O dia mais geek do ano

O dia mais geek do ano

Quase a festejar o segundo aniversário, o Café Mais Geek está a preparar o Dia Mais Geek do ano. No dia 27 de julho durante as 10 horas e as 19 horas no Agrupamento de Escolas de Penacova está aberto um dia cheio de atividades relacionadas com o género geek. Torneios de videojogos, demonstrações de jogos de tabuleiro e de cartas, cosplay e muito mais. Todos estão convidados e podem participar. Brevemente serão anunciadas mais informações sobre o evento. Como estão a perguntarem-se sobre a entrada, é gratuita, apenas é pedido diversão e boa-disposição.

Vem até Penacova, festejar o 2º aniversário de Café Mais Geek com os membros da equipa. Em 2017 iniciou-se este projecto em que actualmente desenvolve conteúdo exclusivo sobre as mais diversas áreas: literatura, banda desenhada, videojogos, cinema, séries, jogos de tabuleiro, anime e manga.

Junta-te ao grupo mais geek. Vais ficar de fora?

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Mães à Solta

Mães à Solta

Título: Bad Moms
Ano: 2016
Realização: Jon Lucas, Scott Moore
Interpretes: Mila Kunis, Kathryn Hahn, Kristen Bell…
Sinopse: Três mães atoladas de trabalho e nunca apreciadas vão até ao limite. Decidem baldarem-se de responsabilidades e conseguir alguma liberdade, diversão e respeito próprio.

Quem não gosta de um dia de folga de vez em quando. Necessário para fugir à rotina e descansar um pouco. Um dia para não se fazer nada, longe das responsabilidades. Este grupo de mães, vive atoladas em trabalho, com filhos que não lhes dão o devido valor. Leva-los à escola, fazer os trabalhos de casa, almoços, jantares, leva-los ao desporto e ainda ir trabalhar. Quando se chega a casa o marido nada ajuda. Basicamente é assim a vida de Amy (Mila Kunis), a gota de água aconteceu quando apanhou o marido a traí-la online. Amy decidiu perder um pouco de tempo e começar a pensar mais nela. Pois já há muito que não fazia isso. Conhece duas amigas que tal como ela, partilham os mesmos sentimentos de exaustão. Juntas pretendem reeducar os filhos e pais para ter mais tempo para serem mulheres. Enquanto isso a rivalidade aumenta quando Amy decide candidatar-se à Presidência dos Pais da Escola.

Os mesmos argumentistas do filme “A Ressaca” criaram um filme inteiramente ligado às mulheres e dos desafios de ser mãe. Com momentos descontraídos e fortes sequências de humor, temos um filme positivo e com uma mensagem que é impossível para qualquer humano aguentar com tanta pressão. Com um vasto leque de actrizes conhecidas da comédia, temos uma obra cinematográfica moderada. Não é um filme memorável, mas consegue algumas risadas, para assistirmos quando não quisermos pensar muito sobre o assunto. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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Game Of Thrones 8×05

Game Of Thrones 8×05

“The Bells”

Que episódio estranho, está a dividir opiniões entre os fãs e críticos. Mas, todos concordam que o argumento, tal como na 7ª temporada, não tem a mesma qualidade de temporadas anteriores.

No início do episódio, Varys escreve num pergaminho com uma novidade: Jon é afinal Aegon Targaryen. Parece que Varys está a espalhar a revelação por Westeros, o que pode mudar o rumo da história. Na mesma medida, confronta Jon com a sua opinião, de que deveria ser ele o rei de Westeros. Jon, mais uma vez, recusa. Já Tyrion visita uma Daenerys ferida de orgulho, triste e zangada. Tyrion, numa decisão algo estranha, admite que Varys a traiu. Varys já sabia o que lhe esperava, e seguiu para o seu julgamento sem oferecer resistência. Varys despede-se de Tyrion e apenas deseja que esteja errado sobre Daenerys. A palavra Dracarys é ouvida e Varys é queimado vivo. Sempre foi uma das personagens mais interessantes da série, e se calhar era dos poucos que defendia o povo e o reino. Claro que, como se veio a ver mais tarde, Varys tinha mesmo razão sobre Daenerys.

Jon e Daenerys reencontram-se e têm uma nova conversa. A Mãe dos Dragões culpa-o por contar o segredo, e atribui a Sansa a culpa da morte de Varys. A opinião de Jon fica clara, quando aceita-a apenas como rainha e soberana. No planeamento da batalha, Daenerys deixa claro que fará o necessário para ganhar a guerra. Fire and Blood.

Jon e Tyrion parecem estar mais burrinhos que o costume, apenas esperam o melhor, que Daenerys irá colocar a mão na consciência. E, Tyrion faz queixinhas, que levam um dos seus poucos amigos a morrer, o que não é nada dele. Já Jon disse a Theon que era um Stark e um Greyjoy, mas ele próprio ainda não assimilou as duas identidades. Ele ainda parece algo perdido e adormecido.

Jaime foi apanhado ás portas de King’s Landing pelas forças de Daenerys. Tyrion ajuda Jaime a escapar e pede-lhe que ele e Cersei fujam para Pentos. Jaime e Tyrion partilham um momento bastante ternurento entre irmãos, o que pareceu uma despedida. Tyrion, mais uma vez, pode ter feito algo que vá contra as intenções de Daenerys e que podem condenar mesmo a sua vida, depois do último aviso dela.

Chega o dia da batalha. A frota de Euron na Baía, e a Companhia Dourada às portas da cidade. O povo foge para dentro da Red Keep, pelo menos os que conseguiram, os restantes ficaram na cidade. Daenerys aparece de rompante e destrói a frota de Euron. E, depois destrói os escorpiões. Do nada, fogo irrompe pelo portão de King’s Landing e a Companhia Dourada foi destruída. Um dragão fez o que três não conseguiram. Um exército que foi tão falado, e foi derrotado tão facilmente. Deixou a desejar, foi irrelevante, não acrescentou nada. As forças de Daenerys e de Jon entram em King’s Landing e começam a lutar.

Os sinos tocam em rendição e por momentos tudo se acalma, sente-se na cidade um alívio momentâneo. Surpreendentemente Daenerys não ouve Tyrion e destrói completamente a cidade. Invadida pela fúria e num ímpeto de destruição, mata inocentes a eito. O seu olhar de fúria culpa Cersei por tudo, sem se interessar pela cidade que outrora jurou proteger.

Os soldados Lannister rendem-se mas, Greyworm e o resto, não têm misericórdia. Vêm os actos de Daenerys como um vale tudo, e os que pareciam os heróis, são agora vilões aos olhos dos civis. Atacam mesmo com os adversários desarmados, o que para mim foi um golpe muito baixo. Daenerys mostra todo o seu poder, e apenas se confirma que irá governar pelo medo. Acho que se esperava uma luta de igual para igual, mais renhida, mas foi um massacre. Tyrion e Jon assistem imóveis à destruição total. A esperança em Daenerys esvai-se. Matou mais inocentes neste episódio, do que Cersei em toda a série. Uma probabilidade alta para descobrirmos afinal quem é o verdadeiro vilão da “Guerra dos Tronos”.

Jaime tem um pequeno encontro com Euron Greyjoy, que miraculosamente está vivo. Jaime ganha, mas sai mortalmente ferido, restando-lhe pouco tempo de vida. A esvair-se em sangue vai ao encontro de Cersei e consegue socorrê-la no momento em que esta se encontrava mais vulnerável.
Eles nasceram juntos e agora pode-se dizer que juntos morreram, nos braços um do outro. Como devia ser. Conclusão, não houve ninguém específico a cometer o ato de assassinar a Cersei com que tantos sonharam, esta acabou por ser uma das milhares de fatalidades que ocorreram pelo ataque impiedoso de Daenerys.

Sandor Clegane e Arya Stark entram juntos na Fortaleza Vermelha, mas Sandor convence Arya a ir embora, e esquecer a vingança com Cersei, caso contrário esta não iria sobreviver. Um momento bonito entre estas duas personagens. Arya surpreendentemente segue o conselho e passa o resto do episódio a tentar sobreviver no meio do caos. Uma das cenas é non-stop tal como GOT nos habituou. Arya protagonizou uma das cenas mais bonitas do episódio. Depois da confusão e destruição, as cinzas caem do céu, como se fosse um novo renascimento de uma nova era. Mas Arya não gostou do que viu, e sem dúvida que vai ser uma das responsáveis para mudar ao que assistiu.

O momento mais aguardado por Sandor Clegane (The Hound), era a oportunidade de matar o seu irmão, Gregor Clegane (The Mountain). Num momento em que a cidade estava a descambar e a queimar, chamas exultam por todos os lados, que até então assustavam Sandor, mas agora abraçam a sua derradeira batalha.

Gregor deixa de obedecer Cersei e mata o Gran Master. Começa a luta, quase parece invencível, pois todos os ataques mortais que Sandor desferiu-lhe revelaram-se ineficazes e quando já parecia impossível matá-lo da forma tradicional, Sandor atira-o indo juntamente para as chamas que consomem a cidade e assim morrem os dois.

Jon está em choque. Esta “batalha” foi a gota de água. Põe à prova todos os seus valores morais, que até então defendia, ele viu-se pela primeira vez do lado mau, viu o lado inimigo que se tinha rendido e que fora traído, a tentar socorrer o povo, quando o seu lado estava só interessado na chacina e matar inocentes sem qualquer motivo. Vemos o desespero nos seus olhos a tentar processar e parar toda esta loucura, mas sem forma de o conseguir, fez o que podia e retirou o máximo de tropas que conseguiu da cidade, antes que mesmo eles sucumbissem ao fogo e destruição causados pela sua “rainha”.

Este episódio também acompanhou muito uma parte que até então não era muito explorada, o povo, fomos acompanhando a menina que entregava as mensagens de Varys, na sua tentativa de sobreviver juntamente com a sua mãe e nessa jornada atribulada vimos o que o povo sofre com as decisões dos seus governantes. Sem terem tido um pingo de culpa em todo este enredo. Arya chegou mesmo a tentar salvá-las, mas estas acabaram por ser mais uma das milhares de fatalidades do fogo do dragão e da destruição massiva da cidade.

No final do episódio, alguns pontos parecem certos. A Daenerys calhou-lhe o lado louco da moeda dos Targaryen. Está a tornar-se tudo aquilo que dizia nunca ser, a rainha das cinzas. As pistas estavam lá, mas talvez fosse necessário mais tempo para chegar aquele ponto. Já Jon e Tyrion tem algumas decisões para tomar, e sem dúvida de arcar com as consequências das suas ações. Jon terá de se impor, e pôr termo a esta loucura. Já Tyrion, não prevemos que tenha um futuro muito feliz, é bem capaz de ser morto por traição por Daenerys. Uma coisa é certa, Daenerys é agora rainha do caos e destruição, que ela mesma semeou.

Gotham

Gotham

A série mantinha uma premissa interessante: apresentar a infância e adolescência do herói Batman. Contudo havia um senão, e isso transpareceu na série. Já sabíamos que apesar de todas as tentativas nenhuma das personagens existentes nos comics ia ter o seu fim definitivo. “Gotham” terminou este ano, mas ainda conseguiu manter-se no ar durante 5 temporadas.

O primeiro episódio aborda imediatamente a morte dos pais de Bruce Wayne. Assassinados, mesmo à frente do filho criança, mantém sempre a dúvida na perseguição do malfeitor. Depois do incidente, Bruce fica a cargo do seu mordomo, Alfred que ajuda o jovem a superar a perda e a dor, enquanto gere a milionária empresa Wayne. A cargo do caso do homicídio está Jim Gordon, (Ben McKenzie) um recém polícia, idealista e cheio de sonhos para um mundo melhor. A partir deste momento todas as personagens que conhecemos dos comics marcam a sua presença na série. As origens dos vilões é o principal mote de arranque que os produtores utilizaram. Personagens como Catwoman, Poison Ivy, Pinguim, Riddler, Bane, Joker e Rhas Al Ghul, marcaram presença de uma ou outra maneira na série.

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Um policial noir que junta os tons escuros de Gotham numa série que não tem medo de arriscar. Todos os episódios são actos mirabolantes de loucuras, com personagens que já conhecemos. O que chateava era mesmo a personagem Pinguim que em todos os episódios tinha um arma apontada, mas safava-se sempre (é claro). A pressa para apresentar as personagens foi muita, que perdeu-se informação e falhas aconteceram. “Gotham” teria mais impacto se conseguisse aproveitar isso em seu beneficio. Conhecer-mos mais profundamente as personagens e assim criarmos um impacto maior com elas. Mas isso não aconteceu.

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O argumento além do drama policial também apresenta momentos de descontracção, maioritariamente proporcionados por Harvey o parceiro de Jim. A espontaneidade do ator Cameron Monaghan é fantástica, considero dos melhores atores da série que conseguiram levar para a frente a loucura da sua personagem, que neste caso é Joker. Pinguim (Robin Lord Taylor), Selina (Camren Bicondova) e Ridler (Cory Michael Smith) também conseguiram surpreender.  Concluindo está é uma série para fãs de banda desenhada, que não vou sentir falta porque deu tudo o que tinha a dar. Houve momentos muito interessantes, mas outros nem por isso.

Para conheceres mais sobre a série escrevi este artigo para a 3ª temporada (AQUI)

 

Amigos Improváveis

Amigos Improváveis

Título: Intouchables
Ano: 2011
Realização: Olivier Nakache, Éric Toledano
Interpretes: François Cluzet, Omar Sy, Anne Le Ny…
Sinopse: Após tornar-se tetraplégico após um acidente no parapente, um aristocrata contrata um jovem para ajudá-lo nas suas necessidades.

Existe histórias que merecem ser contadas e conhecidas. Esta é uma delas. Uma amizade improvável que nos aquece o coração e faz-nos acreditar em segundas hipóteses de viver e ser feliz. Não se deixem enganar pela língua utilizada durante quase duas horas de filme. O filme francês realizado por Olivier Nakache e Éric Toledano é fenomenal, carinhoso e muito divertido apesar dos contornos trágicos. A história é verídica o que se torna uma aconchegaste informação e capta a atenção do espectador mais nitidamente.

O filme começa na adrenalina da condução de um carro, onde ambos os protagonistas tentam viver um pouco. Enganam a polícia, e apesar da pesada situação de ambos, cada um sorri de orelha a orelha. Na cena seguinte começamos a conhecer a história de cada um e de como se juntaram. De mundos diferentes, mas prevaleceu uma conexão especial, que ainda hoje sobrevive. Phillipe, um milionário tetraplégico, procura alguém qualificado para o ajudar nas suas tarefas diárias, um cuidador. Driss, um ex-deliquente com ascendência senegalesa aparece na entrevista de emprego só para cumprir a sua parte e receber o vencimento social. Indignado no tal falta de vontade e determinação, Phillipe aposta com Driss que ele nem dura duas semanas a cuidar de si. Driss como não aceita ficar para atrás, aceita. De apenas uma semana, passou a ser um trabalho de meses. Apesar de cada um não pertencer ao meio do outro. Cria-se inexplicavelmente uma amizade especial. Phillipe encontra em Driss a alegria de viver e aquela espontaneidade jovial. Já Driss admira em Phillipe e sua força de vontade e sentido de humor.

Filmes como estes já não são novidade no cinema. Temos por exemplo o mais recente nomeado para os Óscares, “Green Book – Um Guia para a Vida“, “Um Ponto de Viragem e Viver depois de Ti” todos estes são filmes de amizades para a vida provenientes da tragédia. Além disso recentemente fizeram um remake desta obra cinematográfica em americano.

Amigos Improváveis” é um filme sentimental, mas muito divertido que apresenta o quotidiano desta dupla e de como se influenciam positivamente um ao outro. A química entre os atores foi bem escolhida e ajuda devido ao argumento fantástico. Concluindo este é um bom filme que vai fazer valer umas gargalhadas. O blogue atribui 4 estrelas em 5.

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REVIEW: GAME OF THRONES 8X04

REVIEW: GAME OF THRONES 8X04

THE LAST OF THE STARKS

E, já estamos a meio da 8ª temporada de GOT. Só faltam dois episódios…

O episódio começa melancólico e triste. Fora das muralhas de Winterfell, Jon Snow faz um discurso sobre os que tombaram, e sobre a sua coragem e saudade que vão deixar nos que ficaram.

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Já no banquete, existe um ambiente misto de tristeza pelos que partiram e alívio pela guerra que terminou. Embora, outra guerra se aproxima. No banquete, existe convívio e salvas para os heróis, Jon e Arya principalmente. Já Daenerys, dá Storm’s End a Gendry, agora Gendry Baratheon. Apesar de ter sido uma decisão inteligente de forma a ganhar algum respeito dos senhores do Norte, depressa essa euforia se desvanece. Daenerys vê-se cada vez mais isolada e sozinha, com metade do seu exército morto. Tyrion consegue se misturar com os novos aliados, Jon é aclamado pelo povo livre, que o volta a proclamar como o King of the North, para desgosto de Daenerys.  Sansa tem uma conversa bastante interessante com Sandor Clegane. Enquanto ele defende que ela deveria ter fugido com ele quando teve a oportunidade, ela responde que se não tivesse passado pelo que passou, ainda seria aquela miúda ingénua. Condiz com aquilo que Bran já repetiu várias vezes, que o passado de cada um fez com que chegassem até ali. Já o próprio Bran diz a Tyrion que não é senhor de Winterfell, nem será, pois vive mais tempo no passado. Será que vive mergulhado nas memórias de quando a sua família vivia feliz em Winterfell?

 

O amor entre Dany e Jon ainda existe, mas vive um momento estranho, pois Jon parece lembrar-se do grau de parentesco entre ambos e ela pensa somente no seu poder ameaçado por este, apesar de dizer que o ama. E, pede-lhe para não contar a ninguém sobre a sua verdadeira entidade. Dany parece cada vez mais paranóica com o trono e o segredo, e não vê para além disso.

Jon estava decidido a contar à sua família, os últimos Starks vivos, conta pedindo-lhes segredo, deixando Sansa numa situação delicada, ao saber que este é o verdadeiro herdeiro do trono e que pode mudar tudo, enquanto Dany não pode ser confiada aos seus olhos. Arya reforça que não confia nela. Arya tem dons peculiares que a ajudam a perceber a intenção de alguém, se ela diz que não confia, alguma razão deverá ter. Mas, soube tão bem ver 4 Starks juntos, numa mesma cena, em Winterfell. (Sim, Jon será sempre um Stark).

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Ciente da promessa que fez a Jon, Sansa decidiu quebrá-la, contando ao seu marido e Mão da Rainha Tyrion, sabendo muito bem que a mensagem não ficaria por ali, foi quase como se ela acendesse um rastilho de pólvora e isso confirma-se quando vemos Tyrion a passar a mensagem a Varys. Agora facilmente a mensagem será levada a todos os cantos e dentro de pouco tempo, todos saberão sobre a verdadeira linhagem de Jon Snow. Sansa parece verdadeiramente preocupada com a ida de Jon e do seu exército para Sul. Já Tyrion e Varys discutem o assunto do trono, enquanto Varys dá a entender que não apoia mais Daenerys, Tyrion ainda quer acreditar que ela pode ser a Rainha ideal para o trono. Mas, cheira a traição no futuro, um ou outro. Sansa, mais tarde , recebe um corvo com novidades sobre o exército de Daenerys, e quem estará a atualizá-la?

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Brienne e Jaime Lannister, era algo que já se estava a prever e acabou por acontecer, envolveram-se finalmente, mas por um curto período de tempo, uma vez que este decidiu voltar para Kings Landing dizendo que não era boa pessoa e assumindo os seus erros, mesmo assim ela pede para ele não ir, mas ele vai na mesma deixando-a destroçada. Jaime terá um papel importante na queda de Cersei, sem dúvida, directamente ou indirectamente. Mas, foi um pouco imprudente de Jaime levar Brienne a abrir o seu coração, para depois deixá-la.

Jon abandona friamente o seu fiel amigo Ghost, deixando-o ao encargo de Tormund que regressa ao norte, este momento deixa-nos com a vontade de bater em Jon, pois conseguimos ver a tristeza de Ghost por este partir sem sequer se despedir dele. Meh, não gostamos de dois dos nossos personagens favoritos serem atirados assim para o lado.

Depois de Gendry proclamar o seu amor por Arya e propor-lhe casar-se com ele para se tornar na Lady of Storm End, esta recusou. Não quer dizer que não venham a ficar juntos, pode viver outro futuro para além do serem senhores de Storm’s End. E, deixou Winterfell com o Hound em direção a Kings Landing, ambos admitindo que não tinham intenção de voltar ao Norte, dando a entender que os dois vão fechar assuntos inacabados. Arya diz que não espera voltar ao Norte, estranho, lutou tanto para voltar a casa e agora diz isso. Estamos preocupadas com a nossa família Stark.

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Quando a frota de Daenerys com os unsullied se aproxima de Dragonstone, Euron embusca-a e ataca diretamente os seus dragões com as setas gigantes, acabando mesmo por matar um, Rhaegal e destruir toda a sua frota de navios, conseguindo capturar Missandei. Euron reforça assim a sua posição de utilidade para Cersei, esta acabou por presentea-lo dizendo que está à espera do seu filho, quando na realidade sabemos que é de Jaime.

Cersei usa Missandei como isco para uma “negociação”, que na realidade era só mais uma das suas demonstrações de poder, acabando por ordenar ao Mountain para matá-la ali mesmo, em frente a Dany e aos restantes Unsullied, bem como o seu amado Grey Worm. Mesmo depois de Tyrion tentar chamá-la à razão.

As peças do jogo estão cada vez mais baralhadas, com a batalha entre Cersei e Daenerys a tornar-se cada vez explosiva. O ódio de Daenerys é evidente, após perder um dos seus dragões e Missandei. Cersei é a grande vilã da história. Mas, será que Dany estará a enveradar por um caminho semelhante? Com apenas um dragão vivo e um exército cansado e reduzido, qual será o plano de Dany para derrotar Cersei? Mas, Jon também será um elemento a ter em conta nesta guerra. Pois, ele é o herdeiro legítimo do trono, nascido e criado em Westeros, admirado pelo Norte e uma pessoa com honra.

 

A Princesa Prometida

A Princesa Prometida

Título: The Princess Bride
Ano: 1987
Realização: Rob Reiner
Interpretes: Cary Elwes, Mandy Patinkin, Robin Wright…
Sinopse: Enquanto está em casa doente, o avô de um menino lê-lhe uma história. Uma história sobre um rapaz de campo que se torna num pirata e terá de ultrapassar por vários obstáculos até voltar a encontrar o seu amor verdadeiro.

Um clássico intemporal com muita fantasia, monstros, e ainda a importância do amor verdadeiro.  Um sucesso dos anos 80, conseguiu ainda tornar-se numa referência de geração em geração. Um filme com poucos atores, mas com uma magia contagiante, charmosa e empolgante. Existe dois lados deste filme. A real quando o miúdo doente, ouve atentamente a história contada pelo livro do avô e a fictícia que torna tudo mais suportável. “A Princesa Prometida” é um clássico que torna-se numa sátira às fábulas já conhecidas. Temos o jovem rapaz do campo, Westley, que se apaixona pela bela Buttercup que se torna princesa, mas sempre em perigo e com necessidade de ser salva. Mas torna-se num valente e inteligente guerreiro quando se junta aos piratas. Quanto ao vilão é o cobarde, Humperdinck que não tem fim na sua vilania. A frase mais conhecia desta fantástica obra cinematográfica é “as you wish“, uma forma subtil mas respeitosa de revelar os verdadeiros sentimentos.

Princess Bride” utiliza como mote a procura do verdadeiro amor, onde nenhum obstáculo é grande demais para conseguirmos sermos felizes. Com várias sequências de aventura, acompanhamos a jornada dos protagonistas na luta contra o mal. O argumento bem escrito é dos factores mais positivos do filme e facilmente nos identificamos com o enredo. O romance paira fortemente no ar e este torna-se um filme contagiante que sobreviveu de geração em geração, onde agrada a adultos e crianças. Difícil não nos apaixonarmos por esta obra cinematográfica. A narrativa não abranda e durante quase duas horas, novos acontecimentos revelam-se e prova que o amor é a força mais resistente de todas. O blogue atribui 4,5 estrelas em 5.

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