Crítica: As 50 Sombras de Grey

Baseado no mundo obscuro do sexo, o sucesso literário, “50 Sombras de Grey”, chegou aos cinemas, após uma longa espera por parte dos muitos fãs. E.L. James, a  escritora criou uma história sem tabus, onde o amor convencional é inexistente. O livro pode ter sido um best-seller, mas o filme não encantou.

Não li o livro e devo ser das poucas a dizê-lo, mas vi o filme. Talvez tenho mesmo de o ler para perceber o grande mediatismo em volta do tema.“Mr. Grey will see you now” é com esta frase que tudo verdadeiramente começa. Anastacia Steele, finalista do curso Literatura Inglesa, entrevista o magnata Christian Grey. Com perguntas meio desajeitadas e uma timidez típica da situação, Ana começa a sentir-se atraída pelo jovemmilionário. Afinal de contas ele tem tudo: charme, beleza e poder. O que se torna numa combinação irresistível. Até aqui nada de novo. Porém, são os gostos peculiares de Christian que tornam este romance fora do comum. A película foi um sucesso inegável de bilheteiras e todos queriam ver no grande ecrã o erotismo representado nas páginas escritas por E.L.James. [LER MAIS]

50 Sombras de Grey

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