Crítica: Velocidade Furiosa 6


Fast & Furious 6 é um filme de 2013, realizado por Justin Lin, e protagonizado por: Vin Diesel, Paul Walker, Dwayne Johnson, Michelle Rodriguez, Jason Statham, Jordana Brewster, entre outros. Sinopse: Desde que Dom e Brian fizeram o golpe no Rio de Janeiro, que rendeu 100 milhões de dólares à equipa, o grupo espalhou-se pelo globo. Mas a impossibilidade de voltarem a casa e estarem sempre em fuga deixou-lhes uma vida incompleta. Entretanto, Hobbs tem perseguido por 12 países uma organização de letais condutores mercenários, cujo líder conta com um violento braço direito que se descobre ser o amor que Dom pensou que tinha morrido, Letty. A única forma de parar esta máquina criminosa é vencê-los nas ruas, por isso Hobbs pede a Dom para reunir a sua equipa de elite em Londres. O pagamento? Perdão total para todos, para que possam voltar a casa e juntar a família. (Fonte: CinemaGate).

Já todos nós sabemos que os filmes da saga Velocidade Furiosa nada trazem de novo, é sempre a mesma aventura, adrenalina e ação, contudo nestes últimos dois filmes, tem conseguido buscar indícios dos primórdios da série. De momentos que fazem lembrar o primeiro filme.Este filme não contém uma grande história para seguir, ao contrário do cinco em que o grupo, teria de fazer um golpe a assaltar o português Joaquim de Almeida no Brasil. Neste filme apenas pretendem resgatar mais um membro da “família”, Letty, a namorada de Don, a qual pensavam que tinha morrido. Mas desta vez não estão sós, inimigo do meu inimigo, meu amigo é, e com esse ditado o Agente Hobbs, junta-se ao gang, o mesmo que jurou “apanhar” no filme anterior, para vencerem um inimigo em comum.

Este filme como podia deixar de ser, não dispensa a adrenalina, da qual já nos habituou em filmes passados, porém cada vez com cenas mais surrealistas que dificilmente aconteceriam no mundo real, porém o público deixa-se fascinar pelas peripécias e acrobacias presentes no filme. Contudo neste filme existem factos que não foram completamente explicados, nem proporcionaram sentido nenhum à história, em que apenas serviu para preencher o espaço da película, do qual demora mais de duas horas. Mas o filme salva-se através das cenas de ação, seja em combate ou nas corridas de carros. No entanto o final também deixa a expectativa para a próxima, sendo que esta será sem um dos protagonistas, Paul Walker, que faleceu no final do ano passado. Resta saber como será que a saga irá continuar. O blog atribui 3 estrelas em 5.

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