Crítica: Os Miseráveis

Les Miserables (Os Miseráveis) é um filme de 2012, realizado por  Tom Hooper. E tem nos principais papéis: Hugh Jackman, Russel Crowe, Anne Hathaway, Eddie Redmayne, entre muitos outros.

Com a França do século XIX como pano de fundo, Os Miseráveis conta uma apaixonante história de sonhos desfeitos, de um amor não correspondido, paixão, sacrifício e redenção, num testemunho intemporal da sobrevivência do espírito humano. Jackman interpreta um ex-prisioneiro, Jean Valjean, perseguido durante décadas pelo cruel polícia Javert (Russell Crowe), depois de ter quebrado a sua liberdade condicional. Quando Valjean aceita cuidar de Cosette, a filha da operária Fantine (Anne Hathaway), as suas vidas mudam para sempre.

Já pelo facto de o filme ser um musical não cria muita vontade de assistir a um filme todo cantado, onde existe cantorias em todas as falas. Mas devido ao leque vasto e poderoso de atores que participam no filme e o facto de ser um dos eleitos pelos Oscars não devíamos perder está oportunidade. Apesar disso não é todos os dias que assistimos ao Gladiador (Russel Crowe) a travar um duelo musical com Wolverine (Hugh Jackman), e devo confessar que o filme surpreendeu bastante pela positiva. A história é cativante, os atores estão fantásticos (sinceramente foi bastante gratificante ouvi-los cantar, pois até tem jeito para a coisa. Hugh Jackman já o havia provado, durante a sua apresentação dos Oscares em que cantou e surpreendeu. Esta não é a primeira vez, que o clássico literário do escritor Victor Hugo é adaptado para o cinema, nem certamente será a última, em 1998 Liam Nesson também era protagonista, mas desta vez fizeram o filme género Brodway.

O aspecto mais negativo a reter de todo o filme será a prestação do realizador, pois deveria inovar o seu trabalho, pois sendo a história dos Miseráveis algo já “batido” nas artes. Aliás o telespectador quando assiste ao trailer espera algo de novo e de muito grandioso, o que nem sempre acontece, mas apesar disso o filme não deixa de surpreender. Uma das situações cómicas no filme e que na minha opinião até funcionou bem foi o duo Sacha Baron Cohen/Helena Bonham Carter, pois com eles podemos dar umas gargalhadas com todo o drama e melancolia vivente. O Blog atribui 4 estrelas em 5.

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