Harry e Megan: Um Romance Real

Título: Harry & Meghan: A Royal Romance
Ano: 2018
Realização: Menhaj Huda
Interpretes: Parisa Fitz-Henley, Laura Mitchell, Melanie Nicholls-King
Sinopse: O romance entre o Príncipe Harry e Meghan Markle.

O casamento real aconteceu no sábado passado, mas a indústria cinematográfica não quis deixar escapar a oportunidade de retratar o romance do Príncipe Harry com a atriz Meghan Markle. Uma narrativa com atores idênticos aos protagonistas desta história de amor, que através de factos fictícios de acontecimentos contados pelos próprios Harry e Meghan é apresentada a história de amor de ambos. O filme tem início com a infância do casal e com momentos que marcam o seu futuro. Na idade adulta conheceram-se através de intermédio de uma amiga em comum, num encontro às cegas. A química foi imediata. Apesar do namoro às escondidas, quando a comunicação social descobriu, tal foi o forte impacto que abalou o romance. Um preço alto de falta de privacidade, que mesmo Meghan como sendo uma atriz, teve dificuldades em lidar com a situação. Além disso a pressão de pertence à realeza também mereceu as suas consequências. Um peso que nem sempre é fácil de suportar.

O clima do filme é bastante romântico e facilmente acreditamos em contos de fadas. Um amor incondicional que só se tornou mais forte com os obstáculos. Uma história bonita, simples e que faz os corações mais apaixonados, sonhar. “Harry & Meghan: A Royal Romance” apresenta uma abordagem satisfatória dos acontecimentos, com excelentes atores e um argumento acessível. Para quem (como eu) dá valor a estas histórias de princesas e realeza esta é uma excelente obra cinematográfica. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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Suicide Squad: Hell to Pay

Título: Suicide Squad: Hell to Pay
Ano: 2018
Realização: Sam Liu
Interpretes: Christian Slater, Vanessa Williams, Billy Brown…
Sinopse: A equipa X volta a reunir-se e arrisca a sua própria vida para conseguir roubar um objecto muito especial.

Os filmes de animação da DC Comics são cada vez mais negros. Não há dúvidas porque receberam a alcunha de dark movies. Esta é uma abordagem diferente que tem como principais protagonistas os vilões. Depois do filme live-action Esquadrão Suicida os maus das histórias da banda desenhada terão outra missão perigosa, encontrar um cartão especial que ao seu portador o livra o inferno quando morrer. Amanda Waller junta os prisioneiros Deadshot, Harley Quinn, Capitão Bumerangue, Killer Frost, Bronze Tiger e Copperhead para fazerem o seu trabalho sujo. Contudo não estão sozinhos e outros vilões procuram a mágica entrada. Zoom e Vandal Savage são alguns dos fortes vilões que nada tem a perder e que esperam conseguir o cartão.

A animação deste filme é muito violenta e sanguinária, mas esta já é uma característica habitual. Mas por vezes pode impressionar. A narrativa consegue ser interessante  e na recta final duvidamos das intenções dos protagonistas. Afinal são vilões e jogam cada um para o seu lado. Contudo tornam-se reviravoltas interessantes. A relação entre estas personagens que nada tem em comum, além de serem prisioneiros é que apesar de no início não criarem uma empatia imediata, conseguem trabalhar como equipa e resolverem as suas decisões para o bem-estar do grupo. Existem filmes bem melhores de super-heróis este torna-se apenas mais um complemento sangrento e sem pudores de cabeças a estoirar. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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Dança Comigo (2017)

Título: Dirty Dancing
Ano: 2017
Realização: Wayne Blair
Interpretes: Abigail Breslin, Colt Prattes, Sarah Hyland…
Sinopse: Um remake do filme icónico de 1987 Dirty Dancing.

Atualmente é banal descobrirmos a notícia de mais um remake de filmes de sucesso. A indústria cinematográfica opta por apostar em versões mais atuais de grandes obras que ainda hoje conhecemos. Recentemente foi Dirty Dancing que mereceu uma roupa nova. O canal ABC recriou o filme emblemático para a grande transmissão televisiva. Depois de Patrick Swayze e Jennifer Grey como protagonistas é a vez de Abigail Breslin e Colt Prattes protagonizar o casal romântico que se apaixona a dançar.

No verão de 1963, Frances Houseman ou “Baby” como é apeliada, viaja com a família para um resort. Durante esses meses apaixona-se por Johnny Castle o famoso instrutor de dança. Apesar das sequências serem muito semelhantes ao filme original, existem momentos ficcionais diferentes, necessários para oferecer mais destaque a outras personagens. Contudo, mesmo com semelhança com o primeiro filme existem vários factores que se tornaram a desgraça deste remake.

Em primeiro lugar a péssima escolha dos protagonistas é muito duvidável. A atriz Abigail Breslin é conhecida do público desde os seus 5 anos, quando participou no filme “Signs” com Mel Gilbson. Ainda na sua cinematografia destacam-se filmes como Little Miss Sunshine, My Sister Keeper e August: Osage County contudo nesta adaptação não cumpre as medidas. A sua falta de capacidade para dançar é notória o que nos faz repensar sobre a escolha do elenco. O mesmo se aplica com Colt Prattes que em todas as cenas apresenta-se tenso e com expressões demasiadamente sérias. Além disso a química entre o casal é completamente inexistente.

A par dessa situação temos um filme sobre dança, mas será também um musical? Durante algumas coreografias as personagens cantam as músicas, tal como aconteceu com a cena final de “Time of my life” onde os protagonistas deram o corpo e a voz em toda a sequência. Penso que esta solução não foi das melhores. No início do filme e no final somos abordados com um pequeno infeliz twist. Tal acréscimo poderia ter sido interessante, mas não acrescenta nada de novo à narrativa. “Dirty Dancing” (2017) é composto por alguns dramas excessivos e mal resolvidos que nos faz perder o interesse total pelo filme. Completamente desinteressante e que nunca devia ter saído da gaveta.  O blogue atribui 1,5 estrelas em 5.

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Fragmentado

Título: Split
Ano: 2016
Realização: M. Night Shyamalan
Interpretes: James McAvoy, Anya Taylor-Joy, Haley Lu Richardson…
Sinopse: Três raparigas são raptadas por um homem diagnosticado com 23 personalidades diferentes. Elas tentam escapar, antes da chegada da personalidade número 24.

Esta temática das múltiplas personalidades sempre foi um tema que me despertou curiosidade. Acedi ao tema com no filme Identidade Misteriosa (2003) e a série Bates Motel (2013-2017). Considero interessante como deixamos de ser quem somos e passamos a ter diferentes personalidades diferentes. “Fragmentado” realizado por M. Night Shyamalan, é um misto de mistério, drama e triller psicológico sobre uma pessoa que sofre com esta patologia. O ator James McAvoy interpreta um homem com 23 personalidades diferentes. Como forma de conseguir evocar a vigésima quarta personalidade, rapta três raparigas adolescentes. Casey, Claire e Marcia terão de lutar pela própria vida e arriscarem-se a saírem da cave onde estão mantidas prisioneiras.

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O que se destaca deste filme satisfatório de M. Night Shyamalan (que já há muito tempo não realizava nada de relevante) é mesmo o fantástico argumento. De maneira subtil, carismática e misteriosa agarra o espectador a todos os segundos do ecrã, para tentar perceber o fluxo narrativo. Um aplauso para a extravagante interpretação de James McAvoy, um ator de mão cheia. Interpreta diferentes personalidades desde a criança Hedwig que dança freneticamente Kanye West; à controladora Patricia, ao protetor e forte Dennis, ao estilista Barry, entre outros. Conseguimos facilmente descobrir qual a personalidade que emergiu devido à sua capacidade camaleónica. Desta forma se descobre o que separa os bons dos excelentes atores. Apesar da exuberante performance de McAvoy, a atriz Anya Taylor-Joy como Casey também consegue estar à medida do peso da sua personagem. Os seus silêncios são muito expressivos “Split” conseguiu ainda um final totalmente inesperado e conseguiu interligar-se com o filme “O Protegido” com Bruce Willis e Samuel L. Jackson que Shyamalan realizou à 18 anos atrás. Vamos finalmente receber uma continuação à película. Concluído o blogue atribui 3,5 estrelas em 5. golden_star2golden_star2golden_star2golden_star2

A Hora Mais Negra

Título: Darkest Hour
Ano: 2017
Realização: Joe Wright
Interpretes: Gary Oldman, Lily James, Kristin Scott Thomas….
Sinopse: Em Maio de 1945 o destino da Europa está nas mãos do Primeiro Ministro britânico, Winston Churchill, que terá de decidir entre negociar com Adolf Hitler ou lutar e descobrir que poderá ser a ruína do império britânico.

Filmes como este deviam ser mais vezes feitos. Momentos da História que marcaram decisões vincadas para um presente que conhecemos. Situações complicadas e momentos temerosos que culminaram o destino do mundo como conhecemos atualmente. “A Hora mais Negra” retrata a decisão do primeiro-ministro britânico, Winston Chrurchill que marcou a posição firme do Reino Unido na 2ª Guerra Mundial. Uma decisão limpa sobre nega de rendição à Alemanha nazi, liderada por Hitler. “I have nothing to offer but blood, toil, tears and sweat. We have before us an ordeal of the most grievous kind. We have before us many, many long months of struggle and of suffering.” Frase discursada por Churchill no dia 13 de maio na Câmara dos Comuns quando se tornou Primeiro-Ministro. A sua intenção não era dar falsas esperanças ao povo, como tinham feito até ao momento, mas atribuir-lhes força para a batalha que se aproximava. O mês de maio de 1940 do conhecido primeiro-ministro britânico, foi dos mais complicados da sua vida. A subida de cargo na política, a contradição de todos pela sua promoção, sem o suporte da casa real, as tropas britânicas cada vez mais cansadas e poucas, sem aliados, o bloqueio de Dunkirk e o acordo de paz com Hitler, fomentou o sucesso de Winston Churchill e hoje um dos nomes mais reconhecidos da História britânica.

The Darkest Hour

A Hora Mais Negra” realizado por Joe Wright, conhecido por filmes históricos como “Orgulho e Preconceito“, “Expiação” e “Anna Karenina”, aborda de forma equilibrada este tema. Nesta produção não é apresentado uma película biográfica sobre Churchill, é sim um momento único da sua vida explorado de forma meticulosa para retratar o mais real possível dos acontecimentos.

Gary Oldman recebeu o Óscar de Melhor Ator Principal por esta sua interpretação. Bem merecido, o ator “escondido” pela maquilhagem e caracterização superou o desafio com distinção. A voz e gestos estão completamente dentro da personagem. O argumento bem delineado com planos seguros e marcantes, tornam este filme sólido e coerente. A obstinação de Churchill foi necessária, mesmo que isso fosse contra os padrões normais, numa altura em que tudo parecia perdido. Uma narrativa impressionante de coragem e esperança. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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Um Ritmo Perfeito 3

Título: Pitch Perfect 3
Ano: 2017
Realização: Trish Sie
Interpretes: Anna Kendrick, Rebel Wilson, Brittany Snow…
Sinopse: Empenhadas em ganhar o campeonato mundial, as Bellas agora separadas voltam a juntarem-se para mais uma competição. Desta vez terão de competir com outros grupos que utilizam instrumentos musicais.

O terceiro e último filme das Bellas não conseguiu terminar da melhor forma. Esperava-se um filme tão divertido e inspirador como o primeiro. Com um novo desafio em mãos, o grupo musical acapella da faculdade de Barden terão de lutar pelo primeiro lugar de um concurso de talentos para serem a abertura do concerto de um magnata da música. Contudo esta competição será diferente do que estão habituadas, as vozes das Bellas terão de concorrer com instrumentos musicais. Cansadas das suas profissões e do quotidiano, seguem o sonho que as faziam felizes, cantarem juntas. Uma última competição para um final em grande das Bellas.

Voltam a reunir-se as personagens originais como Beca (Anna Kendrick), Fat Amy (Rebel Wilson), Aubrey (Anna Camp) e Chloe (Brittany Snow), junta-se também Emily (Hailee Steinfeld) que apareceu no grupo no segundo filme, com músicas novas e muita dança.

Pitch Perfect 3 - Official Trailer [HD] (screen grab) CR: Universal Pictures

O que mais me decepcionou neste filme foi a falta de originalidade nas escolhas musicais, factor que sempre destacou-se nos filmes anteriores. A narrativa previsível e os namoros forçados foram alguns factores que contribuíram para o insucesso do filme. Contudo gostei de conhecer o passado da Fat Amy (das minhas personagens favoritas) e do seu conflito com o pai. A competição das Bellas com os outros concorrentes foi vulgar e o espectador só conheceu as performances das protagonistas. O filme ficava mais completo se conseguimos conhecer o outro lado. Apesar de conseguirem um maior destaque para a personagem de Anna Kendrick neste filme, a sua representação foi muito desleixada e aborrecida.

Concluindo Pitch Perfect não terminou da melhor forma e tornou-se numa desilusão total. É melhor ficarmos apenas com o primeiro filme. Neste terceiro filme acrescentou-se mais ação à narrativa, mas realmente não era isso que faltava, mas sim as performances musicais que ficaram totalmente esquecidas. O blogue atribui 2,5 estrelas em 5.

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Fúria

Título: Fury
Ano: 2014
Realização: David Ayer
Interpretes: Brad Pitt, Shia LaBeouf, Logan Lerman…
Sinopse: Um comandante de um tanque durante a 2ª Guerra Mundial toma difíceis decisões, para si e a sua equipa durante a invasão à Alemanha em 1945.

Os filmes de guerra são sempre difíceis de assistir. Muitas vezes baseados em factos verídicos, é doloroso compreender como o ser humano chegou a esse meio destrutivo. No filme “Fúria“, nome oferecido ao tanque que defendia a equipa, acompanhamos esta dura realidade da 2º Guerra Mundial. Em 1945, na Alemanha um grupo de combatentes americanos, liderado pelo Comandante Don Collider (Brad Pitt) enfrentam o duro trabalho no campo de batalha. A equipa composta por cinco elementos, cada um com a sua personalidade, lutam diariamente para conseguirem sobreviver. De desconhecidos, a companheiros, amigos até família. Dispostos a lutarem até ao fim para terminarem de vez com a guerra e encontrarem todos os nazis. Nesta obra cinematográfica bem real e crua sobre um dos maiores períodos negros da História Mundial.

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Um dos factores mais positivos do filme é o forte elenco. Brad Pitt (Ocean’s Eleven), Shia LaBeouf (Transformers), Logan Lerman (As vantagens de ser invisível), Michael Pena (Ant-Man) e Jon Bernthal (The Punisher) que lideram com clareza este drama de guerra. O cenário bem composto, com vários momentos bélicos tornam esta obra mais difícil de digerir. O argumento bem definido com vários momentos de esperança, necessários para filmes do género, histórias de sobrevivência e amizade. Não conhecia o ator Brad Pitt neste género de papéis mas consegue ser um líder credível, preservando sempre a vida dos seus companheiros. Apesar de o cinema já estar desgastado no género de guerra, ainda consegue existir obras que nos comovem, “Fúria” é uma delas. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.
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Vingadores: Guerra do Infinito

Título: Avengers: Infinity War
Ano: 2018
Realização: Anthony Russo, Joe Russo
Interpretes: Robert Downey Jr., Chris Hemsworth, Mark Ruffalo….
Sinopse: Os Vingadores e os seus aliados serão confrontados com uma força poderosa que pretende destruir o Universo como existe, o temível Thanos.

A promessa feita há 10 anos, foi cumprida com esplendor. A Marvel Studios conseguiu concentrar-se eficazmente em realizar um filme épico. Um culminar de experiências e expectativas que se tornaram no desejo de qualquer fã de super-heróis. Os irmãos Russo voltaram a provar a sua capacidade resumida de juntar num só filme várias personagens com origens e histórias diferentes. Anthony e Joseph Russo já nos conquistaram em filme como “Capitão América: Soldado de Inverno” e “Guerra Civil“, mas foi com “Vingadores: Guerra do Infinito” que superaram o esperado.

O filme mais longo da Marvel, quase 3 horas de duração é provavelmente aquele que reúne o melhor deste universo. Apesar das várias personagens, conseguiu destacar em tempo devido cada um destes indivíduos importantes para o desenvolvimento satisfatório desta obra cinematográfica.

O protagonismo foi mesmo bem dividido, mesmo pelas personagens principais. Homem de Ferro criou uma amizade com Dr. Strange, e Homem-Aranha. Os Guardiões da Galáxia conheceram Thor e outros Vingadores. Capitão América já não é Capitão mas ainda luta pelo mais correto aliando-se a Hulk, Black Panther e Viúva Negra. Um ponto de vista interessante, onde os Vingadores e os seus aliados lutam por um objectivo em comum, travar Thanos e a sua missão de destruir o Universo.

Vingadores: Guerra do Infinito” é claramente baseado no propósito de Thanos. Brilhantemente interpretado por Josh Brolin, esta personagem já é por muitos considerado como dos melhores vilões da Marvel. A sua missão destrutiva era composta por uma forte razão, e não destruir planetas só porque sim, como acontece normalmente com vilões do género. O que muitos argumentistas esquecem-se de atribuir sentido aos objectivos dos vilões, mas neste filme isso não aconteceu. A vontade de Thanos prevalece fundamentada de forma consistente e quase conseguimos ter sentimentos amistosos com ele.

Nesta obra cinematográfica todos os planos estão interligados e bem definidos para uma guerra final sem igual. A interacção entre as personagens é do mais interessante e inesperado de assistir. De um momento para o outro estamos a rir sobre uma citação, como já estamos com o coração nas mãos sobre o que vai acontecer. Admito que quase nem pestanejei durante todo o filme para tentar não perder um segundo. Toda a narrativa está bem fundamentada e queremos sempre ver mais e mais.

A ação decorre de maneira diferente e vários locais. O grupo de heróis está separado, mas cada um tem a sua função nesta luta. Posso dizer que a montanha russa está sempre em andamento e cada sequência é importante. Neste filme não existem momentos parados, o que se torna uma mais-valia. Sem spoilers refiro que este filme manteve um final totalmente inesperado, mas sem outra forma de terminar esta primeira parte. Como já estávamos à espera, existem certas fatalidades, mas coerentes com as necessidades do enredo. Contudo ainda muito pode acontecer e nada é certo.

Concluindo “Vingadores: Guerra do Infinito” tornou-se dos melhores filmes da Marvel Studios. O argumento bem composto, as personagens que conseguiram partilhar o protagonismo e os alicerces fundamentais, juntando com qualidade fortes momentos de ação com magia, artes marciais e ataques explosivos, com várias cenas de humor e também drama. Voltava a ver novamente o filme. O blogue atribui 4,5 estrelas em 5.

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A Colega de Quarto

Título: The Roommate
Ano: 2011
Realização: Christian E. Christiansen
Interpretes: Minka Kelly, Leighton Meester, Cam Gigande…
Sinopse: Quando a caloira Sara Matthews chega à faculdade, ela torna-se amiga da sua companheira de quarto Rebecca. Não desconfia que essa rapariga começou a desenvolver uma estranha obsessão por ela.

Este filme desde o início apresentava-se como previsível. Com uma narrativa adolescente, mas com um bom elenco. Temos nomes conhecidos como Minka Kelly (Friday Night Lights), Leighton Meester (Gossip Girl), Aly Michalka (Hellcats), Billy Zane (Titanic) e Cam Gigandet (Twilight). A primeira impressão estava correta. Apesar do género suspense e triler, temos uma obra cinematográfica lenta e com muitas pontas soltas.

Sara é caloira na universidade, tem já um grupo de amigas que adoram festas. Depois da morte da irmã mais velha, nunca dividiu o quarto com ninguém. Até à chegada de Rebecca. Juntas criam uma forte amizade, mas que é abalada pela forte obsessão de Rebecca pela amiga. Um filme com algum suspense e  mistério. O espectador quer por todos os meios descobrir o passado da personagem Leighton Meester, que infelizmente não foi bem esclarecido.

The Roommate

Quanto ao argumento torna-se cansativo e deviam preocupar-se em explicar os assuntos de mais interesse neste filme. Afinal o que Rebecca fez aquela pobre rapariga? O pais dela deixaram a filha com problemas psicológicos estudar sem supervisão na faculdade? Porque ninguém quer saber o Jason? Afinal foi a única vítima no meio disto tudo. Concluindo, esperava um filme mais entretido e com mais ação. Decepcionou-me um pouco. A história de fundo era interessante, mas não conseguiu ser aproveitada. O blogue atribui 2 estrelas em 5.
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Uma Escolha Por Amor

Título: The Choice
Ano: 2016
Realização: Ross Katz
Interpretes: Benjamin Walker, Teresa Palmer, Alexandra Daddario, Tom Welling…
Sinopse: Travis e Gabby conhecem-se como vizinhos, numa pequena cidade na costa e começam uma relação que vai ser desafiadas pelos mais complicados eventos.

Uma história de amor banal que junta Travis e Gabby. Como vizinhos odeiam-se, ele põe a música alta no seu jardim e ela só reclama. Evidente que existe faísca entre ambos. Ela tem namorado, e ela tem e não tem. Depois de um convite informal e uma viagem de barco com direito a churrasco na praia decidem avançar no amor. Gabby é uma mulher comprometida, mas deixa o namorado por Travis. No início do filme percebemos que existe uma tragédia e que a vida de Gabby está em perigo. Tal facto irá desabar a vida de Travis.

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Baseado no livro com o mesmo nome de Nicholas Sparks, esta narrativa é vítima dos mais comuns clichés. Normalmente é a personagem feminina que já se encontra comprometida, até que aparece a personagem masculina com personalidade mais rebelde e a conquista facilmente. Vivem momentos felizes numa praia, principalmente, ou em campos verdes da Carolina do Norte. Eventualmente algo de trágico acontece que nos faz ir às lágrimas e coloca em risco o amor deste casal. Neste filme a história repete-se e não surpreende o espectador.

As personagens não desenvolvem com a narrativa e não se tornam carismáticas. Contudo apreciei a interpretação vivaça da atriz Teresa Palmer. “Uma Escolha por Amor” não acrescenta nada de novo e é um filme que será totalmente esquecido. Apesar de existir um forte drama, não liberta as nossas emoções. Torna-se apenas muito mediano. O blogue atribui 2,5 estrelas em 5.

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