Crítica: Escritor Fantasma

O Escritor Fantasma filme de 2010, realizado por Roman Polanski, e tendo como principais protagonistas Ewan McGregor (Star Wars), Kim Cattrall (Sexo e a Cidade) e Pierce Brosnan (007). O trabalho mais interessante e mediático do realizador Polanski foi sem dúvida o filme O Pianista (2002) com Adrien Brody e vencedor do Óscar, este porém fica mais atrás mas não deixa de ser bom. Este filme é caracterizado por ser um thriller intenso onde prevalece a mentira, a morte e a traição. Sobre um conjunto de teorias da conspiração entre o mundo da política e associações secretas. Onde apenas um homem pode descobrir toda a verdade, através da sua escrita. Ewan MacGregor interpreta o “escritor fantasma” que está encarregue de escrever as memórias do antigo primeiro-ministro britânico  Adam Lang (Pierce Brosnan). O novo escritor, sim, pois o anterior morreu de forma misteriosa, foi convidado a morar na casa completamente isolada do ser cliente, com o fim de escrever a sua autobiografia. Mas enquanto se hospeda um terrível escândalo abala Adam Lang, sobre crimes de guerra que alegadamente cometeu enquanto presidia. Ao longo da história o “fantasma” irá perceber que à luz dessas novas informações a sua carreira e até a própria vida podem estar em risco. Porém novas pistas surgem quando forma encontradas informações que o antigo escritor de Lang deixou antes de morrer.

O início do filme é um pouco lento e enfadonho em algumas cenas, mas toda a narrativa da história não deixa de ser cativante. A história só começa mesmo a prender o telespectador quando o fantasma se instala na mansão do político, pois aí o ambiente envolta-nos num clima sombrio e de tensão pensado sobre o que haverá a seguir. O filme tem uma história que nos leva a querer descobrir o filme e qual o fim esperado para cada personagem.Por isso para amantes de películas com teorias da conspiração e desconfianças este é o ideal, pois demonstra que nem tudo que parece é. Cada personagem pode surpreender, e o mais simples dos homens pode descobrir toda a verdade. A melhor cena é a última, pois é metafónica e ilustra o filme todo. Este filme merece 4 estrelas em 5.

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