Crítica: Klaus

Título: Klaus

Ano: 2019

Realização:  Sergio Pablos, Carlos Martínez López

Interpretes:  Jason Schwartzman, Rashida Jones, Joan Cusack…

Sinopse: Um simples acto de bondade, gera sempre outro, mesmo no local mais frio e longe possível. Quando o novo carteiro de Smeerensburg, Jesper se torna amigo do fabricante de brinquedos, Klaus, esta dupla consegue criar as melhores tradições desta época natalícia.

Um filme mágico e que nos insere completamente no espírito natalício. No início fez-me lembrar o clássico Nightmare Before Christmas“, mas aos poucos que a história se foi desenvolvendo, foi criando o seu próprio rumo. Neste filme criado por estúdios espanhóis, mas de língua inglesa, acompanhamos uma história comovente, generosa e que nos aquece o coração. Uma verdadeira surpresa esta distribuição da Netflix. Jesper é um carteiro mimado que vive na sombra dos luxos do pai. No entanto devido ao seu mau comportamento é enviado para bem longe numa terra chamada Smeerensburg. Um lugar onde ninguém quer estar. Apenas duas grandes famílias ocupam o lugar e vivem em constante desentendimento com batalhas e arreliações. Uma verdadeira cidade de Halloween onde consideram a educação e principalmente o carteiro, desnecessário. A magia de Jesper e do lenhador Klaus vai mudar a opinião geral. Quando acontece um acto de bondade, outro ocorre em troca.

We need to show people that a true, selfless act always sparks another.

Klaus

O que mais me surpreendeu neste filme foi a abordagem simples, mas eficiente de uma nova adaptação de todas as tradições de natal. Uma história que já conhecemos, mas reinventada de uma outra forma. A história do Pai Natal, dos presentes na árvore, meninos bons recebem e maus não, os duendes, as renas e o trenó. Tudo isso e mais está presente neste filme. O argumento é amoroso e uma comédia ligeira está bem presente. Um aplauso para todos os presentes neste filme. Conseguiram juntar uma narrativa perfeita de um conto de natal. Sobre a animação é diferente, mas muito bem delineada e enquadra-se com as suas personagens.

⭐⭐⭐⭐⭐

beautifuldreams

Licenciada em Ciências da Comunicação, adoro escrever e ler. Sou lontra de sofá, amante de filmes e séries televisivas, vejo tudo o que posso. Aprendiz de geek, vivo num mundo de fantasia. Adoro a vida e ainda há tanto para descobrir.

2 thoughts on “Crítica: Klaus

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