As primeiras impressões Roswell New Mexico

As primeiras impressões Roswell New Mexico

[O seguinte texto contém spoilers sobre o primeiro episódio da série]

Como mega fã da série original, Roswell (podem ler aqui) recebi a notícia deste reboot com o pé atrás. Primeiro o êxtase e depois a dúvida. Um pouco reticente sobre se iam “estragar” o que já estava bem feito. Roswell (1999-2002) apresentava uma história apelativa, com personagens carismáticas. Contudo fiquei mais descasada quando anunciaram o plot desta nova série, Roswell New Mexico. As personagens mantinham-se as mesmas, mas eram mais velhas, o assunto adolescente foi descartado e podíamos contar com uma nova visão dos acontecimentos.

Conseguiram os direitos dos livros, escritos por Melinda Metz, e tornam esta nova série diferente, mas mais idêntica à obra literária. Enquanto assistia ao episódio “Pilot” tentei ser imparcial, e esquecer-me por completo que já conhecia a série e aquelas personagens. Foi difícil, muito difícil. Comparações foram feitas, e até compreendo a baixa avaliação da série. Os fãs do original são imensos. E como fã houve vários aspectos que não gostei. Mas como primeira espectadora até era uma série que aprendia a gostar.

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Houve muitos momentos que sentia estar a ver a série original novamente. O Crashdown, os uniformes ridículos com antenas, o tiroteiro, a inquietação do Michael, a lógica da Isobel, a dança extrovertida da Maria, a conexão entre o Max e a Liz e aquele segredo que os aliens da série juraram proteger. Além disso o melhor foi mesmo aquela vibe de finais dos anos 90. A banda sonora da série conseguiu mesmo destacar-se. Aquele momento final do episódio com a música “when the truth hunts you dwn” do Sam Tinnesz com aquela revelação, fez-me esperar ansiosamente pelo próximo episódio.

Contudo a balança das primeiras impressões, está mais para o lado negativo do que positivo. Aquela abordagem mesmo “in the face” sobre as políticas de Trump eram desnecessárias. Percebo que seja um tema bastante atual, mas não era preciso ser tão óbvio e várias vezes referido. Aliás a personagem mantém o seu nome original do livro e a descendência mexicana, mas sobre isso até acho interessante. A atriz Jeanine Mason ainda não me convenceu como Liz, um pouco dona disto tudo que não sabe bem o que quer. Ora odeia tudo em Roswell, ora já quer ir a todo o lugar. Relativamente ao assunto que mais se tem comentado na internet sobre este episódio. Sim, estou a falar do beijo entre as personagens Michael e Alex, sou totalmente contra. As duas personagens na história original não são um casal, a televisão hoje em dia “obriga-se” muito a estes romances entre pessoas do mesmo sexo. Apesar de tudo gostei da química entre os atores Michael Vlamis e Tyler Blackburn. Outro aspecto que não considerei lógico, foi o facto que para recuperarem forças, os extraterrestres tem de beber removedor de verniz de unhas em substituição ao molho de Tabasco como série original. Tipo, o quê? Isso foi explicado já que os produtores não tem os direitos da série, tiveram que conseguir uma outra solução.

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Apesar de tudo ainda vou dar uma nova oportunidade a esta série, já que deixou-me curiosa para o desenrolar de certos assuntos pendentes. Afinal tenho de manter a mente aberta e pensar nesta série como uma nova versão. Já agora adorei a interpretação de Nathan Parsons como Max Evans.

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A fantástica nova série do canal AMC

A fantástica nova série do canal AMC

A verdade sobre o caso Harry Quebert” é a nova série sensação que acabou de chegar ao canal AMC. Baseado no livro de Joël Dicker aborda a história de Marcus Goldman, um jovem prodígio da literatura que se encontra determinado a ajudar o seu mentor e professor, Harry Quebert na absolvição de um assassinato que ocorreu em 1975. Entre viagens ao passado e dúvidas do presente, o espectador acompanha a narrativa à medida que se descobre a verdade do caso. Será Harry culpado ou inocente?

O ambiente mistério envolve-nos durante todos os episódios. Somos confrontados com dúvidas e mais dúvidas sobre o que realmente aconteceu com Nola Kellergan, uma jovem de 15 anos que desapareceu em 1975. Marcus que decide ajudar Harry neste caso que o assumem como culpado, parte numa viagem de descoberta, trinta anos atrás, naquela pequena vila em Maine. Além das personagens carismáticas que completam a narrativa, é apresentado um excelente argumento que nos deixam colados ao ecrã. No elenco principal temos Patrick Dempsey como Harry Quebert (cof cof o McDreamy) e Ben Schnetzer como Marcus Goldman (A Rapariga que Roubava Livros) que lidera a investigação com alguma boa disposição e carácter.

O realizador  Jean-Jacques Annaud consegue cativar, e durante 10 episódios desta série recebemos peças de um puzzle por construir. A cada episódio novas pistas são reveladas sobre um passado que mudam o futuro. A série estreou no dia 2 de dezembro no canal AMC e a cada domingo um novo episódio estreia ás 22h.10m.

Downton Abbey

Downton Abbey

Não há série mais fiel aos tempos antigos, do que Downton Abbey. Tal se deve o seu sucesso, ao detalhe minucioso de todos os pormenores relacionados com o início dos anos 20. O criador da série Julian Fellowers, não teve mãos a medir ao criar esta série de época, líder de audiências.


O Resumo

Durante o reinado de Jorge V, e início do século XX, acompanhamos o quotidiano da família aristocrata Crawley, proprietária da mansão Downton Abbey. A primeira temporada desenvolve-se em torno da trágica notícia sobre o naufrágio do Titanic, em 1912. Tal informação abalar o destino de Downton. O conde Crawley e atual responsável pela propriedade tem de conceder a herdade a um elemento masculino da família, contudo como só tem filhas, o destino de Downton torna-se cada vez mais incerto. Por tal motivo, tenta conseguir casamento para a filha mais velha, Mary, com um primo afastado da família, Matthew. Durante esta temporada acompanhamos os segredos das personagens, as suas decisões e o impacto para o futuro. Além dos senhorios da mansão, os empregados são elementos fundamentais para a manutenção do espaço. Desde o mordomo, Mr. Carson, ao lacaio, Thomas, ao motorista Tom, à governanta, Ms Hughes, cozinheira, Ms Pattmore, todos tem um papel fundamental para a família e Downton.

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A segunda temporada abrange a primeira guerra mundial, e como tal afectou a sociedade e economia do país. Tornou-se um assunto sério quando explorou o sofrimento da guerra para os britânicos. Os desaparecimentos, ferimentos e mortes causadas. A independência das mulheres e a gripe espanhola foi outros dos assuntos que marcaram. A terceira temporada decorre no começo dos anos 20. As consequências da guerra ainda continuam, a falta de dinheiro para manutenção da propriedade e a baixa no nível do pessoal, preocupa Downton. Esta temporada foca-se noutros temas como a homofobia e prostituição. Na quarta temporada os problemas financeiros dos Crawley continuam. A família terá de conseguir criar um plano de gestão da propriedade para esta se tornar rentável. O preconceito racial é o tema principal da quinta temporada. Isso e os conflitos internos entre os familiares. Na última temporada, e a chegada do mundo moderno, Downton está novamente em vias extinção. Devido a várias mansões nobres sucumbirem, é caso para não deixarem traçar o mesmo destino para Downton que se mantém como casa familiar durante gerações.

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O Sucesso

Arrasador de prémios, conquistou o público e a crítica. Nunca uma série de época conseguiu audiências tão altas. O detalhe com que ficamos a conhecer o quotidiano destas personagens, seja proprietários ou criados foi dos factores mais impressionantes. Além disso o argumento bem descontraído, com vários momentos de humor e personagens carismáticas conseguiu captar a atenção dos espectadores. “Downton Abbey” funciona quase como uma aula de história. Conhecemos os costumes, hábitos e as dificuldades/curiosidade com a chegada do mundo moderno, desta sociedade. Imediatamente fazemos parte da família Crawley, e criamos amizades com a criadagem.

O elenco é base principal de excelência que nos brindaram com excelentes interpretações. Adoro a personagem de Maggie Smith, a Condensa Violet, não perde a oportunidade para dizer o que pensa. Mas outras referências como Hugh Bonneville, Michelle Dockery e Jim Carter são sempre presenças que marcaram a série.

Esta série vai comover-nos do princípio ao fim. Apenas perde um pouco de qualidade a partir da terceira temporada, quando os assuntos já começam a desgastar. Contudo é algo superável. Especial atenção para os episódios de natal que se tornaram sempre uma referência da série. Das séries mais apelativas da televisão nos últimos anos e que nos ensina que por vezes a simplicidade é o melhor remédio. Foi anunciado este ano que Downton Abbey vai voltar para um filme com todas as personagens que já conhecemos a amamos.

As melhores interpretações de Glee

As melhores interpretações de Glee

A série Glee terminou em 2015, mas as suas interpretações musicais ficaram para a História da televisão. Adequadas aos momentos por quais os protagonistas estavam a passar, eram um factor crucial para manter a emoção da narrativa. Lembram-se da primeira vez que assistiram a Glee? A série apresentava um grande número de personagens que facilmente nos conseguíamos relacionar.  Seja com a bela cheerleader, ao nerd mais responsável, o rebelde, desportista ou até ao mesmo ao coração mais bondoso. O mais interessante sobre Glee é que não importa a situação, cada uma interpretava a canção no clube. Melhor do que qualquer diálogo. Estas são as 10 melhores interpretações musicais da série.

10) Born This Way – New Directions [T.2 E.18]

A série Glee sempre nos ensinou isto desde o início. Aceitar as nossas e as diferenças dos outros.  Não devemos de ter vergonha do nosso aspecto físico ou dos nossos gostos. Glee é mesmo um clube de aceitação e amizade. Com esta música da Lady Gaga, Born This Way, aprendemos que somos todos diferentes, mas todos iguais. As personagens vestiram t-shirts a realçar os seus aspectos que achavam menos positivos, aos olhos dos outros.

9) Teenage Dream – Blaine/Warblers [T.2 E.6]

A entrada da personagem Blaine, que depois acabou por ficar até ao final, não podia ser melhor. Teenage Dream da Katy Perry interpretada com energia positiva e muita coordenação. Uma forma de boas-vindas do Kurt para os Warbles, um grupo masculino de coro da Escola Dalton Academy. Esta foi a prova que a voz é o melhor instrumento que temos.

8) Don’t Speak – Rachel/Finn Blaine/Kurt [T.4 E.4]

Pode não ter sido das interpretações mais memoráveis, mas foi sem dúvida aquela com mais emoções. Don’t Speak dos No Doubt diz tudo o que precisa de dizer nesta situação da narrativa. Quando estes dois casais não estão completamente bem um com o outro, o ambiente sufoca. Esta música interpretada a quatro foi um momento forte para estas personagens.

7) I’ll Stand by You – Finn [T.1 E. 10]

Um solo de Finn que nos aquece o coração. A descobrir que vai ser pai, guarda para si a ecografia do bebé e canta para ele. I’ll stand by you dos The Pretenders foi o tema tão bem escolhido para este momento especial. O amor evidenciado nesta cena é tocante e faz-nos sentir parte da história. Além disso prova que por vezes cantar solta as nossas emoções mais profundas.

6) Dream On – Will e Bryan [T.1 E.19]

Um duelo de titãs para a música Dream On dos Aerosmith. De forma a querer ser melhor do que o seu ex-companheiro de escola, Bryan Ryan (convidado especial Neil Patrick Harris), Will tenta de tudo num concurso de talentos. Devido à falta de tempo da organização, os dois fazem um dueto. Melhor não podia ter corrido, ambos puxam pela voz e dão tudo naquela música, no final foi difícil manter a respiração.

5) Don’t Rain in my Parade – Rachel [T. 1 E. 13]

Rachel  nunca desilude nas suas interpretações. Apesar da sua personalidade mimada e carente de atenção, Rachel oferece tudo o que tem nas suas músicas. O seu sonho concretizou-se quando interpretou Don’t Rain on My Parade de Barbra Streisand, o seu ídolo, no filme Funny Girl. A música é catchy e a Rachel está na sua praia.

4) Singing in the Rain / Umbrella – Will e Molly [T.2 E. 7]

Um mash-up bombástico. Duas músicas relacionadas com chuva, Singing in the Rain, interpretada por Gene Kelly no cinema e Umbrella por Rihanna e Jay-Z. Will e Molly interpretaram este dueto, com uma dança apelativa, com muita água e que nos fazia lembrar do tema. A atriz Gwyneth Paltron estreou-se como convidada especial da melhor maneira com momentos que nos fazem lembrar os anos 50.

3) Bohemian Rhapsody –  Vocal Adrenaline [T.1 E.22]

Já conhecia esta música da banda Queen, mas ainda não conhecia até à exaustão. Foi após ver esta performance que comecei a conhecer a letra de Bohemian Rhapsody. Além da fantástica mistura de vozes, a dança é bastante personalizada e muito interpretativa. Captou a minha atenção até porque ainda havia aquele odiozinho/amor entre a Rachel e o Jesse, que na minha opinião conseguem os melhores duetos.

2) Rumour Has It /Someone Like You – Santana e Mercedes [T.3 E.6]

Um mix explosivo com excelentes vozes. O mash-up Rumor Has It/Someone Like You, ambas da Adele, excederam todas as expectativas. Santana com uma voz soul e Mercedes que atinge altos surpreendentes foi um toque positivo à música. Com uma dança bem coreografada e uma picante rivalidade feminina tornou esta performance das melhores da série.

1) Don’t Stop Believing – New Directions [T.1 E.1]

Foi neste episódio que tudo mudou. Corrijo. Foi nos últimos cinco minutos do episódio que tudo mudou. Durante o primeiro episódio de “Glee” ficamos a conhecer um pouco mais sobre as personagens que decidem participar no grupo coral da escola. Uns por iniciativa própria e por sonharem com o palco, e outros por influência que algo de maior possa acontecer. No últimos minutos ouvimos o grupo “New Directions” a interpretar “Don’t Stop Believing” dos Journey. Rachel e Finn como o dueto principal e os restantes elementos no coro. Foi naquele momento que percebemos que esta série era para valer.

Rick Grimes – Melhores momentos TWD

Rick Grimes – Melhores momentos TWD

Passadas 9 temporadas e mais de 100 episódios, os fãs da série “The Walking Dead” foram forçados a dizer adeus à icónica personagem Rick Grimes. A jornada de Rick Grimes começou depois de acordar de um coma e perceber que o mundo como ele conhecia tinha acabado. Reencontrou a família, encontrou novos amigos/as, uma nova família, perdeu amigos e também familiares, o próprio filho, matou mais de 400 zombies, foi um líder destemido e corajoso, leal e amigo do seu amigo…

Como somos fãs de “The Walking Dead”, não foi fácil dizer adeus a esta personagem e é difícil imaginar a série sem esta personagem. E, apesar de não concordarmos com a saída da personagem da série e duvidarmos do seu futuro nos filmes, estamos expectantes para perceber qual será o rumo da história daqui em diante, e talvez até dê uma lufada de ar fresco à série.

De maneira a honrar o legado de Rick Grimes, decidimos relembrar alguns dos seus melhores momentos, e mais memoráveis, ao longo destes 9 anos.

Momentos badass


2×13 “Beside The Dying Fire”

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Bem, o Rick diz sempre o que é certo na altura certa. Depois de perderem o local seguro que era a quinta, o grupo sentiu-se inseguro e aterrorizado, e alguns começam a entrar em pânico. Rick, como líder inato que é, deu um discurso que refreou os ânimos e que lembrou que ele está disposto a tudo para os manter seguros. Embora, não acate ordens ou conselhos de ninguèm.

5×03- “Four Walls and a Roof”

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Uma cena violenta, onde toda a raiva e ódio de Rick está presente. O espaço sagrado de uma igreja é o cenário macabro para a brutalidade de Rick contra Gareth. Sem piedade nem misericórdia, o protagonista não aceita as desculpas do canibal e mata-o a sangue frio. Tudo para defender o seu povo daquela perigosa ameaça.

5×15- Try

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Depois de acertar contas com Pete, um marido abusivo, Rick confronta os habitantes de Alexandria. Até aquele momento, eles viveram na inocência do caos que se vive no mundo. E, por isso, Rick reafirma que eles não têm o que é preciso para sobreviver. E, até tinha razão. Um discurso forte que ficará para sempre nas nossas memórias.

7×10- “New Best Friends”

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Esta cena quase parece de um filme. Quase irreal, fria e muito tenebrosa. Rick a provar o seu valor ao povo do lixo, é atirado sem culpa para uma batalha de morte. Confrontado com o zombie Winslow, sente uma força enorme dentro de si que o guia até à vitória.

8×12- “The Key”

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Rick e Negan defrontaram-se algumas vezes, mas esta foi a escolhida. Rick pegou em Lucille e pegou-lhe fogo com o isqueiro que pertencia ao Glenn. E, por pouco que Rick não vencia.

Momentos emocionais


1×03- Tell It To The Frogs

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Depois de ter acordado do coma sozinho e em pleno apocalipse, o objetivo de Rick era encontrar a família. E, depois de passar por alguns momentos difíceis, Rick finalmente reencontrou Lori e Carl.

3×09 “The Suicide King”

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Depois da morte de Lori, Rick caiu numa onda espiral de tristeza e alguma loucura. Ele começou a alucinar com Lori, que de certa forma o confortava.

7×08- “Hearts Still Beating”

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Para além de ter perdido dois amigos, e ser oprimido por um tirano, Rick sentiu-se impotente também quando Daryl foi feito refém pelos saviors. Após a fuga de Daryl, os dois reencontram-se e foi um momento emocionante, no qual exprimiram em gestos tudo o que sentiram. Não podemos negar que é um dos melhores bromances da tv.

8×09- “Honor”

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Um dos momentos mais difíceis na vida de Rick foi, sem dúvida, a morte de Carl. Abalou-o profundamente e mudou a sua maneira de pensar no que respeita à guerra contra os saviors.

Momentos quase-morte


Os momentos em que Rick desafiou a morte, deixando-nos naquela angústia a pensar que era ali que ele iria “desaparecer”, mas que acabou sempre por desafiá-la, sempre, até ao fim.

1×01- “Days Gone By”

Supostamente ele já deveria estar morto, mesmo antes da série começar, mas ele acordou do coma e encontrou o hospital e o país num caos total.

2×12- “Better Angels”

Rick contra o seu BFF, Shane, amigo e colega de profissão, amante da sua mulher, pai da sua filha, basicamente o seu substituto para a Lori. Este acabou por matá-lo, num momento muito emocional, cheio de raiva, mas este acaba por “renascer” como um zombie, quando Carl presencia a cena e acaba por ter de matar o seu pai substituto zombie.

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4×08 – “Too Far Gone”

The Governor vs Rick – A batalha épica entre estes dois foi algo que nos deixou a palpitar e o Governador estava em vantagem sobre o Rick, estando este já quase a atingir o seu limite, quando a Michonne o trespassou a sua katana, salvando assim o Rick da sua morte eminente.

5×01- “No Sancturary”

Terminus – “Sanctuary for all, community for all, those who arrive, survive”, estavam todos alinhados, prestes a ser atordoados com um taco de basebol para de seguida serem degolados pelos canibais, quando foram salvos pela Carol. Este episódio fez o nosso sangue fervilhar.

9×05- “What comes after”- A cena final

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A última cena de Rick em “The Walking Dead” poderia estar em qualquer uma categoria. Mais uma vez, Rick foi corajoso e sacrificou-se pela sua família e amigos, foi emocionante porque todos pensam que ele morreu, mesmo nós fãs por momentos também pensamos isso, e foi uma experiência de quase-morte pois sabemos que ele sobreviveu.

Elite

Elite

No primeiro episódio desta série original Netflix de 8 episódios, ficamos iludidos com os assuntos cliché retratados. No entanto, à medida que avançamos na narrativa, o caminho que cada personagem toma torna-se mais denso. As decisões drasticamente tomadas influenciam as suas acções, que perigosamente tem repercussões futuras.

Elite” foca-se nos herdeiros de uma das escolas mais prestigiadas de Espanha, Las Encidas. Quando uma escola pública colapsa, três jovens com bolsas de estudos são enviados para o colégio privado. Imediatamente iludidos com o glamour e dinheiro que por lá circula, são também alvos de preconceito social. Samuel (Itza Escamilla), Christian (Miguel Herrán) e Nadia (Mina El Hammani) são recebidos de forma desigual naquele novo meio. Apesar de tentarem fugir das confusões, são sempre apanhados no meio da guerra. O ponto-chave acontece quando Marina (María Pedraza), a rebelde e o espírito livre a quem o dinheiro não lhe diz nada, decide acolher Samuel e torna-se a sua melhor amiga. Os sentimentos entre ambos começam a despertar e o que era uma amizade dá lugar a um romance. Marina desabafa sobre a sua vida disfuncional, com pais orgulhosos das suas as conquistas monetárias e procura uma “fuga” daquele mundo luxuoso, que só funciona sem sentimentos e coração gélido. Contudo, a inocência de Samuel é um obstáculo à maneira como guarda os seus segredos. Quem não vai gostar deste novo amigo da irmã é o super-protector Gúzman (Miguel Bernardeau). Também namorado de Lu (Danna Paola), uma rapariga atrevida e competitiva que sente um rancor enorme por Nadia, uma jovem palestina.
O que parecia mais um drama teen muda de cenário, quando percebemos a seriedade dos temas retratados na série. “Elite” foca-se em problemas fortes da sociedade, como o vício das drogas, doenças sexualmente transmissíveis, homossexualidade, gravidez na adolescência, outras religiões, exclusão social e não para por aqui. Enquanto lidamos com estas situações, somos confrontados com o mistério que paira no ar. Afinal quem é o assassino? Sim uma das personagens é assassinada, que descobrimos no final do primeiro episódio. Mas só no final descobrimos quem foi o culpado.  Apesar dos temas maduros evidenciados no decorrer da série, o espaço e tempo para aprofunda-los não foi o suficiente. Estas novas ideias para uma série adolescente foram abordadas de uma forma superficial o que desvalorizou a narrativa. Contudo é esta a única crítica a “Elite”.  [LER MAIS]

As melhores duplas da televisão

As melhores duplas da televisão

As personagens são o que fazem as séries. Uma boa história conta, mas para manter o ritmo é necessário carisma e personalidades que nos identifiquemos. Quantas e quantas vezes só assistimos a uma série, que já merecia terminar, por causa de uma ou mais personagens específicas? Pois, eu sei que já. Entretanto deixo-vos aqui uma lista das melhores duplas da televisão. Concordam?

Scully e Mulder  [X Files]

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Estes são os meus besties da televisão. Dana Scully e Fox Mulder são agentes do FBI e procuram casos sobrenaturais para resolverem. Fazem tudo juntos, mesmo com as dúvidas de Scully. Apoiam-se mutuamente e quando acontece um episódio solo, não tem a mesma química. Durante anos foram os reis da televisão com a inovadora série “Ficheiros Secretos“.

Mulder: Hey, Scully.

Scully: Yes?

Mulder: I love you.

Scully: Oh, brother.

Klaus e Elijah [The Originals]

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Dois irmãos que lutam pela mesma causa. “Always and Forever” é o lema e protegem a família Mikaelson durante séculos. Estão lá no melhores e piores momentos. Decidem juntos o futuro e formam laços de protecção. Elijah e Klaus são mesmo inseparáveis e a prova disso foi o final da série “The Originals“, mesmo na morte estavam juntos.

Elijah: You don’t make it easy to love you, brother.
Klaus: And yet you are obstinate in your desire to do so.

Chandler e Joey [FRIENDS]

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Impossível falar de duplas da televisão, sem comentar o Joey e Chandler. Eram colegas de apartamento mesmo ao lado da Monica e Rachel. Davam-se mesmo bem e alinhavam nas palhaçadas um do outro. O bromance antes de ser algo falado.

Joey: Hey, Chandler, when you see Frankie, tell him Joey says hello. He’ll know what it means.

Chandler: Are you sure he’s gonna be able to crack that code?

Marshall e Lily [Foi Assim que Aconteceu]

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Este casal da série “How I Met Your Mother” pode ser o principal motivo de muitas separações por aí fora. Lily e Marshall eram o par perfeito, tal como unha e carne e feijão e arroz. O casal funcionava bem em equipa e contavam tudo do seu dia um ao outro, mesmo as situações de menos importância.

Marshall: Lily, there are a million reasons why I love you. You make me laugh, you take care of me when I’m sick, you’re sweet, caring and you even created an egg dish and named it after me. She puts a little Italian dressing on the eggs before she cooks them, it’s called Eggs Marshall and it’s awesome. But the main reason is you’re my best friend, Lily. You’re the best friend I’ve ever had.

Dean e Sam [Sobrenatural]

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Os dois irmãos ainda marcam presença na televisão. “Sobrenatural” está na 14ª temporada, mas Dean e Sam ainda continuam inseparáveis. Laços de sangue que não se deixam quebrar, fazem tudo um pelo outro e até já foram ao Inferno e vieram. Agora Sam terá de ajudar Dean a libertar-se do poder de Michael, mas de certeza que vai conseguir.

Sam Winchester (to Dean): Take these and one day, when you find your way back, let these be your guide. They can help you remember what it was to be good, what it was to love.

Sherlock e Watson [Sherlock]

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Podem ter personalidades bastante diferentes, mas encaixam-se perfeitamente. Das duplas mais conhecidas e com mais diferentes adaptações. Sherlock e Watson resolvem os mais peculiares crimes e muito se deve ao companheirismo de ambos.

Sherlock Holmes: Gavin Lestrade. He’s a man and … good at it?

John Watson: It’s Greg. And he’s not my best friend.

Sherlock Holmes: Oh, Mike Stamford, I see. Eh, he’s nice. I’m not sure how well he’d cope with

John Watson: Mike’s great, but HE’S not my best friend. [Sherlock stands silent, confused]

John Watson: Look Sherlock, this is the biggest and most important day of my life.

Sherlock Holmes: [Sherlock makes a face] Well….

John Watson: No, it is. It is. And I want to be up there with the two people that I love and care about most in the world.

Sherlock Holmes: Yes.

John Watson: Mary Morstan.

Sherlock Holmes: Yes.

John Watson: And…You.

Rick e Daryl [The Walking Dead]

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Num mundo apocalíptico a razão é muitas vezes testada ao limite. A lealdade é dos factores mais importantes. Rick e Daryl desde o início que suportavam os mesmos valores. Companheiros de luta contra os zombies e protectores de território, são uma dupla unida e já se consideram como família. Vai ser difícil suportar a saída de Rick nesta temporada.

Rick: Wasn’t much use without my gun.
Daryl: No, you were. All this time you’ve taking off, you earned it. We wouldn’t be here without you.
Rick: It was all of us.
Daryl: No, it was you first. You gonna help us figure this out?
Rick: I screwed up too many times. Those calls you gotta make, I start down that road. I almost lost my boy, who he was. Whatever else this place needs, I’m here for it.
Daryl: Like I said, you earned it. But for what it’s worth you see mistakes. I see when the shit hits, you’re standing there with a shovel.

Eleven e Mike [Stranger Things]

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Começaram como desconhecidos, mas Mike aprontou-se logo a ajudar Eleven, uma peculiar rapariga com poderes sobrenaturais. Imediatamente Eleven entrava no grupo de amigos de Mike. Apesar de ainda serem crianças lutam como gente grande e tentam a todo o custo livrar o mundo dos monstros do upside world.

Mike: Eleven… okay. Um, well my name’s Mike, short for Michael. How about we call you ‘El’, short for Eleven?

Christina e Meredith [Anatomia de Grey]

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Começaram como internas nos mesmo ano, mas a amizade superou a rivalidade. Em “Anatomia de Grey“, Meredith e Christina faziam uma dupla inseparável. A saída de Christina marcou a série e deixou lá um vazio enorme, que na minha opinião era das melhores personagens.

Christina: She’s my person. This is not about getting her approval. It’s about telling her… if I murdered someone, she’s the person I’d call to help me drag the corpse across the living room floor. She’s my person.

Lorelai e Rory [Gilmore Girls]

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Lorelai e Rory são mãe e filha, mas tem tanto em comum que quase parecem almas gémeas. Uma relação quase de amigas e irmãs. Completam as frases e pertencem os sentimentos uma da outra. Inseparáveis, não param de falar sobre tudo e nada. Não sabem viver uma sem a outra.

Lorelai: I can’t believe you’re going to a therapist. You know, they’re totally going to ask you about me.

Rory: What?

Lorelai: They always want to ask about your mother. It’s OK. Say whatever you want. But make sure you start with “my mother’s very hot.

Rory: Yes, that won’t seem at all disturbing to the doctor.

Pull & Bear com roupa dedicada à série Elite da Netflix

Pull & Bear com roupa dedicada à série Elite da Netflix

Com a chegada da nova série da Netflix, um merchandising também não tarda a chegar. Foi a pensar nos fãs da série espanhola “Elite” que a marca Pull & Bear criou uma gama de roupa dedicada ao tema colégio. A série baseia-se muito nas diferenças sociais numa escola privada. Quando três adolescentes de classe mais baixa se matriculam no colégio privado e exclusivo em Espanha, o choque entre eles e os estudantes de classe alta conduzem até ao assassinato. Uma série de envolvente dramática e mistério com um elenco jovem e alguns conhecidos da série “La Casa de Papel”.

A nova gama de roupa da Pull & Bear foca-se no ar juvenil e colegial da série. Estes são alguns exemplos que podes encontrar na nova colecção.

Elite-Pulland Bear

Sharp Objects

Sharp Objects

Um drama familiar tenebroso que explora os limites da sanidade mental. Amy Adams destaca-se brilhantemente no protagonismo ao lado de Patricia Clarkson.

Sharp Objects” não é uma série para todos. Apesar de já ter assistido há uma semana, ainda é difícil digerir algumas das situações retratadas nos oito episódios. Uma série do canal HBO, baseada nos livros de Gillian Flynn (escritora de “Em Parte Incerta”) e realizada por Jean-Marc Vallée (“Big Little Lies”). Aliás vários dos planos apresentados, como os fragmentos entre o passado e o presente são semelhantes aos da série protagonizada por Reese Witherspoon e Nicole Kidman.

Toda a ação centra-se na personagem Camille Preaker (Amy Adams) uma repórter criminal que é enviada pelo editor do jornal onde trabalha para cobrir uma história sobre uma jovem assassinada e outra desaparecida, em Wind Gap, uma pequena cidade em Missouri. Camille indecisa sobre a sua viagem ao local, sente-se desconfortável com a ideia, afinal foi lá que viveu grande parte da sua vida. Desde o primeiro minuto que “Sharp Objects” suscita a curiosidade do espectador. Pouco conhecemos sobre as personagens e o seu envolvimento com o caso. Percebemos que Camille está nervosa na sua ida a Wind Gap. Enquanto conduz bebe pequenas garrafas de vodka e come apressadamente snacks. Logo percebemos uma das razões da insegurança da protagonista, a sua mãe. Adora Crellin (Patricia Clarkson) vive das aparências na sua mansão, juntamente com o marido e a filha mais nova, Amma (Eliza Scanlen). A adolescente finge ser uma menina educada, quase uma boneca nas mãos da mãe em casa, mas na rua é uma rebelde sem escrúpulos. Para Adora tudo tem de estar perfeito e erros não são tolerados. O desconforto entre a Camille e a mãe é evidente e percebemos imediatamente que ambas não partilham da mesma opinião.

Um mistério contínuo envolve a essência desta série. Viciante e intensa é caracterizada como das melhores séries do ano. A narrativa gradualmente vai-se desenvolvendo. Numa cidade onde aparentemente nada acontece, tudo é possível. Camille apesar ter vivido lá durante muitos anos, é vista como uma forasteira para os seus habitantes. A sua rebeldia de juventude é conhecida e ainda sofre pela inveja dos outros, em abandonar a sua terra natal. Comprometida em encontrar soluções para o trágico caso, conecta-se espontaneamente com o Detetive Richard Willis (Chris Messina). Ambos procuram o mesmo, mas as pistas são difíceis de seguir e as testemunhas pouco fiáveis. Apesar da aparência dura e forte de Camille, ela profundamente, é uma mulher frágil e danificada. Os flashbacks da sua adolescência, interpretados por Sophia Lillis (“It”) são a prova disso mesmo. Camille escolhe sempre roupas largas e escuras, para desagrado da mãe. Só mais para a frente, descobrimos a dura realidade na vida de Camille. Magoa-se voluntariamente como forma de se castigar. O seu corpo está coberto de cicatrizes com marcas de culpa. Culpa-se principalmente pela morte da irmã mais nova que morreu de doença em criança. Por esse motivo, esta personagem é quase intocável, não procura afetos e distancia-se das pessoas. [LER MAIS]

 

Mulherzinhas

Mulherzinhas

Little Women” em título original foi uma série de 2017, desenvolvida pela BBC. Adaptada pelo livro de época com sucesso, escrito por Louisa May Alcott, descreve a história de quatro irmãs em plena Guerra Civil.

Meg, Jo, Beth e Amy são quatro irmãs, mas não podiam ser mais diferentes. A mais velha, Meg é a mais responsável e aquela que se identifica com a época que vive. Com capacidade maternal sonha casar-se e ter filhos. Jo e aquela personagem com mais visibilidade (diz-se que a escritora baseou-se em si própria para esta personagem) sonha com algo mais. Conhecer novos mundos e refere sempre a sorte que os rapazes tem em já nascerem como são, as mulheres são privadas a tudo. Claramente que nasceu na época errada. A irmã Beth é a mais tímida. Vive em casa com mãe, mas não tem a saúde mais forte, contudo tem uma forte ligação com Jo. A irmã mais nova, Amy é a mais irresponsável, ainda criança é rebelde e não gosta que lhe dêem ordens. Tem uma grande rivalidade com Jo. Enquanto o pai está na Guerra Civil em Massachusetts, as raparigas March vivem ao cuidado da mãe, Marmee. Enquanto lutam para sobreviver nesta época, as irmãs vão conhecer situações que as vão unir ainda mais, pois os laços familiares são os mais difíceis de quebrar.

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Esta narrativa explica as circunstâncias da sociedade daquele tempo. Como uma jovem mulher se tornava adulta e enfrentava os obstáculos. Na verdade esta narrativa é feminista, as personagens masculinas são apenas suporte e não protagonistas. Louisa May Alcott baseou-se na sua própria vida e nas suas próprias irmãs, para a escrita desta obra. Actualmente tornou-se nos livros de época que apesar de ficcional representa com clareza a realidade da época.

    

A produção recebeu críticas positivas desta nova adaptação. “As Mulherzinhas” ainda continua a ser uma obra contemporânea e um excelente avaliador de comportamentos. O elenco jovem manteve-se ideal com as suas personagens e conseguiram exceder as expectativas. Esta é uma obra familiar que segue os padrões convencionais. Facilmente o espectador sente uma ligação com a família March e principalmente com as relações de irmandade apresentadas. “Mulherzinhas” já recebeu várias adaptações na televisão e no cinema. Esta aqui referida foi de 2017, entretanto estão adaptar outra longa metragem. No elenco já tem nomes confirmados como Meryl Streep e Emma Watson.