Vídeo Musical – O Grande Showman


Rebecca Ferguson provou que tem dotes musicais quando interpretou a música “Never Enough” para o filme “O Grande Showman” (2017) ao lado de Hugh Jackman e Michelle Williams.

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A Lenda do Dragão

A Lenda do Dragão

Título: Pete’s Dragon
Ano: 2016
Realização: David Lowery
Interpretes: Bryce Dallas Howard, Robert Redford, Oakes Fegley..
Sinopse: As aventuras de um menino orfão, chamado de Pete e do seu melhor amigo Elliot, um dragão.

A Disney decidiu voltar a adaptar ao cinema o filme sobre um menino e o seu melhor amigo, um dragão. Neste filme de fantasia e ação e muito familiar, somos sensibilizados pela história de Pete. Um menino que ficou orfão muito cedo, e resultado de um acidente de viação fiou sozinho na floresta. Desorientado e perdido encontrou a companhia perfeita num dragão que vivia escondido na árvores. O filme original de 1977 foi adaptado aos tempos modernos com a ajuda do CGI, é possível efeitos bastante verídicos. No original o dragão era em versão animada de desenho e a história era ligeiramente diferente, mas o conteúdo mantém-se genuíno e muito ternurento sobre uma forte amizade invulgar.

Realizado por David Lowery, são apresentados valores necessários e imprescindíveis para a vida. Os laços que se criam, mesmo não sendo de sangue são igualmente inquebráveis. Uma obra de fantasia, criativa e que nos aquece o coração com a sensibilidade apresentada. Apesar de previsível é inocente e confiável a narrativa. Os jovens atores, são ainda pequenos em tamanho, mas grandes em talento pois conseguiram manter-se fiéis às suas personagens.

Concluindo, “A Lenda do Dragão” é um filme mediano, mas foi acarinhado pela crítica devido ao sentimentalismo que apresenta. A banda sonora junta-se aos momentos dramáticos e extasiastes da obra o que proporciona um resultado fiável. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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Elite

Elite

No primeiro episódio desta série original Netflix de 8 episódios, ficamos iludidos com os assuntos cliché retratados. No entanto, à medida que avançamos na narrativa, o caminho que cada personagem toma torna-se mais denso. As decisões drasticamente tomadas influenciam as suas acções, que perigosamente tem repercussões futuras.

Elite” foca-se nos herdeiros de uma das escolas mais prestigiadas de Espanha, Las Encidas. Quando uma escola pública colapsa, três jovens com bolsas de estudos são enviados para o colégio privado. Imediatamente iludidos com o glamour e dinheiro que por lá circula, são também alvos de preconceito social. Samuel (Itza Escamilla), Christian (Miguel Herrán) e Nadia (Mina El Hammani) são recebidos de forma desigual naquele novo meio. Apesar de tentarem fugir das confusões, são sempre apanhados no meio da guerra. O ponto-chave acontece quando Marina (María Pedraza), a rebelde e o espírito livre a quem o dinheiro não lhe diz nada, decide acolher Samuel e torna-se a sua melhor amiga. Os sentimentos entre ambos começam a despertar e o que era uma amizade dá lugar a um romance. Marina desabafa sobre a sua vida disfuncional, com pais orgulhosos das suas as conquistas monetárias e procura uma “fuga” daquele mundo luxuoso, que só funciona sem sentimentos e coração gélido. Contudo, a inocência de Samuel é um obstáculo à maneira como guarda os seus segredos. Quem não vai gostar deste novo amigo da irmã é o super-protector Gúzman (Miguel Bernardeau). Também namorado de Lu (Danna Paola), uma rapariga atrevida e competitiva que sente um rancor enorme por Nadia, uma jovem palestina.
O que parecia mais um drama teen muda de cenário, quando percebemos a seriedade dos temas retratados na série. “Elite” foca-se em problemas fortes da sociedade, como o vício das drogas, doenças sexualmente transmissíveis, homossexualidade, gravidez na adolescência, outras religiões, exclusão social e não para por aqui. Enquanto lidamos com estas situações, somos confrontados com o mistério que paira no ar. Afinal quem é o assassino? Sim uma das personagens é assassinada, que descobrimos no final do primeiro episódio. Mas só no final descobrimos quem foi o culpado.  Apesar dos temas maduros evidenciados no decorrer da série, o espaço e tempo para aprofunda-los não foi o suficiente. Estas novas ideias para uma série adolescente foram abordadas de uma forma superficial o que desvalorizou a narrativa. Contudo é esta a única crítica a “Elite”.  [LER MAIS]

Missão: Impossível – Fallout

Missão: Impossível – Fallout

Título: Mission: Impossible – Fallout
Ano: 2018
Realização: Christopher McQuarrie
Interpretes: Tom Cruise, Henry Cavill, Ving Rhames…
Sinopse: Ethan Hunt e a sua equipa IMF, ao lado de alguns aliados familiares, correm contra o tempo, após uma missão correr terrivelmente mal.

Os filmes de “Missão Impossível” não costumam desiludir. Tom Cruise segura as rédeas desta saga de ação desde 1996. A cada filme a adrenalina aumenta e o peso da responsabilidade também. Apesar de manter-se sempre na mesma premissa de filme de ação, em “Fallout” prevalece novamente uma missão impossível, mas desta vez com uma sensibilidade emotiva maior, o que valoriza a evolução das personagens.

Ethan Hunt (Tom Cruise) e os seus colegas de trabalho da equipa IMF terão uma perigosa missão em mãos. Do qual falham no objectivo. A equipa é reforçada com o agente August Walker (Henry Cavill) que não concorda com os planos improvisados de Ethan. Apesar destes conflitos internos, Hunt terá de lidar com memórias do passado.

Com muita ação, viajamos por várias zonas da Europa à procura do verdadeiro infiltrado onde seguimos as pistas para o seu encontro. “Missão Impossível: Fallout” apresenta uma narrativa eficaz com alguns momentos de humor, uma dose dramática e perseguições de alto risco. Esta obra cinematográfica consegue ser surpreendente e até consegue ultrapassar os seus antecessores. A mistura explosiva do elenco é dos factores mais positivos, onde cada um interpreta com perspicácia eficazmente a sua personagem. O jogo de quem é quem mantém-se neste filme e só com o avançar percebemos de que lado cada um está. “Missão Impossível” provou que afinal é possível ser melhor do que o original, mesmo apesar da quantidade de filmes produzidos. O blogue atribui 4 estrelas em 5.

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Como Livrar-se do Chefe

Como Livrar-se do Chefe

Título: Set It Up
Ano: 2018
Realização: Claire Scanlon
Interpretes: Zoey Deutch, Glen Powell, Lucy Liu…
Sinopse: Dois assistentes de empresários numa grande corporação, unem forças para fazer um “arranjinho” com os seus patrões e assim conseguirem ter mais tempo livre.

Uma comédia romântica original da Netflix que aborda uma história comum, mas que ainda consegue ser divertida. Quem nunca teve vontade de despistar o patrão do local de trabalho, só para ter algum momento de descanso. Isso aconteceu a  Harper e Charlie, dois funcionários do mesmo edifício que odeiam os seus patrões por serem mesmo viciados em trabalho. Fazem horas e mais e não aproveitam de vida social nenhuma passando todo o tempo atrás de quem lhes paga o ordenado. Por mero acaso conhecem-se e descobrem que tem muito em comum, criam um plano para juntar os seus patrões, Kirsten e Rick.

Um comédia fácil, mas com pontos que deviam ser retocados. Em primeiro lugar a química entre Zoey Deutch e Glen Powell é quase inexistente. A dupla torna-se num casal forçado que apesar de se tornar no epicentro da história, é desmotivante o interesse por estes dois como par romântico. Esperava peripécias mais engraçadas no “arranjinho” que estavam a fazer com os patrões, mas tal não aconteceu. Tudo muito rápido e foi como se fosse amor ao primeiro olhar, na realidade nem sempre é assim. O argumento estava desgastado e apesar da sua descontracção inicial, não melhorou com o avançar da narrativa.

Como livrar-se do chefe” é um daqueles filmes que nada de novo acrescenta e ideal para um domingo à tarde. Filme de pipoca comestível entre os olhos meios-abertos e sem a atenção máxima. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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As melhores duplas da televisão

As melhores duplas da televisão

As personagens são o que fazem as séries. Uma boa história conta, mas para manter o ritmo é necessário carisma e personalidades que nos identifiquemos. Quantas e quantas vezes só assistimos a uma série, que já merecia terminar, por causa de uma ou mais personagens específicas? Pois, eu sei que já. Entretanto deixo-vos aqui uma lista das melhores duplas da televisão. Concordam?

Scully e Mulder  [X Files]

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Estes são os meus besties da televisão. Dana Scully e Fox Mulder são agentes do FBI e procuram casos sobrenaturais para resolverem. Fazem tudo juntos, mesmo com as dúvidas de Scully. Apoiam-se mutuamente e quando acontece um episódio solo, não tem a mesma química. Durante anos foram os reis da televisão com a inovadora série “Ficheiros Secretos“.

Mulder: Hey, Scully.

Scully: Yes?

Mulder: I love you.

Scully: Oh, brother.

Klaus e Elijah [The Originals]

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Dois irmãos que lutam pela mesma causa. “Always and Forever” é o lema e protegem a família Mikaelson durante séculos. Estão lá no melhores e piores momentos. Decidem juntos o futuro e formam laços de protecção. Elijah e Klaus são mesmo inseparáveis e a prova disso foi o final da série “The Originals“, mesmo na morte estavam juntos.

Elijah: You don’t make it easy to love you, brother.
Klaus: And yet you are obstinate in your desire to do so.

Chandler e Joey [FRIENDS]

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Impossível falar de duplas da televisão, sem comentar o Joey e Chandler. Eram colegas de apartamento mesmo ao lado da Monica e Rachel. Davam-se mesmo bem e alinhavam nas palhaçadas um do outro. O bromance antes de ser algo falado.

Joey: Hey, Chandler, when you see Frankie, tell him Joey says hello. He’ll know what it means.

Chandler: Are you sure he’s gonna be able to crack that code?

Marshall e Lily [Foi Assim que Aconteceu]

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Este casal da série “How I Met Your Mother” pode ser o principal motivo de muitas separações por aí fora. Lily e Marshall eram o par perfeito, tal como unha e carne e feijão e arroz. O casal funcionava bem em equipa e contavam tudo do seu dia um ao outro, mesmo as situações de menos importância.

Marshall: Lily, there are a million reasons why I love you. You make me laugh, you take care of me when I’m sick, you’re sweet, caring and you even created an egg dish and named it after me. She puts a little Italian dressing on the eggs before she cooks them, it’s called Eggs Marshall and it’s awesome. But the main reason is you’re my best friend, Lily. You’re the best friend I’ve ever had.

Dean e Sam [Sobrenatural]

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Os dois irmãos ainda marcam presença na televisão. “Sobrenatural” está na 14ª temporada, mas Dean e Sam ainda continuam inseparáveis. Laços de sangue que não se deixam quebrar, fazem tudo um pelo outro e até já foram ao Inferno e vieram. Agora Sam terá de ajudar Dean a libertar-se do poder de Michael, mas de certeza que vai conseguir.

Sam Winchester (to Dean): Take these and one day, when you find your way back, let these be your guide. They can help you remember what it was to be good, what it was to love.

Sherlock e Watson [Sherlock]

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Podem ter personalidades bastante diferentes, mas encaixam-se perfeitamente. Das duplas mais conhecidas e com mais diferentes adaptações. Sherlock e Watson resolvem os mais peculiares crimes e muito se deve ao companheirismo de ambos.

Sherlock Holmes: Gavin Lestrade. He’s a man and … good at it?

John Watson: It’s Greg. And he’s not my best friend.

Sherlock Holmes: Oh, Mike Stamford, I see. Eh, he’s nice. I’m not sure how well he’d cope with

John Watson: Mike’s great, but HE’S not my best friend. [Sherlock stands silent, confused]

John Watson: Look Sherlock, this is the biggest and most important day of my life.

Sherlock Holmes: [Sherlock makes a face] Well….

John Watson: No, it is. It is. And I want to be up there with the two people that I love and care about most in the world.

Sherlock Holmes: Yes.

John Watson: Mary Morstan.

Sherlock Holmes: Yes.

John Watson: And…You.

Rick e Daryl [The Walking Dead]

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Num mundo apocalíptico a razão é muitas vezes testada ao limite. A lealdade é dos factores mais importantes. Rick e Daryl desde o início que suportavam os mesmos valores. Companheiros de luta contra os zombies e protectores de território, são uma dupla unida e já se consideram como família. Vai ser difícil suportar a saída de Rick nesta temporada.

Rick: Wasn’t much use without my gun.
Daryl: No, you were. All this time you’ve taking off, you earned it. We wouldn’t be here without you.
Rick: It was all of us.
Daryl: No, it was you first. You gonna help us figure this out?
Rick: I screwed up too many times. Those calls you gotta make, I start down that road. I almost lost my boy, who he was. Whatever else this place needs, I’m here for it.
Daryl: Like I said, you earned it. But for what it’s worth you see mistakes. I see when the shit hits, you’re standing there with a shovel.

Eleven e Mike [Stranger Things]

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Começaram como desconhecidos, mas Mike aprontou-se logo a ajudar Eleven, uma peculiar rapariga com poderes sobrenaturais. Imediatamente Eleven entrava no grupo de amigos de Mike. Apesar de ainda serem crianças lutam como gente grande e tentam a todo o custo livrar o mundo dos monstros do upside world.

Mike: Eleven… okay. Um, well my name’s Mike, short for Michael. How about we call you ‘El’, short for Eleven?

Christina e Meredith [Anatomia de Grey]

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Começaram como internas nos mesmo ano, mas a amizade superou a rivalidade. Em “Anatomia de Grey“, Meredith e Christina faziam uma dupla inseparável. A saída de Christina marcou a série e deixou lá um vazio enorme, que na minha opinião era das melhores personagens.

Christina: She’s my person. This is not about getting her approval. It’s about telling her… if I murdered someone, she’s the person I’d call to help me drag the corpse across the living room floor. She’s my person.

Lorelai e Rory [Gilmore Girls]

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Lorelai e Rory são mãe e filha, mas tem tanto em comum que quase parecem almas gémeas. Uma relação quase de amigas e irmãs. Completam as frases e pertencem os sentimentos uma da outra. Inseparáveis, não param de falar sobre tudo e nada. Não sabem viver uma sem a outra.

Lorelai: I can’t believe you’re going to a therapist. You know, they’re totally going to ask you about me.

Rory: What?

Lorelai: They always want to ask about your mother. It’s OK. Say whatever you want. But make sure you start with “my mother’s very hot.

Rory: Yes, that won’t seem at all disturbing to the doctor.

Han Solo: Uma História de Star Wars

Han Solo: Uma História de Star Wars

Título: Solo: A Star Wars Story
Ano: 2018
Realização: Ron Howard
Interpretes: Alden Ehrenreich, Woody Harrelson, Emilia Clarke….
Sinopse: Durante uma aventura no mundo criminal intergaláctico, Han Solo conhece o seu futuro co-piloto Chewbacca e o seu colega Lando Calrissian, anos antes da guerra dos rebeldes.

A Disney “espreme” ao máximo todo o conteúdo relacionado com “Star Wars” desde que conseguiu os direitos da saga. Contudo nem tudo que vem à rede é peixe. “Han Solo: Uma História de Star Wars” é um filme descartável onde nada acontece, mas mesmo assim consegue demorar mais de 2 horas o filme.

Sejamos francos, o interessa mesmo nas personagens criadas por George Lucas, não é a sua individualidade, mas sim o grupo completo. O trio inicial: Luke, Leia e Han Solo foram a essência do filme. Uma grande história que conseguiu ter sucesso devido ao conjunto destas personagens. Neste mais recente filme, resgataram a história de Han Solo e ofereceram um novo contorno. O público descobre como o piloto conheceu o seu fiel companheiro Chewbacca, como começou os atritos de amigo/inimigo com Lando e como conseguiu o Millenium Falcon. Fora isso nada de novo ou interessante é apresentado nesta obra cinematográfica. Muitas cenas perdidas entre ataques e tiros de raios laser que preenchem o filme, mas sem desenvolvimento para as personagens.

O ator Alden Ehrenreich não esteve nada mal como versão mais jovem de Harrison Ford. Consegui notar algum estudo por parte de Ehrenreich na concepção desta personagem. Tem o estilo descontraído, o ar malandro e o sonho de ser piloto. Fugiu da sua terra natal para uma vida melhor, mas só mesmo como vigarista conseguiu o reconhecimento que tanto queria. O elenco podia ser melhor aproveitado com nomes como Woody Harrelson, Emilia Clarke e Thandie Newton (que não teve o destaque que merecia).

Esta obra cinematográfica é vazia de conteúdo relevante, e apesar de tentar surpreender no final não tem o impacto que esperava  e deixa muitas pontas soltas para a sua conclusão. Num filme que foi escrito várias vezes, é notório muitos erros de concordância. Ron Howard, realizador de filmes como “Uma Mente Brilhante“, “Anjos e Demónios“, “Apollo 13“, tentou focar-se nas paisagens com cores quentes dos planetas e nas perseguições loucas, muito bem filmadas. Depois disto tudo o ponto negativo é atribuído só ao argumento que não conseguiu delinear o melhor para esta história de Star Wars. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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Bohemian Rhapsody

Bohemian Rhapsody

Título: Bohemian Rhapsody
Ano: 2018
Realização: Bryan Singer
Interprete: Rami Malek, Lucy Boynton, Gwilym Lee….
Sinopse: Uma crónica explicativa dos primeiros anos dos Queen até ao seu sucesso ao épico culminar do espectáculo Live Aid onde aturam em concerto durante o ano de 1985.

Não sou do tempo de Freddie Mercury, mas sou do tempo do seu legado que ficou. Os Queen entraram na minha vida na adolescência. Conhecia êxitos como “We’re the Champions” e “We will rock you“, mas nada por aí mais. Foi quando conheci a música “Somebody to love” que a minha paixão pela banda começou a crescer. Depois conheci a “Bohemian Rhapsody” achei-a com imensa piada. A originalidade presente, devido à mistura e confusão musical, nunca tinha ouvido uma obra-prima tão espontânea e poética como aquela. Das poucas músicas que conheço de cor e salteado. A partir daí a minha visão sobre este banda melhorou e comecei a conhecer todas as suas músicas, das quais ouvia em loop continuo.

O amor pela banda foi crescendo e por isso não podia ficar indiferente ao lançamento deste filme que apresenta o caminho percorrido para o sucesso por todos os elementos, especialmente pelo fenómeno Freddie Mercury. O carisma dele, o seu jeito único e especial de ser, os altos da sua voz, à irreverência das suas roupas. Freddie Mercury foi uma lenda e os Queen das melhores bandas de todos os tempos. O ator Rami Malek aceitou o desafio de ser o protagonista e realmente não podiam escolher melhor. Muito estudo pela parte do ator que esforçou-se para ser Freddie. Aplaudo de pé à sua majestosa interpretação. O restante elenco também não podia ser melhor, com semelhanças enormes com os originais. Esquecemos-nos completamente que estamos a assistir a um filme, pois tudo parece mesmo real.

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Neste biopic a música tinha de estar presente. Não podia faltar. Afinal tudo o que Freddie pensava era na música. Os produtores de “Bohemian Rhapsody” escolheram as músicas de principal sucesso da banda e conseguiram colocar todas na banda sonora. Sentimos aquela vibração e a súbita vontade de cantar aos berros Queen em plena sala de cinema. Além da trilha musical, o guarda-roupa colorido e boémio dá-nos vontade de viver nos anos 70 em Londres.

O argumento conseguiu superar o esperado. A história da banda contada por outra visão explica o caminho percorrido naquela época para alguém que queria sucesso no mundo do rock. A dificuldade de chegar à rádio, a falha criativa e a marca que a banda queria deixar para o futuro. Finalmente com a fama, e os requisitos necessários para conseguirem manter-se no topo. Esta obra cinematográfica não foca-se só nos momentos de glória, a luta e os sacrifícios de Freddie Mercury para conseguir ser quem sonhou e ainda nos inspira. Essas situações promovem alguns dos momentos mais dramáticos desta longa-metragem. Mas o que mais me sensibilizou foi quando interpretaram “We´re the Champions” na recta final.

Bohemian Rhapsody” pode não ser um filme de Óscar, mas sem dúvida que eles “Will Rock You“. O blogue atribui 4,5 estrelas em 5.

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John Reid: So, tell me. What makes Queen any different from all of the other wannabe rockstars I meet?

Freddie Mercury: Tell you what it is, Mr. Reid. Now we’re four misfits who don’t belong together, we’re playing for the other misfits. They’re the outcasts, right at the back of the room. We’re pretty sure they don’t belong either. We belong to them.