Suicide Squad: Hell to Pay

Título: Suicide Squad: Hell to Pay
Ano: 2018
Realização: Sam Liu
Interpretes: Christian Slater, Vanessa Williams, Billy Brown…
Sinopse: A equipa X volta a reunir-se e arrisca a sua própria vida para conseguir roubar um objecto muito especial.

Os filmes de animação da DC Comics são cada vez mais negros. Não há dúvidas porque receberam a alcunha de dark movies. Esta é uma abordagem diferente que tem como principais protagonistas os vilões. Depois do filme live-action Esquadrão Suicida os maus das histórias da banda desenhada terão outra missão perigosa, encontrar um cartão especial que ao seu portador o livra o inferno quando morrer. Amanda Waller junta os prisioneiros Deadshot, Harley Quinn, Capitão Bumerangue, Killer Frost, Bronze Tiger e Copperhead para fazerem o seu trabalho sujo. Contudo não estão sozinhos e outros vilões procuram a mágica entrada. Zoom e Vandal Savage são alguns dos fortes vilões que nada tem a perder e que esperam conseguir o cartão.

A animação deste filme é muito violenta e sanguinária, mas esta já é uma característica habitual. Mas por vezes pode impressionar. A narrativa consegue ser interessante  e na recta final duvidamos das intenções dos protagonistas. Afinal são vilões e jogam cada um para o seu lado. Contudo tornam-se reviravoltas interessantes. A relação entre estas personagens que nada tem em comum, além de serem prisioneiros é que apesar de no início não criarem uma empatia imediata, conseguem trabalhar como equipa e resolverem as suas decisões para o bem-estar do grupo. Existem filmes bem melhores de super-heróis este torna-se apenas mais um complemento sangrento e sem pudores de cabeças a estoirar. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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Como sou a conduzir

Este é um tema muito sensível para mim. Todos os dias pego no carro e venho trabalhar. Na verdade esse é o único caminho que conheço. Casa-Trabalho-Trabalho-Casa. Não me peçam para seguir outros caminhos que não sei. Juro que é verdade. Sofro de uma síndrome que não me permite decorar direcções.  Se é que existe. Sou mesmo um zero à esquerda. Por exemplo se vou por um caminho novo com orientações, ao seguir o mesmo caminho ao contrário, é o o suficiente para me deixar baralhada. Este é um assunto que estou a tentar resolver, mas ainda sem cura à vista.

Agora sobre os outros condutores. Conduzo com segurança, mas não gosto de carros à minha frente, nem colados a mim. O ideal era ter a estrada só para mim, sem atrasos e colas. Gosto de estar à vontade e andar ao meu ritmo, enquanto ouço os meus tunes dos meus artistas e musicais favoritos. Se me vires na estrada normalmente estou a cantar em altos berros e a sentir a vibe da música que está a passar na rádio. Feels good. Um dos melhores momentos quando termino o trabalho e vou a ter casa ouvir a música, totalmente relaxada. Ás sextas-feiras já é comum ouvir “Friday I’m in love” dos The Cure.

Sobre os outros condutores, chamo nomes aqueles que não dão o pisca e que não sabem fazer rotundas. Lerdo, Lesma, Nabo, são alguns dos nomes mais comuns que normalmente chamo aos insuportáveis maus condutores. Contudo os nomes de animais (coitados que não tem culpa) são os mais usados: burro, urso e camelo são os meus preferidos. A vida na estrada era mais pacífica se todos fossem respeitadores.

Não gosto de conduzir, mas não nego que gosto da independência que cria. Aquela sensação de estarmos no controlo e de podermos ir a qualquer lugar. Sinto-me como gente grande. Quanto à manutenção, ainda não consigo estar atenta. Por mim desde que ande, tudo bem. Felizmente nunca tive problemas. Apenas uma vez que o carro se queixou e eu não lhe liguei nenhuma. Passado umas semanas não pegava. A culpa era da bateria que estava descarregada. Na altura estava a sair do ginásio, e tive que ir lá pedir ajuda. A sorte foi que ainda estava lá um instrutor que percebia da coisa. Deu gás ao carro e ele arrancou.

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E tu? Gostas mais de conduzir ou ser conduzido (a) ?

Dança Comigo (2017)

Título: Dirty Dancing
Ano: 2017
Realização: Wayne Blair
Interpretes: Abigail Breslin, Colt Prattes, Sarah Hyland…
Sinopse: Um remake do filme icónico de 1987 Dirty Dancing.

Atualmente é banal descobrirmos a notícia de mais um remake de filmes de sucesso. A indústria cinematográfica opta por apostar em versões mais atuais de grandes obras que ainda hoje conhecemos. Recentemente foi Dirty Dancing que mereceu uma roupa nova. O canal ABC recriou o filme emblemático para a grande transmissão televisiva. Depois de Patrick Swayze e Jennifer Grey como protagonistas é a vez de Abigail Breslin e Colt Prattes protagonizar o casal romântico que se apaixona a dançar.

No verão de 1963, Frances Houseman ou “Baby” como é apeliada, viaja com a família para um resort. Durante esses meses apaixona-se por Johnny Castle o famoso instrutor de dança. Apesar das sequências serem muito semelhantes ao filme original, existem momentos ficcionais diferentes, necessários para oferecer mais destaque a outras personagens. Contudo, mesmo com semelhança com o primeiro filme existem vários factores que se tornaram a desgraça deste remake.

Em primeiro lugar a péssima escolha dos protagonistas é muito duvidável. A atriz Abigail Breslin é conhecida do público desde os seus 5 anos, quando participou no filme “Signs” com Mel Gilbson. Ainda na sua cinematografia destacam-se filmes como Little Miss Sunshine, My Sister Keeper e August: Osage County contudo nesta adaptação não cumpre as medidas. A sua falta de capacidade para dançar é notória o que nos faz repensar sobre a escolha do elenco. O mesmo se aplica com Colt Prattes que em todas as cenas apresenta-se tenso e com expressões demasiadamente sérias. Além disso a química entre o casal é completamente inexistente.

A par dessa situação temos um filme sobre dança, mas será também um musical? Durante algumas coreografias as personagens cantam as músicas, tal como aconteceu com a cena final de “Time of my life” onde os protagonistas deram o corpo e a voz em toda a sequência. Penso que esta solução não foi das melhores. No início do filme e no final somos abordados com um pequeno infeliz twist. Tal acréscimo poderia ter sido interessante, mas não acrescenta nada de novo à narrativa. “Dirty Dancing” (2017) é composto por alguns dramas excessivos e mal resolvidos que nos faz perder o interesse total pelo filme. Completamente desinteressante e que nunca devia ter saído da gaveta.  O blogue atribui 1,5 estrelas em 5.

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Star Wars Rebels

Logo após a Disney comprar os direitos da história de Star Wars à Lucasfilms, empresa fundada por George Lucas, não perdeu tempo em criar uma animação baseada nesta vasto universo. “Star Wars Rebels” surgiu em 2014 e terminou este ano. Durante quatro temporadas e 75 episódios acompanhamos as aventuras dos rebeldes pela galáxia. A série começa com as forças imperiais a invadir um planeta remoto, oprimindo os seus habitantes. Um pequeno grupo de insurgentes decidem revoltarem-se contra o Império e roubam para ajudarem os mais necessitados. Os membros da nave “Fantasma” são os mais procurados pelas tropas imperiais. No grupo podemos contar com Kanan, um jedi sobrevivente; Hera a pilota da nave; Sabine especializada em armas e explosivos; Zeb conhecido pela sua força física e Chopper um droide muito teimoso. O caminho dos tripulantes rebeldes junta-se com o de Ezra Bridger, um jovem carismático e ladrão que começa a manifestar habilidades da força. Mais tarde será o pupilo de Kanan. Juntos combatem contra a opressão do Império enquanto descobrem a verdade sobre o passado.

Star Wars Rebels

Apesar da maioria dos episódios apresentarem uma narrativa descartável, existem outros episódios que superam as expectativas. Somos abordados por várias personagens que também são recorrentes nos filmes Star Wars. Obi-Wan Kenobi, Yoda, Princesa Leia, O Imperador, Lando, Darth Maul, e até Darth Vader. Estes são apenas alguns exemplos. Tais presenças marcou de forma positiva e enriqueceu ainda mais esta animação.

Inicialmente “Star Wars Rebels” foi criado para um público mais jovem de forma a que as crianças compreendessem melhor o universo Star Wars para o consumismo. Contudo foi o público mais maduro e já conhecedor da história que começou a assistir a esta animação. Por esse motivo é facilmente notória a evolução das personagens, e abordam temas mais sérios e pertinentes conforme a narrativa avança. O protagonista é uma jovem de 14 anos na primeira temporada, mas consegue atingir uma maturidade constante na última temporada. Durante esta animação os espectadores podem contar com muita ação, e comédia, onde também estão presentes dilemas ente o bem e o mal. A animação podia ser melhorada, no entanto prevalece as suas paisagens coloridas e cores quentes. Concluindo “Star Wars Rebels” é uma série animada bem composta, que mesmo não sendo das melhores da Disney, conseguiu manter-se forte e ainda revelou surpresas bastante positivas. Quanto ao final, conseguiu ser definido, mas ainda com uma fenda para uma possível continuação.

Fragmentado

Título: Split
Ano: 2016
Realização: M. Night Shyamalan
Interpretes: James McAvoy, Anya Taylor-Joy, Haley Lu Richardson…
Sinopse: Três raparigas são raptadas por um homem diagnosticado com 23 personalidades diferentes. Elas tentam escapar, antes da chegada da personalidade número 24.

Esta temática das múltiplas personalidades sempre foi um tema que me despertou curiosidade. Acedi ao tema com no filme Identidade Misteriosa (2003) e a série Bates Motel (2013-2017). Considero interessante como deixamos de ser quem somos e passamos a ter diferentes personalidades diferentes. “Fragmentado” realizado por M. Night Shyamalan, é um misto de mistério, drama e triller psicológico sobre uma pessoa que sofre com esta patologia. O ator James McAvoy interpreta um homem com 23 personalidades diferentes. Como forma de conseguir evocar a vigésima quarta personalidade, rapta três raparigas adolescentes. Casey, Claire e Marcia terão de lutar pela própria vida e arriscarem-se a saírem da cave onde estão mantidas prisioneiras.

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O que se destaca deste filme satisfatório de M. Night Shyamalan (que já há muito tempo não realizava nada de relevante) é mesmo o fantástico argumento. De maneira subtil, carismática e misteriosa agarra o espectador a todos os segundos do ecrã, para tentar perceber o fluxo narrativo. Um aplauso para a extravagante interpretação de James McAvoy, um ator de mão cheia. Interpreta diferentes personalidades desde a criança Hedwig que dança freneticamente Kanye West; à controladora Patricia, ao protetor e forte Dennis, ao estilista Barry, entre outros. Conseguimos facilmente descobrir qual a personalidade que emergiu devido à sua capacidade camaleónica. Desta forma se descobre o que separa os bons dos excelentes atores. Apesar da exuberante performance de McAvoy, a atriz Anya Taylor-Joy como Casey também consegue estar à medida do peso da sua personagem. Os seus silêncios são muito expressivos “Split” conseguiu ainda um final totalmente inesperado e conseguiu interligar-se com o filme “O Protegido” com Bruce Willis e Samuel L. Jackson que Shyamalan realizou à 18 anos atrás. Vamos finalmente receber uma continuação à película. Concluído o blogue atribui 3,5 estrelas em 5. golden_star2golden_star2golden_star2golden_star2

Vídeo Musical – Frozen Reino de Gelo


A Disney é conhecida por chegar a todo o mundo. A empresa é conhecida em todos os países. Nesta versão a cantora sul-coreana Hyolyn interpreta a música “Let it Go” para o filme de animação “Frozen

A Hora Mais Negra

Título: Darkest Hour
Ano: 2017
Realização: Joe Wright
Interpretes: Gary Oldman, Lily James, Kristin Scott Thomas….
Sinopse: Em Maio de 1945 o destino da Europa está nas mãos do Primeiro Ministro britânico, Winston Churchill, que terá de decidir entre negociar com Adolf Hitler ou lutar e descobrir que poderá ser a ruína do império britânico.

Filmes como este deviam ser mais vezes feitos. Momentos da História que marcaram decisões vincadas para um presente que conhecemos. Situações complicadas e momentos temerosos que culminaram o destino do mundo como conhecemos atualmente. “A Hora mais Negra” retrata a decisão do primeiro-ministro britânico, Winston Chrurchill que marcou a posição firme do Reino Unido na 2ª Guerra Mundial. Uma decisão limpa sobre nega de rendição à Alemanha nazi, liderada por Hitler. “I have nothing to offer but blood, toil, tears and sweat. We have before us an ordeal of the most grievous kind. We have before us many, many long months of struggle and of suffering.” Frase discursada por Churchill no dia 13 de maio na Câmara dos Comuns quando se tornou Primeiro-Ministro. A sua intenção não era dar falsas esperanças ao povo, como tinham feito até ao momento, mas atribuir-lhes força para a batalha que se aproximava. O mês de maio de 1940 do conhecido primeiro-ministro britânico, foi dos mais complicados da sua vida. A subida de cargo na política, a contradição de todos pela sua promoção, sem o suporte da casa real, as tropas britânicas cada vez mais cansadas e poucas, sem aliados, o bloqueio de Dunkirk e o acordo de paz com Hitler, fomentou o sucesso de Winston Churchill e hoje um dos nomes mais reconhecidos da História britânica.

The Darkest Hour

A Hora Mais Negra” realizado por Joe Wright, conhecido por filmes históricos como “Orgulho e Preconceito“, “Expiação” e “Anna Karenina”, aborda de forma equilibrada este tema. Nesta produção não é apresentado uma película biográfica sobre Churchill, é sim um momento único da sua vida explorado de forma meticulosa para retratar o mais real possível dos acontecimentos.

Gary Oldman recebeu o Óscar de Melhor Ator Principal por esta sua interpretação. Bem merecido, o ator “escondido” pela maquilhagem e caracterização superou o desafio com distinção. A voz e gestos estão completamente dentro da personagem. O argumento bem delineado com planos seguros e marcantes, tornam este filme sólido e coerente. A obstinação de Churchill foi necessária, mesmo que isso fosse contra os padrões normais, numa altura em que tudo parecia perdido. Uma narrativa impressionante de coragem e esperança. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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Os melhores arqueiros do Cinema & TV

Tanto nas séries como no cinema os arqueiros ainda continuam a marcar presença. Mantém uma forte determinação ao lançar as setas que em muitos casos é útil paras as situações de perigo. Esta é uma lista dos melhores arqueiros do pequeno e do grande ecrã.

Katniss Everdeen

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Durante a saga de filmes “Hunger Games“, Katniss não teve mãos a medir quando foi a escolhida para liderar uma revolução. Cara de campanha é também uma lutadora e sabe manejar bem o arco e a flecha. Durante os Jogos foi essa habilidade que lhe safou, e conseguiu impressionar o júri com uma seta na maçã. A Katniss é uma forte e destemida personagem feminina que faz o que pode para proteger os que mais ama, por esse motivo sacrificou-se pela irmã para ser a escolhida para os temíveis Jogos da Fome.

Daryl Dixon

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Num terrível mundo apocalíptico completamente infectado por zombies, Daryl Dixon em “The Walking Dead” escolheu a sua arma predilecta. Uma versão avançada do arco, é uma besta e flechas. Conhecido por esta escolha não deixa escapar nenhum walker e está sempre pronto a atirar no alvo. Vamos lá admitir, a besta até lhe dá estilo, não é?

Legolas

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Na saga “Senhor dos Anéis“, Legolas é um elfo experimente no arco e na flecha. Minucioso no seu trabalho, adora competir com o anão (estas raças não se dão bem) para descobrirem quantos orcs conseguem matar. Ágil e eficiente prova ser um elemento necessário para o combate de longe. Não falha o alvo e ainda consegue ser fabulous.  Don’t you agree?

Kagome

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No anime “Inuyasha“, a protagonista Kagome é a reencarnação da miko Kikyo, uma habilidosa usuária do arco e flecha. Kagome conseguiu as mesmas habilidades do seu antepassado. Na luta contra o vilão Naraku, a jovem estudante não tem medo de estar na batalha e já salvou muitas vezes a vida de Inuyasha. Além disso adiciona o seu poder de miko, e consegue purificar as flechas destruindo o mundo dos demónios e escuridão.

Arrow

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Uma série dedicada ao herói da DC, o Arqueiro Verde. Em “Arrow“, o bilionário Oliver Queen não teme o inimigo e usa o que sabe melhor para se defender e salvar os indefesos. O herói da banda desenhada, consegue ser bem real nesta série e utiliza o arco e a flecha como melhor amigo.

Hawkeye

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Depois da DC ter o seu próprio arqueiro, chegou a vez da Marvel. Gavião Arqueiro ou em título original Hawkeye é uma forte ajuda ao seu grupo “Os Vingadores“. Mesmo a uma longa distância, as suas setas são eficazes. Rápidas e seguras, muitas vezes são utilizadas com complementos para uma ação necessária.

Robin Hood

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A Disney também criou a sua própria história sobre um dos arqueiros mais conhecidos do mundo. Robin Hood já conseguiu várias adaptações cinematográficas e televisivas sobre a personagem. Com o lema roubar aos ricos para dar aos pobres, Hood utiliza o arco e a flecha como os seus melhores aliados. Este filme da Disney é muito engraçado com situações mirabolantes entre as personagens.

Snow

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Na série “Once Upon a Time” também podia falar sobre Robin Hood, ou até a Mérida (mas essa é mais para a frente), entretanto vou dar lugar a outra personagem feminina, Snow. Uma das protagonistas da série de fantasia. Educada como um princesa, teve que tornar-se independente e por isso utilizava o arco e flecha como principal arma para não se deixar apanhar.

Mérida

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Mérida é uma personagem criada para Disney inspirada nas histórias das Terras Altas da Escócia sobre os vikings. Destemida e desobediente, Mérida só desejava ser independente das obrigações de ser princesa. Manejava com destreza o arco e flecha e até conseguiu ganhar a sua própria mão em casamento numa competição. Longos cabelos ruivos encaracolados rebeldes, definem  a sua personalidade.

Ygritte

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Outra ruiva fã do arco e flecha é Ygritte de “Guerra dos Tronos“. “You know nothing Jon Snow” era a sua frase de eleição. Pertencia ao grupo dos selvagens e utilizava esta arma para se defender. Ironicamente foi assim que também morreu com uma seta no coração.

Qual é o teu usuário do arco e da flecha favorito? Conta-me nos comentários

 

Um Ritmo Perfeito 3

Título: Pitch Perfect 3
Ano: 2017
Realização: Trish Sie
Interpretes: Anna Kendrick, Rebel Wilson, Brittany Snow…
Sinopse: Empenhadas em ganhar o campeonato mundial, as Bellas agora separadas voltam a juntarem-se para mais uma competição. Desta vez terão de competir com outros grupos que utilizam instrumentos musicais.

O terceiro e último filme das Bellas não conseguiu terminar da melhor forma. Esperava-se um filme tão divertido e inspirador como o primeiro. Com um novo desafio em mãos, o grupo musical acapella da faculdade de Barden terão de lutar pelo primeiro lugar de um concurso de talentos para serem a abertura do concerto de um magnata da música. Contudo esta competição será diferente do que estão habituadas, as vozes das Bellas terão de concorrer com instrumentos musicais. Cansadas das suas profissões e do quotidiano, seguem o sonho que as faziam felizes, cantarem juntas. Uma última competição para um final em grande das Bellas.

Voltam a reunir-se as personagens originais como Beca (Anna Kendrick), Fat Amy (Rebel Wilson), Aubrey (Anna Camp) e Chloe (Brittany Snow), junta-se também Emily (Hailee Steinfeld) que apareceu no grupo no segundo filme, com músicas novas e muita dança.

Pitch Perfect 3 - Official Trailer [HD] (screen grab) CR: Universal Pictures

O que mais me decepcionou neste filme foi a falta de originalidade nas escolhas musicais, factor que sempre destacou-se nos filmes anteriores. A narrativa previsível e os namoros forçados foram alguns factores que contribuíram para o insucesso do filme. Contudo gostei de conhecer o passado da Fat Amy (das minhas personagens favoritas) e do seu conflito com o pai. A competição das Bellas com os outros concorrentes foi vulgar e o espectador só conheceu as performances das protagonistas. O filme ficava mais completo se conseguimos conhecer o outro lado. Apesar de conseguirem um maior destaque para a personagem de Anna Kendrick neste filme, a sua representação foi muito desleixada e aborrecida.

Concluindo Pitch Perfect não terminou da melhor forma e tornou-se numa desilusão total. É melhor ficarmos apenas com o primeiro filme. Neste terceiro filme acrescentou-se mais ação à narrativa, mas realmente não era isso que faltava, mas sim as performances musicais que ficaram totalmente esquecidas. O blogue atribui 2,5 estrelas em 5.

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