Gama dedicada a FRIENDS na Primark

Gama dedicada a FRIENDS na Primark

A Primark está sempre a inovar a sua gama de produtos. Depois de uma coleção relacionada com a Disney (podem ver aqui) e outra com o tema de Harry Potter (podem ver aqui). Brevemente vamos conseguir decorar a nossa casa com a temática de FRIENDS a série de sucesso do anos 90. A cadeia de lojas irlandesa sabe bem o que o público mais gosta. São vários os acessórios que completam esta gama dedicada inteiramente à série de sucesso protagonizada por Jennifer Aniston, Courtney Cox, Lisa Kudrow, Matthew Perry, Matt LeBlanc e David Schwimmer.

Desde velas, almofadas, chávenas, fronha e tudo e mais alguma coisa para tornar a decoração da sua casa mais animada, tal como este grupo de seis amigos.  Estes são alguns produtos que brevemente podem encontrar nas lojas da Primark. Quem for um Friends addicted como eu, vai adorar esta colecção.

 

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Por 13 Razões

Por 13 Razões

Temporada 2

Esta série podia ter ficado pela primeira temporada. Mas devido ao forte impacto que causou na audiência, decidiram manter-se numa segunda temporada, focando-se nos mesmas temas da anterior: bullying, violações, suicídio, drogas, dificuldades de interacção sociais, entre outros fortes temas. A série que chega como um alerta as sinais de pedidos de ajuda da comunidade mais jovem.

Nesta segunda parte da série “Por 13 Razões” acompanhamos o julgamento dos intervenientes na morte da Hannah. Cada uma das personagens que foi uma razão da sua escolha, irá revelar a verdade (ou não) sobre a sua situação com a protagonista. Cada um tem a sua própria história, e essa história pode ser contada de maneiras diferentes. Enquanto que na temporada passada conhecemos o lado da história da Hannah, nesta vamos conhecer o outro lado dos intervenientes.

Passados 6 meses desde os eventos da temporada anterior e da descoberta das cassetes de Hannah por Clay, é apresentada uma evolução das personagens. Alex ainda em recuperação, após a tentativa de suicídio. Jessica ainda sofre com a descoberta da sua violação provocada por Bryce, e só agora vai voltar para a escola. Clay começou um namoro com Skye, que revela ter problemas psiquiátricos e Justin ainda se encontra desaparecido. Cada uma das personagens, encontram-se danificados, mas tentam recuperar dos seus próprios traumas e medos.

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Voltamos ao retro. Depois de cassetes audio, o foco nesta temporada são as fotografias polaroid. Uma prova que a Hannah não foi a única vítima. A verdade vai descobrir-se a cada episódio que se aproxima do fim. O último foi provavelmente o mais marcante e apresenta mesmo a intenção de chocar. Tal com a cena do suicídio de Hannah que foi apresentado explicitamente na série, também este momento foi muito pensado e necessário para entendermos o sofrimento destes jovens. Uma causa é o fruto de uma consequência, e tal foi bem evidenciado.

Os temas debatidos nesta série são fortes e chegou a altura de dizer “chega” e ajudar quem mais necessita. No início de cada episódio os atores abordam os fãs com indicações de linha de ajuda caso necessitem. Um facto é que o recurso a estas linhas aumentou desde a estreia da série. Muito ainda ficou em aberto e espera-se uma terceira temporada para o próximo ano, já confirmada.

Por 13 Razões” é muito intenso e íntimo. Existem cenas que quase nos deixam sem ar de tão fortes e pesadas que são. Apesar de ser ficção esta série, acredito que os atores necessitem de grande apoio emocional para muitas das cenas que retratam.

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Concluindo esta temporada foi longa, cada um demorava 1hora que arrastava o desenvolvimento do enredo, mas que no final tudo foi explicado. “Por 13 Razões” é uma série pesada, mas merece ser vista, pois apresenta o sofrimento em temas ruins da sociedade. Volta a ser pertinente e necessária, já que falta mais conteúdo assim.

O que se pode esperar da 9ª temporada de The Walking Dead?

O que se pode esperar da 9ª temporada de The Walking Dead?

No final do mês passado fomos confrontados com uma dolorosa notícia relativamente ao elenco de “The Walking Dead“. O ator Andrew Lincoln, que interpreta o protagonista Rick Grimmes, pode estar de saída da série de sucesso. Nãaaaaaaaaaaaao. Segundo informações, Lincoln já comunicou a sua decisão aos produtores. A AMC ainda não se pronunciou sobre o assunto. Contudo não é só a personagem Rick que vai desistir, a atriz Lauren Cohan, a Maggie também está de saída. “Há muito mais da história da Maggie a ser contada“, revela a atriz. Completando que algo de bom irá acontecer. A causa da decisão da atriz foi a mudança de ares, que irá estrear numa nova série.

Ok. Agora isto está a ser demasiadamente paintfull de continuar. Para alguém como eu que acompanha a série do início, é difícil ficar sem estas personagens principais que começaram a história. A saída de Rick já estava na corda bamba, depois da trágica morte do filho Carl (Chandler Riggs) que foi uma péssima decisão btw. O Carl devia ser das únicas personagens a dar continuidade à história, num mundo apocalíptico. O ator Norman Reedus vai assim tornar-se a personagem principal e deverá receber 20 milhões de salário para ser o protagonista.

A nona temporada da série de zombies começará com um salto temporal. Segundo a produtora Angela Kang “Estamos a brincar com a linha temporal da série, e assim podemos avançar na história“. A história seguirá  a banda desenhada, e salta dois anos após a briga entre Rick e Negan. Kang continuou que o destaque desta temporada será as personagens femininas, já que a saída de Maggie vai influenciar a história.

Ainda mais novidades foram comunicadas. O ator Jon Bernthal vai voltar a ser Shane, personagem que morreu na segunda temporada. Tudo não passará de memórias de Rick, mas mesmo assim é um passo importante. O ator Bernthal já publicou nas redes sociais uma foto das gravações.

A nona temporada da série “The Walking Dead” estreia em outrubro deste ano.

Era uma vez

Era uma vez

Um final feliz…

Adam Horowitz e Edward Kitsis criaram em conjunto esta série. E se as personagens que conhecemos dos contos de fada eram reais no nosso mundo? Em 2011 a emissora da Disney, ABC, aceitou o projeto. As várias personagens dos filmes que conhecemos de animação, finalmente estariam todas juntas numa só história por contar. Durante sete temporadas acompanhamos os protagonistas na sua jornada contra o mal. Mas como conseguiram aglomerar tanta personagem numa só série? Sem esquecer que somos invadidos por vários locais fictícios como: A Terra do Nunca, O País das Maravilhas, Arendelle e Oz. No centro da narrativa temos Emma Swan, uma mulher solitária que vive aborrecida com o seu dia-a-dia. No dia do seu aniversário recebe uma inesperada surpresa. Um rapaz chamado Henry, assume ser seu filho e entrega-lhe o livro “Once Upon a Time“. O menino acredita que Emma é a única que pode libertar as personagens dos contos da fada de uma maldição que lhe fez perder a memória, e viverem como pessoas normais sem magia. É nesta viagem de descobrimento que Emma decide visitar Storybrooke, a cidade onde estão presentes todas essas personagens.

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Durante 7 temporadas e 155 episódios acompanhamos as aventuras dos protagonistas dos contos de fadas como Branca de Neve, O Príncipe Encantado, A Rainha Má, Peter Pan, Bella, Capuchinho Vermelho, Elsa e Ana, Cruella de Vil, Sininho, Rumpelstiltskin, entre outras personagens e cada uma à procura do seu final feliz. Depois de uma primeira temporada muito boa, em que cada episódio apresentava uma história secreta de cada personagem. A continuação da série manteve-se desgastada, com narrativas repetitivas e personagens pouco carismáticas. Para a lista dos melhores episódios da série podes ver aqui.

O elenco original saiu no final da sexta temporada e era por aí que a série devia terminar. Mas não. Assim sendo, na sétima e última houve a necessidade de criar uma nova história com novas personagens, mas ainda com ligações ao enredo principal que conhecíamos. A repetição dos acontecimentos foi cansativo e desmotivante para adorarmos as novas personagens.

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Apesar de já conhecermos o enredo dos vários filmes de animação da Disney. Em Once Upon a Time houve a necessidade desnecessária de redimir as maldades dos vilões e torna-los bons. Ora essa deixa era desapropriada. Apesar dos vários favoritismos e previsibilidade tornou-se numa série de fantasia com um conteúdo novo e interessante. Um crossover com imensas personagens que já conhecemos das histórias e dos filmes da Disney, nomeadamente a Mérida, Mulan, Elsa e Anna de “Frozen“. Concluindo esta série televisiva apresentava um plot interessante, mas com o tempo desgastou-se e apresentou falhas irreparáveis. Nem o episódio final conseguiu recuperar a glória perdida.

Girls

Girls

As raparigas revolucionárias

A argumentista norte-americana, Lena Dunham teve uma ideia. Recriar de forma cómica e ao mesmo tempo séria a vida de um grupo de raparigas com os seus 20 anos na cidade de Nova Iorque. A fórmula simples foi baseada na sua própria vida, onde através de personagens fictícias recria os seus pensamentos e decisões sobre os mais variados assuntos. Transmitido no canal HBO a série conseguiu durante 6 temporadas manter-se no ar. Terminou com o simples motivo que Lena apenas tinha intenção de retratar os episódios do seus vinte anos, quando chegou aos 30 a série já não tinha mais sentido.

Girls” narra a história de Hannah Horvath (Lena Dunham) uma aspirante a escritora que deverá tornar-se independente, depois dos pais lhe cortarem o crédito. Com 24 anos é acomodada, dependente, imatura e muito insegura. Hannah divide o apartamento em Nova Iorque com Marnie (Allison Williams), a mais responsável que vive presa num relacionamento que já não deseja. Depois temos Jessa  (Jemima Kirke) uma alma livre que já viajou por todo o mundo. Por último Shoshanna (Zosia Mamet), prima de Jessa, um pouco ingénua e infantil, vive com a constante preocupação de conseguir um namorado. O plot pode ser mesmo muito idêntico a “Sexo e a Cidade”, mas esse era mesmo o propósito e segundo Lena “esta é uma série baseada em Sex and the City” mas explorada de uma forma real“.

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Girls” não é uma série banal sobre romance e dramas familiares. Esta série tem a desinibição de Lena que sente-se à vontade sobre escrever sobre qualquer assunto. Muitas vezes criticada pelo abuso expressivo, feminismo, temas raciais, abuso sexual e as várias cenas de nudez da atriz Lena Dunham. Contudo foi recebida com muito sucesso e até conseguiu o Golden Globe de melhor série televisiva de comédia.

As personagens são únicas e expressivas, tornando o team “Girls” bastante energético e competente. O argumento é dos assuntos mais deliciosos, espontâneos e desinibidos escritos na televisão recentemente. Esta série não tem um rumo de história linear, são episódios que abordam derivados temas, mas sem exposição sobre o passado. Facilmente ficamos viciados com o carisma das personagens que queremos sempre ver mais. A comédia é o tema mais abordado, e por isso não existe muito espaço para o drama. Contudo existem cenas dramáticas que apela ao sentimento do espectador, mesmo sem nenhuma palavra ter sido dita. Outro factor que destaco desta série é a espectacular banda sonora que acompanha cada episódio. A música deixa-se ficar até os créditos terminarem.

Big Little Lies

Big Little Lies

Começa com uma morte. Ninguém sabe quem é. Muito menos desconfiamos quem é o assassino. Ouvimos testemunhas. Várias testemunhas, mas nenhuma parece saber do que está a falar. Ninguém conhece a história, não verdadeiramente. Conhecemos as personagens principais. Madeline Mackenzie (Reese Witherspoon), melhor amiga de Celeste Wright (Nicole Kidman), conhece Jane Chapman (Shailene Woodley), recente na cidade de Monterey, enquanto ambas levam os seus filhos para a escola primária.

As aparências de vidas perfeitas começam a dissuadir com o avançar dos episódios. Madeline, pessoa desinibida e um pouco controladora, sofre com a desobediência da sua filha adolescente. Vive às turras com o seu ex-marido, mas tenta ser feliz ao lado do seu atual marido, que faz tudo por ela. Celeste, abdicou do seu trabalho como advogada para se dedicar inteiramente à família, aos seus filhos gémeos e marido. No seu casamento é vítima de um amor obsessivo, e incoerente liderado por muita raiva e agressão. Jane ainda não conhecemos muitas informações sobre a sua vida privada. Mãe solteira, vive quase sem a ajuda da família num lugar estranho. A amizade que tem por Madeline vai ajudá-la a resolver falhas do passado.

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Um trio feminino que se junta todos os dias depois de deixarem as crianças na escola, mas cada uma esconde os seus próprios segredos. Ao longo de sete episódios acompanhamos a história baseada no livro de Liane Moriarty. “Big Little Lies” é uma série que me fez lembrar “Donas de Casa Desesperadas“, portanto o seu enredo não contém nada de novo. Contudo a sua concepção bem realizada e o elenco de luxo tornam a série mais apelativa. Os foco principal dos temas da série são bastante atuais e que mexem bastante com a sociedade dos dias de hoje. Temos a violência doméstica, o abuso sexual, a descriminação, o bullying e como as relações pessoais que mantemos pode influenciar bastante a opinião de terceiros. Basicamente são demonstrados conflitos de como viver em sociedade. A par da excelente realização e das interpretações dos atores, temos a banda sonora que consegue captar os momentos mais emotivos.

Merecedora de prémios nos Emmy Awards de Melhor Série, Direcção, Melhor Atriz e Melhor Ator Secundário e Globos de Ouro. “Big Little Lies” consegue bem misturar o drama ao mistério, com um ligeiro tom de comédia e que torna o espectador empolgado por descobrir o final. A segunda temporada já está em gravações e Meryl Streep já foi confirmada no elenco. Considerada como das melhores séries de 2017.

La Casa de Papel

La Casa de Papel

Para quem já viu a série, provavelmente já sabe a música “Bella Ciao” de cor. Tema interpretado pelos protagonistas, como o hino oficial ao roubo. Personagens como o Professor, Tóquio, Berlin, Rio e Denver já são conhecidos facilmente pelos portugueses. A série com 15 episódios (a Netflix modificou esse registo em Portugal) tornou-se num verdadeiro sucesso. Em qualquer lugar é facilmente possível encontrar alguém que já viu a série. Um grupo de oito assaltantes que já cometeram a sua dose de crimes, juntam-se ao Professor, mastermind de um plano perfeito para assaltar a Casa da Moeda em Espanha.

Uma série fantástica e que tem sido um sucesso internacional. As personagens carismáticas e cada uma com a sua história cativante, criou uma onda de apoio do público pelos assaltantes. A narrativa bem escrita criada por Álex Pina é dos factores mais consagrantes da série. O argumento é fantástico e não modificava nem uma vírgula. Facilmente ficamos viciados neste carrossel de emoções e esperamos que tudo corra bem para estes protagonistas com nomes de cidades.

La Casa de Papel-2

La Casa de Papel” provoca o vício e queremos mesmo ver tudo até ao fim. Cada episódio é uma arrepiante manobra para o desfecho do assalto mais mediático do momento. Temos de continuar a ver até ao fim, porque é fácil terminar um episódio com alguém a apontar uma arma a outro. À primeira vista, esta situação fez-me lembrar do filme “O Infiltrado“, até estava à espera de algo do género, mas o resultado final foi ainda mais surpreendente. Nesta série podemos contar com um pouco de tudo: ação, drama, romance, amizade e muitas situações e decisões difíceis que os protagonistas terão de ultrapassar. Ninguém fica indiferente a esta série e é um dos temas recorrentes em qualquer lugar. “La Casa de Papel” é em língua espanhola e totalmente diferente das séries norte-americanas, mas ainda melhor. Uma série imperdível que já chegou ao meu top de melhores séries de sempre.

American Crime Story: O Assassinato de Gianni Versace

American Crime Story: O Assassinato de Gianni Versace

A série criada por Scott Alexander, Larry Karaszewski e Tom Rob Smith recebeu um novo rumo nesta segunda temporada. Baseada na série principal, American Horror Story, esta também segue a influência de uma história autónoma a cada temporada. Depois de abordado o caso de O.J. Simpson e do seu julgamento em 1994-1995 sobre a morte da sua ex-mulher e do seu amigo. A segunda temporada foi baseada no livro de Maureen Orth, “Vulgar Favors: Andrew Cunanan, Gianni Versace, and the Largest Failed Manhunt in US History”, sobre o assassinato do estilista Gianni Versace. A família da casa italiana apresentou a sua oposição à série. Por esse motivo percebemos que esta é uma obra baseada na imaginação dos produtores e tal é explicado no final de cada episódio. Sabemos o desfecho final, contudo os meios são ainda ocultos. Esta é uma série baseada em eventos verídicos, mas apenas com conteúdos de entretenimento e não históricos.

O primeiro episódio começa com o início do fim. O estilista italiano, mundialmente famoso, Gianni Versace (Édgar Ramirez) acorda na sua mansão em Miami Beach. Toma o pequeno-almoço e sai para comprar as notícias do dia. Durante o caminho ainda é abordado por alguns fãs que insistem num autógrafo. Na mesma sequência conhecemos o lado do assassino, Andrew Cunanan (Darren Crisis). Com um aspecto desnorteado e desesperado, grita sozinho em plenos pulmões na praia. Percorre as ruas de Miami com tristeza no olhar e com cara de decidido. Usa um chapéu vermelho e uma mochila às costas com uma cópia do livro “The Man Who Was Vogue”, o nome do episódio, e uma arma na mão direita. Enquanto Versace abre a porta da sua mansão, Cunanan vê aí a oportunidade e dispara à queima-roupa. Esta é a introdução da história.

Voltamos atrás no tempo e conhecemos os precedentes de Cunanan. Um jovem vivaço que mente com os dentes todos. Usa a imaginação e cria histórias fantásticas sobre a sua vida e conseguindo ainda fazer os outros acreditarem. Mestre da persuasão, aprendeu estas técnicas com o seu pai. No episódio 8 “Creator / Destroyer” é apresentada a sua infância. Educado e mimado pelo progenitor, que via nele o “filho especial”, tornou-se narcisista e individualista. A família sempre foi o seu pilar. Contudo quando esta desabou, o pai fugiu do país para as Filipinas acusado de fraude, a doença metal da mãe começou a agravar e a falta de dinheiro, ajudaram a que Andrew fizesse tudo para chegar ao topo da classe social. Para isso usou a arma que sabia usar melhor, mentir. [LER MAIS]

6 acontecimentos que não gostei em ‘Diários do Vampiro’

6 acontecimentos que não gostei em ‘Diários do Vampiro’

A série “Diários do Vampiro” terminou no ano passado, mas ficaram-me situações entaladas que não concordei. Se fosse eu, fazia de maneira diferente, mas Julie Plec foi quem decidiu. Esta é a lista de 10 acontecimentos que não gostei em “Diários do Vampiro”.

Morte do Tyler

O Tyler não era das minhas personagens favoritas. De longe. Mas fazia parte do elenco inicial e isso já era importante. Depois de muitos episódios fugido e reencontrado na série “Originals” esta personagem teve um fim que podia ter sido evitado. Na última temporada, Damon sob a influência de Sybill mata impiedosamente Tyler.

Caroline e Alaric

Pode mesmo dizer-se que Alaric foi das personagens mais azaradas da série. Ficou sem a sua esposa, que escolheu ser vampira. A sua namorada Jenna morreu como sacrifício e a sua noiva no dia do casamento foi assassinada pelo próprio irmão. Contudo quando Caroline engravidou das suas filhas, pensou ter reencontrado o amor. Este noivo de Caroline durante três anos, mas ela só pensava noutro. A história destes dois é um pouco disfuncional e não avançou para o enredo.

Stefan ser Silas

Vampire Diaries” era uma série que se focava em Doppelgängers. Mas a insistência no assunto era tão cansativo que já aborrecia. Na quinta temporada foi apresentado um novo vilão com origem na antiga Grécia, mas não encheu as medidas. Silas era nada mais nada menos do que o Doppelgänger de Stefan.

Bad girl Elena

Quando Elena tornou-se vampira aceitou dedicar-se a fazer uma dieta apenas com sangue animal. Mas essa ideia de vegetariana de vampiro não resultou como pensado. Elena tinha fome por sangue humano. Na quarta temporada ainda não certa dos seus sentimentos amplificados esta personagem era um espírito livre e isso tornou-a muito idêntica a Katherine.

Saga dos Travelers

A quinta temporada ficou marcada pelos Travelers. Uma ceita de bruxas que de geração em geração tem transmitido o conhecimento dos seus poderosos feitiços. Esta foi a saga mais aborrecida da série “Vampire Diaries“. Um lineamento fraco dos episódios e das personagens que quase desisti de assistir à série neste momento.

Romance de Lily com Enzo

Tanto “Vampire Diaries” como “Originals” foca-se bastante no poder dos progenitores. Na temporada seis apareceu a mãe de Stefan e Damon, que pensavam estar morta. Com o avançar da história apercebemos que Enzo nutre um romance com Lily do passado. Ambos não mantém química nenhuma. Além disso torna-se um pouco estranho já que é o mesmo Enzo que começa a namorar com Bonnie.

Ficheiros Secretos

Ficheiros Secretos

A quarta temporada de Ficheiros Secretos foi exibida no ano de 1996. Temos um agente Mulder (David Duchovny) com um novo penteado, estilo anos 90. Aquele género que Leonardo DiCaprio usou no “Titanic” e jovem Matt Damon também. Além deste momento fashion conhecemos uma nova personagem com o nome peculiar. Marita Covarrubias (Laurie Holden), mais conhecida como a Andrea de The Walking Dead. Esta também foi a temporada em que Mulder e Scully quase se beijaram. Apesar de não acontecer, ficou aquele clima no ar.

A série criada por Chris Carter tenta inovar a cada episódio. Por isso temos momentos bons como o episódio “Demons” em que Mulder acorda sem memória num quarto de hotel coberto de sangue e a sua investigação será sobre o desaparecimento da sua irmã, ainda em criança.  Episódios chave que revelam o passado de personagens como o smoking man. Percebemos que apesar de um assassino a sangue frio sonha ser um poeta famoso e esteve presente em grandes momentos da história americana. Foi ele que cedeu a ordem do assassinato do presidente Kennedy e de Martin Luther King. Também marcou presença na primeira autopsia a um extraterrestre. A personagem Skinner também foi o protagonista de uma episódio especial. Contudo é Scully que vai sofrer as consequências de ter sido raptada por extraterrestres na temporada anterior. No episódio “Leonard Betts“, os agentes do FBI descobrem o caso de um homem imortal que se alimenta das partes cancerígenas do ser humano. Na penúltima cena do episódio, Betts larga a bomba na Scully e refere “tens algo que eu preciso“. Dana começa a ter sintomas de doença, mais tarde confirmada como um tumor no cérebro, provavelmente devido ao contacto com os alienígenas.

   

Outros episódios fantásticos contribuem para a qualidade desta temporada. “Home” é um episódio perturbador, mas absolutamente surpreendente e interessante. “Paper Hearts” foca-se num assassino em série e no passado de Mulder que pode ou não estar relacionado com o desaparecimento da sua irmã. O verão de 1997 foi longo para os fãs da série, pois ansiavam pela chegada da quinta temporada . A quarta termina de uma forma dolorosa com “Gethsemane“. Scully é chamada a identificar um corpo e no final somos confrontados com uma dura realidade. Será que sim? Será que não?