Crítica: Agentes do Destino

Agentes do Destino é um filme de 2011, realizado por George Nolfi e tem como principais protagonistas Matt Damon, Emily Blunt, Anthony Mackie, John Slattery e Terence Stamp.  À beira de conquistar um lugar no Senado, o ambicioso político David Norris (Matt Damon) conhece a bela bailarina contemporânea Elise Sellas (Emily Blunt), uma mulher como ele nunca conheceu. Mas assim que se começam a apaixonar, misteriosos homens conspiram para mantê-los afastados. David percebe que está a lutar contra os próprios Agentes do Destino, que farão tudo ao seu alcance para evitar que David e Elise fiquem juntos. Perante tão estranhos acontecimentos, ele tem de deixá-la ir e aceitar o caminho que lhe foi destinado… ou arriscar tudo e desafiar o Destino.

“The Adjustment Bureau” tem uma essência científica/futurista, que desvenda que quase tudo que realizamos diariamente não é apenas obra nossa, mas sim dos Homens do Destino. Em que devemos realizar determinadas ações, comportamentos e atitudes nas alturas mais corretas, sendo que o seu tempo não deve perturbar, o timing da outra pessoa. Pois se assim não fosse todos os caminhos destinados dos seres humanos estariam desconectados com o Universo em si, o que traria o caos. Este é um triller que é cativante e faz o espectador pensar no livre-arbitro e de como as suas decisões interferem o outrem de maneira permanente. O enredo de “The Adjustment Bureau” é baseado em “Adjustment Team”, um livro da autoria de Philip K. Dick, um conhecido autor que também escreveu “Do Androids Dream of Electric Sheep?” e “The Minority Report”, que foram respectivamente transformados em “Blade Runner” (1982), de Ridley Scott e “Minority Report“ (2002), de Steven Spielberg, dois excelentes filmes que utilizaram a sua história futurista para fazer uma interessante análise crítica a várias temáticas controversas.

“The Adjustment Bureau” também tem uma história claramente ficcional mas não futurista que aborda uma série de problemáticas actuais, que nos faz pensar, se tivéssemos o poder de mudar o nosso destino, que faríamos de diferente? Relativamente aos aspectos positivos do filme, o elenco está muito bem. Matt Damon e Emily Blunt têm uma excelente química entre si e oferece-nos performances muito credíveis e realistas, e até as personagens secundárias (Agentes do Destino) conseguem brilhar. O filme consegue surpreender pelas voltas e reviravoltas que dá, existe suspense em toda a envolvente. Quanto aos aspectos negativos, temos um conceito, a ideia dos Homens que controlam o nosso destino, que não é 100% explicado, pois dá vontade ao telespectador de ficar a conhecer mais sobre a situção. O blog atribui 3 estrelas em 5.

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