Inuyasha

Inuyasha

Inuyasha é uma manga criada por Rumiko Takahashi em 1996. A adaptação televisiva não demorou a chegar e em 2000 foi lançado o primeiro episódio. Os estúdios Sunrise produziam o anime, mas em 2004 deixaram a obra incompleta. Em 2009 “InuYasha: The Final Act” foi lançado por outra emissora. A história começa em Tóquio nos tempos atuais, Kagome uma rapariga vive com a mãe, o avô e o irmão mais novo no santuário de Shinto. Enquanto procura o seu gato, perto do poço sagrado, um espírito empurra-a para o outro lado. Kagome, viaja no tempo, até ao período Sengoku do Japão. Desesperada e a fugir o monstro youkai, Kagome, libera o meio-demómio InuYasha que estava preso a uma árvore. Embora se revele útil, Inuyasha revela-se um problema maior. Preso a uma árvore durante 50 anos tem rancor da antiga reencarnação de Kagome, Kikyou, a sacerdotisa que o amaldiçoou. Kagome rapidamente se torna um alvo pois é a portadora da jóia das quatro almas, a Shikon no Tama. À medida que a aventura continua, novas personagens acrescentam-se ao grupo, é o caso de Shippou, uma jovem raposa orfão; Miroku, um monge que sofre uma uma poderosa maldição; e Sango uma destruidora de youkais que viu todo o seu clã ser morto. O grupo tem um objectivo, derrotar Naraku, o vilão e o principal culpado de todas as maldades que aconteceram às personagens.

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Inuyasha” apresenta um argumento bem equilibrado e completo. Uma mistura ideal entre a ação, romance e drama necessário para uma história que nos faz colar ao ecrã. As personagens também são carismáticas e todas fazem parte da narrativa e ainda conseguem evoluir. Não existe personagens desnecessárias e cada uma criou o seu próprio lugar. Os diálogos bem escritos, consolidam bem o carácter dos protagonistas no avançar da história.

Além de uma animação bem delineada com 193 episódios de anime, completa-se com mais quatro filmes (alguns já podem ler a crítica aqui no blogue). “Inuyasha” prevalece certas mensagens sobre a amizade, amor, família, rendição e fazer o que está certo. O coração mais puro é sempre o mais forte.
Na minha opinião gostei bastante de assistir a este anime que não mudava rigorosamente nada.

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Ficheiros Secretos

Ficheiros Secretos

A quarta temporada de Ficheiros Secretos foi exibida no ano de 1996. Temos um agente Mulder (David Duchovny) com um novo penteado, estilo anos 90. Aquele género que Leonardo DiCaprio usou no “Titanic” e jovem Matt Damon também. Além deste momento fashion conhecemos uma nova personagem com o nome peculiar. Marita Covarrubias (Laurie Holden), mais conhecida como a Andrea de The Walking Dead. Esta também foi a temporada em que Mulder e Scully quase se beijaram. Apesar de não acontecer, ficou aquele clima no ar.

A série criada por Chris Carter tenta inovar a cada episódio. Por isso temos momentos bons como o episódio “Demons” em que Mulder acorda sem memória num quarto de hotel coberto de sangue e a sua investigação será sobre o desaparecimento da sua irmã, ainda em criança.  Episódios chave que revelam o passado de personagens como o smoking man. Percebemos que apesar de um assassino a sangue frio sonha ser um poeta famoso e esteve presente em grandes momentos da história americana. Foi ele que cedeu a ordem do assassinato do presidente Kennedy e de Martin Luther King. Também marcou presença na primeira autopsia a um extraterrestre. A personagem Skinner também foi o protagonista de uma episódio especial. Contudo é Scully que vai sofrer as consequências de ter sido raptada por extraterrestres na temporada anterior. No episódio “Leonard Betts“, os agentes do FBI descobrem o caso de um homem imortal que se alimenta das partes cancerígenas do ser humano. Na penúltima cena do episódio, Betts larga a bomba na Scully e refere “tens algo que eu preciso“. Dana começa a ter sintomas de doença, mais tarde confirmada como um tumor no cérebro, provavelmente devido ao contacto com os alienígenas.

   

Outros episódios fantásticos contribuem para a qualidade desta temporada. “Home” é um episódio perturbador, mas absolutamente surpreendente e interessante. “Paper Hearts” foca-se num assassino em série e no passado de Mulder que pode ou não estar relacionado com o desaparecimento da sua irmã. O verão de 1997 foi longo para os fãs da série, pois ansiavam pela chegada da quinta temporada . A quarta termina de uma forma dolorosa com “Gethsemane“. Scully é chamada a identificar um corpo e no final somos confrontados com uma dura realidade. Será que sim? Será que não?

Os Azares de Sofia

Os Azares de Sofia

Esta é uma série animada infantil baseada no livro da Condessa de Ségur publicado no século XI. O título original francês é Les Malheurs de Sophie. A história centra-se em Sofia, uma menina irrequieta de espírito livre que só se mete em confusões. Depois de perder a família num naufrágio a caminho da América, Sofia tem como tutora a sua madrasta que a trata muito mal. Apesar deste período negro, uma família caridosa decide adoptar esta francesinha.

A série criada em 1998 pelo canal francês, mantém no total 26 episódios numa só temporada. A etiqueta e cultura da época são cuidadosamente retratadas nesta animação. Para ser uma dama em pleno séc. XI era necessário muito prática e respeito. A personagem principal pode ser o oposto de boa etiqueta e delicadeza, mas no final de cada episódio aprende bastante com os seus erros.

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No final de cada episódio é possível compreendermos facilmente a mensagem. Por isso “Azares de Sofia” é uma excelente animação para as crianças. Lembro-me perfeitamente de assistir a este desenho animado na RTP1 quando era criança. Por um lado achava Sofia uma menina muito insolente, mas por um lado achava que tinha um bom coração. Além disso sofreu o bastante como criança. “Os Azares de Sofia” acompanha a menina na infância, adolescência e no último episódio como adulta. Esta é uma animação interessante, divertida que nos mostra a vida da alta sociedade na burguesia francesa.

Gilmore Girls – Tal Mãe Tal Filha

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Gilmore Girls prolongou-se durante sete temporadas durante os anos 2000 a 2007. No epicentro da história temos Lorelai Gilmore (Lauren Graham) e a sua filha de 17 anos Rory (Alexis Bledel). Ambas mantém uma relação mãe-filha de melhores amigas e confidentes. Esse é o fio condutor desta série televisiva, as dificuldades de uma mãe solteira, que engravidou aos 17 anos e abandonou família com dinheiro para viver independentemente. Agora com a filha adolescente, tenta voltar a conviver com os seus pais, devido a um trato que Lorelai fez porque precisava de ajuda a pagar a escola privada da filha.

O enredo não é muito denso, nem apresenta uma evolução durante estas sete temporadas. Esta é um dos pontos mais desfavoráveis à série. O espaço divide-se apenas em Stars Hollow, a calma vila onde estão sempre a acontecer eventos, os jantares de sexta-feira à noite, e a escola de Rory, Cliton ou Yale. Já os acontecimentos de “Gilmore Girls” baseiam-se muito no mesmo. Como expliquei anteriormente, não existem grandes dramas aqui. Talvez para não abalar o registo dinâmico e descontraído da série. As relações amorosas de Lorelai e Rory são os temas mais expostos, assim como a má relação entre Lorelai e a mãe. Pequenos confrontos que abalam a família e pouco mais. Entretanto o tema casamento filhos é um ponto recorrente nas personagens do trama.

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Não foi amor à primeira vista por esta série. Escolhi ver, porque a Netflix fez uma adaptação de A Year in the Life da série, quase 10 anos após a último episódio. Achei interessante essa situação e então propus-me a ver. O meu gosto pela série surgiu por volta do quinto episódio quando Dean começa a namoriscar com Rory. Inicialmente considerava as personagens criadas com personalidades forçadas. Exemplo da Sookie (Melissa Mccarthy) a cozinheira desastrada e melhor amiga de Lorelai, e Michel (Yanic Allan Truesdale) o colega intolerável, mas de bom coração que trabalha na pousada e até Kirk (Sean Gunn), o tosco habitante de Stars Hollow que faz tudo. Contudo fui-me habituando a estas personagens. O ponto mais favorável de “Gilmore Girls” é qualidade do diálogo, que não vemos em mais lado nenhum.

O tom de ironia frequentemente utilizado com a abordagem de temas atuais é a grande preciosidade desta série. Amy Sherman-Palladino é a grande criadora desta vivacidade no argumento. “Gilmore Girls” está recheada de quotes e expressões que marcaram uma geração.  Os diálogos das meninas Gilmore são intensos com um humor fora de comum. O que também torna esta série natural e expressiva é o profissionalismo dos atores que vivem como uma família. Lauren e Alexis tornaram-se mesmo mãe e filha e tal ligação é notória durante os episódios da série. O papel de Lorelai Gilmore foi mesmo feito para Lauren, a energia e vivacidade que a atriz apresenta para a personagem são únicos. A Netflix não podia ter feito melhor em nos preparar um revival desta série, já que o final ainda ficou em aberto.

As Brumas de Avalon

DIE NEBEL VON AVALON

Antes de Guerra dos Tronos…

…Havia “As Brumas de Avalon” (The Mists of Avalon), uma mini-série com dois episódios, transmitida em 2001. Com as participações de Anjelica Huston, Julianna Margulies, Joan Allen nos principais papéis. Baseada no bestseller de Marion Zimmer Bradley, explica a convicções das mulheres por detrás da história do Rei Arthur. Incluindo a sua mãe  Igraine, a sua meia-irmã Morgaine, a sua tia Viviane Senhora do Lago e a sua esposa Gwenwyfar. Comparo mesmo esta série a “Guerra dos Tronos” porque na verdade são mesmo idênticas. Lutas pelo poder, magia, incesto, traições, vingança e ganancia, tudo isto numa série bastante completa. A história o Rei Arthur sempre me fascinou e lembrou-me de ver esta mini-série na RTP1, voltei a rê-la e o sentimento de curiosidade manteve-se.

Hoje em dia as histórias de fantasia estão desgastadas. Contos de era uma vez, saturam a nossa televisão. “Brumas de Avalon” é uma série complexa e bem estruturada, conhecemos o passado, o presente e o futuro das personagens. Tudo com um início, meio e fim. De forma histórica e quase real compreendemos a mitologia que envolve a lenda por nós todos conhecida, mas que representa uma diferente perspectiva sobre o que verdadeiramente aconteceu. Esta mini-série foi baseada nos livros da escritora Marion Zimmer Bradley.

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O enredo “cola” o espectador do primeiro ao último momento com a sua história intrigante repleta de mistérios. Não é de maneira alguma cansativa e nem nos apercebemos do tempo passar. Num rol de personagens fixas e cada uma com os seus próprios interesses compreendemos as decisões difíceis de cada um. O que considerei mais duvidoso foi as escolhas para o elenco. No entanto devo confirmar que “As Brumas de Avalon” é das melhores adaptações literárias para a televisão. Quem se lembra?

W.I.T.C.H.

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W.I.T.C.H. é uma série animada da Disney baseada numa banda desenhada italiana de aventura e fantasia baseada no mesmo nome. Com um total de 52 episódios e 2 temporadas, transmitidos entre 2005 e 2008, acompanhamos um grupo de amigas. Will, Irma, Taranee, Cornelia e Hay Lin, descobrem que tem poderes mágicos e são as “Guardians of the Veil”.  As Guardiãs tem a obrigação de salvar o  Meridian do malvado feiticeiro Phobos e Cedric. Entretanto a princesa e verdadeira herdeira do trono está perdida. O grupo das guardiãs recebe a primeira missão de encontrar a princesa, antes do seu irmão. Esta é a base da primeira temporada, restaurar o equilíbrio como outrora acontecera no Meridian. Além da sua transformação em guardiãs, Will, Irma, Taranee, Cornelia e Hay Lin, também vivem as suas vidas normais na Terra. A segunda temporada na minha opinião foi mais interessante. Com novos desafios paras as personagens e tomadas de decisão mais maduras. A vilã também se presentou mais convincente do que Phobos.

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Esta animação prevalece por não ser demasiadamente infantil e debate assuntos interessantes como a amizade, a responsabilidade e o trabalho em equipa. O desenvolvimento das personagens também consegue ser convincente. A série foca-se principalmente na magia/fantasia, mas também aborda temas mais sérios. Além disso consegue ser engraçada em certos momentos. Não tem um enredo que seja imprevisível, mas serve perfeitamente para vermos algo descontraídos e sem a preocupação de pensar muito. Em Portugal esta animação foi transmitida no canal SIC. Entretanto ainda não há planos para uma terceira temporada.

Lizzie Mcguire

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Lizzie Mcguire foi a série da minha pré-adolescência. Apesar de ser da Disney não tão enfadonha com as atuais séries juvenis. Este programa foi provavelmente foi das primeiras séries juvenis da Disney, com pessoas reais que conseguiu ser um sucesso. À primeira vista pode ser mais uma epopeia adolescente, mas o que é interessante neste trama é que nos relacionamos com as personagens. Bem, pelo menos quando tínhamos aquela idade. Lizzie, protagonista desta história é interpretada pela atriz Hilary Duff, que juntamente com os seus melhores-amigos Gordo e Miranda pretendem sobreviver ao ensino básico. Com um total de duas temporadas que foram transmitidas em 2001 e 2004, “Lizzie Mcguire” também conseguiu um filme.

Cada episódio mostrava as dificuldades e alegrias de crescer. Repleta de momentos cómicos, principalmente liderados pelo irmão mais novo, Matt, esta série sabe bem ver depois do almoço. Além de apresentar as decisões da protagonista, conseguimos evidenciar mensagens que só a Disney consegue camuflar nas suas criações.

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O sucesso deste programa de televisão centra-se na originalidade do argumento, na versatilidade das personagens e no seu desenvolvimento. A criatividade no estilo de roupa e penteados de Lizzie e Miranda é totalmente adequado aos primeiros anos de 2000, onde acessórios no cabelo, brilhantes, e excesso de bijutaria estavam totalmente na moda. Devo dizer que me identificava muito com a Lizzie naquela idade dos 13 anos, onde achamos a escola uma perda de tempo e receamos pelas nossas decisões

Friday Night Lights

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Clear Eyes, Full Hearts, Can’t Lose

Friday Night Lights” é uma série norte-americana de 2006 que durou ate 2011, num total de 76 episódios. Depois de assistir na integra, devo dizer que e um must-see do género adolescente. Não digo isto por causa dos dramas comuns que fazem o trama. Digo isto por causa do excelente argumento, das personagens verdadeiramente humanas que fazem parte da história e pela fantástica interpretação dos atores. Primeiro estranha-se, depois entranha-se. “Friday Night Lights” é mesmo assim, um misto de emoções reais que se sentem a flor da pele. Através de planos tremidos que acompanham a série, percebemos logo o que a torna diferente. Os atores, composto maioritariamente por jovens e estreantes na representação, não estão a representar, mas sim a viver as suas personagens. Com sequências próximas, o telespectador e quase como um figurante deste magnifico enredo. Apesar de sentir uma forte relação com todos que integraram no elenco, devo aplaudir os atores Kyle Chandler e Connie Britton que lideram o plantel dos adultos.

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Numa pequena cidade no Texas, Dillon, o futebol americano é tudo. A importância que os habitantes dão a este desporto é demasiadamente grande. O treinador Taylor (Kyle Chandler) é como um pai para os seus jogadores. Jason Street é o quarterback, a principal posição do jogo, ele é o típico rapaz de sucesso que namora com Lyla a chearleader. De um momento para o outro tudo muda, quando um acidente inevitável põe em causa o estado físico de Jason. Como melhor amigo está Tim Riggins, despreocupado, namora aqui e ali, e não é nada receptível a sentimentos. Tyra Banks é a sua namorada, rapariga bonita que usa a sua aparência para atingir os fins. Ainda como personagens principais temos Matt, um jovem tímido que vive à sombra de ser o próximo quaterback, que vive apaixonado por Julie, a filha do treinador. A primeira temporada foi surpreendentemente boa, a segunda manteve-se no mesmo ritmo e a terceira também. As últimas duas seasons não gostei, tal facto deve-se à mudança de personagens, não sentia nenhuma ligação com elas. A banda sonora também é outro factor que merece ser comentado. Com músicas género country, aumenta o ambiente da série. Relembro que esta série foi adaptada de um livro e de um filme com o mesmo nome. Autentica, real e original é assim que classifico “Friday Night Lights”

The White Queen

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The White Queen” é uma série baseada na coleção de livros “The Cousin’s War” de Philippa Gregory do qual está presente a trilogia “The White Queen“, “The Red Queen” e “The Kingmaker’s Daughter“. A série britânica de televisiva surgiu em 2013, e terminou após uma temporada com 10 episódios. No início deste ano foi divulgada uma sequela, chamada de “The White Princess” que está em pós-produção. O meu vício por séries de época é mesmo incontrolável e daí aproveitei as minhas férias e arrisquei nesta série. Não podia ter feito melhor. A série centra-se principalmente em personagens femininas, que apesar de em pleno séc. XV não terem poder algum, estava tudo nas mãos dos homens, estas conseguem liderar e manipular à sua própria maneira. A história começa pós-guerra das rosas e a coroação do rei Edward York, que se apaixona por Elizabeth, uma viúva que perdera os títulos do marido, mas que será Rainha de Inglaterra, contra tudo e contra todos. Durante 15 anos (tempo de decorre aproximadamente toda o trama da série) acompanhamos as disputas, inquietações, desgostos, alegrias de um grupo de nobres e da sua ambição de conseguirem chegar ao trono. “The White Queen” é uma série medieval, mas não se foca nas políticas tomadas na altura, nem no povo. Esta é uma história com uma visão diferente mas verosímil de como era na época em que casar com bom nome e ter um filho herdeiro era o objetivo das mulheres da época. Tal como a rainha no tabuleiro de xadrez, faziam os seus jogos manipulativo com o propósito de ter poder. Elizabeth Woodville,Margaret Beaufort e Anne Neville, mudaram a história conforme lhes era mais benéfico.

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A série surpreende pelas trocas de trono e conspirações das personagens fictícias. Rebecca Ferguson lidera majestosamente como personagem principal. “The White Queen” apesar de não ser completa a nível história, apresenta muita intriga, sensualidade (aqueles vestidos da época são lindos) e faz-nos querer mais. Além disso foi bem recebida pela crítica sendo até nomeada para Golden Globe Awards, Primetime Emmy Awards e People’s Choice Award for Favorite TV Movie/Miniseries. O final foi interessante pois conseguiu terminar uma era, e começar uma nova, apesar de deixar algumas dúvidas no ar. No entanto não deverá faltar muito para as respostas, pois esta série, terá uma continuação, ao contrário do que se fazia prever. Eu gostei muito, esta foi uma história bem contada.

Say “I love you”

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Say “I love You” ou em título original Suki-tte ii na yo é um anime transmitido durante o ano de 2012. Durante 13 episódios mais uma OVA acompanhamos o amor em crescimento das personagens Yamato Kurasawa e Mei Tashibana. O anime foi baseado na manga lançada em 2008 que ainda continua. Além disso em 2014 também foi realizado um filme live-action relacionado com a história, que eu também tenho intenções de ver brevemente. Say “I Love You” é um anime de género shojo. A história centra-se em Mei Tashibana, uma menina anti-social que nega por completo a presença de pessoas em seu redor. Não quer ter amigos e por isso está muitas vezes sozinha. Um dia na escola que frequenta por engano dá um pontapé em Yamato Kurasawa, a pensar que este lhe estava a levantar a saia. Yamato é o típico rapaz popular que todas as raparigas sonham ter como namorado, além disso é atencioso e meigo. Quando Yamato conhee Mei, não a larga mais e assim começa uma bonita história de amor. A juntar a estas personagens temos Asami, que se torna a primeira amiga de Mei, e Kenji o seu namorado. Depois conhecemos Aiko que ao início não gostava de Mei e que sofre com problemas de anorexia. Megumi, uma modelo fotográfica conhecida começa a frequentar a mesma escola e como não podia deixar de ser em boa trama, começa a ter sentimentos por Yamato, o que vai dificultar o romance com Mei.

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Bem sobre este anime eu achei-o mesmo super querido e sensível, e não fazia ideia que ia gostar muito dele. Despachei-o em duas noites e a história prendeu-me mesmo. As personagens tem sentimentos reais e por isso transmitem muita emoção. O primeiro beijo, o primeiro amor, o primeiro amo-te, o primeiro momento sozinhos e a primeira noite sozinhos. Todas estas situações que qualquer um de nós se sente desconfortável quando é com alguém especial. Os diálogos entre as personagens são absolutamente deliciosos de tal forma que nos revemos nas personagens em certos momentos. Além do amor a amizade é outro dos temas retratados. Durante a história podemos encontrar momentos de drama e comédia. As músicas que fazem parte do anime acompanham com seriedade todas as ações. Outra situação que também gostei foi do título dos episódios, que de forma subtil desvenda um pouco do episódio. Suki-tte ii na yo ou Say “I love You” é uma anime que às vezes apetece mesmo ver.