Vídeo Musical – Mamma Mia!


Excerto do filme Mamma Mia! (2008) com Maryl Streep no protagonismo e a interpretar a música que deu o nome ao filme. Um momento bastaste divertido.

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Pokémon Detetive Pikachu

Pokémon Detetive Pikachu

Título: Pokémon Detetive Pikachu
Ano: 2019
Realização: Rob Letterman
Interpretes: Ryan Reynolds, Justice Smith, Kathryn Newton…
Sinopse: Num mundo onde as pessoas colectam os pokémons para batalhar, um rapaz encontra um inteligente Pikachu, que procura ser um detective.

Gonna catch them all, era o lema do anime Pokémon traduzido para inglês. Eu própria cresci com Pokémon na televisão, e adorava aquela primeira geração de animais animados. Cresci, e o Pokémon ainda continua a reinar, mesmo já sendo mais do mesmo. Agora com a inovação do jogo Pokemon Go que pôs meio mundo a mexer-se a “Apanha-los todos“. Depois do boom extraordinário de há três anos (acho eu) derivado do jogo, criou-se um filme.

As obras cinematográficas baseadas em jogos, na verdade nunca deu certo. Apesar das várias tentativas em conseguir fazer sucesso no cinema com Pokémon, só neste live-action é que finalmente houve uma opinião positiva. A história não segue o original. Temos uma premissa diferente sobre um jovem, Tim, que foge ao estereótipo de ser treinador de Pokémons e refugia-se no seu mundo, com ressentimento do seu pai que o abandonou para ser polícia e aprender mais com as diferentes criaturas.  Quando Tim é contactado sobre a morte do pai, envolve-se num clima de teorias da conspiração entre Pokémons e humanos, ao seu lado está Pikachu, o companheiro do seu pai que perdeu a memória do dia do acidente. Ambos tem de juntar as pistas e descobrir a verdade dos acontecimentos.

Uma mistura de comédia, com ação e fantasia e para intensificar uma dose de mistério. Para quem é fã, vai se sentir quase hipnotizado ao assistir ao filme, pois sentimo-nos na curiosidade de descobrir todos os Pokémons presentes na película. Pikachu é mesmo o melhor do filme, pois consegue ser meigo e querido, como cómico, com a voz de Ryan Reynolds. Apesar disso o argumento comete algumas fatalidades banais de filmes-tipo. A Desconfiamos logo de Howard Clifford (Bill Nighy) como principal vilão desta história; e a personagem de Kathryn Newton é desnecessária sem propósito nenhum para a narrativa. Contudo no final aconteceu uma extraordinária reviravolta que valeu pelo filme inteiro. Concluindo “Pokémon Detetive Pikachu” consegue servir o seu propósito e entretém o público. Não é uma obra fantástica, e evidentemente que podia ser bem melhor, mas é o temos. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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WarnerBros Portugal

Viagem ao Japão – Dia 1

Viagem ao Japão – Dia 1

Viajar até ao Japão sempre foi um sonho meu. Influência dos animes, a cultura japonesa sempre me deixou curiosa. Um mundo totalmente diferente, onde reina a tradição, tecnologia e modernismo. Tudo muito diferente de Portugal. A oportunidade surgiu e não podia deixar escapar. Após muito pensar, disse o sim! ao Japão. Viajei por uma agência, pois preferia a segurança, conforto e já que ia para um país totalmente desconhecido e diferente, decidi não arriscar. Escolhia a Agência Abreu pois já incluem um programa de 11 dias com um pouco do melhor do Japão.

A viagem até lá para mim foi o mais desgastante. Tudo no final valeu a pena (agora que já passei por isso), mas são muitas horas de avião. De Lisboa ao Dubai (local onde fiz escala) são entre 7/8 horas, depois do Dubai para Osaka são 8/9 horas. Aprendemos com o jet lag que devemos dormir o máximo durante o voo. Quando cheguei ao Japão já eram 18 horas da tarde, por isso não deu para muito. Chegamos ao hotel e jantamos no local random. Percebemos rapidamente que existem três mundos diferentes no Japão: o mundo terrestre, o subterrâneo no metro e o mundo no alto dos arranha-céus. Como estávamos muito cansados não exploramos muito, mas ainda visitamos Dotonbori, a rua que fazia parecer dia durante a noite. Nunca vi nada assim, cada loja fazia a sua melhor publicidade para conseguir ter o destaque que merecia.

Dia 1


Depois de acordar bem cedo, e de um pequeno-almoço com uma vista fantástica da cidade. O Hotel Monterey Grasmere conseguiu surpreender-me com a sala de pequenos-almoços. Seguimos viagem de autocarro (sim, porque no Japão evitam ao máximo transportes privados, devido à poluição) para o Castelo de Osaka. Do séc. XVI é um dos pontos de referência importante, pois permitiu a unificação do país. Com cinco andares temos um espaço com alguns marcos da história local. Um museu com armaduras samurai, armas de época, maquetes de construções e ainda teatros digitais para conheceremos melhor as lendas do Japão. O castelo está cercado de um enorme jardim que em época das flores de cerejeira torna-se numa bela paisagem para fotografias.

Depois que conhecermos o local mais histórico e emblemático da cidade, fomos conhecer o mais moderno edifício construído. Umeda Sky Bulding  merece uma visita para conhecer o pôr-do-sol. Dois arranha-céus, juntos pelo topo com 173 metros de altura e 40 andares. Com uma vista panorâmica conseguimos ver a Osaka de todos os ângulos. Vale totalmente a pena conhecer esta perceptiva mais moderna. Além disso em terra conhecemos um fantástico jardim, mas plantado na vertical.

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Vista panorâmica da cidade de Osaka

Durante a tarde foi dia de conhecer as ruas movimentadas de Osaka. O mercado Kuromon Ichiba, é um marco perfeito de combinação de cheiros e sabores. Ideal para abrir o apetite para o almoço. Peixe fresco, marisco, ostras e ainda muito mais como flores e muita comida tipicamente japonesa como takoyaki. Este mercado é definitivamente um local a conhecer. Principalmente para os food lovers.

As ruas de Osaka são sempre muito animadas, mesmo em dia de semana. Voltamos a Dontonbori, pois ainda havia muito para explorar. A quantidade de pessoas é imensa a circular nos principais locais. Experimentamos as famosas máquinas de pachinko. Uma verdadeira obsessão para os japoneses, que ainda não percebi como se joga. Também jogamos nas famosas máquinas de prémios com peluches e figuras de oferta. São prédios e prédios destas diversões que deixa qualquer um viciado.

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Noite em Osaka. Lojas e edifícios iluminados, quase que parece dia.
O à parte, os japoneses não fala muito bem inglês, e os que falam não se percebe muito bem o sotaque, por isso em algumas situações tivemos dificuldades em comunicação, mas nada que não se resolva. 

Brevemente escrevo a continuação para o Dia 3. Não percam estas aventuras no Japão, porque nós também não.

Homem-Aranha: Longe de Casa

Homem-Aranha: Longe de Casa

Título: Spider-Man: Far from Home
Ano: 2019
Realização: Jon Watts
Interpretes: Tom Holland, Samuel L. Jackson, Jake Gyllenhaal…
Sinopse: Seguindo os eventos do filme “Vingadores: Endgame“, o Homem-Aranha terá de ajudar a salvar o mundo, mais uma vez, apesar das suas dúvidas.

Pensavam que após o fantástico filme de “Vingadores: Endgame” a MCU ia descansar? Enganam-se. O segundo filme de Homem-Aranha, invadiu este mês as salas de cinema. Depois dos eventos em Vingadores e da confusão dos 5 anos perdidos, Peter Parker quer viver a sua vida e tentar se um adolescente normal. Afinal tem a viagem até à Europa de final de ano, onde criou um plano para contar à MJ sobre os seus verdadeiros sentimentos em relação a ela. Contudo nada corre como planeado quando Nick Fury pede o seu auxílio para salvar a Terra de uma nova ameaça.

Neste filme é nos apresentado um novo vilão do aranhiço. Mysterio, interpretado por Jake Gyllenhaal vai ser o novo desafio do herói. Com um background bem delineado, e com várias conexões aos filmes de Iron Man e Avengers, os produtores conseguiram mais uma fantástica aventura do Universo Marvel. Saímos do ambiente de friendly neighborhood e viajamos até à Europa, para as férias do Homem-Aranha que agora está longe de casa.

Apesar da narrativa parecer um pouco desapegada dos efeitos de herói, conseguimos na mesma vários momentos de ação com sequências envolventes e perigosas. Conseguiu ultrapassar o seu filme antecessor, que apenas serviu como apresentação das personagens. A comédia também está presente no filme (como é habitual), principalmente nos momentos entre Peter Parker e o seu melhor amigo, Ned. Fortes momentos de humor essenciais para a actividade juvenil presente. Também o mistério é a chave deste filme, pois consegue surpreender. Sem querer muito spoilar, no final do filme houve uma grande revelação.

De teia em teia, Peter Parker como Homem-Aranha tem outros desafios em mãos. Após a morte de Tony Stark, sente-se com a responsabilidade de honrar o seu colega vingador. O Homem de Ferro pode já ter desaparecido, mas a sua presença continua bem viva neste filme. O que achei mais superficial foi a imediata relação entre MJ e Peter. Um romance forçado, que devia ser apresentado mais naturalmente.

Homem Aranha: Longe de Casa” é uma continuidade excelente e não desilude. Bem mais solto e empolgante do que o seu antecessor. Tom Holland conseguiu ser novamente o ideal lançador de teias adolescente, que luta entre ser um rapaz normal e apaixonar-se sem descobrirem a sua identidade com o dilema de salvar o mundo. Já o ator Jake Gyllenhaal juntou-se ao mundo Marvel gloriosamente e temos momentos de calma, como de loucura, o que ajudou a construir a personagem. Os efeitos visuais são do melhor e já temos muitas dúvidas sobre o que é real e não. Concluindo este é um filme bom que completa mais um ciclo, mas ainda esperamos por mais. O blogue atribui 4,5 estrelas em 5.

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Família Instantânea

Família Instantânea

Título: Instant Family
Ano: 2018
Realização: Sean Anders
Interpretes: Mark Wahlberg, Rose Byrne, Isabela Moner…
Sinopse: Um jovem casal decide adoptar três irmãos. Instala-se assim o caos completo.

Nesta divertida comédia temos Mark Wahlberg e Rose Byrne nos principais papéis. Interpretam um jovem casal que por insistência da sociedade, de família e amigos sentem-se na obrigação de serem pais, pois já estão casados há alguns anos. No entanto descobrem que existem centenas de crianças a aguardar adopção e juntamente decidem que é a melhor maneira de começarem uma família juntos. Inscrevem-se num programa para novos pais, mas escolhem não um mas três filhos, incluindo uma adolescentes. Lizzie, Lita e Juan são irmãos e vão criar confusão na vida harmoniosa deste casal.

Senti a química entre o casal Mark Wahlberg e Rose Byrne, que se juntaram ao realizador Sean Anders, conhecido por filmes familiares como “Daddy’s Home“, “Pai Infernal” e comédias como “Chefes Intragáveis 2“. Ña verdade as suas comédias tem sido as melhores nos últimos tempos. Com um argumento bem-disposto, com um pouco de drama também e emoção forte nas personagens, conseguimos uma narrativa bem equilibrada, sentimentalista e ainda que consegue captar a nossa atenção. Este filme conseguiu surpreender-me pela positiva e aconselho para quem procura um filme de domingo bem feito.

Não só o elenco mais experiente merece ser elogiado. A jovem atriz, Isabela Moner merece destaque pela sua personagem. Representou uma forte carga emocional, rebeldia típica adolescente e ainda um à vontade com as câmaras. A atriz latina vai estrear no filme “Dora Exploradora” brevemente. Concluindo, “Família Instantânea” é um filme divertido, e rico em peripécias de recém-pais em desespero. No final ainda consegue deixar aquela lagrimazinha a cair. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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O Justiceiro

O Justiceiro

Blood, Blood, Too Much Blood

Depois da sua entrada na série “Daredevil“, Frank Castle ou “Punisher“, merecia uma série só sua. Conseguiu em 2017 uma série original da Netflix, do qual terminou após 2 temporadas. O ator Jon Bernthal é o protagonista desta série com muita ação, sangue, suor e tiros.

Após os eventos do passado, pensava-se que Frank Castle estava morto. Como homem procurado por assassinar governantes e polícias corruptos, Frank decide viver nas sombras e assumir uma nova identidade. Nunca esquecendo o trágico desfecho da sua família, que vitimou a sua esposa e os dois filhos. Com a vingança a ecoar nas suas veias, Frank decide descobrir toda a verdade por detrás do assassinato da sua família.

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1ª Temporada

Na primeira temporada Frank Castle ainda luta contra os mesmos demónios.Desta vez é procurado por torturar e assassinar o ex-parceiro da agente Madani. Castle junta-se a Lieberman que finge estar morto para proteger a sua família, devido à quantidade de informação que conhece. Uma teoria da conspiração de que Castle foi alvo enquanto servia no Afeganistão voltou para persegui-lo. Isso e o seu ex-colega de serviço e melhor amigo, Billy Russo (Ben Barnes) que sabe mais daquilo que aparenta. Com o jogo de rato e gato, o Punsiher só tem um objectivo: justiça.

Todos os episódios da série são bastante bons. Apesar de ser necessário ter estômago para algumas das cenas retratadas, é uma realidade bem gráfica e necessária para a densidade da personagem. Apesar desse lado negro e violento, apoiamos Frank Castle nas suas decisões e somos abordados com o seu lado mais humano. O amor que sente pela família e dignidade que ainda mantém. A série bem realizada tornou-se um sucesso também devido ao elenco. Não consigo ver mais ninguém para o papel de Frank Castle como Jon Bernthal. Ben Barnes também está excelente como um vilão, onde consegue lançar charme, mas ao mesmo tempo ser vil.

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2ª Temporada

Nesta temporada, Frank Castle, está novamente livre e com a ficha limpa. Tenta viver uma vida normal, mas a confusão volta a ir ter com ele. Enquanto isso Billy Russo, que começa a ter as principais características do seu alter-ego Jigsaw, está confuso e sem memória do que aconteceu consigo. Frank, ajuda uma jovem rapariga de ser assassina, que o incentiva a voltar a ser o Punisher. Mas o destino é voltar a juntar Castle e Russo que se tornam finalmente inimigos. Mas um novo vilão está à espreita a Frank terá de ajudar a jovem na situação complexa em que se meteu.


Apesar da primeira temporada ser mais refinada e viciante, para compreendermos melhor os impulsos de Frank Castle, na segunda temos uma continuação para o rumo final das personagens. A série é muito violenta e sangrenta, mas faz mesmo o estilo dark do protagonista. Um anti-herói, que não tem medo de usar as próprias mãos para terminar o serviço. Destaco as fantásticas interpretações da série. Não vamos ter um Punisher tão ousado e feroz como Jon Bernthal, mas os seus co-protagonistas também conseguiram manter a postura.

Asiáticos Doidos e Ricos

Asiáticos Doidos e Ricos

Título: Crazy Rich Asians
Ano: 2018
Realização: Jon M. Chu
Interpretes: Constance Wu, Henry Golding, Michelle Yeoh…
Sinopse: Esta contemporânea comédia romântica, baseada no best-seller, segue uma nova-iorquina, Rachel Chu na sua viagem a Singapura, para conhecer a família do seu namorado.

Crazy Rich Asians” é quase como uma história da Cinderela dos tempos modernos, mas com asiáticos. Baseado no livro de Kevin Kwan, temos uma comédia romântica oriental, bastante animada e com um final feliz. O filme realizado por Jon M. Chu conseguiu a essência especial do filme e retratou o amor do outro lado do continente.

Quando Rachel Chu, uma professora universitária é convidada pelo namorado para conhecer a sua família em Singapura, a jovem espera apenas um bom jantar com os mais próximos. Mas rapidamente percebe que tudo muda, quando descobre que a família do seu namorado é muito rica e considerada elite em Singapura. O que é diferente neste romance é mesmo a cultura oriental apresentada que é bem diferente da nossa. Tal consegue atribuir um charme necessário ao filme. Todo o galmour dos cenários e eventos excêntricos tornam este filme visualmente interessante de conhecer.

O que desmotiva um pouco o público em “Crazy Rich Asians” é mesmo a falta de empatia pelas personagens principais. Faltou uma forte química entre Constance Wu e Henry Golding. No entanto fora esse assunto esta obra cinematográfica conseguiu ser um sucesso de bilheteiras e já conseguiu uma sequela.

Concluindo este é um filme bastante divertido, sobre uma história comum, mas com um ritmo moderno e focando-se noutras culturas. Simpatizei com as personagens e a sua busca para a felicidade. O que mais me surpreendeu é que Rachel não é a típica personagem feminina desmotivada, que à mínima dificuldade desiste. Muito pelo contrário, conseguiu provar que merece respeito. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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Hotel Transylvania 3: Umas Férias Monstruosas

Hotel Transylvania 3: Umas Férias Monstruosas

Título: Hotel Transylvania 3: Summer Vacation
Ano:2018
Realização: Genndy Tartakovsky
Interpretes: Adam Sandler, Andy Samberg, Selena Gomez..
Sinopse: O Conde Drácula e companhia participam num cruzeiro para todos os monstros. Sem saberem que estão a ser guiados para uma armadilha da família Van Helsing.

O terceiro filme do franchiseHotel Transylvania” apresenta um novo conteúdo na história. Desta vez é o Conde Drácula que procura uma companhia para a sua vida e encontra o seu zing num cruzeiro dedicado apenas para monstros, mas que torna-se numa armadilha para dizimar as diferentes raças de sobrenatural. Num filme totalmente divertido, mantemos o mesmo elenco nas dobragens e ainda a mesma piada que caracteriza os filmes anteriores.

Drácula por muita insistência da filha, deixa o seu próprio hotel e viaja de férias num cruzeiro temático. Com algumas situações mirabolantes temos uma história divertida e com peripécias engraçadas, contudo algumas personagens são um pouco deixadas de lado quase sem história. O que achei divertido foi o climax final com o vilão, a banda sonora foi bem escolhida pelo DJ Tiesto, sem spoilar muito com uma batalha de música.

Concluindo “Hotel Transylvania” é um filme mediano, que completa-se com mais um extracto de história, mas nada muito memorável. Além disso alguns dos elementos que devia ser surpresa foram imediatamente revelados. Ainda assim acredito que esta animação vai ter uma sequela. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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