Top 10 Filmes Marvel

Para celebrar a estreia do filme “Avengers: Infinity War”, não podia faltar uma necessária e divertida retrospetiva. Após 10 anos e 18 filmes, a Marvel Cinematic Universe conseguiu criar um mundo fantástico de obras cinematográficas de qualidade. O nosso herói favorito é facilmente discutível, mas algo que não pudemos negar é nas competências deste estúdio de produzir um bom filme. Entretenimento apetecível que consegue conciliar bem a acção, drama e comédia tudo numa só narrativa. Mas, alguns filmes melhores que outros. O blogue Beautiful Dreams em parceria com o blogue More Than Entertainment escolhemos o Top 10 filmes dos estúdios da Marvel.

 

1 – Vingadores

Em 2012, todos os heróis se juntaram num filme para combater um inimigo em comum, Loki. Capitão América, Homem de Ferro, Viúva Negra, Thor, Hulk e Hawkeye lutaram pela primeira vez em equipa com o objectivo de salvarem a Terra. Realizado por Joss Whedon, o filme conseguiu surpreender positivamente. Juntou vários heróis num só filme, conseguindo equilibrar as personagens e os seus egos. E outra mais valia é o vilão: Loki, considerado por muitos o melhor.

2 – Guardiões da Galáxia Vol. 1

Não existe grupo mais intrépido do que os Guardiões da Galáxia. O argumento é uma verdadeira ode à criatividade. A dinâmica entre as personagens, Star-Lord, Gamora, Drax, Rocket e Groot são dos mais positivo e cómico dos filmes MCU. Estes outcasts transformados em heróis intergalácticos, e longe de serem perfeitos, não se medem aos palmos e fazem rir do princípio ao fim, com vários momentos de acção. E, claro que temos de mencionar a banda sonora, parte crucial no filme.

3 – Capitão América: Guerra Civil

Neste filme, surge uma grave discordância no grupo de heróis. Após o incidente de Sokovia, que causou muita destruição e várias vidas perdidas, o governo decide controlar os Vingadores. Uma legislação que não é bem aceite por todos. Por um lado temos a equipa do Capitão América e por outro do Homem de Ferro, um conflito que divide opiniões. Novas personagens aparecem para ajudar: Black Panther e Homem-Aranha. Muita ação, tensão e no final, nada será o mesmo.

4 – Capitão América: Soldado de Inverno

Capitão América ainda tenta ajustar-se ao mundo moderno. Mas quando um colega da S.H.I.E.L.D. está sob ataque, Steve vê-se envolvido numa teia de intrigas que ameaçam colocar o mundo em risco. Unindo forças com a Viúva Negra, o Capitão América luta para desmascarar a conspiração cada vez maior ao mesmo tempo que combate assassinos profissionais enviados para o silenciar a cada passo. E, depressa se deparam contra um inimigo inesperado – o Soldado do Inverno. Que, mais tarde descobre, que é o amigo Bucky. Este filme assume-se como um thriller político de espionagem, que resulta mesmo fora do género dos super-heróis.

5 – Black Panther

Depois dos eventos do filme “Civil War” e da morte do pai, T’Challa volta a casa para subir ao trono e assumir o seu lugar como rei de Wakanda. Mas, quando um antigo e poderoso inimigo reaparece, a força de T’Challa é testada, quando é atraído para um conflito que coloca o destino de Wakanda e do mundo em risco. Este filme tornou-se num marco cultural ao celebrar uma cultura africana diferente que equilibra a tradição e a mitologia com a modernidade e o progresso. O design de produção, a banda sonora, e o elenco traduziram na perfeição este ambiente só visto em banda desenhada.

6 – Homem de Ferro 1

O filme que começou este universo conseguiu criar expectativas elevadas. Tony Stark é um bilionário da indústria e génio da invenção que é raptado e forçado a construir uma arma de destruição devastadora. Em vez disso, Tony constrói um fato armadura high-tech e escapa ao cativeiro. Ao desvendar um plano com implicações mundiais, ele assume a sua armadura e jura proteger o mundo como o Homem de Ferro. A sua realização consistente e personagens fortes trouxeram um novo alento aos filmes de super-heróis. E, não nos podemos esquecer do carisma de Robert Downey Jr. como Tony Stark.

7 – Thor: Ragnarok

Thor encontra-se preso do outro lado do universo, sem o seu martelo, numa corrida contra o tempo para voltar a Asgard e impedir Ragnarok – a destruição do seu mundo e o fim da civilização Asgardiana – que se encontra nas mãos de uma poderosa ameaça – Hela. Mas primeiro, Thor precisa de sobreviver a uma luta mortal de gladiadores, que o coloca contra um seu ex-aliado e companheiro Vingador – Hulk. Coerente e com potencial que até ao momento não tinha sido explorado nos filmes do Thor, este filme é o mais divertido do herói Thor.

8 – Dr. Strange

Stephen Strange é um neurocirurgião brilhante, mas arrogante. Mas, um acidente de carro danifica-lhe os nervos das mãos e em desespero, decide partir para o Tibete, onde espera encontrar um mago conhecido como “Ancião”. Mas não é bem uma cura que Strange encontra, mas uma ordem de artes místicas que o ensina a tirar proveito de todo o tipo de energia. Uma mistura de artes marciais e magia que com o tempo vão transformá-lo no mestre da magia negra. Com um elenco de qualidade, este filme trouxe algo novo ao universo MCU: uma vertente mística, mágica e espiritual. O que resultou num filme com um visual completamente singular.

9 – Homem-Aranha: Regresso a Casa

Entusiasmado com a sua recente experiência com os Vingadores, Peter regressa a casa, onde vive com a tia, sob o olhar vigilante no seu novo mentor, Tony Stark. Peter procura reintegra-se na sua rotina diária, sempre focado no desejo de provar que não é apenas o super-herói simpático que vive nas redondezas, e, assim sendo, quando Vulture surge como o novo vilão, tudo o que é mais importante para Peter fica ameaçado… O que tem de bom este filme é ser diferente na abordagem da história do herói, que já foi vista noutras vezes. Tom Holland foi o escolhido para interpretar o protagonista. Vivaz e cheio de energia, é mesmo um Peter Parker aka Homem-Aranha de alma e coração. Um filme divertido e com um bom vilão.

10 – Thor

No centro da história está O Poderoso Thor, um forte, porém arrogante guerreiro, cujas atitudes reacendem uma antiga guerra. Como resultado, Thor é banido para a Terra, onde é obrigado a viver entre os humanos. Quando Loki, o seu meio-irmão, envia as forças das trevas para invadir a Terra, Thor aprende aquilo que é necessário para ser um verdadeiro herói. Uma sólida história de origem, que nos apresentou Thor, um dos membros fundadores dos vingadores, e a sua origem cósmica e o melhor vilão MCU, Loki.

O caminho até “Vingadores: Guerra do Infinito”

O culminar de toda a história e todas as linhas temporais vão juntar-se neste próximo filme que estreia mundialmente a 26 de abril. Com esta técnica os produtores da Marvel previnem possíveis spoilers. Este será o maior e provavelmente o mais longo filme da Marvel alguma vez feito.  Esperam-se grandes surpresas (boas a más)  sobre o destino das nossas personagens favoritas.  No entanto algumas perguntas prevalecem. Será que Thanos vai conseguir todas as Pedras do Infinito? Se sim, a que custo?  Está tudo em aberto, e sem dúvida tudo pode acontecer.

O Corcunda de Notre Dame 2

Título: The Hunchback of Notre Dame II
Ano: 2002
Realização: Bradley Raymond
Interpretes: Jason Alexander, Jennifer Love Hewitt, Tom Hulce…
Sinopse: Quasimodo partilha uma aventura com um circo que chegou à cidade, enquanto lhe tentam roubar o sino de Notre Dame.

A segunda parte do filme de animação da Disney, “O Corcunda de Notre-Dame” baseado no livro com o mesmo nome de Victor Hugo, pretende dar um final feliz à personagem principal, Quasimodo. No filme anterior foi rejeitado no amor, mas agora terá uma segunda oportunidade. Quasimodo, o jovem sineiro de Notre Dame pode agora passear pelas ruas parisienses à vontade. Depois de anos fechado na igreja pode ter o que sempre quis visitar o festival que animam as ruas. A chegada do circo veio animar as festividades. Quasimodo conhece Madeleine, a ajudante do ilusionista. Contudo a distracção do  sineiro faz parte de um plano para roubarem o precioso sino de Notre Dame.

Claramente esta torna-se numa fraca obra comparando com o original. “O Corcunda de Notre Dame 2″ perdeu na qualidade de animação e com a sua narrativa previsível e vulgar. Não acrescenta nada de novo e apenas tem a função de obrigação para criar um final feliz forçado. Esperava mais da continuação desta história. O blogue atribui 2 estrelas em 5.

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Secrets of Great British Castles

Dan Jones é um excelente historiador. O seu conhecimento sobre a História é transmitido de forma clara, fácil e sentimos que ficamos com vontade de aprender mais. Conheci os documentários deste apresentador sem estar à procura. Lembro-me que era um sobre o reinado do rei Henry VIII. A partir daí comecei a seguir o trabalho de Dan Jones. Descobri esta série de documentários sobre os fantásticos castelos britânicos nas recomendações da Netflix. Soube imediatamente que era a série ideal para mim.
Ao longo de duas temporadas conhecemos os castelos de Dover, Torre de Londres, Warwick, Caernarfon, Stirling, Carrickfergus, Edimburgo, Cardiff, York, Lancaster, Leeds e Arundel. Segredos são desvendados e histórias turbulentas sobre poderio militar, político, religioso e social ao longo da História britânica.
A boa disposição do apresentador, Dan Jones é cativa e a sua linguagem é muito própria e nada enfadonha. Quem não gosta de História, acho que vai ficar a gostar. Além de mostrar os locais onde tudo se passou, Jones aborda especialistas em determinados assuntos para uma melhor encenação do que realmente aconteceu e se era possível atualmente. O público viaja por lugares fantásticos com Dan Jones que nos conta os grandes segredos da História daqueles locais. Este é um complemento muito interessante para os amantes do tema.

O Grande Showman

Título: The Greatest Showman
Ano: 2017
Realização: Michael Gracey
Interpretes: Hugh Jackman, Michelle Williams, Zac Efron…
Sinopse: Celebre o aniversário do mundo do entretenimento e conheça a história do visionário que do nada criou o maior espectáculo de sempre.

Hugh Jackman é perfeito para este género de papéis. Este ator é mesmo um entreteniment man completo. Papéis musicais assentam-lhe que nem uma luva. “O Grande Showman” é um filme baseado na vida de P. T. Barnum, o primeiro empresário a criar um espectáculo para todos. Um circo com apresentações invulgares que atraiu muitas pessoas a comprar os bilhetes para assistirem aos fantásticos espectáculos. Nesta obra cinematográfica somos invadidos com muita música, cor e com personagens fortes. “The Greatest Showman“é um espectáculo divertido onde a música está sempre presente. As letras foram escritas pelos mesmos do filme “La La Land” e o resultado não podia ter sido melhor. Músicas que surgem da alma para percebermos os verdadeiros sentimentos das personagens.

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O argumento mantém-se bastante simples e tal factor merecia ser melhorado. As personagens são interessantes, contudo apenas apresentam o básico da sua história. Fiquei desiludida com a narrativa. A história da vida de Barnum é verídica, contudo alguns desenvolvimentos entre as personagens são muito irreais. Esta obra cinematográfica é curta, com espaços temporais muito acelerados. As músicas são catchy e mesmo após assistirmos ao filme facilmente cantarolamos “Milions Dreams“, “Rewrite the Stars” e “This is Me” (Canção nomeada para os Óscares de Melhor Original). “O Grande Showman” não é um filme memorável dentro dos musicais, mas consegue facilmente entreter o público. A dinâmica das personagens também foi interessante, apesar de considerar que faltaram algumas pontas soltas que facilitaram a chegada de Barnum ao êxito. O elenco de luxo também não decepciona. Neste filme são abordados temas pertinentes como a diferença das classes sociais, descriminação, bullying, a luta difícil para mudar  opiniões, os valores da família e sucesso. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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Last Days – Últimos Dias

Título: Last Days
Ano: 2005
Realização: Gus Van Sant
Interpretes: Michael Pitt, Lukas Haas, Asia Argento…
Sinopse: A vida de um músico de Seattle são reminiscentes para a lenda de Kurt Cobain.

Provavelmente dos filmes mais deprimentes que assisti na vida. A sua sequência pachorrenta e o seu argumento aborrecido, tornam o seu visionamento muito chato de assistir.  “Last Days” pretende fazer uma homenagem ao cantor Kurt Cobain, que tal como ele a personagem principal deste filme, Blake (Michael Pitt) debate sobre as suas obrigações da fama. As obrigações profissionais, e a sensação de isolamento tornam- se factores eficazes para a depressão. Apoiando-se nas drogas e na bebida, deixam a loucura fluir, até baterem lá no fundo. Blake procura fugir das pessoas na sua própria mansão. Os seus amigos, empregados procuram-no no espaço da habitação, mas sem sinal do músico. Blake passa assim os seus últimos momentos sozinho, à espera de uma salvação possível.

O realizador Gus Van Sant queria inicialmente criar um filme biográfico sobre os últimos dias do artista Kurt Cobain. Contudo entrou em discrepâncias legais com a viúva de Cobain, Courtney Love e desistiu. Começou esta nova produção que se mantém muito idêntica à história do música dos Nirvana, só alterando o nome e algumas personagens fictícias.

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Este filme consegue ser mesmo difícil de assistir. Não conseguimos estar atentos e a ação não desenrola. Nem a interpretação dos atores vale. Michael Pitt mantém mesmo parecenças com Cobain, mas o seu protagonismo está muito abafado. A sua presença é completamente perdida e desorientada. Mas sem alterar gostos, este pode ser um filme agradável para quem aprecie obras enigmáticas, com uma faixa complexa de narrativa que não é para qualquer um. Gus Van Sant torna esta obra de fição num factor inclinado para o objeto e não para o sujeito. O blogue atribui 2 estrelas em 5.

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Sugestões ‘outfits’ para levar ao Cinema

Na passada sexta-feira 13, fui convidada pela AMC Portugal para a antestreia da quarta temporada da série Fear The Walking Dead nos Cinemas NOS no Norteshooping. A excelente iniciativa foi fantástica, foi uma noite completa cheia de surpresas e até zombies a circular pelos corredores. Nunca assisti a nenhum episódio da série, mas acreditem, fiquei mesmo fã. Este evento deu-me a ideia de sugerir alguns outfits para uma ida ao cinema, que sabe sempre tão bem. Vou apresentar três sugestões, seguem elas.

Outfits para o Cinema

Dei-te o Melhor de Mim

Título: The Best of Me
Ano: 2014
Realização: Michael Hoffman
Interpretes: James Marsden, Michelle Monaghan, Luke Bracey…
Sinopse: Um par de estudantes do secundário, reúnem-se após vinte anos separados para visitarem a sua terra natal.

Nicholas Sparks inventou a formula perfeita para os corações mais românticos. Jovem casal apaixona-se em adolescente e por algum assunto grave, separam-se. Anos mais tarde voltam a reencontrar-se e a chama da paixão volta a surgir. Sparks é o deus do amor que com as suas palavras cria histórias apaixonantes que são sempre adaptadas ao cinema. Este livro, “O Melhor de Mim“, não foi exceção.

Amanda e Dawson conhecem-se na pequena cidade onde vivem. Ele, um rapaz mais tímido com um passado complicado tem dificuldade em conectar-se com as pessoas. Ela, é mais desinibida, uma rapariga bem-disposta e alegre que costuma ser o centro das atenções. Inesperadamente apaixonam-se e passam um tempo agradável juntos. Contudo uma confusão familiar (não vou dar spoilers) separou o casal que se reencontrou 21 anos mais tarde, devido ao falecimento de uma amigo de ambos. A seta do cupido voltou a atingir Amanda e Dawson e muitas situações ficaram mal resolvidas. Neste filme viajamos pelo passado e o presente para descobrimos pistas sobre a história destes dois.

The Best Of Me

Vou ser sincera. “O Melhor de Mim” é uma película lamechas e sem graça. O previsível acontece e não o considero surpreendente. Nicholas Sparks tem obras melhores, e admito que de vez em quando perco-me com os contos dele, libertando alguns suspiros como Ooooooh e Aaaaw. Aqui não foi o caso. Não senti química com os atores, nem empatia com a história. Contudo o cenário é perfeito e as paisagens lindas. Ficamos com vontade de viver naquela vila faz de conta com docas, riachos, flores e rios calmos onde é possível nadar sem preocupação. Achei esta narrativa muito idêntica a “Diário da Nossa Paixão“, também criada por Sparks e por isso não captou muito a minha atenção. Posso dizer que já vi melhores. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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La Casa de Papel

Para quem já viu a série, provavelmente já sabe a música “Bella Ciao” de cor. Tema interpretado pelos protagonistas, como o hino oficial ao roubo. Personagens como o Professor, Tóquio, Berlin, Rio e Denver já são conhecidos facilmente pelos portugueses. A série com 15 episódios (a Netflix modificou esse registo em Portugal) tornou-se num verdadeiro sucesso. Em qualquer lugar é facilmente possível encontrar alguém que já viu a série. Um grupo de oito assaltantes que já cometeram a sua dose de crimes, juntam-se ao Professor, mastermind de um plano perfeito para assaltar a Casa da Moeda em Espanha.

Uma série fantástica e que tem sido um sucesso internacional. As personagens carismáticas e cada uma com a sua história cativante, criou uma onda de apoio do público pelos assaltantes. A narrativa bem escrita criada por Álex Pina é dos factores mais consagrantes da série. O argumento é fantástico e não modificava nem uma vírgula. Facilmente ficamos viciados neste carrossel de emoções e esperamos que tudo corra bem para estes protagonistas com nomes de cidades.

La Casa de Papel-2

La Casa de Papel” provoca o vício e queremos mesmo ver tudo até ao fim. Cada episódio é uma arrepiante manobra para o desfecho do assalto mais mediático do momento. Temos de continuar a ver até ao fim, porque é fácil terminar um episódio com alguém a apontar uma arma a outro. À primeira vista, esta situação fez-me lembrar do filme “O Infiltrado“, até estava à espera de algo do género, mas o resultado final foi ainda mais surpreendente. Nesta série podemos contar com um pouco de tudo: ação, drama, romance, amizade e muitas situações e decisões difíceis que os protagonistas terão de ultrapassar. Ninguém fica indiferente a esta série e é um dos temas recorrentes em qualquer lugar. “La Casa de Papel” é em língua espanhola e totalmente diferente das séries norte-americanas, mas ainda melhor. Uma série imperdível que já chegou ao meu top de melhores séries de sempre.