Crítica – Jumper

Jumper é um filme de 2008 e conta com a participação de Hayden Christensen e Samuel L. Jackson nos principais papéis. A realização este a cargo de Doug Liman (Mr. and Mrs. Smith). Desta vez o realizador decidiu embarcar numa nova aventura de acção com Jumper. Este filme conta-nos a história de David Rice, um jovem normal como todos os outros, que aos 16 anos descobre que tem uma capacidade especial. Consegue teletransporta-se para onde quiser. Rapidamente passa por género de fendas entre o tempo-espaço. Conseguindo estar em muitos lugares diferentes em qualquer tempo. Como o próprio afirma no início do filme, toma o pequeno-almoço num café em Paris, de seguida parte para as praias de Malibu surfar, e ainda chega a tempo de assistir a uma final da NBA, logo na primeira fila. Fugindo de casa logo quando descobriu o seu fantástico poder, abandonando o pai, que nunca o tratou como um filho, deixa tudo para trás. Pretendo começar de novo. A vida corria-lhe bem, durante 8 anos, andava aqui e ali, dinheiro não lhe faltava, pois assaltava dos bancos. Até ao dia em que é descoberto por Roland (Samuel L. Jackson), que pertence a uma organização secreta que caça e mata Jumpers. 

Como a situação começa a complicar-se e David quase é “apanhado” por Roland, o jumper decide voltar ás suas origens. Encontrando-se com o seu amor de infância, Millie (Rachel Bilson), uma paixão que nunca esqueceu.

Devido ás complicações que os Paladinos criam (ceita que pretendem matar os Jumpers), e para proteger Millie de Roland, David junta-se a outro Jumper com o objectivo de viverem tranquilamente sem ninguém a persegui-los e acabarem com a ceita. Mas nem tudo o que parece é, e algumas dificuldades vão surgindo no caminho. Será que ter o poder de estar em todos os lugares que desejar-mos é suficiente?

Um dos apetos positivos deste roteiro é que podemos ser levados para todos os cantos do mundo, usufruindo de lindíssimas paisagens. Porém um dos aspetos negativos do filme é que falta explicar algumas pontas do filme que ficaram de fora, como a história da mãe de David e ainda a ética de heróis interpretada por Hayden que não ficou bem explicada. Rumores de um segundo filme estão aí, será que vai explicar o que não foi dito? O blog atribui 3 estrelas em 5.

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