Unbreakable Kimmy Schmidt” é uma série bem-disposta, descontraída e muito animada com um argumento muito bem escrito com o qual o público simpatiza. Por vezes exagera nas piadas, mas as peripécias destas personagens é agradável de assistir e só queremos mais.

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Sem dúvida das melhores séries de comédia dos últimos tempos. O grupo de personagens com estas personalidades peculiares é do mais sincero e genuíno da televisão. Focando-se em temas sérios, mas que de uma forma original e divertida deixam de ser temas tabus. Esta série não se deixa levar por clichés e por ser curta, não aborrece o espectador com histórias fúteis. Cada episódio é uma aventura e sabe mesmo bem. Esta série apenas conseguiu quatro boas temporadas, mas ainda vai receber um filme para o início do próximo ano.

 

Socorro

Socorro

Rescue Me” no seu título original é uma série de 2004 que conseguiu sete temporadas. Talvez das primeiras  séries televisivas que se focaram na tragédia do dia 11 de setembro de 2001 que abalou não só os Estados Unidos da América no seu centro, como o resto do mundo. A série aborda a vida de Tommy Gavin, um bombeiro que esteve presente nas torres gémeas após a ataque onde a sua vida mudou para sempre. Além da perda de vários companheiros nesse fatídico dia, também o seu primo foi uma das vítimas, um dos seus melhores amigos. Conflitos constantes com a sua esposa, Janet, ditou o fim do casamento. A sua distracção pela educação dos seus três filhos foi dos principais motivos. Além de lidar com o stress-pós traumático tem que ser o ombro amigo de Sheila, a viúva do seu primo, por quem ela tem um fraquinho. A juntar à equação tem na família o vício do álcool e a dificuldade de comunicação. Enquanto concilia a sua vida privada com o quartel de bombeiros em Nova Iorque, ao lado dos seus companheiros, cada um com os seus problemas de adaptação.

Uma série com testosterona a mais que divaga sobre as complicações da vida matrimonial, o emprego, a luta em ser um bombeiro em Nova Iorque e as conquistas e fracassos do dia-a-dia. O protagonista Denis Leary evoca frequentemente as suas origens irlandesas na série, já que também produziu vários episódios, o que também contrasta com a diversidade cultural que existe. Daniel Sunjata interpreta Franco um porto-riquenho, Larenz Tate é o Black Shawn único de cor negra no quartel.

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Apesar de até ser uma série interessante com um diálogo imediato e espontâneo (quase que nem existe falas em papel) durante sete temporadas a narrativa torna-se desgastante e quase aborrecida. Focando-se sempre nos mesmos temas como o vício do álcool (começa e termina), relações conturbadas (começa e termina), doenças (começa e termina noutras personagens). Um vai-e-vem de sequências repetitivas que já não mede o interesse do público. Acredito que os atores apenas continuavam a filmar como forma de divertimento, pois já eram considerados uma família. As últimas duas temporadas já só conseguiram 10 episódios cada uma.

Inicialmente o argumento livre e descontraído considerei-o dos factores mais positivos e interessantes da série. Uma comunidade de bombeiros que diz tudo da boca para fora, quase sem pensar. Quanto a evolução das personagens é quase nula, pois cada uma ainda se mantém igual da primeira à última temporada. O que também achei interessante em “Rescue Me” era a componente sobrenatural. Tommy tinha a capacidade de ver os fantasmas das pessoas já falecidas, mas não conseguiram desenvolver essa envolvente. Mantendo apenas as alucinações entre as pessoas próximas que perdeu durante a série e que lhe deambulavam situações que ele devia ter melhorado. O factor de morte estava muito presente na série, pois a cada temporada perdia-se uma pessoa de interesse para a série e até personagens que ainda faltava demonstrar o seu verdadeiro valor.

O último episódio de “Socorro” foi dos melhores episódios finais de séries que já assisti. Além da tristeza, ainda nos conseguimos rir bastante e houve um pequeno twist, com um final em aberto para novas oportunidades. Acabou da melhor maneira para estas personagens.

Gama dedicada a FRIENDS na Primark

Gama dedicada a FRIENDS na Primark

A Primark está sempre a inovar a sua gama de produtos. Depois de uma coleção relacionada com a Disney (podem ver aqui) e outra com o tema de Harry Potter (podem ver aqui). Brevemente vamos conseguir decorar a nossa casa com a temática de FRIENDS a série de sucesso do anos 90. A cadeia de lojas irlandesa sabe bem o que o público mais gosta. São vários os acessórios que completam esta gama dedicada inteiramente à série de sucesso protagonizada por Jennifer Aniston, Courtney Cox, Lisa Kudrow, Matthew Perry, Matt LeBlanc e David Schwimmer.

Desde velas, almofadas, chávenas, fronha e tudo e mais alguma coisa para tornar a decoração da sua casa mais animada, tal como este grupo de seis amigos.  Estes são alguns produtos que brevemente podem encontrar nas lojas da Primark. Quem for um Friends addicted como eu, vai adorar esta colecção.

 

Por 13 Razões

Por 13 Razões

Temporada 2

Esta série podia ter ficado pela primeira temporada. Mas devido ao forte impacto que causou na audiência, decidiram manter-se numa segunda temporada, focando-se nos mesmas temas da anterior: bullying, violações, suicídio, drogas, dificuldades de interacção sociais, entre outros fortes temas. A série que chega como um alerta as sinais de pedidos de ajuda da comunidade mais jovem.

Nesta segunda parte da série “Por 13 Razões” acompanhamos o julgamento dos intervenientes na morte da Hannah. Cada uma das personagens que foi uma razão da sua escolha, irá revelar a verdade (ou não) sobre a sua situação com a protagonista. Cada um tem a sua própria história, e essa história pode ser contada de maneiras diferentes. Enquanto que na temporada passada conhecemos o lado da história da Hannah, nesta vamos conhecer o outro lado dos intervenientes.

Passados 6 meses desde os eventos da temporada anterior e da descoberta das cassetes de Hannah por Clay, é apresentada uma evolução das personagens. Alex ainda em recuperação, após a tentativa de suicídio. Jessica ainda sofre com a descoberta da sua violação provocada por Bryce, e só agora vai voltar para a escola. Clay começou um namoro com Skye, que revela ter problemas psiquiátricos e Justin ainda se encontra desaparecido. Cada uma das personagens, encontram-se danificados, mas tentam recuperar dos seus próprios traumas e medos.

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Voltamos ao retro. Depois de cassetes audio, o foco nesta temporada são as fotografias polaroid. Uma prova que a Hannah não foi a única vítima. A verdade vai descobrir-se a cada episódio que se aproxima do fim. O último foi provavelmente o mais marcante e apresenta mesmo a intenção de chocar. Tal com a cena do suicídio de Hannah que foi apresentado explicitamente na série, também este momento foi muito pensado e necessário para entendermos o sofrimento destes jovens. Uma causa é o fruto de uma consequência, e tal foi bem evidenciado.

Os temas debatidos nesta série são fortes e chegou a altura de dizer “chega” e ajudar quem mais necessita. No início de cada episódio os atores abordam os fãs com indicações de linha de ajuda caso necessitem. Um facto é que o recurso a estas linhas aumentou desde a estreia da série. Muito ainda ficou em aberto e espera-se uma terceira temporada para o próximo ano, já confirmada.

Por 13 Razões” é muito intenso e íntimo. Existem cenas que quase nos deixam sem ar de tão fortes e pesadas que são. Apesar de ser ficção esta série, acredito que os atores necessitem de grande apoio emocional para muitas das cenas que retratam.

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Concluindo esta temporada foi longa, cada um demorava 1hora que arrastava o desenvolvimento do enredo, mas que no final tudo foi explicado. “Por 13 Razões” é uma série pesada, mas merece ser vista, pois apresenta o sofrimento em temas ruins da sociedade. Volta a ser pertinente e necessária, já que falta mais conteúdo assim.

O que se pode esperar da 9ª temporada de The Walking Dead?

O que se pode esperar da 9ª temporada de The Walking Dead?

No final do mês passado fomos confrontados com uma dolorosa notícia relativamente ao elenco de “The Walking Dead“. O ator Andrew Lincoln, que interpreta o protagonista Rick Grimmes, pode estar de saída da série de sucesso. Nãaaaaaaaaaaaao. Segundo informações, Lincoln já comunicou a sua decisão aos produtores. A AMC ainda não se pronunciou sobre o assunto. Contudo não é só a personagem Rick que vai desistir, a atriz Lauren Cohan, a Maggie também está de saída. “Há muito mais da história da Maggie a ser contada“, revela a atriz. Completando que algo de bom irá acontecer. A causa da decisão da atriz foi a mudança de ares, que irá estrear numa nova série.

Ok. Agora isto está a ser demasiadamente paintfull de continuar. Para alguém como eu que acompanha a série do início, é difícil ficar sem estas personagens principais que começaram a história. A saída de Rick já estava na corda bamba, depois da trágica morte do filho Carl (Chandler Riggs) que foi uma péssima decisão btw. O Carl devia ser das únicas personagens a dar continuidade à história, num mundo apocalíptico. O ator Norman Reedus vai assim tornar-se a personagem principal e deverá receber 20 milhões de salário para ser o protagonista.

A nona temporada da série de zombies começará com um salto temporal. Segundo a produtora Angela Kang “Estamos a brincar com a linha temporal da série, e assim podemos avançar na história“. A história seguirá  a banda desenhada, e salta dois anos após a briga entre Rick e Negan. Kang continuou que o destaque desta temporada será as personagens femininas, já que a saída de Maggie vai influenciar a história.

Ainda mais novidades foram comunicadas. O ator Jon Bernthal vai voltar a ser Shane, personagem que morreu na segunda temporada. Tudo não passará de memórias de Rick, mas mesmo assim é um passo importante. O ator Bernthal já publicou nas redes sociais uma foto das gravações.

A nona temporada da série “The Walking Dead” estreia em outrubro deste ano.

Era uma vez

Era uma vez

Um final feliz…

Adam Horowitz e Edward Kitsis criaram em conjunto esta série. E se as personagens que conhecemos dos contos de fada eram reais no nosso mundo? Em 2011 a emissora da Disney, ABC, aceitou o projeto. As várias personagens dos filmes que conhecemos de animação, finalmente estariam todas juntas numa só história por contar. Durante sete temporadas acompanhamos os protagonistas na sua jornada contra o mal. Mas como conseguiram aglomerar tanta personagem numa só série? Sem esquecer que somos invadidos por vários locais fictícios como: A Terra do Nunca, O País das Maravilhas, Arendelle e Oz. No centro da narrativa temos Emma Swan, uma mulher solitária que vive aborrecida com o seu dia-a-dia. No dia do seu aniversário recebe uma inesperada surpresa. Um rapaz chamado Henry, assume ser seu filho e entrega-lhe o livro “Once Upon a Time“. O menino acredita que Emma é a única que pode libertar as personagens dos contos da fada de uma maldição que lhe fez perder a memória, e viverem como pessoas normais sem magia. É nesta viagem de descobrimento que Emma decide visitar Storybrooke, a cidade onde estão presentes todas essas personagens.

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Durante 7 temporadas e 155 episódios acompanhamos as aventuras dos protagonistas dos contos de fadas como Branca de Neve, O Príncipe Encantado, A Rainha Má, Peter Pan, Bella, Capuchinho Vermelho, Elsa e Ana, Cruella de Vil, Sininho, Rumpelstiltskin, entre outras personagens e cada uma à procura do seu final feliz. Depois de uma primeira temporada muito boa, em que cada episódio apresentava uma história secreta de cada personagem. A continuação da série manteve-se desgastada, com narrativas repetitivas e personagens pouco carismáticas. Para a lista dos melhores episódios da série podes ver aqui.

O elenco original saiu no final da sexta temporada e era por aí que a série devia terminar. Mas não. Assim sendo, na sétima e última houve a necessidade de criar uma nova história com novas personagens, mas ainda com ligações ao enredo principal que conhecíamos. A repetição dos acontecimentos foi cansativo e desmotivante para adorarmos as novas personagens.

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Apesar de já conhecermos o enredo dos vários filmes de animação da Disney. Em Once Upon a Time houve a necessidade desnecessária de redimir as maldades dos vilões e torna-los bons. Ora essa deixa era desapropriada. Apesar dos vários favoritismos e previsibilidade tornou-se numa série de fantasia com um conteúdo novo e interessante. Um crossover com imensas personagens que já conhecemos das histórias e dos filmes da Disney, nomeadamente a Mérida, Mulan, Elsa e Anna de “Frozen“. Concluindo esta série televisiva apresentava um plot interessante, mas com o tempo desgastou-se e apresentou falhas irreparáveis. Nem o episódio final conseguiu recuperar a glória perdida.

Girls

Girls

As raparigas revolucionárias

A argumentista norte-americana, Lena Dunham teve uma ideia. Recriar de forma cómica e ao mesmo tempo séria a vida de um grupo de raparigas com os seus 20 anos na cidade de Nova Iorque. A fórmula simples foi baseada na sua própria vida, onde através de personagens fictícias recria os seus pensamentos e decisões sobre os mais variados assuntos. Transmitido no canal HBO a série conseguiu durante 6 temporadas manter-se no ar. Terminou com o simples motivo que Lena apenas tinha intenção de retratar os episódios do seus vinte anos, quando chegou aos 30 a série já não tinha mais sentido.

Girls” narra a história de Hannah Horvath (Lena Dunham) uma aspirante a escritora que deverá tornar-se independente, depois dos pais lhe cortarem o crédito. Com 24 anos é acomodada, dependente, imatura e muito insegura. Hannah divide o apartamento em Nova Iorque com Marnie (Allison Williams), a mais responsável que vive presa num relacionamento que já não deseja. Depois temos Jessa  (Jemima Kirke) uma alma livre que já viajou por todo o mundo. Por último Shoshanna (Zosia Mamet), prima de Jessa, um pouco ingénua e infantil, vive com a constante preocupação de conseguir um namorado. O plot pode ser mesmo muito idêntico a “Sexo e a Cidade”, mas esse era mesmo o propósito e segundo Lena “esta é uma série baseada em Sex and the City” mas explorada de uma forma real“.

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Girls” não é uma série banal sobre romance e dramas familiares. Esta série tem a desinibição de Lena que sente-se à vontade sobre escrever sobre qualquer assunto. Muitas vezes criticada pelo abuso expressivo, feminismo, temas raciais, abuso sexual e as várias cenas de nudez da atriz Lena Dunham. Contudo foi recebida com muito sucesso e até conseguiu o Golden Globe de melhor série televisiva de comédia.

As personagens são únicas e expressivas, tornando o team “Girls” bastante energético e competente. O argumento é dos assuntos mais deliciosos, espontâneos e desinibidos escritos na televisão recentemente. Esta série não tem um rumo de história linear, são episódios que abordam derivados temas, mas sem exposição sobre o passado. Facilmente ficamos viciados com o carisma das personagens que queremos sempre ver mais. A comédia é o tema mais abordado, e por isso não existe muito espaço para o drama. Contudo existem cenas dramáticas que apela ao sentimento do espectador, mesmo sem nenhuma palavra ter sido dita. Outro factor que destaco desta série é a espectacular banda sonora que acompanha cada episódio. A música deixa-se ficar até os créditos terminarem.