Roteiro Itália – Roma Dia 1 e 2

Roteiro Itália – Roma Dia 1 e 2

As férias para este ano, já há muito estavam planeadas. Depois de no ano passado decidir-mos visitar Londres (podem ver aqui) este ano optamos por outro país da Europa, Itália. Combinamos com a agência e escolhemos um roteiro de Roma – Florença – Veneza, assim também conhecemos outras cidades. Acordamos de madrugada e a parte mais chata foi a escala que tivemos de fazer entre Porto-Lisboa e por fim a chegada a Roma. Chegamos finalmente à hora meio-dia local e fome já apertava, depois de deixarmos as malas no hotel reservado, mudei logo de roupa para algo mais fresco,  o calor nestes dias foi imenso, acreditem estava-se melhor nos estabelecimentos comerciais do que na rua. Procuramos logo por um restaurante, pois já passava da hora de almoço, pastas, pizzas e gelado, esperavam por nós.

Após almoçar uma excelente massa à carbonara e um gelado de trufas, seguiu-se um expresso (assim é o nome de café curto em italiano). De câmara na mão e sapatilhas nos pés, começamos a explorar. Estávamos mesmo perto do magnífico monumento Coliseu. Ao primeiro domingo do mês não se paga, por isso tivemos sorte. Apesar de a fila estar um pouco confusa à entrada, conseguimos ir para o local certo. Tenham atenção, não se deixem enganar. Perto do Coliseu são várias as empresas com guias turísticos que querem levar a melhor. Indicando que a espera para entrar é de duas horas e se comprássemos o passe deles, entravamos logo. Mas na verdade não foi assim, só demoramos cerca de 25 minutos na fila. Por isso pensem bem, antes de comprar.

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No Coliseu

O Coliseu é enorme e conseguimos estar por lá à vontade. Subimos ao primeiro andar para uma vista mais panorâmica. Apesar de estar maioritariamente em ruínas, o Coliseu ainda continua a ser magnífico, e após sabermos as fantásticas histórias que ali tem para contar. O calor estava quase insuportável, e o que nos valeu foi o stock de água que levávamos. A sorte é que nesta cidade conseguimos encontrar várias fontes com água potável pelos locais turísticos e é totalmente gratuito. Só tivemos conhecimento desta informação, no dia seguinte, então neste dia ainda compramos água a um indiano.

Depois do Coliseu e muitas fotos, dirigimos-nos à outra grande área, ao Palatino e Fórum Romano. Mesmo ao lado, não foi preciso andar muito. Muitas ruínas vimos, mas percebemos que cada pedra daquelas conta uma história. Arquitectura, Estátuas, Fontes, Monumentos, os antigos romanos foram uma civilização mesmo grandiosa e fiquei mesmo empolgada de conhecer ao vivo esta parte da História. Foram precisas cerca de quatro horas para conseguirmos ver tudo, e algumas partes foi de uma visita muito rápida, pois os pés já não aguentavam mais quilómetros.

Em Roma, em todos os locais existe animação. Música pelo ar, ritmos e sons de jazz, estátuas vivas e pessoas mesmo com talentos de rua. Depois da visita e fotos em algumas grandes praças e fontes, chegamos a uma das principais. Piazza Navona. Cheia de pessoas, deu para descansar um pouco. Decidimos jantar na praça do Panteão, que só me dei conta muito depois. Jantei uma pizza no Ristorante Night and Day. Estava boa, contudo prefiro as pizzas portuguesas, oferecem uma variedade melhor de ingredientes. Um conselho: se quiserem poupar na viagem: as bebidas nos restaurantes são muito elevadas, o mais económico é mesmo comprar uma garrafa de água de 1l e dividir. A sobremesa só podia ser um gelado e daí escolhemos um espaço de rua muito apelativo com uma diversidade de sabores.

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Jantar: Pizza

Depois do jantar estávamos a caminho da Fontana di Trevi, conhecida pelo filme “La Dolce Vita“, uma referência de passagem obrigatória. A fonte mesmo de noite é linda, toda iluminada, foi difícil conseguir vez para atirar a moedinha. Depois de muitas fotografias, tive de deixá-la, amanhã iria visitá-la novamente.

No segundo dia em Roma, marcamos uma excursão, para conhecer “Roma Barroca“. Apesar de ser em espanhol foi muito fácil acompanhar. Ter um guia a explicar-nos a história dos locais é bem mais interessante, assim ficamos a conhecer melhor o local e é uma experiência mais completa e interessante. No Largo Argentina, com ruínas romanas, conhecemos a história de como Júlio Cesár foi assassinado naquele mesmo local. Sempre a caminhar a pé, chegamos à Piazza Navona (que já conhecia) mas que desta vez a guia explicou o verdadeiro significado das estátuas. Seguimos até à Igreja de San Luigi dei Francesi onde conhecemos as obras grandiosas de Caravaggio, um aprendiz de Miguel Ângelo.  A próxima paragem foi o Panteão, que desta vez conseguimos entrar. Um espaço religioso, onde pudemos encontrar o túmulo de Rafael, que desejou ser ali sepultado. Na igreja barroca San Ignazio Di Loyola percebemos que foi pintada um cúpula falsa no seu interior, na altura devido à falta de dinheiro, mas hoje é considerado uma obra de arte e uma fantástica ilusão de óptica. O penúltimo sítio visitado foi a Fontana de Trevi e por fim terminamos a nossa excursão na Praça de Espanha, onde a guia contou-nos divertidas curiosidades.

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Na linda Fontana di Trevi

O meu esforço foi enorme, mas consegui subir todas as  escadas que dão acesso à Trinità dei Monti. Visitamos apenas pela entrada, oos jardins Borghese. Foi o único sítio que não conseguimos visitar e descemos a praça até à Via del Babuino. Procuramos um sítio para almoçar. Encontramos um restaurante agradável, Spontini. A pizza estava muito boa, excepto uma situação, o forte tempero de queijo que estava um exagero (principalmente para mim que não sou uma cheese lover).

Seguimos a pé para o Vaticano, antes ainda passámos pelo Castelo S’Angelo. Sempre em frente até à Praça de São Pedro (que na televisão parece bem maior), perdidos no meio de tantas pessoas, lá conseguimos o caminho para o Museu do Vaticano. Um conselho: Sempre ouvi dizer que as filas são enormes para entrar, mas naquele dia tivemos sorte, só esperamos cerca de 10 minutos para sermos atendidos, porque fomos quase na altura de fechar as bilheteiras, faltavam 30 minutos para as 16h que é quando fecham. O preço é um pouco excessivo (17 euros), mas conseguimos ver toda a colecção do Vaticano e ainda a Capela Sistina (vale mesmo a pena, é linda e tal como imaginei). A Basílica de São Pedro é enorme e grandiosa, repleta de grandes obras importantes, como a Pietá, este é outro ponto que merece ser visitado.

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Pietá

Depois de umas horas a visitar o máximo possível, fomos comprar recordações e lanchar à sombra, ainda tínhamos uma longa caminhada de volta ao hotel. Passamos por um Museu de Cera e decidimos ir espreitar, não era tão apresentável como o Madame Tussauds, mas deu para dar umas valentes risadas. Procuramos um sítio para jantar (já não sei o nome) mas jantei uma salada mediterrânea. A sobremesa só podia ser um gelado. Amanhã esperava-nos outro grande dia, a caminho de uma nova cidade, Florença.

Hotel Atlantico

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As melhores introduções das séries

As melhores introduções das séries

Agora já não é muito habitual, mas ainda há quem apoie. A introdução de uma série de televisão, pode dizer muito sobre a narrativa. Típica dos anos 90, fazia-se uma apresentação dos atores com algumas cenas dos episódios, ou não. Agora é diferente, a Netflix, por exemplo aposta mais em introduções mais sóbrias com uma música instrumental, com situações que evoquem o melhor possível a narrativa da série. Estes são alguns exemplos das melhores introduções das séries.

Guerra dos Tronos

Quem está atento, comenta que cada intro é diferente. Apresentando apenas as localizações de espaço que a série terá nesse episódio. Assim de forma abrangente temos um resumo do possível foco e das personagens com destaque. Uma introdução disfarçada, mas com muita informação. A música composta por Ramin Djawadi apresenta personalidade e poder.

FRIENDS

Dificilmente nos cansamos deste intro. A energia positiva que transmite e com a música vibrante nem nos apetece carregar no botão para avançar estes segundos. Todo o elenco aparece no seu melhor com a apresentação dos atores. A música “I’ll be there for you” será sempre associada à série.

Simpsons

Não há intro que esperamos ver com mais curiosidade do que “The Simpsons”. Muda a quase cada episódio e consegue sempre nos fazer rir. Apesar de apresentar a mesma formula sempre, consegue torná-la diferente de qualquer maneira. Seja o Bart de castigo na escola, a Marge nas compras, a Lisa na escola ou o Homer a chegar a casa.

A Teoria do Big Bang

A série de comédia conseguiu um intro original. Com várias rápidas imagens desde o início dos tempos, só fica completa com uma música marada e divertida que reflecte a importância do Big Bang para o começo da vida tal como conhecemos. Durante cerca de 20 segundos somos abordados com várias informações e invenções importantes para o ser humano. It all started with the big bang!

Dexter

Um pouco inconveniente e desapropriada, mas muito real, assim é o intro da série Dexter. De dia, esta personagem é um gentil analista de sangue para a polícia de Miami, mas durante a noite é um serial killer que opta por matar os assassinos. Desagradável e feroz a introdução é muito idêntica à série. Contudo simpatizamos com o protagonista, mesmo antes de o conhecer.

The Walking Dead

A música já por si é aterradora, a juntar à equação de introdução assustadora temos ainda um vídeo em formato antigo em tons de sépia. Memórias passadas são apresentadas, com o mundo desagradável que está agora. Tudo abandonado num mundo totalmente pós-apocalíptico. A imagem final é a mais assustadora, um zombie, caminha sozinho num descampado.

Narcos

Os bons ritmos latinos são apresentados como banda sonora dos créditos iniciais. Rodrigo Amarante interpreta “Tuyo” que não podia ser melhor escolhido para a série. Enquanto isso são apresentadas fortes imagens reais de Pablo Escobar e do seu negócio de tráfico de droga. Colúmbia no mapa do mundo e as várias provas para a sua detenção, mantidas pela polícia.

Unbreakable Kimmy Schmidt

A série original da Netflix sobre a positiva e energética Kimmy que perdeu grande parte da sua infância por acreditar ser uma das sobreviventes de um mundo apocalíptico e ficar presa num bunker. Esta série de comédia apresenta uma catchy música com vídeos caseiros sobre uma infância passada. A música é inspirada no viral vídeo do “Bed intruder song“. Facilmente ficamos a cantarolar a música “Unbreakable Kimmy“.

Sete Palmos de Terra

Outra introdução pesada é da série de sucesso “Sete Palmos de Terra“. Numa série que lida em cada episódio com a morte, é de prever que o intro seja baseado nessa tema. Com várias imagens que reflectem a mortalidade, como cemitério, preparação do cadáver, corvos, fichas de óbito…”Sete Palmos de Terra” completa-se com uma música apropriada à situação.

True Detective

A série original da HBO, “True Detective” apresenta uma introdução sóbria, mas bastante enigmática. Nesta série antológica sazonal em que as investigações policiais são a verdade dos seus intervenientes, seja por motivos profissionais ou pessoais, existe sempre segredos. Segredos esses que desobedecem a lei. O estado de Minnesota é apresentado graficamente, enquanto conhecemos as personagens.

Gama dedicada a FRIENDS na Primark

Gama dedicada a FRIENDS na Primark

A Primark está sempre a inovar a sua gama de produtos. Depois de uma coleção relacionada com a Disney (podem ver aqui) e outra com o tema de Harry Potter (podem ver aqui). Brevemente vamos conseguir decorar a nossa casa com a temática de FRIENDS a série de sucesso do anos 90. A cadeia de lojas irlandesa sabe bem o que o público mais gosta. São vários os acessórios que completam esta gama dedicada inteiramente à série de sucesso protagonizada por Jennifer Aniston, Courtney Cox, Lisa Kudrow, Matthew Perry, Matt LeBlanc e David Schwimmer.

Desde velas, almofadas, chávenas, fronha e tudo e mais alguma coisa para tornar a decoração da sua casa mais animada, tal como este grupo de seis amigos.  Estes são alguns produtos que brevemente podem encontrar nas lojas da Primark. Quem for um Friends addicted como eu, vai adorar esta colecção.

 

Como sou a conduzir

Como sou a conduzir

Este é um tema muito sensível para mim. Todos os dias pego no carro e venho trabalhar. Na verdade esse é o único caminho que conheço. Casa-Trabalho-Trabalho-Casa. Não me peçam para seguir outros caminhos que não sei. Juro que é verdade. Sofro de uma síndrome que não me permite decorar direcções.  Se é que existe. Sou mesmo um zero à esquerda. Por exemplo se vou por um caminho novo com orientações, ao seguir o mesmo caminho ao contrário, é o o suficiente para me deixar baralhada. Este é um assunto que estou a tentar resolver, mas ainda sem cura à vista.

Agora sobre os outros condutores. Conduzo com segurança, mas não gosto de carros à minha frente, nem colados a mim. O ideal era ter a estrada só para mim, sem atrasos e colas. Gosto de estar à vontade e andar ao meu ritmo, enquanto ouço os meus tunes dos meus artistas e musicais favoritos. Se me vires na estrada normalmente estou a cantar em altos berros e a sentir a vibe da música que está a passar na rádio. Feels good. Um dos melhores momentos quando termino o trabalho e vou a ter casa ouvir a música, totalmente relaxada. Ás sextas-feiras já é comum ouvir “Friday I’m in love” dos The Cure.

Sobre os outros condutores, chamo nomes aqueles que não dão o pisca e que não sabem fazer rotundas. Lerdo, Lesma, Nabo, são alguns dos nomes mais comuns que normalmente chamo aos insuportáveis maus condutores. Contudo os nomes de animais (coitados que não tem culpa) são os mais usados: burro, urso e camelo são os meus preferidos. A vida na estrada era mais pacífica se todos fossem respeitadores.

Não gosto de conduzir, mas não nego que gosto da independência que cria. Aquela sensação de estarmos no controlo e de podermos ir a qualquer lugar. Sinto-me como gente grande. Quanto à manutenção, ainda não consigo estar atenta. Por mim desde que ande, tudo bem. Felizmente nunca tive problemas. Apenas uma vez que o carro se queixou e eu não lhe liguei nenhuma. Passado umas semanas não pegava. A culpa era da bateria que estava descarregada. Na altura estava a sair do ginásio, e tive que ir lá pedir ajuda. A sorte foi que ainda estava lá um instrutor que percebia da coisa. Deu gás ao carro e ele arrancou.

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E tu? Gostas mais de conduzir ou ser conduzido (a) ?

Top 10 Filmes Marvel

Top 10 Filmes Marvel

Para celebrar a estreia do filme “Avengers: Infinity War”, não podia faltar uma necessária e divertida retrospetiva. Após 10 anos e 18 filmes, a Marvel Cinematic Universe conseguiu criar um mundo fantástico de obras cinematográficas de qualidade. O nosso herói favorito é facilmente discutível, mas algo que não pudemos negar é nas competências deste estúdio de produzir um bom filme. Entretenimento apetecível que consegue conciliar bem a acção, drama e comédia tudo numa só narrativa. Mas, alguns filmes melhores que outros. O blogue Beautiful Dreams em parceria com o blogue More Than Entertainment escolhemos o Top 10 filmes dos estúdios da Marvel.

 

1 – Vingadores

Em 2012, todos os heróis se juntaram num filme para combater um inimigo em comum, Loki. Capitão América, Homem de Ferro, Viúva Negra, Thor, Hulk e Hawkeye lutaram pela primeira vez em equipa com o objectivo de salvarem a Terra. Realizado por Joss Whedon, o filme conseguiu surpreender positivamente. Juntou vários heróis num só filme, conseguindo equilibrar as personagens e os seus egos. E outra mais valia é o vilão: Loki, considerado por muitos o melhor.

2 – Guardiões da Galáxia Vol. 1

Não existe grupo mais intrépido do que os Guardiões da Galáxia. O argumento é uma verdadeira ode à criatividade. A dinâmica entre as personagens, Star-Lord, Gamora, Drax, Rocket e Groot são dos mais positivo e cómico dos filmes MCU. Estes outcasts transformados em heróis intergalácticos, e longe de serem perfeitos, não se medem aos palmos e fazem rir do princípio ao fim, com vários momentos de acção. E, claro que temos de mencionar a banda sonora, parte crucial no filme.

3 – Capitão América: Guerra Civil

Neste filme, surge uma grave discordância no grupo de heróis. Após o incidente de Sokovia, que causou muita destruição e várias vidas perdidas, o governo decide controlar os Vingadores. Uma legislação que não é bem aceite por todos. Por um lado temos a equipa do Capitão América e por outro do Homem de Ferro, um conflito que divide opiniões. Novas personagens aparecem para ajudar: Black Panther e Homem-Aranha. Muita ação, tensão e no final, nada será o mesmo.

4 – Capitão América: Soldado de Inverno

Capitão América ainda tenta ajustar-se ao mundo moderno. Mas quando um colega da S.H.I.E.L.D. está sob ataque, Steve vê-se envolvido numa teia de intrigas que ameaçam colocar o mundo em risco. Unindo forças com a Viúva Negra, o Capitão América luta para desmascarar a conspiração cada vez maior ao mesmo tempo que combate assassinos profissionais enviados para o silenciar a cada passo. E, depressa se deparam contra um inimigo inesperado – o Soldado do Inverno. Que, mais tarde descobre, que é o amigo Bucky. Este filme assume-se como um thriller político de espionagem, que resulta mesmo fora do género dos super-heróis.

5 – Black Panther

Depois dos eventos do filme “Civil War” e da morte do pai, T’Challa volta a casa para subir ao trono e assumir o seu lugar como rei de Wakanda. Mas, quando um antigo e poderoso inimigo reaparece, a força de T’Challa é testada, quando é atraído para um conflito que coloca o destino de Wakanda e do mundo em risco. Este filme tornou-se num marco cultural ao celebrar uma cultura africana diferente que equilibra a tradição e a mitologia com a modernidade e o progresso. O design de produção, a banda sonora, e o elenco traduziram na perfeição este ambiente só visto em banda desenhada.

6 – Homem de Ferro 1

O filme que começou este universo conseguiu criar expectativas elevadas. Tony Stark é um bilionário da indústria e génio da invenção que é raptado e forçado a construir uma arma de destruição devastadora. Em vez disso, Tony constrói um fato armadura high-tech e escapa ao cativeiro. Ao desvendar um plano com implicações mundiais, ele assume a sua armadura e jura proteger o mundo como o Homem de Ferro. A sua realização consistente e personagens fortes trouxeram um novo alento aos filmes de super-heróis. E, não nos podemos esquecer do carisma de Robert Downey Jr. como Tony Stark.

7 – Thor: Ragnarok

Thor encontra-se preso do outro lado do universo, sem o seu martelo, numa corrida contra o tempo para voltar a Asgard e impedir Ragnarok – a destruição do seu mundo e o fim da civilização Asgardiana – que se encontra nas mãos de uma poderosa ameaça – Hela. Mas primeiro, Thor precisa de sobreviver a uma luta mortal de gladiadores, que o coloca contra um seu ex-aliado e companheiro Vingador – Hulk. Coerente e com potencial que até ao momento não tinha sido explorado nos filmes do Thor, este filme é o mais divertido do herói Thor.

8 – Dr. Strange

Stephen Strange é um neurocirurgião brilhante, mas arrogante. Mas, um acidente de carro danifica-lhe os nervos das mãos e em desespero, decide partir para o Tibete, onde espera encontrar um mago conhecido como “Ancião”. Mas não é bem uma cura que Strange encontra, mas uma ordem de artes místicas que o ensina a tirar proveito de todo o tipo de energia. Uma mistura de artes marciais e magia que com o tempo vão transformá-lo no mestre da magia negra. Com um elenco de qualidade, este filme trouxe algo novo ao universo MCU: uma vertente mística, mágica e espiritual. O que resultou num filme com um visual completamente singular.

9 – Homem-Aranha: Regresso a Casa

Entusiasmado com a sua recente experiência com os Vingadores, Peter regressa a casa, onde vive com a tia, sob o olhar vigilante no seu novo mentor, Tony Stark. Peter procura reintegra-se na sua rotina diária, sempre focado no desejo de provar que não é apenas o super-herói simpático que vive nas redondezas, e, assim sendo, quando Vulture surge como o novo vilão, tudo o que é mais importante para Peter fica ameaçado… O que tem de bom este filme é ser diferente na abordagem da história do herói, que já foi vista noutras vezes. Tom Holland foi o escolhido para interpretar o protagonista. Vivaz e cheio de energia, é mesmo um Peter Parker aka Homem-Aranha de alma e coração. Um filme divertido e com um bom vilão.

10 – Thor

No centro da história está O Poderoso Thor, um forte, porém arrogante guerreiro, cujas atitudes reacendem uma antiga guerra. Como resultado, Thor é banido para a Terra, onde é obrigado a viver entre os humanos. Quando Loki, o seu meio-irmão, envia as forças das trevas para invadir a Terra, Thor aprende aquilo que é necessário para ser um verdadeiro herói. Uma sólida história de origem, que nos apresentou Thor, um dos membros fundadores dos vingadores, e a sua origem cósmica e o melhor vilão MCU, Loki.

O caminho até “Vingadores: Guerra do Infinito”

O caminho até “Vingadores: Guerra do Infinito”

O culminar de toda a história e todas as linhas temporais vão juntar-se neste próximo filme que estreia mundialmente a 26 de abril. Com esta técnica os produtores da Marvel previnem possíveis spoilers. Este será o maior e provavelmente o mais longo filme da Marvel alguma vez feito.  Esperam-se grandes surpresas (boas a más)  sobre o destino das nossas personagens favoritas.  No entanto algumas perguntas prevalecem. Será que Thanos vai conseguir todas as Pedras do Infinito? Se sim, a que custo?  Está tudo em aberto, e sem dúvida tudo pode acontecer.

Loading Café

Loading Café

No passado sábado foi ao Porto com o propósito de conhecer o Fantasporto – Festival Internacional de Cinema. Como a sessão que escolhemos era só às 17 horas, decidimos lanchar primeiro para aquecer o estômago. O local surgiu por acaso quando fazia uma pesquisa. Loading Café é um espaço novo, situado na Rua Santo Ildefonso no Porto, ideal para amantes de cereais.

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Este é um espaço completamente inovador e temático. Com uma seleção de saborosos menus, criados pelos responsáveis, mas que também podes personalizar. Seja o Apple Bobble com sabor a maçã e canela, o Peanut Butter Invaders para quem gosta de manteiga de amendoim, o Sonicaramel para os apaixonados por caramelo, o Honey  Hut Bros para um sabor mais doce, os Choco Fighters para os viciados em chocolate ou os Mrs Loops para quem gosta de experimentar diferentes sabores. Menus deliciosos com vários cereais diferentes, uma bola de gelado (ou não) e toppings, que pode variar entre fruta e doces, a acompanhar com leite colorido ou iogurte. Também podes encontrar outros produtos norte-americanos como Pop Tarts de diferentes sabores e M&Ms. Além dos menus de cereais, pode-se escolher menus com granôla e açaí, uma opção mais saudável. O Loading Café oferece ainda as típicas escolhas do café como tosta mista, torradas e waffles.

Fiquei encantada com os diferentes menus. É difícil escolher quando se gosta de tudo. Optei pelo Apple Booble e não fiquei nada arrependida, é mesmo delicioso. Aprovado por mim. É fácil perdermos uma tarde no Loading Café. Pois não se come apenas, também joga-se. Isso mesmo, os clientes podem usufruir das máquinas de arcade disponíveis pelo espaço.

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Um espaço totalmente personalizado e divertido para passarmos o nosso tempo e indicado se estivermos à procura de um local totalmente diferente. Para um serão com os amigos, uma festa de aniversário ou mesmo para um pequeno-almoço cheio e energia. O Loading Café está aberto também ao fim-de-semana.

Loading Café Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato
 

Comic Con – Dia 3

O terceira dia do Comic Con Portugal (domingo) estava reservado somente para o concurso de cosplay. Pela primeira vez decidi participar numa competição maior. Neste ano no  Heróis do Cosplay a artista convidada era a cosplayer Kinpatsu. O dia começou bastante cedo para mim, pois às 8horas tinha de estar no recinto para os ensaios. Evidentemente que não cheguei a horas, entre arranjar cabelos e maquilhagem demorei a sair de casa, contudo cheguei a tempo para ter uma perspectiva do palco e ensaiar o meu skit. Os meus tempos não estavam bem certos e ter a experiência completa em palco muda tudo.

Já estava com a ideia de fazer o cosplay de Katniss Everdeen desde de março. Finalmente concretizei o obejtivo. A cena do filme “Jogos da Fome: Em Chamas” em que o vestido incendeia-se e transforma-se noutro é completamente linda e queria adaptar isso para o palco. Além disso na área do cinema não é conhecido muitos cosplays e da Katniss também já não se encontra muito. Desde que tive a ideia para o vestido, comecei a trabalhar nele. Parece ter demorado muito tempo, mas na verdade ainda fiz muitas pausas. Consegui termina-lo na última da hora (as always). Depois do ensaio geral dirigi-me à banca do “Heróis do Cosplay” para o prejudging. Demorei um eternidade a chegar ao spotlight do júri. Estava com fome e cansada de estar na fila (fui quase das últimas, ainda sem entender porquê). A lista não estava feita pela ordem de inscrição. Finalmente na minha vez, o júri foi bastante breve, o que me decepcionou. Não fez perguntas sobre nada relacionado com o meu costume. Shame! Os últimos sofrem sempre. Finalmente livre do prejudging, o estômago começava a apertar e já estava na hora do almoço. Com todo o cuidado para não sujar o vestido (é branco!) almocei uma hambúrguer. Depois de umas fotos, entrei para os bastidores do palco. O concurso começava às 14h30.

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Cosplay Katniss Everdeen Wedding Dress

 A organização deste ano esta excelente. O concurso começou a horas e foram sempre simpáticos sobre as nossas necessidades. Contudo o tempo de espera do prejudging foi completamente desnecessário, o júri quase não se interessou pelo cosplay. Até compreendo éramos imensos cosplayers. Os prémios também não eram nada apeativos, relacionados apenas para quem faz props. Ufff. O prémio Syfy era o único que valia a pena, mas a minha personagem não se relacionava com essa categoria. No ano passado a divisão de categorias estava mais composta. E um buuu grande para os prémios acumulativos. Os participantes eram muitos, podiam-se dividir. Além disso, a minha t-shirt nem cheguei a vê-la.

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Todos os participantes do concurso “Heróis do Cosplay” 2017

Como era quase das últimas aguardei novamente imenso tempo pela minha vez. Quase nem me podia mexer com medo de estragar o vestido. Finalmente subi ao palco e correu tudo maravilhosamente bem. Os tempos estavam certos, o fogo ao rodar via-se e sei que consegui dar o meu melhor. No final não ganhei, mas who cares? diverti-me e conheci pessoas simpáticas nos bastidores. Este ano estamos todos fantásticos e foi um orgulho partilhar o palco com estes cosplayers. Adorei a experiência. No final do concurso recebi largos elogios sobre a minha personagem e skit. Receber este feedback da audiência é sempre muito gratificante e só por isso vale tudo a pena. Agora deixo-vos um vídeo do meu skit de Hunger Games e um pequeno vlog (o que consegui filmar do dia) do terceiro dia e último no Comic Con Portugal.


Comic Con – Dia 2

Durante o segundo dia utilizei o cosplay da Supergirl versão animada da Liga da Justiça, e como cheguei perto da hora do almoço, dirigi-me imediatamente para a área da restauração. Almocei tacos num espaço de comida mexicana e estavam deliciosos. Depois de descansar um pouco e dar uma volta novamente pelas bancas de comércio às 14 horas fui para a fila do Auditório B. Estava quase a começar o espectáculo “Hollywood in Concert” com a banda musical Lisbon Film Orchesta.Um glorioso show musical com a banda sonora dos nossos filmes favoritos tal como: Star Wars, Senhor dos Anéis, Indiana Jones, Harry Potter e E.T. Esta é a segunda vez que assisto a um concerto desta fantástica banda e surpreende-me sempre.

Depois dirigi-me à Conferência de Imprensa do ator Dominic Purcell. Conhecido pelos seus papéis em Prison Break e Flash/Supergirl/Arrow/Legends of Tomorrow. O ator esteve disponível para responder a todas as perguntas da imprensa, contudo não aceitou fotografias, porque segundo ele estava cansado do jet lag (desculpas, na minha opinião). Mas não desanimei. Mais uma volta pelo evento na zona do comércio.

O dia já estava a terminar, mas não desesperem amanhã havia mais e era o dia do concurso de cosplay “Heróis do Cospaly“. Para saberem mais do meu segundo dia no Comic Con Portugal, podem assistir ao meu vlog abaixo.