Crítica: 12 Anos de Escravo


12 Anos Escravo é um filme de 2013, da realização de Steve McQueen, com as interpretações de Chiwetel Ejiofor, Michael K. Williams, Michael Fassbender nos principais papéis. Sinopse: Na pré-Guerra Civil dos Estados Unidos, Solomon Northup, um homem negro livre de Nova Iorque, é raptado e vendido como escravo. Enfrentando a crueldade mas também momentos de inesperada bondade, Solomon luta não só para se manter vivo, mas para preservar a sua dignidade. Após 12 anos de uma odisseia inesquecível, Solomon conhece um abolicionista do Canadá que vai mudar para sempre a sua vida. (Fonte: CinemaGate).

Neste filme dramático que conseguiu ganhar o Oscar de Melhor Filme de 2013, e o Oscar de Melhor Atriz Secundária, Lupita Nyong’o podemos ver a luta de um homem simples de cor que trava uma terrível luta pela sua liberdade. Solomon foi raptado e levado para a vender, mesmo sendo um homem já livre teve de sobreviver durante 12 anos como escravo forçado a trabalhos pesados e a castigos difíceis em que os seus senhorios é que mandavam. Solomon teve de mentir sobre a sua identidade e origens até conseguir a altura perfeita para fugir e finalmente conseguir a sua liberdade merecida.

Claramente que este filme seria o vencedor dos Oscars este ano, não pela história, nem pelo filme em si, mas porque reúne as características que os da Academia gostam de ver numa película: tem bastante drama, uma história comovente, um objectivo de sobrevivência do protagonista e aborda o tema escravidão, não pode haver melhor mistura para de ganhar um Oscar. No entanto na minha opinião esperava muito mais do filme, os longos planos dos close-ups dos personagens em que demoram minutos torna o filme maçudo, faz lembrar um pouco a realização do cineasta português Manoel de Oliveira, e além disso a história não é nada de novo o final é cliché e nada comovente, esses são os aspectos negativos. Nos pontos positivos a história é cativante pois o telespectador quer saber como será o desenrolar das personagens (tal como acontece noutros filmes do género), a atriz Lupita fez claramente um ótimo papel das melhores atriz na tela, ao lado de Michael Fassbender que é um vilão bastante convincente. Esta obra não deixará ninguém indiferente devido à linguagem utilizada para com as pessoas de cor, onde vemos uma América ligada à escravatura. Um filme bastante histórico que retrata com clareza aquilo que foi vivido na época. O Blog atribui 4 estrelas em 5.

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