O estilo de Rachel Green

O estilo de Rachel Green

A série Friends marcou o início dos anos 90 e além de ser das melhores séries de sempre e do seu fenómeno televisivo, marcou também pelas tendências que apresentava. A personagem mimada e um pouco egoísta, Rachel Green, interpretada por Jennifer Aniston foi uma influencer (palavra que começou a receber mais destaque atualmente com as redes sociais) com a roupa que vestia. Estes são os exemplos dos melhores looks da atriz como a sua personagem mais conhecida. Clique nas imagens para conseguir visualizar melhor.

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Aquaman

Aquaman

Depois de filmes pouco rentáveis e consistentes que a DC cinematograficamente propôs, como “Liga da Justiça” e “Superman V Batman: O Despertar da Justiça“. Apenas safou-se “Mulher-Maravilha“, desta maldição de longas-metragens confusas e de má crítica. Depois de conhecermos a personagem Aquaman no filme “Liga da Justiça“, segue-se com um filme próprio e já conseguiu o segundo lugar nos melhores filmes live-action da DC.
Aquaman, ou Arthur Curry (Jason Momoa) é filho de um faroleiro, Tom Curry (Temuera Morrison) e da rainha de Atlântida, Atlanna (Nicole Kidman). Um romance proibido que teve um fim dramático. Ameaçado pelo seu meio irmão, Orm (Patrick Wilson) com uma guerra na superfície, Arthur sente na obrigação confrontar as suas origens e encontrar-se finalmente com o seu irmão. O conflito de Aquaman é evidente. Entre dois mundos totalmente diferentes ele é a ponte entre a paz, o líder nato, mas ainda com receio de exercer o que é seu por direito. Juntamente com Mera (Amber Heard) parte numa jornada na procura do Tridente de Neptuno a arma necessária para conseguir a lealdade do seu povo aquático contra a tirania do meio-irmão. Pelo caminho ainda encontra um antigo inimigo, o renovado Black Manta (Yahya Abdul M… II) que não lhe consegue perdoar.

Este é um novo herói, totalmente reinventado e contemporâneo. Os seus super-poderes são respirar debaixo de água, comunicar com os peixes e super-força. Aquaman apesar de ser dos heróis mais conhecidos das bandas desenhadas, ainda não tinha conseguido um filme próprio. O factor principal seria a dificuldade em recriar vários momentos debaixo de água. Mas com a tecnologia atual de efeitos especiais, tudo é possível. A utilização dos CGI é recorrente durante todo o filme, mas também muito necessária. Estava com um pouco de receio sobre como as cenas aquáticas seriam apresentadas, mas a inovação digital permitiu que tal acontecesse. Apesar das fantásticas cenas de ação que fomentam esta obra cinematográfica, o plot mantém-se uma confusão.

A narrativa é dos pontos mais interessantes, mas também aquele mais desconcertante. Muitas facilidades para os protagonistas, pouca tirania e uma boa dose de previsibilidade. Faltou um pouco de drama necessário e mais sentimento de dificuldade.  Contudo, o realizador James Wan (A Freira Maldita) conhecido maioritariamente por filmes de terror, conseguiu apresentar o maior entretenimento possível. [LER MAIS]

 

Fullmetal Alchemist

Fullmetal Alchemist

Título: Hagane no renkinjutsushi
Ano: 2017
Realização: Fumihiko Sori
Interpretes: Ryôsuke Yamada, Tsubasa Honda, Dean Fujioka…
Sinopse: Dois irmãos alquimistas estão numa busca da Pedra Filosofal, depois de uma tentativa de ressuscitar a mãe dar absolutamente errada.

A Netflix começou a apostar em live-actions de famosos animes. Contudo os fãs ficaram de pé atrás quando a notícia saiu sobre a compra da plataforma dos direitos de Fullmetal Alchemist. Não seria de esperar melhor reacção, afinal depois do flop de Death Note, temia-se o pior. Tal como a animação, a história foca-se em dois irmãos, Ed e Al que ao tentarem dar vida à mãe que morreu, com alquimia, arte que conseguem dominar, sacrificam parte de si. Anos passaram-se desse incidente e agora tentam recuperar a Pedra Filosofal para restaurar o que outrora foi deles.

A nível visual este filme surpreende bastante. As personagens são idênticas à animação e mesmo os gestos completam-se. Mesmo algumas cenas, apresentam-se com a personalidade digna de anime. O enredo abrange parte dos primeiros episódios da obra criada por Hiromu Arakawa. Contudo existem alguns aspectos que alteraram e não favoreceu esta obra cinematográfica. Aqui atribuo os pontos negativos, tornou a história confusa e sem carisma. Deviam aproveitar e dividir este filme em duas partes ou três. Rentabilizavam melhor esta fantástica história e conseguiam mais qualidade. Já que só faltava um argumento mais forte, pois o aspecto visual estava todo lá.

O filme consegue bem deambular entre a comédia e o drama. A ação e o mistério da intriga. Os produtores conseguiram bem delinear a linha entre a animação e o verosímil para a realidade. Concluindo este é um filme fiel ao original que só peca por tramas paralelos que não interessam ao desenvolvimento da história e com discursos extensos com longas explicações teatrais. Fora isso, “FullMetal Alchemist” apresenta-se como satisfatório, para os fãs que já conheciam o anime. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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O que esperar de 2019…

O que esperar de 2019…

2018 foi um ano excelente com bons filmes e boa televisão. Avançamos para 2019 e já se espera como grande. No cinema excelentes estreias vão encher as salas e fantásticas séries também são aguardadas. Esta é uma lista do que melhor podem esperar para 2019.

Avengers: Endgame

Depois de um final de partir o coração em Avengers: Infinity War (crítica aqui) é esperado um final épico para os nossos heróis. Ainda muito está em jogo e a guerra ainda não terminou. Capitão América, Homem de Ferro, Viúva Negra, Homem-Formiga, terão de “arregaçar as mangas” e lutar contra o inimigo para recuperarem o que foi perdido. Espera-se muito deste filme.

Dumbo

Tim Burton decidiu adaptar esta história da Disney para live-action. O elefante de orelhas grandes que vive no circo apenas deseja reencontrar a mãe. Aquele que é dos filmes mais tristes, também apresenta um trailer repleto de emoção. Os sentimentos mantém-se e espera-se algo diferente, mas idêntico à obra original.

Aladdin

A Disney está em força este ano. Aladdin será também um live-action do filme animado. Um jovem rato de rua que acidentalmente encontra uma lâmpada mágica e tem todos os seus desejos realizados, consegue conquistar a princesa. Contudo é ameaçado quando descobrem o seu segredo. Ainda com um teaser, adocicou bastante a curiosidade que temos sobre este filme, também já conhecemos o visual de Will Smith como génio.

Rei Leão

Outro dos mais esperados o live-action do filme animado da Disney “O Rei Leão“, um clássico que terá uma nova adaptação. Simba e os outros animais da savana serão retratados com a ajuda das novas tecnologias digitais nesta história recontada e que marcou a nossa infância. O detalhe da cinematografia visual é dos factores mais esperados.

Guerra dos Tronos

O derradeiro final desta fantástica série, está próximo. A última temporada vai estrear em abril. A guerra pelo trono está quase a terminar. Muito se espera desta temporada, e os atores já revelaram que vão existir muitas surpresas. Um final agridoce. Apesar de ser mais pequena a oitava temporada, também os episódios serão maiores, quase como um filme.

Stranger Things

A data de estreia já está marcada. 4 de julho será o lançamento da terceira temporada. Os monstros do mundo inverso vão voltar e cada vez mais fortes. No dia do feriado da independência norte-americana o grupo terá uma nova batalha para defender-se e evitar que os monstros consigam chegar ao mundo deles.

Star Wars: Episódio IX

Ainda sem nada revelado sobre este filme, espera-se um muita ação e aventura. Com estreia a 19 de dezembro de 2019, o confronto entre Rey e Kylo Ren está cada vez mais próximo. Realizado novamente por J.J. Abrams (que tem muito para corrigir) este é o monumental final da saga de Luke Skywalker.

La Casa de Papel

Depois do forte sucesso da série espanhola “La Casa de Papel” a terceira temporada vai chegar à Netflix ainda este ano. Com o mesmo grupo: O Professor, Tokyo, Rio, Denver, Helsinki, Nairobi, Estocolmo e Berlin? O grupo novamente unido para mais  um fantástico assalto que nos vai colar ao ecrã (mais uma vez).

Big Little Lies

Nesta série de mistério e drama da HBO tudo é possível e cada um é o suspeito. Depois do terrível crime, as mulheres vão unir-se para guardarem um segredo em comum. Protagonizada por Nicole Kidman, Reese Witherspoon e Shailene Woodley e agora acrescentaram ao elenco Meryl Streep, tem tudo para ser boa.

The Witcher

Espera-se muito da nova séria da Netflix. “The Witcher” baseada no jogo com o mesmo nome foca-se em Geralt of Rivia, um solitário caçador de monstros que procura o seu lugar no mundo, onde as pessoas são mais desumanas do que as bestas que caça. Protagonizado por Henry Cavill está personagem vai ser o seu novo desafio.

John Wick 3

O último filme do John Wick ou “O Papão” vai estrear este ano. Depois de ser banido do mundo dos assassinos, John tem a sua cabeça a prémio. Sozinho e rejeitado, sem armas nem ajuda, terá que lutar contra todos os seus inimigos, numa guerra que ele próprio provocou. Depois de dois fantásticos filmes, Keanu Reeves volta a ser o protagonista.

Toy Story 4

A Pixar volta a recriar o seu primeiro. Depois de um fantástico terceiro filme (muito difícil será ultrapassar), Tom Hanks e Tim Allen voltam a ser Woody e Buzz Lightyear. No Verão de 2019 este filme vai animar os cinemas, com as personagens que já conhecemos e novas.

Once Upon a Time in Hollywood

 Quentin Tarantino também está a preparar uma surpresa para 2019. Juntou um elenco de luxo: Margot Robbie, Leonardo Dicaprio, Brad Pitt, Dakota Fanning, Kurt Russel e Al Pacino para a sua obra-prima. Durante o reinado de terror de Helter Skelter em Los Angels em 1969, uma dupla tenta vingar no mundo da indústria cinematográfica.

O Castelo de Vidro

O Castelo de Vidro

Título: The Glass Castle
Ano: 2017
Realização: Destin Daniel Cretton
Interpretes: Brie Larson, Woody Harrelson, Naomi Watts…
Sinopse: Uma jovem rapariga torna-se uma mulher, numa família disfuncional nómada. Com a mãe uma excêntrica pintora e o pai um alcoólico que cuida dos seus filhos com o apoio à imaginação para os distrair da sua pobreza.

Castelo de Vidro” deambula entre o passado e o presente. No centro da história temos Jeannette Walls (Brie Larson) uma mulher ruiva e elegante, de personalidade forte que tenta ganhar coragem de revelar aos pais que se vai casar. Aparentemente Jeannette é uma mulher de poses que tem dificuldade em conectar-se com os pais, que decidem viver uma vida alternativa, sem bens materiais. A cena muda e somos abordados por um novo panorama. Uma menina ruiva procura a atenção da mãe, demasiadamente preocupada com os seus quadros. Percebemos que essa menina é Jeannette Walls em criança. Baseada numa história verídica, conhecemos a biografia da jornalista que publicou o livro em 2005, baseado na sua caótica família.

Quem diria que os brincos de pérolas e o cabelo bem arranjado, escondiam uma história de vida sobre sobrevivência, negligência dos pais e opiniões disfuncionais sobre a educação e cuidados com os filhos. Passado e presente juntam-se neste filme realizado por Destin Daniel Cretton, de forma a conhecermos este ponto de vista hippie de se viver. O tempo ocorre entre a década de 60/70 e final dos anos 80. A história de vida de Jannette foi muito manipulada pelos pais, Rex (Woody Harrelson) e Rose Mary (Naomi Watts) adeptos de uma vida não convencional, contra o sistema político, educacional, material e social. Viviam como nómadas, onde educavam os seus filhos em casa, Lori, Jeannette, Brian e Maureen.

Um drama que explora um modo de viver diferente e de como a protagonista conseguiu mudar completamente a sua vida. Rejeitou as ideias dos progenitores, e ultrapassou o vício do álcool do pai. Contudo nunca os deixou de amar. Woody Harrelson apresentou uma interpretação fantástica. Num momento era um pai responsável, criativo e muito inteligente, como noutro momento explodia de raiva e decepção. Apesar de apresentar alguns melodramas típicos deste género de filmes,  Destin Daniel Cretton conseguiu explorar de forma nítida em imagens o passado da escritora. O argumento é bastante interessante e cativa ao longo da película. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

3-5-estrelas

Harry Potter e a Ordem da Fénix

Harry Potter e a Ordem da Fénix

Título: Harry Potter and the Order of the Phoenix
Ano: 2007
Realização: David Yates
Interpretes: Daniel Radcliffe, Emma Watson, Rupert Grint…
Sinopse: Com a ameaça do retorno do Senhor das Trevas voltou, Harry e Dumbledore cada um está a traçar um plano para recuperar as forças que Hogwarts está a perder aos poucos.

Após o difícil encontro com Lord Voldemort no filme anterior. Harry vive desolado e opressivo com terríveis pesadelos que tem tido. Para piorar a situação, sente-se completamente sozinho e de forma a salvar-se utilizou magia em frente de um muggle. Este será um ano complicado para Harry Potter, não só os amigos não acreditam nele sobre o regresso do Senhor das Trevas, como terá de lidar com a nova Professora de Hogwarts, Umbridge, que consegue os castigos mais terríveis. Para conseguirem defender-se do que aí vem, os jovens decidem criar às escondidas um grupo de batalha.

A cada filme Harry amadurece mais. Em “A Ordem de Fénix” o ambiente sombrio e frio envolve toda a narrativa, como se uma aura negativa andasse no ar. Este é o livro mais longo de toda a saga. O realizador David Yates, que depois continuou até ao final (e ainda continua com Fantastic Beats) resumiu bastante o filme. Faltou muita informação e marcos muito importantes descritos na obra literária. Sentimentos como a dor de perda e solidão e medo foram pouco e devidamente explorados.

Novas personagens juntam-se ao elenco. Temos Imelda Stauton como a tenebrosa Dolores Umbridge. Helena Bohan Carter estreia-se como a desvairada Bellatrix Lestrange. A sua personalidade sádica é do melhor apresentado a nível de vilania. Mas quem merece o destaque nas novas personagens é Evanna Lynch, a menina achada por acaso para interpretar Luna Lovegood. O seu desempenho é tão puro e inocente, mas ao mesmo tempo genial com grandes peculiaridades especais. O resto do elenco mantém-se firme e cada vez mais à vontade com as câmaras, principalmente o mais jovem. Essa diferença nota-se maioritariamente em Daniel Radcliffe.

Concluindo “A Ordem de Fénix” era a obra mais complicada para ser adaptada ao cinema. David Yates conseguiu o sentimento geral do filme, mas não conseguiram transpor o factor emocional completo que J.K. Rowling criou. No final conseguir concluir a generalidade do filme total, mas sem grandes repercussões. A história começa a adensar de filme para filme. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

3-5-estrelas

Os melhores filmes de 2018

Os melhores filmes de 2018

Com um ano a terminar fazemos uma retrospectiva do que melhor aconteceu no cinema. Desta vez apresento os melhores filmes relativamente ao seu género cinematográfico. Vamos à lista.

Drama

Roma

O realizador Alfonso Cuarón não é novidade. Já nos habituamos ás suas obras cinematográficas. “Roma”  não se refere à capital francesa, mas sim a uma zona do México, onde Cuarón se inspirou para este filme. Baseou-se na sua infância e deixou-se filmar. A preto e branco sentimos mesmo como se fosse uma memória passada. O realizador, foi roteirista e até editou os planos que achava mais pertinente. Uma história inspiradora que decorre nos anos 70, que tornou-se numa obra-prima de Cuarón.

Comédia

Asiáticos Loucos e Ricos

Além de romper com os tradicionais costumes de Hollywood, “Asiáticos Loucos e Ricos” é uma comédia romântica bastante divertida. Com um elenco totalmente asiático, mas com produção norte-americana este filme é uma autêntica realidade baseada num livro, mas que se torna bastante divertida. Uma força da natureza que conquistou a crítica pelo modo como aborda a temática de uma forma totalmente renovada.

Ficção Científica

Ready Player One: Jogador 1

Uma lufada de ar fresco. “Ready Player One” uma ode à cultura pop  do mundo dos videojogos, filmes e séries de tv. Tudo neste filme tem um propósito. Realizado pelo mestre Steven Spielberg conseguimos perceber várias das referências apresentadas. O recurso ao CGI foi do melhor conseguido, necessário para o sucesso deste filme. O jovem elenco é forte e vão promover um excelente entretenimento. A crítica pode ser lida aqui.

Biográfico

Bohemian Rhapsody

Esperava por este filme há muito tempo. Finalmente alguém teve a coragem de assumir o controlo. Realizado por Bryan Singer, esta obra biográfica de Freddie Mercury, explica o caminho do sucesso da banda Queen, e os obstáculos que tiveram de lidar como uma nova banda de rock. Além dos desafios da banda, conhecemos um lado intimista do vocalista, interpretado por Rami Malek que desenvolveu um Freddie Mercury “quase” perfeito no ecrã. A crítica podem encontra-la aqui.

Animação

Homem-Aranha:  No Universo Aranha

Finalmente um filme que os fãs das bandas desenhadas esperavam ver no cinema. Neste filme de animação, vários universos paralelos do mundo do homem-aranha, juntam-se em apenas um. O traço mais realista do desenho complementa-se quase como se estivéssemos num videojogo e as cores noir prevalecem para criar um ambiente mais estável e capaz. Além da qualidade do CGI, a narrativa bem exprimida é dos factores mais positivos desta obra cinematográfica. Vale a pena conhecer.

Musical

Mamma Mia 2: Here We Go Again

Uma verdadeira surpresa foi este segundo filme musical de Mamma Mia. Uma vibe positiva que se impõe com músicas que todos conhecemos dos ABBA. Ultrapassou o filme anterior sem dúvia e conseguiu criar o seu próprio caminho. Uma comédia musical que nos faz ouvir as músicas em loop contínuo. A crítica pode ser lida aqui no blogue.

Ação

Missão Impossível: Fallout

Tom Cruise lidera novamente mais um filme da saga “Missão Impossível“. Com novos espiões duplos e missões suicidas, Ethan Hunt terá de avaliar o que é mais importante e conseguir salvar a vida de centenas de pessoas. Muita ação, adrenalina e com algum drama conseguimos acompanhar um filme de cortar a respiração. A crítica do filme pode ser lida aqui.

Terror

Hereditário

A surpresa do ano dentro do género. “Hereditário” conseguiu surpreender pelo seu desequilíbrio emocional de uma família perturbada. Nada é fácil de digerir  neste filme, o que o torna ainda mais intrigante e misterioso. Vale a pena conhecer esta obra perturbadora de Ari Aster, que arrisca tudo nesta sua primeira longa-metragem. A crítica pode ser lida aqui.

Suspense

Um Lugar Silencioso

Neste filme realizado por John Krasinski que também é ator, é-nos apresentado uma premissa diferente. Num mundo pós-apocalíptico uma família é forçada a viver em silêncio enquanto se escondem dos monstros super-sensíveis ao som. Interessante assistirmos ao desenvolvimento deste filme que nos consome a cada minuto. Será que todos vão conseguir sobreviver? Como é possível viver sem fazer um ruído que seja? A crítica podem ler aqui.

Aventura

Paddington 2

O ursinho que adora marmelada volta com o seu segundo filme. Nesta aventura Paddington tenta conseguir algum dinheiro extra para oferecer o presente perfeito à sua tia, mas é acusado de um roubo que não cometeu. Na prisão tenta conseguir novos amigos, enquanto a família Brown procura descobrir provas da sua inocência. Um filme carinhoso e familiar que aquece o coração. Paddington é uma personagem generosa que acredita no melhor de cada um. A crítica podem ler aqui.

Romance

Com Amor, Simon

Simon (Nick Robinson) tinha quase a vida perfeita. Amigos que adorava e uma família sempre presente, contudo havia algo que o incomodava. Simon guardava um segredo. Neste drama adolescente, acompanhamos os obstáculos de Simon em contar à família e amigos que é homossexual. Enquanto descobre o amor, fica “preso” num ciclo e pequenas intrigas que afecta  a vida dos outros. Este filme é leve, mas com carisma e diferente do habitual. A crítica podem ler aqui.

Fantasia

Vingadores: Guerra do Infinito

Um filme onde muito aconteceu e que nos deixou de coração partido pelos nossos heróis. Muito foi revelado e ficamos a conhecer ao  lado escondido de Thanos. Esta primeira parte foi um grande culminar de todos estes anos de filmes da Marvel e a continuação chega para o ano. Surpreendente esta narrativa que ainda hoje me arrepia. A crítica podem ler aqui.

Menções Honrosas: Pesquisa Obsessiva, A Todos os Rapazes que Amei, Assim Nasce Uma Estrela.

Arthur Christmas

Arthur Christmas

Título: Arthur Christmas
Ano: 2011
Realização: Sarah Smith, Barry Cook
Interpretes: James McAvoy, Jim Broadbent, Bill Nighy…
Sinopse: O filho desastrado do Pai Natal, Arthur vai numa missão com o seu avô para distribuir um único presente em falta, a uma menina, me menos de 2 horas.

Neste filme de animação, produzido pelos Estúdios Aardman, responsáveis pela Ovelha Choné e Wallace e Gormit, temos uma história completamente dedicada ao Natal. Artur é o filho desastrado, mas carinhoso do atual Pai Natal, que em muito difere do seu irmão Steve que utiliza toda a tecnologia necessária para uma melhor entrega possível de presentes. A prepara-se para ser o próximo Pai Natal, faz de tudo para ser o melhor. Contudo o seu programa apresentou uma falha e uma criança não vai conseguir receber o seu presente desejado. Cabe a Arthur com o coração mais sensível entregar a última e concretizar o desejo da criança, tudo isto em menos de duas horas.

Com todos os elementos a pensar na época festiva do Natal, temos uma filme inteiramente dedicado a esta temática. Com os elementos do moderno e antigo, mas ainda sem perder a magia que proporciona. A narrativa bem conseguida reflecte este como um excelente filme para o Natal, onde valores sobre a família, amor, e dedicação são explorados.

O elenco de atores maioritariamente britânico é umas das contribuições do sucesso deste filme natalício, assim como o fantástico argumento que nos faz rir e também pensar nas situações mais importantes da vida. Também existe aquele momento que quase nos deixa de lágrimas nos olhos, mas que no fim termina tudo bem.

Concluindo este é um filme divertido e indicado para esta época festiva do Natal. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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