One Piece: Episódio Especial Luffy

One Piece: Episódio Especial Luffy

Título: One Piece: Episode of Luffy – Hand Island No Bouken
Ano: 2012
Interpretes: Hiroaki Hirata, Mayumi Tanaka, Kazuki Yao…
Sinopse: Uma viagem pelo passado de Luffy, enquanto descobre o mistério da Ilha da Mão.

Neste episódio especial de “One Piece” que surge como um filme, acompanhamos os pontos-chave da vida de Luffy que o levaram aquele momento. Com flashbacks do anime, lembramos como Luffy conheceu Cody, que agora é um membro da Marinha, tal pode ser visto no primeiro episódio do anime. A história de como recebeu aquela cicatriz na cara (este foi um momento inédito), da sua amizade com Shanks que sacrificou o seu braço para o salvar do mar após ter comido a fruta do diabo com o poder de borracha. Enquanto acompanhamos essas memórias da vida do protagonista, o bando do chapéu de palha terá de descobrir os mistérios que assombram a ilha da mão, predominantemente de artesãos e derrotar o principal vilão. Elemento da Marinha que tem supremacia total sobre a ilha.

Sinceramente este filme não acrescenta nada à história. Apenas tem a função de “refrescar” a memória sobre os assuntos da vida de Luffy que fizeram diferença no desenvolvimento do anime. Já que o mesmo se prolonga durante anos, é importante lembrar o que já aconteceu para melhor entendermos o futuro destas personagens. Uma obra de animação com 120 minutos para complementar o anime “One Piece“. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

3-5-estrelas

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Os cenários da última temporada da Guerra dos Tronos

Os cenários da última temporada da Guerra dos Tronos

A oitava e última temporada da aclamada série, Guerra dos Tronos já tem data marcada. Estreia a 14 de abril. Para os fãs já foi lançada uma lista dos locais onde foram filmadas as cenas mais importantes da série. Esta é a lista dos principais destinos.

Irlanda do Norte

Este é o país com mais cenas gravadas para a série. Desde a primeira temporada que o Castelo de Ward foi o escolhido para recriar o pátio do território de Winterfell, a casa da família Stark. Ainda utilizado para as cenas, local onde se encontra Sansa, Arya e Bran Stark e onde Jon Snow se vai voltar a reunir com os irmãos e apresentar Daenerys Targaryan. Outro local como Tollymore Forest Park foi o local utilizado no piloto onde os pequenos lobos foram encontrados. Mas não é só. A famosa cena da batalha dos bastardos foi filmada em Saintfield em Belfast. A paisagem de Moneyglass foi seleccionada para o cenário da batalha mais épica da saga, foram necessárias 55 noites de filmagens para concluir.

Tollymore Forest Park, Irlanda do Norte

Croácia

Tal como nas temporadas anteriores, a Croácia vai estar novamente a representar a capital dos Sete Reinos. Dubrovnik é o local escolhido para o King’s Landing na última temporada. Segundo as teorias dos fãs, será aqui o local de decisão sobre o final da série, mas ainda sem nada confirmado. É possível encontrar alguns atores na cidade,e sabe-se que foi produzido uma réplica da Fortaleza Vermelha nos estúdios da série na Irlanda do Norte. Na cidade de Dubrovnik, Stari Gard é uma das visitas obrigatórias, e neste caso, a cidade encontra-se rodeada de muralhas que apareceram de forma recorrente na série. E sim, antes chamava-se a Fortaleza Vermelha mas não pode ir a Dubrovnik sem visitar o Forte de Lovrijenac, onde esta fortaleza foi criada e onde Stannis Baratheon tentou conquistar o trono de ferro ao Rei Jofrey.Mas se Dubrovnik não é suficiente para si, a cidade de Split e a Fortaleza de Klis são alguns dos destinos mais impactantes elegidos para filmar Guerra dos Tronos.

Dubrovnik, Croácia

Islândia

Este foi um dos destinos chaves e será também na oitava temporada. Neste país foram gravadas todas as cenas que correspondem às “Para lá da Muralha”. E nesta última temporada estará também presente ainda que, apesar da queda do muro, as terras dos Whitewalkers já não aparecerão de forma tão recorrente e, enquanto estes avançam, as paisagens vão-se convertendo em lugares cada vez mais frios e sombrios. Nesta região, foram vistos durantes estes últimos dois anos de filmagens, atores que interpretam personagens de Guerra dos Tronos: Brienne de Tarth, Daenerys Targaryen, Jon Snow, Tormund Giantsbane, Sam Tarly ou Sir Jorah Mormont. O local mais conhecido será a Praia de Vik onde Jon Snow partiu parte da Muralha para “Para lá da Muralha” na última temporada, ou a Cova Grjótagjá, onde Jon Snow quebrou o seu juramento como Night Watcher ao sucumbir aos encantos de Ygritte. Outra das mais memoráveis é o glaciar Southern Svínafellsjökullonde teve lugar a batalha contra os Whitewalkers no qual Daenerys perdeu o seu dragão.

Vik Beach, Islândia

Espanha

Para finalizar, Espanha foi a última conformação para a oitava temporada, e embora haja localizações que não estão completamente asseguradas, como o Castelo de Ureña em Valladolid, se há uma localização confirmada são as Ruínas da Antiga Cidade Romana de Itália. Este espaço já foi eleito para o último episódio da sétima temporada de Guerra dos Tronos, no qual os grandes protagonistas da série se reúnem para pactuar contra o inimigo comum: os caminhantes brancos. Nesta última temporada, Dragon Pit voltará aparecer e vai ter lugar uma vez mais na Itálica. Mas ao longo da série, Espanha apareceu em múltiplas cenas. Desde o norte do país, onde se criou Dragonstone em São João de Gaztelugatxe, até às idílicas paisagens da cidade de Dorne filmados nos jardins de Real Alcázar de Sevilha.

Ruínas de Itálica, Espanha

Estima-se que cada um dos episódios custe por volta de 15 milhões de euros na sua produção, e cada episódio chega a ter cerca de 80 minutos de duração.

Fonte: Skycop

Along with the Gods: Two Worlds

Along with the Gods: Two Worlds

Título: Sin-gwa ham-kke: Jwi-wa beol
Ano: 2017
Realização: Yong-hwa Kim
Interpretes: Jung-woo Ha, Tae-Hyun Cha, Ji-Hoon Ju…
Sinopse: Depois de uma morte heróica, um bombeiro navega no pós-vida com a ajuda de três guardiões.

Along with the Gods: Two Worlds” é um filme coreano que me surpreendeu. A narrativa aborda sobre o que existe após a nossa morte, com plot-twist bem interessantes que nos faz deixar cair uma lágrima quando percebemos o destino de cada personagem. Kim Ja-hong era um bombeiro, e morreu heroicamente enquanto salvava uma menina num prédio em chamas. Assustado e desorientado foi levado por dois guardiões para o além, onde terá de provar a forma como viveu durante os seus anos na Terra. Kim Ja-hong será julgado pelas suas decisões e desafiado pelos deuses da mentira, justiça, violência, assassino, traição e indolência. Enquanto o julgamento ocorre somos abordados pelo trágico passado de Kim Ja-hong e dos conflitos pessoais com a sua família.

Neste filme de ação e fantasia, a história do protagonista emociona-nos fortemente. O seu trabalho árduo pouco compensou para apagar a vergonha que sentiu numa decisão passada que o transformou. As personagens carismáticas e o argumento lógico e bem explicado tornam este filme uma surpresa agradável. “Among with the Gosds: Two Worlds” é imprevisível e concentra várias sequências de ação de fazer cair o queixo. Com guardiões do além que quase parecem jedis, somos transportados para movimentos de qualidade e bem coreografados.

Concluindo este filme é bastante interessante e tornou-se numa forte descoberta, um pouco para libertar do vício dos filmes americanos. “Among with the Gods” também relembra aquela mensagem de sermos bons em vida, pois no after life pudemos pagar com a conta. Este filme foi lançado em 2017, mas logo surgiu uma continua-se em 2018, por isso será o meu próximo filme. O blogue atribui 4 estrelas em 5.

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Assim Nasce Uma Estrela

Assim Nasce Uma Estrela

Título: A Star is Born
Ano: 2018
Realização: Bradley Cooper
Interpretes: Lady Gaga, Bradley Cooper, Sam Elliott…
Sinopse: Um músico ajuda uma jovem cantora a encontrar a fama, mesmo que a idade e o alcoolismo levem a sua carreira pelo cano abaixo.

Bradley Cooper decidiu estrear-se na realização com o remake do filme já adaptado várias vezes ao cinema “A Star is Born“. Para protagonizar o filme ao seu lado, escolheu a cantora, Lady Gaga que já tinha um Globo de Ouro na sua posse pela sua participação em “American Horror Story“. A química entre ambos foi iminente e assim nasceu a versão atual do filme que Hollywood já conhecia. O plot bastante básico é o que menos se sobressai neste filme. Esta obra dramática é uma prova concreta que para alcançarmos os nossos sonhos, por vezes são necessários sacrifícios.

Jack, um músico profissional, conhece Ally, uma empregada de mesa e fica hipnotizado pela sua voz. A relação do casal começa a evoluir a partir desse momento. Ambos tem gosto pela música e são compositores, a atração começa a crescer e este é o início de uma roleta de emoções entre os altos e baixos do mundo da fama.

As filmagens expressivas, com um público real foi o ponto-chave para a sequência mais natural. Entramos nos bastidores do mundo da música quase de porta aberta e percebemos que nem tudo é o glamour que apresenta. Bradley Cooper focou-se em fortes close-ups para percepcionamos os sentimentos reais das personagens. Conseguiu a nomeação para melhor ator e Lady Gaga para melhor atriz. A protagonista é que se revelou uma verdadeira surpresa. O olhar pesado de drama e o à vontade em frente às câmaras. Os dois atores apresentaram uma química interessante dentro do ecrã. A história clássica, mas bem contada é a essência para a sua nomeação para Melhor Filme. A banda sonora é outro presente bem embrulhado que torna este filme memorável mesmo após terminamos de assistir. “Shallow” é a música principal que está incansável nas rádios portuguesas, mas que ainda aguentamos devido ao vozeirão de Lady Gaga e ao impressionante canto de Bradley Cooper que verdade seja dita não está nada mal.

Concluindo, “Assim Nasce Uma Estrela” torna-se um pouco melodramático de mais, que assuntos por resolver, mas também apresenta um lado amoroso desta história. O blogue atribui 4 estrelas em 5.

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The Florida Project

The Florida Project

Título: The Florida Project
Ano: 2017
Realização: Sean Baker
Interpretes: Brooklynn Prince, Bria Vinaite, Willem Dafoe…
Sinopse: Durante um verão, o filme segue o dia-a-dia de uma menina de seis anos, Moonee, enquanto se aventura nos caminhos da imaginação, e o cuidado da sua mãe rebelde. Vivem as duas nas sombras do Disney World.

Os anos da infância são os melhores da nossa vida. Sem responsabilidades e preocupações, onde apenas queremos ser livres. Moonee era assim, feliz no seu mundo, apesar da mancha de família disfuncional que já tinha. Durante todo o dia, a menina de seis anos brinca com o seu melhor amigo, na descoberta do bairro social onde habitam. Uma residencial com apenas um quarto e casa de banho. As crianças deixadas sozinhas, enquanto os pais trabalham, dão asas à imaginação e só assim conseguem brincar felizes. Em Orlando, nas sombras da Disney World, mundo ligado à fantasia e magia, existe outra situação mais dramática e que ninguém quer ver. Em “Florida Project” foca-se mesmo nisso. A mãe irresponsável de Moonee, Halley (Bria Vinaite) tenta oferecer uma melhor qualidade de vida à filha da melhor maneira que conhece. Do pai não sabemos nada, mas presumimos. Durante um verão acompanhamos as aventuras das crianças pelos subúrbios da Disney, inocentes à dura realidade que vivem. A falta de dinheiro é o principal motivo.

O elenco inexperiente, exceto Willem Dafoe, que já o conhecemos de vários filmes, foi uma boa aposta. Torna esta longa-metragem mais realista, intimista e causa o impacto que devia. “The Florida Project” foi o primeiro trabalho de representação de Bria Vinaite e juntamente com a pequena Brooklynn Prince chamaram à atenção da crítica. As duas interpretam mãe e filha, numa jornada de auto-descoberta e aventura. Este fantástico deleite cinematográfico é uma viagem sobre a nossa própria infância e inocência. Revi-me em muitos momentos na pequena Moonee, quando brincava com os meus colegas de bairro. As idiotices que fazíamos sem nos importarmos e a forma como conseguíamos divertir facilmente. Depois crescemos e tudo muda, mas as memórias ficam. O final deste filme foi impressionante e fica em aberto para o que virá a seguir. Surpreendeu-me bastante este filme pela positiva e está no meu top de filmes favoritos. O blogue atribui 4 estrelas em 5.

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A Verdade sobre o Caso Harry Quebert

A Verdade sobre o Caso Harry Quebert

Quem foi o culpado?

Um caso envolvido num grande mistério que acusa Harry Quebert, um prestigiado escritor, no assassinato de Nola Kellergan, que ocorreu 30 anos antes, numa pequena vila à beira-mar.

Resumo

Depois de “Anatomia de Grey“, o ator Patrick Dempsey volta à televisão. Nesta minissérie de 10 episódios, interpreta Harry Quebert, escritor do best-sellerA Origem do Mal“, que em 2008 é acusado da morte de Nola Kellergan (Kristine Froseth) uma jovem de 16 anos, desaparecida à 30 anos atrás. Quando o seu corpo foi encontrado enterrado nas traseiras da sua casa. Numa pequena vila onde as mesmas caras ficam passados anos, todos se lembram do caso Nola. O ex-aluno de Harry, Marcus Golman (Ben Schnetzer) tenta proteger o seu mentor e professor a todo o custo. Desencadeia-a uma investigação por conta própria com o propósito de descobrir a verdade sobra história que todos contam, mas ninguém conhece. Com um clima intenso e recheado de segredos será Harry culpado ou inocente?

A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert” foi baseado no livro com o mesmo nome, que se tornou um best-seller europeu do escritor suiço Joël Dicker. Publicado em 2012, esta obra literária traduzida em 32 línguas recebeu finalmente a sua adaptação televisiva. Uma narrativa cativante com um elenco de luxo.

Opinião

O realizador  Jean-Jacques Annaud já conhecido pela sua participação no filme “O Nome da Rosa” volta a criar suspense com as cenas apresentadas. Como um puzzle vamos construindo a cronologia dos eventos e adicionando os principais suspeitos ao crime. Viajamos entre o passado e presente, para compor a coerência sobre os factos. Nada é o que parece e tal como Marcus, o público tenta descobrir a verdade sobre o que aconteceu em Summerdale, 30 anos atrás.

Quando comecei a assistir a esta série não fazia a ideia a magnitude que ia ter. A sua complexa história, agarra o espectador do primeiro ao último minuto. Só mesmo no final descobrimos toda a verdade do caso Harry Quebert. Com uma narrativa hipnotizante e personagens carismáticas, pistas são lançadas sobre a verdade nesta teia de segredos e mentiras. Para quem gosta deste tipo de série de mistério e suspense, aconselho vivamente. A série terminou recentemente no canal AMC.

Último livro do escritor Joël Dicker
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Foxcatcher

Foxcatcher

Título: Foxcatcher
Ano: 2014
Realização: Bennett Miller
Interpretes: Steve Carell, Channing Tatum, Mark Ruffalo…
Sinopse: Os campeões olímpicos da equipa wrestling norte-americana, Mark e Dave Schulz juntam-se à equipa “Foxcatcher” liderada pelo excêntrico John du Pont, em 1988 enquanto treinam para as os Jogos Olímpicos em Seoul, mas a personalidade auto-destrutiva de John ameaça destrói-los a todos.

Foxcatcher esteve nomeado para os Oscars de 2015, nas categorias de melhor ator, melhor ator secundário, melhor roteiro original e melhor maquilhagem. Apesar de apenas agora assistir ao filme, admito que fiquei desapontada com os seus acontecimentos. Contudo os atores merecem o reconhecimento. A narrativa vazia e imperfeita em falhas e lacunas que dificultaram a compreensão das ações das personagens é dos pontos mais fatais. Compreendo que estes acontecimentos verídicos transparecem a realidade, mas faltou muita informação e a repentina mudança de personalidade em todas as personagens não ajudou.

O realizador, Bennett Miller tem uma adoração especial por histórias reais. Depois de vários documentários e da obra cinematográfica “Capote” focou-se nos drásticos acontecimentos de Foxcatcher. A história baseia-se no tumultuoso relacionamento do milionário John du Pont e os irmãos medalhistas das Olimpíadas, Mark e Dave Schulz que dedicaram toda a sua vida à luta greco-romana. Du Pont vem de uma família nobre que pretende criar a equipa mais infalível deste desporto, que pela sua mãe é algo considerado desprezível e “pobre”. Ao poucos esta amizade, vai denegrir-se e tornar-se tóxica, um prelúdio das consequências trágicas que o dinheiro podem trazer.

Apesar desta abordagem mais superficial, Miller pretende algo mais profundo com este filme. A ideia ilusória de que os Estados Unidos da América são o melhor país do mundo, e a fome de vencer está bem presente. Um país orgulhoso, snobe e muito competitivo em conseguir títulos e vitórias, mas a importante questão, é a que custo?

O elenco é dos contributos mais poderosos deste filme. Steve Carell totalmente irreconhecível dos filmes de comédia que normalmente participa. Apresenta uma postura solitária, excêntrica e pouco compreensível com um diálogo vagaroso e metódico. Channing Tatum apresenta uma excelente forma física neste filme, contudo com uma presença marcada pelo protagonismo maior de Mark Ruffalo que consegue destacar-se como ator secundário. Concluindo o filme, apesar da sua fotografia escura, aborda uma história poderosa dramática com um fantástico elenco, mas ainda com alguns aspectos a melhorar. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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Doutora no Alabama

Doutora no Alabama

Hart of Dixie ou em título português Doutora no Alabama é uma série criada por Leila Gerstein (produtora de Handmaid’s Tale) que conseguiu quatro temporadas ao longo de 2011 e 2015. A história centra-se em Zoe Hart (Rachel Bilson) uma nova-iorquina que para se tornar numa melhor médica é obrigada a praticar medicina numa clínica na pequena cidade no Alabama, Bluebell. Descobre mesmo aí que a clínica lhe foi deixada pelo anterior médico da cidade, o Dr. Harley Wilkes.

Habituada à cidade e com dificuldades de integração numa pequena vila, Zoe é logo posta de parte pelos habitantes. Contudo a sua simpatia, e bom cuidado médico vão ser factores que a vão aproximar dos seus utentes e será esse o mote para Zoe continuar em Bluebell.

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O sólido elenco é dos factores mais promissores da série. Rachel Bilson (The O.C.) é a protagonista Zoe Hart, deste drama/comédia romântica, muito ao estilo de Gilmore Girls. A atriz é bastante engraçada com atitudes divertidas e estratégias que acabam sempre furadas. Um triângulo amoroso acontece quando Zoe, apaixona-se por George Tucker interpretado por Scott Porter (Friday Night Lights), mas conhece Wade Kinsella (Wilson Bethel), o mulherengo da zona. Apesar de parecer um plot cliché, não é, muito acontece com as personagens. Lemon Breeland (Jaime King), a noiva de George, começou a receber destaque o que originou divertidas peripécias. Lemon conseguiu receber um desenvolvimento emocional maior e foi das personagens que mais cresceu na série.

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Apesar de ser aquele típica girl show, “Doutora no Alabama” consegue diferenciar-se. O argumento bem escrito, complementado com diálogos coerentes e muito divertidos tornam ainda mais apaixonante está série com simplicidade. Cada episódio é uma aventura e depois de conhecermos as personagens melhor, conseguimos mesmo rir em vários momentos. Intrigas pessoais, planos de juntar casais, segredos que são revelados e sentimentos à flor da pele. “Hart of Dixie” foi filmado nos mesmo estúdios de “Gilmore Girls” e “Everwood” que se focam em pequenas cidades, tal como Bluebell. As reviravoltas no plot é uma das características desta série. Para quem aprecia mais este tipo de série relaxante e comédia trapalhona é um excelente serão. Além disso o final desta série foi dos mais divertidos que já assisti. Aquela sensação de happy ending é do melhor.