The Originals

O spin-off da série “Diários do Vampiro” conseguiu superar o seu mestre. Tal como já acontecera com “Buffy a Caçadora de Vampiros” e “Angel“. Enquanto que o primeiro ainda se focava em assuntos e protagonistas mais adolescentes, no segundo é apresentado uma narrativa mais madura e com mais sobriedade. Durante cinco temporadas acompanhamos o destino da família de Originais após a saída da série.  Num episódio de apresentação do spin-off é evidenciado que Klaus (Joseph Morgan) e Elijah (Daniel Gillies) mudam-se para New Orleans para reconquistarem o espaço que outrora fora deles, agora governado pelo vampiro Marcel, noutros tempos protegido da família Mikaelson. Contudo esta não é uma narrativa sobre recuperar impérios perdidos, mas sobre uma nova esperança para esta família. A lobisomem Hayley Marshall (Phoebe Tonkin) descobre que está grávida do híbrido Klaus, algo que se considerava impossível acontecer. O bebé milagre será a salvação e a destruição da família mais antiga e poderosa.

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O tópico sobrenatural é um foco constante. Vampiros, bruxas, lobisomens, um trio de seres diferentes mas que pretendem habitar no mesmo espaço. Tal cria conflitos de interesse e cada raça é posta à prova várias vezes. Inicialmente não são os interesses das personagens que são valorizados, mas sim este background  de conflitos com as espécies.

The Originals” conseguiu superar a sua série criadora, pois não valorizou temas supérfluos, foco-se na família e na amizade. Além disso a abordagem geral foi bastante positiva e conseguia cativar os espectadores a cada episódio. As personagens também são interessantes e apresentam pontos de vista positivos para o desenvolvimento da narrativa.

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Admito que não fiquei logo apaixonada pela série desde o primeiro episódio, mas logo os ritmos do jazz de New Orleans captaram a minha atenção. Depois de uma boa primeira temporada entre os conflitos das raças sobrenaturais, somos abordados com uma segunda temporada melhor. Segredos passados da família são desvendados e novos elementos adicionados aos Mikaelson. Na terceira temporada uma profecia deixa os protagonistas no limiar da loucura e não sabemos em quem confiar. A partir daí o número de episódios diminuiu e a qualidade também. Quanto ao final, na minha consideração merecia um melhor. Os produtores estavam apenas preocupados em fazer uma introdução ao próximo spin-off, “Legacies” do que terminar esta fantástica narrativa, que mais que tudo era história sobre família. “The Originals” foi considerada das melhores séries de sobrenatural da actualidade, e apesar de este foco estar bastante saturado, ainda é possível acrescentar algo de novo.

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