Crítica: Sem Tempo


Sem Tempo (Im Time) é um filme de 2011 que tem como protagonistas Amanda Seyfried, Justin Timberlake e Cillian Murphy. A realização esteva ao cargo de Andrew Niccol(Senhor da Guerra). O triller In Time mostra-nos uma realidade bem diferente da nossa. Um mundo onde os humanos não envelhecem após os vinte e cinco anos e que após essa idade, todo o seu tempo é contabilizado através de um relógio genético no braço esquerdo de cada um, indicando quanto tempo cada um tem de vida. Neste mundo o dinheiro é substituído por tempo. Quem mais tempo tiver no braço mais vive, podendo até se tornar imortal, caso contrário morre por não ter tempo. Apesar de ser um filme com um enorme conceito, não antes abordado, a história está muito aquém das expectativas deportadas no filme.

Will Salas é Justin Timberlake, um jovem com 28 anos em tempo real, que vive nos subúrbios. Habituado a correr devido ao tempo que lhe foi depositado, vive sempre com apenas algumas horas no braço, vive com a sua mãe. Durante uma ida a um bar Will conhece um homem que farto de viver (possuía mais de 100 anos), decide oferecer o seu século de vida do relógio genético e transborda-lo para Will para que ele possa viver mais sem preocupações. Tal assunto trás desconfiança aos Guardiões do Tempo (a polícia local) que persegue Will. E assim se dá uma luta contra o tempo. Enquanto isso o jovem Salas dirigi-se para a zona mais abastada, em busca de uma vida melhor. É aí que conhece a menina rica Sylvia Weiss (Amanda Seyfried) que vivia com o pai, um magnata com mais de um milhão de anos em tempo. Devido a um conjuntos de consequências Sylvia e Will tornam-se cúmplices procurando um mundo melhor, e acabar com a guerra de classes.

O filme tem um óptimo conceito, uma combinação existencial que ainda não tinha sido explorada devidamente. Um mundo onde o tempo vale mais que dinheiro, onde o tempo torna superior a quem o tiver em demasia. Porém não foi bem explorado no filme. A ideia está lá a narração não é esse factor que destrói a película. Além disso existe uma falta de compatibilidade entre os protagonistas Will e Sylvia, não convencem como casal nem como fugitivos, pois seria previsto algumas dificuldades e não muitos facilitismos. Além disso uma rapariga sempre habituada a ter tudo aceita esta mudança social como se nada se trata-se. E também devo referir que Justin Timberlake não sendo um grande ator, já nos mostrou melhores desempenhos em outros papéis. Em suma o filme não está mal, mas podia estar muito melhor, não passa de uma película de entretenimento. Atribuo 3 estrelas em 5.

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