Crítica: Uma Outra Educação

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Título: An Education

Ano: 2009

Realização: Lone Scherfig

Interpretes: Carrey Mulligan, Alfred Molina, Olivia Williams, Rosamund Pike

Sinopse: Nos subúrbios de Londres antes dos Beatles, num período de pós-guerra, uma brilhante aluna vê-se indecisa entre estudar para um lugar em Oxford ou seguir uma alternativa mais apelativa que lhe é proposta por um carismático homem mais velho…(Fonte: SapoMag)

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Neste filme intemporal e maduro, é discutido a importância da educação. Nele debate-se o caminho da responsabilidade e como diariamente somos tentados pelo divertimento e pelo prazer. Existe tempo para tudo. No centro de An Education temos Jenny (Carrey Mulligan) uma jovem normal de 16 anos, que orientada pelos pais quer entrar na Universidade de Oxford. Toda a sua vida dedicou-se à formação escolar, não perdendo tempo com namoricos, nem saídas com os amigos. O seu tempo livre era passado a tocar violoncelo e com explicações. Contudo andava fascinada com a moda francesa, o uso habitual de estrangeirismos, assim como uma viagem a Paris. No entanto o mundo de Jenny muda quando conhece David, um homem mais velho, mais maduro e mais experiente. Aborrecida com a sua vida monótona e cheia de regras, Jenny vê em David uma “escapatória” para o divertimento. Vai a bares, conhece pessoas mais novas, usa jóias. Mas esta distracção é completamente abalada quando Jenny é confrontada com a decisão de continuar os estudos e assim conseguir viver da vida, mas por si; ou continuar nos braços de um homem dependentemente monetária e que mal conhece.

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An Education tem de ser visto na época em que foi idealizado. Nesta altura as mulheres ainda não tinham muita escolha. Mesmo se seguissem os estudos pela universidade, provavelmente tornar-se-iam professoras (demonstrado no filme) e não seguiam uma carreira além disso. Jenny estava pronta a desistir de tudo pelo amor, porque era mais aliciante, e queria experimentar tudo o que a vida tem de melhor, mas este não é feito de certezas. Pode ser um caminho mais curto para o luxo, mas nem sempre o mais acertado. A presença de Carey na tela é cativante, gosto muito da atriz em filmes do género. A sua elegância, generosidade e inocência fazem dela candidata perfeita para estes papéis. A nomeação do Oscar foi bem escolhida. Concluindo o filme foi bem filmado e a história bem contada. Apesar de ser previsível tem um dialogo inovador e cheio de graça. O blogue atribui 4 estrelas em 5.

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