Captain Marvel (Capitão Marvel)

Captain Marvel (Capitão Marvel)

Título: Captain Marvel
Ano: 2019
Realização: Anna Boden, Ryan Fleck
Interpretes: Brie Larson, Samuel L. Jackson, Ben Mendelsohn…
Sinopse: Carol Danvers torna-se na heróina mais poderosa da Terra, quando é “apanhada” numa guerra entre diferentes raças da galáxia.

A Marvel Studios não desiste e consegue sempre proporcionar um excelente entretenimento com os seus filmes baseados nos super-heróis. “Captain Marvel” era dos filmes mais aguardados, não só por ter uma mulher no protagonismo, mas também porque é das heroínas mais fortes do universo. Neste filme conhecemos as suas origens e também de que forma influenciou a criação do projecto “Avengers” no interior da S.H.I.E.L.D. Ainda com Nick Fury (Samuel L. Jackson) jovem, mas com mente visionária para o futuro. A Marvel Studios joga novamente com estas voltas entre o passado e presente. Na última cena do filme “Avengers: Infinity War” antes de desaparecer Fury utiliza o seu pager para chamar a Captain Marvel, após a forte ameaça ao Planeta Terra. Este filme explica a conexão entre ambos e a história da piloto Carol Denvers (Brie Larson) enquanto tenta compreender quem é na verdade.

Este filme foi dos mais intensos, pois a narrativa mantinha-se sempre um mistério. Não era como os filmes antecessores que compreendíamos imediatamente o que ia acontecer. O argumento não era tão descontraído como outros filmes da Marvel. Por exemplo “Guardiões da Galáxia“, “Ant-Man” ou “Thor: Ragnarok“. Com diálogos mais sérios, mas com uma visão mais determinada e sem distracções. Esta personagem não se deixa abalar, tem força de vontade e ainda via ser uma forte ajuda na luta contra o Thanos no próximo filme que está a chegar. Apesar da lacuna de cenas fantásticas de ação, durante o filme, no final compensa excelentemente com o clímax desta obra cinematográfica. Brie Larson conseguiu estar à altura do destaque da Capitão Marvel. A atriz apresenta a destreza e carisma necessário da personagem. Além disso foi interessante descobrir como muitas das ideias de Nick Fury para o futuro da S.H.I.E.L.D., aconteceram devido ao encontro com Carol Denvers.

Concluindo o futuro da Marvel está em boas mãos e conseguem sempre a aprovação do público que tão bem já nos habituou. Agora esperar por “Avengers: Endgame“. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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A morte do Super-Homem

A morte do Super-Homem

Título: The Death of Superman
Ano: 2018
Realização: Jake Castorena, Sam Liu
Interpretes: Jerry O’Connell, Rebecca Romijn, Rainn Wilson…
Sinopse: O Super-Homem combate contra o indestrutível Doomsday.

Neste filme de animação da DC Comics acompanhamos uma dos eventos mais trágicos da banda desenhada, a morte do Super-Homem. Considerado como o super-heróis mais forte e invencível, não conseguiu resistir à terrível destruição do inimigo Doomsday que destruiu Metropolis com a sua fúria. Super-Homem antes da batalha ainda lidava com a revelação da sua verdadeira identidade a Lois Lane, jornalista do Daily Planet. Para conseguir uma vida normal, era Clark Kent, um jornalista do Kansas que em nada tinha haver com o a sua personalidade de herói.

Neste filme realizado por Jake Castorena, Sam Liu conhecemos a dualidade de identidade do herói, assim como a sua queda. Com uma animação bem delineada e uma história bem construída, consideramos esta uma excelente história de super-heróis. Este é um filme completo, mas ainda sem terminar, pois existe uma segunda parte. Apesar de pensarmos em Super-Homem como um herói indestrutível, foi interessante conhecermos as suas fragilidades e dúvidas sobre quem realmente é. Para os fãs da banda desenhada aconselho este filme. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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Homem-Aranha: No Universo Aranha

Homem-Aranha: No Universo Aranha

Título: Spider-Man: Into the Spider-Verse
Ano: 2018
Realização: Bob Persichetti, Peter Ramsey…
Interpretes: Shameik Moore, Jake Johnson, Hailee Steinfeld…
Sinopse: O adolescente Miles Morales torna-se o Homem-Aranha da sua realidade, cruzando o caminho com cinco outros iguais a ele de outras realidades para travarem a confusão onde estão metidos.

 Um Óscar de Melhor Filme de Animação merecido. “Homem-Aranha: No Universo Aranha” é muito mais do que uma fantástica obra-cinematográfica, é uma experiência. Quase como se estivéssemos a ver a banda desenhada como um filme. A interação da imagem é sublime com um grafismo diferente e sem falhas. Muitas cores invadem o ecrã. Neste filme acompanhamos uma nova história do herói Homem-Aranha e dos seus vários universos diferentes, mas com o mesmo background. Uma abordagem resumida dos filmes, comics e todo o universo do spiderman.

Miles Morales, um adolescente com descendência negra e latina, que surpreendentemente é mordido por uma aranha geneticamente modicada e recebe os poderes de aranha. Envolvido numa difícil situação é testemunha de uma alteração das várias realidades existentes e depois de conhecer os outros como ele, ajuda-os a regressar ao lugar de cada um, mas para isso vai aprender da pior maneira a responsabilidade de ser o Homem-Aranha do seu mundo. Não só os heróis devem ser mencionados, os vilões também foram plenamente bem conseguidos.

Foi necessária uma equipa de excelentes profissionais para avançarem com este filme. Sem falhas e com uma imagem digna de excelência, o espectador fica hipnotizado com as cores vibrantes que compõe o filme. Além disso o argumento bem delineado e imprevisível torna esta obra cinematográfica numa fantástica surpresa. Num mundo saturado com filmes de super-heróis, este destaca-se pela inovação e requinte do que é original. Esta mistura de diferentes universos resultou bastante bem e considero já dos melhore filmes de heróis de sempre. Um filme bastante completo e um presente cinematográfico. Pode-se esperar muita ação, drama e comédia. Até são vários os momentos em que sentimos um arrepio na espinha, devido às fantásticas cenas apresentadas. Aconselho vivamente a assistirem a este filme e principalmente se fores fã de banda desenhada. O blogue atribui 5 estrelas em 5.

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Miles Morales: When will I know I’m ready?

Peter B. Parker: You won’t. It’s a leap of faith. That’s all it is, Miles. A leap of faith.

Isto é o Fim!

Isto é o Fim!

Título: This Is the End
Ano: 2013
Realização: Evan Goldberg, Seth Rogen
Interpretes: James Franco, Jonah Hill, Seth Rogen…
Sinopse: Seis celebridades de Los Angels estão presas na casa de James Franco depois de uma série de eventos trágicos que destruíram a cidade. O grupo terá de confrontar o Apocalipse e eles próprios também.

Imaginem que o mundo está a acabar e por qualquer motivo os únicos sobreviventes deste Apocalipse são um bando de atores de comédia americanos. Aqui não existem nomes inventados, apenas os reais. James Franco está a inaugurar a sua nova casa, e como seria de esperar, organizou uma mega festa com gente de Hollywood. Celebridades como Michael Cera, Emma Watson, Rhianna, Mindy Kalinge e Kevin Hart estão presentes. Sem nos esquecermos das presenças principais Jonah Hill, Seth Rogen, Jay Baruchel, Danny McBride e Craig Robinson. O resultado conseguiu ser um filme hilariante, sem preconceitos, com muita comédia e cenas tresloucadas à mistura.

A história é inesperada e por isso conseguiu captar a atenção do público. Os diálogos incoerentes, mas cómicos formam do ponto alto do filme. As jabardices referidas faziam rir às gargalhadas e era mesmo o que se esperava de um filme do género. Além disso num nicho cheio de famosos era esperar a reação de cada um ao que estava a acontecer. Esta é já uma geração de atores que pode mesmo fazer o que bem quiser e daí conseguem produzir um filme do género, sem esperar muito em troca. Contudo conseguiram surpreender.

A narrativa não tem uma explicação significativa, mas consegue sobrevalorizar a mensagem de amizade e os valores das boas ações. Concluindo “Isto é o Fim!” tornou-se numa valente surpresa e consegue fazer rir devido às peripécias loucas que os protagonistas desempenham. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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Isto é Vida!

Isto é Vida!

Título: Life Itself
Ano: 2018
Realização: Dan Fogelman
Interpretes: Oscar Isaac, Olivia Wilde, Annette Bening…
Sinopse: Enquanto descobrimos a vida de um jovem casal em Nova Iorque que depois da faculdade e do casamento esperam pelo primeiro filho, a viagem surpreendente da vida acontece, levando-nos numa jornada entre continentes e diferentes gerações.

Já conhecemos a escrita de Dan Fogelman em trabalhos de “This is Us” e Crazy Stupid Love“. Conhecemos o seu jeito natural de juntar pessoas e criar histórias realmente fantásticas e que apelam ao coração. Muito amor, carinho e ternura, mas também uma pitada de trágico. Foi nessa onda de juntar várias histórias marcantes diferentes, que criou o filme “Life Itself“. Juntando vários conhecidos atores como Oscar Isaac (Star Wars), Olivia Wilde (Tron), Annette Bening, Olivia Cook (Player 1) e Antonio Banderas, criou um enredo de ir às lágrimas mas que consegue fazer-nos pensar. O gosto musical do argumentista por Bob Dylan é bem notório e conseguiu captar a minha atenção pelo músico e compositor. A sua banda sonora adequa-se bastante bem neste filme.

Conhecemos fantásticas personagens que estão todas ligadas, mesmo sem o saberem. O destino de cada uma é definido pela vida que é mesmo assim. Se tal não acontecesse-se não éramos o que somos. Por isso temos de respeitar as voltas que ela dá. A narrativa comovente é dos factores mais preciosos desta obra cinematográfica. Enquanto avançamos em quatro capítulos, vamos aos poucos e poucos descobrir a verdade dos acontecimentos. Os primeiros 8 minutos do filme são confusos, mas lentamente entramos na história e na vida daquelas personagens.

As interpretações estão bem apresentadas e sentimos uma conexão com cada um dos atores nas suas personagens. “Isto é a Vida!” foi uma bela surpresa que conseguiu comover-me bastante. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

3-5-estrelas

Jack Ryan: Agente Sombra

Jack Ryan: Agente Sombra

Título: Jack Ryan: Shadow Recruit
Ano: 2014
Realização: Kenneth Branagh
Interpretes: Chris Pine, Kevin Costner, Keira Knightley…
Sinopse: Jack Ryan é um jovem recruta da CIA, disfarçado tenta infiltra-se na Rússia com o propósito de evitar um ataque terrorista.

Este é um daqueles filmes de ação que esperava-se dar origem a uma saga. Tal como “Jack Reacher“, “Missão Impossível”, “Jason Bourne“, “John Wick“,  mas não resultou. O argumento forçado e personagens sem atitude, ditaram a mediocridade do filme. Não é que o filme esteja completamente mau, é só que não se destaca dentro do género. Mais do mesmo. No entanto esta é uma personagem baseada nos livros de espionagem do escritor Tom Clancy. Muitos dos seus livros foram já adaptados ao cinema, mas esta versão mais atual saiu furada.

Chris Pine interpreta Jack Ryan, um jovem que esconde uma vida dupla. Corretor de investimentos, trabalha na verdade para a CIA. Esconde esse segredo da namorada, estudante de medicina, Cathy Mueller (Keira Knightley). Contudo numa missão à paisana, Jack infiltra-se na Rússia com o objetivo de evitar um ataque terrorista aos Estados Unidos da América.

Aproveitando ainda os acontecimentos da Guerra Fria, os argumentistas concentram a atenção para estes países super-potências: E.U.A e Rússia. Não correu bem, pois o argumento tornou-se previsível e mais uma vez delinearam os russos como os vilões do enredo. “Jack Ryan: Agente Sombra” é um filme apressado e com pouca densidade emotiva. Tudo muito feito para desenrascar. O vilão não teve um grande impacto, e o herói, Jack Ryan não sabia bem o que ali estava a fazer, safou-se apenas dos acontecimentos por mera sorte. A atriz Keira Knightley estava distraída na sua personagem e apresentou uma presença medíocre, esta personagem não ajudou a solidificar a sua carreira. Além disso não apresentou química nenhuma com Chris Pine, que tinha o esforço para avançar com mais filmes sobre este protagonista.

Concluindo tornou-se cansativo de assistir a esta longa-metragem, sem nenhum efeito de surpresa.  A pouca densidade construtiva das personagens é notória e “Jack Ryan” torna-se mais um do mesmo. O blogue atribui 2,5 estrelas em 5.

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Beleza Colateral

Beleza Colateral

Título: Collateral Beauty
Ano: 2016
Realização: David Frankel
Interpretes: Will Smith, Edward Norton, Kate Winslet, Helen Mirren…
Sinopse: Depois de uma tragédia, um homem com dúvidas para o Universo escreve uma carta para a Morte, Tempo e Amor. Recebe estranhas respostas e percebe que a vida tem outro significado de beleza.

Howard (Will Smith) era um homem feliz. No discurso da abertura da sua empresa falava sobre a importância de três tópicos: morte, tempo e amor. Essenciais à vida de cada um dos seres humanos e apenas no que pensávamos diariamente. Três anos depois Howard é um homem infeliz. Em desespero após a morte da filha de seis anos, escreve furiosas caras aos três principais responsáveis: morte, tempo e amor. Como o seu estado estava incapaz de conseguir controlar a sua empresa, os seus três amigos e colaboradores decidem ajuda-lo e para isso contratam um grupo de atores para personificarem-se nessas personagens e dar algum sentido à vida de Howard. Mas a resposta que vão ter vai ser surpreendente.

Neste filme conhecemos várias personagens, interpretadas por um elenco fantástico que se juntam numa mesma situação. O argumento é doce e meigo e percebemos os motivos das exigências da vida, por mais dolorosas que sejam. As personagens vão evoluindo ao longo do filme, contudo interpretei o final como muito apressado, mas com um forte twist.

Podemos parecer todos diferentes, a nível de gostos, personalidade, sonhos, mas somos todos iguais com o que temos. “Beleza Colateral” é uma obra dramática que contextualiza de forma agradável, mas triste aquilo que temos e perdemos. Concluindo esta obra cinematográfica apresenta-se como mediana, mas aborda temas fortes. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

3-5-estrelas

A Agente Vermelha

A Agente Vermelha

Título: Red Sparrow

Ano: 2018

Realização: Francis Lawrence

Interpretes: Jennifer Lawrence, Joel Edgerton, Matthias Schoenaerts…

Sinopse: A bailarina Dominika Egorova é recrutada para a escola de agentes, um serviço russo de inteligência, onde ela se foca no seu corpo como uma arma. A sua primeira missão é encontrar o agente da CIA que está a por em causa as duas nações.

Jennifer Lawrence é a protagonista deste filme de espionagem. Dominika Egorova, uma russa bailarina, desde criança sempre sonhou pertencer ao Bailado russo. Contudo a sua vida muda radicalmente quando se magoa gravemente em palco. Sem hipóteses de voltar a dançar e para ganhar dinheiro para cuidar da mãe doente, é obrigada pelo tio a trabalhar para ele. Entra num escola especial de inteligência russa, onde aprende a utilizar o seu corpo como arma, através de prazeres sexuais. Dominika muda de identidade e torna-se na agente vermelha. Numa rede de traição e infiltrados entre a Rússia e os Estados Unidos da América, a jovem terá de aprender a sobreviver neste mundo de desconfiança.

Realizado por Francis Lawrence, conhecido em filmes como Constantine, I am Legend, e três filmes da saga Hunger Games. Daí voltou a recrutar Jennifer Lawrence para a sua protagonista. A atriz apresenta uma exposição física muito grande nesta obra cinematográfica, algo que ainda não tínhamos visto. Mas nestas cenas era justificável para o desenvolvimento da personagem. O seu sotaque foi alterado para um russo, o que em algumas falas está perfeito, noutras nem por isso. O papel de Jeremy Irons também é interessante neste filme.

A narrativa está interessante, e voltamos à mesma guerra entre a Rússia e Estados Unidos da América. Só a partir de meio do filme é que começa a tornar-se mais surpreendente. Sobraram algumas pontas soltas, mas conseguiram superar tudo no final. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

3-5-estrelas

 

Beautiful Boy

Beautiful Boy

Título: Beautiful Boy
Ano: 2018
Realização: Felix van Groeningen
Interpretes: Steve Carell, Timothée Chalamet, Maura Tierney…
Sinopse: Baseado no best-seller a par de memórias de pai, David Sheff e filho, Nic Sheff, sobre uma história inspiradora do vício das drogas e do seu efeito na família.

Nesta obra cinematográfica dramática baseada em factos verídicos do livro do pai e filho, onde juntos ultrapassam as dificuldades que o vício da droga deixa. Um rasto de muita luta, desespero e sofrimento para a vítima e a família. Nic Sheff era o filho prodígio de David, que sempre cuidou dele. Eram muito próximos e Nic já tinha um plano traçado para o seu futuro. Tudo mudou quando experimentou a drogas pela primeira vez, um ciclo constante que estava a cair sem fim. Mesmo apesar das várias clínicas de reabilitação e das tentativas em conseguir uma vida normal, nada foi suficiente para deixar o que já estava entranhado no seu sistema: o maldito vício das drogas.

Neste viagem intimista somos abordados por uma história inspiradora de força e amor. Quando um pai faz de tudo, até o impossível para salvar um filho. Não desiste, e aquela deixa de ser uma luta de apenas um, mas de dois. O realizador belga Felix van Groeningen, apresentou uma viagem de auto-descoberta, sem um fluxo contínuo. Por vezes não sabíamos em que momento estávamos na história, mas conseguiu apresentar claramente as dificuldades da situação.

Subscrevo o talento dos atores principais, Steve Carell e Timothée Chalamet. Steve Carell apresenta-se sério e com olhar triste. Um profissional na representação que facilmente salta entre a comédia e drama. Já Timothée Chalamet tinha-nos impressionado com a sua presença em “Chama-me pelo meu nome” e neste filme volta a conquistar o seu lugar como um excelente ator da nova geração. Juntos conseguem comover que até o público se deixa envolver nesta narrativa.

Concluindo “Beautiful Boy” apresenta uma história em que muitos conseguem sentir a conexão. No entanto apresenta algumas falhas no argumento que se dispersa muito. Vale muito pela interpretação dos atores. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

David Sheff: Do you know how much I love you? 
[young Nic shakes his head]
David Sheff: If you could take all the words in the language, it still wouldn’t describe how much I love you. And if you could gather all those words together, it still wouldn’t describe what I feel for you. What I feel for you is everything. I love you more than everything.
Young Nic Sheff: Everything?
David Sheff: Yeah, everything.

3-5-estrelas

Ralph vs Internet

Ralph vs Internet

Título: Ralph Breaks the Internet
Ano: 2018
Realização: Phil Johnston, Rich Moore
Interpretes: John C. Reilly, Sarah Silverman, Gal Gadot…
Sinopse: Seis anos após os eventos de “Wreck-it Ralph“, Ralph e Vanellope, agora amigos, descobrem a internet, liderando-os para uma nova aventura.

Depois de meia dúzia de anos, após a estreia do primeiro filme “Força Ralph“, chega a continuação produzida pela Walt Disney Pictures Studios. Ralph e Vanellope agora melhores amigos, vivem sempre a mesma rotina diária. De manhã quando as máquinas de arcade se ligam, cada um vai para o seu jogo e depois no final do dia, assistem ao pôr-do-sol juntos e conversam sobre trivialidades. Ralph aprecia aquela paz e sossego e adapta-se bem à rotina, mas Vanellope ambiciona por algo mais. Adora a adrenalina de não saber o que lhe espera. Tudo muda, quando surge uma conexão à Internet. Os dois amigos descobrem um mundo totalmente novo de coisas nunca antes vistas. A amizade entre ambos vai ser testada.

A Disney não decepciona, neste filme totalmente divertido, cheio de cor sobre uma verdade do que realmente acontece no mundo gigante da Internet, onde todos estamos conectados. No primeiro filme foi apresentado várias personagens dos jogos arcade, tal como o Pacman, Sonic e Street Fighter. Mas nesta segundo conhecemos um outro universo. As marcas que são verdadeiros tubarões online. Gosto do facto de a marcar Disney conseguir brincar consigo própria. Prova disso são os vários momentos com as Princesas.

O argumento mantém-se bastante sóbrio, até aos minutos finais , contudo apresenta uma história interessante e com uma forte mensagem de amizade e conquista dos sonhos. “Ralph vs Internet” está nomeado para os Óscares como melhor animação. Este é uma ótima sugestão para uma tarde em família. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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