Crítica: Argo (2012)

Argo é um filme realizado por Ben Affleck, que também é protagonista, juntamente com Bryan Cranston, John Goodman, Alan Arkin, entre outros.

Este filme apanhou completamente de surpresa o telespectador, positivamente é claro. O filme surpreende. Mas o facto de ser inspirado em factos reais ainda mais surpreende. Sinopse: Teerão (Irão), 4 de Novembro de 1979. A embaixada norte-americana é tomada de assalto por um grupo revolucionário iraniano que faz cinquenta e dois reféns, seis dos quais conseguem fugir e são acolhidos na casa do embaixador canadiano. A CIA é alertada por várias fontes no local que se os revolucionários encontrarem os seis funcionários vão executa-los, sendo assim, envia para o terreno Tony Mendez (Ben Affleck), um agente especialista em fugas que arquiteta um plano arriscado para os tirar do país.

Ben Aflleck, o menino bonito de Hollywood está perfeito no papel de realizador deste filme, cabe-lhe que nem uma luva esta posição. Apesar disso não torna o filme demasiado político nem histórico, havendo momento de humor, drama e alturas em que o telespectador se sente como se fosse um dos civis americanos presos no Irão, em que o nosso coração bate mais forte com o receio de que a qualquer momento sejam apanhados e feitos prisioneiros. A história parece surreal, feita mesmo propositadamente para um filme de Hollywood, mas estes são factos reais que aconteceram mesmo, difícil de acreditar mas é verdade.

Além dos elogios merecedores a Ben Aflleck, que esteve bastante bem tanto como realizador como ator, que apesar da sua pouco experiência no ramo (realizador) pois apenas realizou filmes como Gone Baby Gone e The Town, este filme superou todas as expectativas, e isso comprova-se pela sua nomeação aos Óscares e os vários prémios e distinções que ganhou entretanto. O argumento e produção também está bastante bem concebido como os outros atores fazem uma bela interpretação. O poderoso filme Argo destaca-se da sua concorrência pela sua história envolvente de suspense. E o Sr. Ben Aflleck que continue na realização que está bastante bem. O Blog atribui 4,5 estrelas em 5.

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0 thoughts on “Crítica: Argo (2012)

  1. Apesar do começo promissor da carreira (em 1997 ganhou o óscar de Melhor Argumento Original com Matt Damon com o filme “O Bom Rebelde”), o que é certo é que a carreira de Affleck no início ficou mais marcada pelos maus momentos. Depois de protagonizar filmes e interpretar personagens que deixavam muito a desejar (como por exemplo a sua participação no filme “Gigli”), Hollywood não esperava muito deste ator. Bem, enganaram-se já que a sua carreira como ator evolui, quase que de forma despercebida. Depois de estar ligado a projetos fracassados, ele foi aparecendo de fininho novamente quase que rejunevescido (bom papel no filme “Hollywoodland). Quem diria que também ele apostasse na realização. “Gone baby gone” foi o seu primeiro filme por detrás da câmara, e não saiu nada mal, deixando “pistas” para o que podia vir por aí. “The town” surpreendeu mesmo os mais cépticos. Bem, agora “Argo” superou todas as expetativas. Grande filme, grande realizador, grande argumento: filme que equilibra o tema sensível da trama com um certo humor, e que cola o espetador até ao fim. Vencedor merecido do óscar de melhor filme e melhor argumento adaptado, não se percebe é como a Academia deixou escapar Affleck na categoria de melhor realizador.
    Acho que todos podemos esperar grandes feitos de Affleck.

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