Crítica: Sherlock Holmes: Jogo de Sombras

Sherlock Holmes: A Game of Shadows é um filme de 2011 realizado por Guy Richie, e com as participações de Robert Downey  Jr., Judy Law, Rachel McAdams, entre outros. Sherlock Holmes sempre foi o homem mais inteligente…até agora. Há um novo criminoso à solta – o Professor Moriarty (Jared Harris), e ele não é apenas intelectualmente igual a Holmes, como também a sua capacidade para o mal, juntamente com uma enorme falta de consciência, pode mesmo dar-lhe vantagem face ao conhecido detective. Quando o príncipe herdeiro da Áustria é encontrado morto, a evidência, segundo o Inspector Lestrade (Eddie Marsan), aponta para suicídio. Mas Sherlock Holmes deduz que o príncipe foi assassinado – um assassínio que é apenas uma peça de um grande e poderoso puzzle, projectado pelo Professor Moriarty. Misturando negócios com prazer, Holmes segue as pistas até um clube de senhores nocturno, onde ele e o seu irmão, Mycroft Holmes (Stephen Fry) brindam ao Dr. Watson na sua última noite de solteiro. É aí que Holmes encontra Sim (Noomi Rapace), uma cigana cartomante, que vê mais do que aquilo que conta e os envolvidos no assassinato do príncipe tornam-na no próximo alvo a abater. Holmes tenta salvar-lhe a vida e, em troca, ela concorda, relutantemente, em ajudá-lo. A investigação torna-se cada vez mais perigosa e leva Holmes, Watson e Sim por todo o continente…

O segundo filme da saga trás de nome o investigador inglês mais conhecido, Sherlock Holmes e o seu fiel companheiro o doutor Watson, numa nova aventura de crimes que merecem ser resolvidos com perspicácia e inovação. Guy Richie continua com a sua forma própria de filmar, com cenas em slow motion onde podemos visualizar as estratégias e o desenrolar de acontecimentos de Holmes. É fácil de perceber as semelhanças entre o herói desta história, Sherlock Holmes e Jack Sparrow (Jonhy Deep), pois ambos possuem uma personalidade peculiar, diferente do habitual standard de herói que estamos habituados, mas que os torna bastante divertidos e fáceis de acompanhar.

Os efeitos especiais são bem conseguidos e impressionam, o guarda-roupa e a os ambientes criados são coerentes e conseguem por vezes momentos de grande beleza visual. Apesar de este segundo filme ser muito parecido com o primeiro da saga, um terceiro já vem a caminho. Se o filme continua a dar dinheiro mais sequelas serão realizadas e é o que acontece por aqui. Porém apesar de o filme mostrar um história tentador com momentos divertidos, no final o telespectador tem a sensação que falta algo ser explicado e não devia ter terminado sem essa carência. O Blog atribui 3 estrelas em 5.

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