Crítica: Easy A

Easy A conta-nos a história de Olive Penderghast (Emma Stone) uma adolescente que não tem uma vida social muito atractiva. No entanto tudo isso mudo quando vê-se obrigada a mentir sobre a sua vida sexual. Depois da mentira sobre a perda da sua virgindade se espalhar por toda a escola, Olive vê a sua vida paralela à de Hester Prynne, em “A Letra Escarlate” (Adultery), um livro que está a estudar atualmente na escola. Porém a jovem decide tirar proveito da sua má fama, recebendo bens por cada mentira, avançando assim na sua vida social e financeira. Porém quando a sua imagem começa a degradar-se, e a perder amigos, Olive toma  atitude de acabar de vez com os boatos a seu respeito. Mas como acabar com algo deste género?

 

 

Para quem gosta do género de filmes como Juno, Easy A é uma comédia fresca, em que a mentira nem sempre compensa. Além de Emma Stone (Zombieland) como protagonista do filme, em que o papel da irónica e sarcástica Olive lhe cai que nem uma luva, temos Patricia Clarkson, como mãe e Stanley Tucci como pai. Este foi caracterizado como um dos filmes mais divertidos do ano de 2010, com Emma Stone que já nos habituou a divertidas comédias, contando com outros  atores de filmes de adolescentes é o caso de Amanda Bynes (She´s the man), Aly Michalka (protagonista da série Hellcats) e Lisa Krudow (série Friends).

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