Crítica: A Teoria de Tudo

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A Teoria de Tudo (The Theory of Everything) é um filme de 2014, realizado por James Marsh, com as participações de Charlie Cox, David Thewlis, Eddie Redmayne, Emily Watson, Felicity Jones nos principais papéis. Sinopse: Em 1963, enquanto estudante de cosmologia na conceituada Universidade de Cambridge, no Reino Unido, Stephen consegue grandes avanços e está determinado a encontrar uma “simples, eloquente explicação” para o Universo. O seu mundo expande-se quando se apaixona por Jane Wilde, uma estudante de artes, também em Cambridge. Mas, aos 21 anos, este jovem saudável e ativo recebe um diagnóstico que vai abalar a sua vida: a degeneração dos neurónios motores vai atacar os seus membros e as suas capacidades, deixando-o com limitações de fala e movimento e terminando com a sua vida em dois anos. (Fonte: Sapo Cinema).

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Vou começar esta crítica a felicitar o ator Eddie Redmayne pelo seu brilhante desempenho como Stephen Hawking, que lhe valeu o Oscar de Melhor Ator pela Academia, e muito bem merecido. Foram longos os meses de pesquisa sobre o homem e sobre a doença Esclerose Lateral Amiotrófica. Mas todo o trabalho acabou por ser recompensado. Adaptado do livro “Amor Infinito” de Jane Hawnking, ex-mulher de Stephen, chega-nos uma história verdadeira sobre o seu ponto de vista na relação de ambos. Neste filme dramático acompanhamos Jane e Stephen desde o momento em que se conheceram, numa festa em Cambridge, até ao momento em que se separaram em 1995. Não só os momentos fáceis da relação mas os mais díficeis, Stephen foi diagnosticado com a doença ainda muito novo, com apenas 21 anos, estava a terminar o Doutoramento em Astronomia. Deram-lhe apenas 2 anos de vida, mas casou, ainda teve três filhos e ainda continua no ativo. Neste filme tocante e inspirador toca no sentimento pois não só compreendemos as dificuldades da doença, mas também a luta que Jane teve de ter para cuidar de Stephen, educar três filhos e deixar os seus estudos para trás.

Esta não é apenas uma história de uma pessoa, mas sim de duas, além de Eddie como protagonista temos a amável Felicity Jones nos principais papéis, e também nomeada para o Oscar de Melhor atriz. Estiveram os dois bastante bem. E até elogiados pelos originais Jane e Stepehn. Teoria de Tudo aborda como o relacionamento amoroso sobreviveu às complicações que a doença do físico trouxe. Mas a sua fama é caracterizada por ser das mentes mais brilhantes da Humanidade, do qual escreveu o livro “Uma breve história do tempo“. Este é um retrato intimista e pessoal das dificuldades como casal, longe do género viveram felizes para sempre, é uma história real, com pessoas verdadeiras. É um filme bonito de esperança e de termos coragem para “agarrarmos” àquilo em que acreditamos e não desistirmos. “When there is life there is hope” esta frase dita no filme que representa toda a sua beleza e significado. Esta história tocou-me mesmo, pois por muito que a vida seja complicada, existe sempre a esperança de melhorar. E melhorou. O blog atribui 4 estrelas em 5. 

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