Top 15 Episódios “The Originals”

Top 15 Episódios “The Originals”

The Originals” é uma série spin-off do mundo de “The Vampire Diaries”. A família Mikaelson depressa conquistou os fãs da série original, logo justificou-se desenvolver a sua própria história. Aliás, a série original perdeu qualidade depois da saída dos carismáticos Mikaelson, e a série dos mesmo surpreendeu pela qualidade. Uma série com bons diálogos e boas cenas de ação, na qual também não faltou traições, guerra, mas também amor e amizade. E, nos fez apaixonar pela cidade Nova Orleães, pintada com as cores da sua rica cultura (o Jazz, a gastronomia, o Mardi Gras…), e conhecida também pelas lendas que por lá se sussuram. A série chegou ao fim, talvez não no seu melhor, mas podemos sempre recordar alguns dos melhores episódios. Esta é a nossa amostra (BeautifulDreams e MoreThanEntertainment) de alguns dos melhores episódios.

 

15) 3X04 “A Walk on the Wild Side”

De forma a descobrir o que o seu colega, Tristan, está realmente a fazer em New Orleans, Elijah considera marcar presença numa gala. Organizada por um grupo de vampiros anciões, conhecidos como Strix, Hayley decide ir com Elijah ao evento.

14) 2X1 “Rebirth”

Hayley esforça-se para compreender os seus novos poderes. Marcel junta-se a Klaus para a vingança sobre os lobos. Esther está ocupada a planear os seus objetivos. Todos querem controlar a cidade.

13) 1X6 “Fruit of the Poisoned Tree”

Quando Klaus descobre que a vida de Hayley está a ser ameaçada, ele assume medidas extremas para protege-la e ao seu bebé. Cami pede ajuda ao Padre Kieran, quando ela própria está a ter dificuldades em lidar com os trágicos eventos do seu passado. Marcel visita um antigo amigo por um conselho, enquanto Davina tenta controlar a sua magia.

12) 2X19 “When the Levee Breaks”

Preparando um palco para um confronto sangrento, Dahlia dá a Klaus e Hayley um prazo para entregar a bebé Hope. Elijah tenta convencer Klaus para trabalharem juntos na luta contra Dahlia. Mas, Klaus já tem um plano e decide agir sozinho, preocupando todos. Entretanto, Hayley apercebe-se que as hipóteses de enganar Dahlia são escassas e decide pedir ajuda a Aiden. Freya oferece a Rebekah e Elijah um ultimato, e Marcel cria estratégias para melhor lidar com os possíveis erros de Klaus.

11) 2X9 “The Map of Moments”

Rebekah convence Klaus e Elijah a fazer parte de uma tradição de família da infância dos irmãos.

10) 1X11 “Après Moi, Le Déluge”

Quando Davina fica drasticamente doente, as repercussões rapidamente começam a afetar o French Quarter. Marcel, Klaus, Elijah e Rebekah apressam-se a procurar uma solução. Sophie aproxima-se com algumas revelações sobre o Harvest Festival e apresenta um plano drástico para salvar Davina. Por último, uma sequência de acontecimentos violentos abalam o French Quarter.

9) 3X18 “The Evil Comes Here and Sighs”

Enquanto a cidade celebra o Jazz Fest, uma equipa de inimigos dos Mikaelson junta-se para tornar Klaus prisioneiro. Decidido a recuperar o irmão, Elijah e Freya confrontam uma poderosa força nunca antes vista. Enquanto Cami e Hayley aceitam o próprio risco de resgatar Klaus. Entretanto o comportamento errático de Kol, alerta Davina que decide pedir a ajuda de Marcel e Vincent

8) 4X1 “Gather Up the Killers”

No quinto aniversário da derrota dos Mikaelson, Marcel é o rei da cidade e dá as boas-vindas a novos vampiros. Descobre que desobedecem às suas regras, levando-o a procurar ajuda a uma fonte improvável.

7) 5X12 “The Tale of Two Wolves”

Com Hope a enfrentar uma situação de vida ou morte, Klaus viaja a Mystic Falls à procura da ajuda de Caroline. Com a tarefa de manter a sobrinha, despreocupada com a sua situação, Elijah apercebe-se de algo infeliz. Entretanto na Escola Salvatore para Jovens Especiais, um encontro com Alaric Saltzman pode abalar o plano de Klaus.

6) 2X21 “Fire with Fire”

Após descobrir que está a ser traído pelos próprios irmãos, Klaus junta-se contra um improvável aliado, e lança uma onda de vingança. Com a notícia da fuga de Klaus, Elijah, Rebekah e Freya avançam com o plano sobre Dahlia, para destrui-la de uma vez por todas. Entretanto, Hayley e Jackson tentam escapar pelo bayou. Marcel sente-se ameaçado. Davina é presenteada com uma oferta que pode trazer Kol de volta.

5) 4X13 “The Feast of All Sinners”

Os Mikaelson encontram-se sem opções enquanto enfrentam uma força poderosa e maligna, conhecida como o Hollow. Com a vida de Hope em perigo, Vincent propõe um plano desesperado.

4) 5X8 “The Kindness of Strangers”

Quando surgem questões urgentes em New Orleans, os irmãos Mikaelson são forçados a manter de fora as suas diferenças e trabalhar em conjunto para escapar à “Chambre de Chasse”

3) 3X14 “A Streetcar Named Desire”

A inesperada chegada de Stefan Salvatore pode ser a chave para ajudar Freya a resgatar Klaus e Elijah de uma armadilha mágica.

2) 3X22 “The Bloody Crown”

Após meses a evitar ameaças perigosas e confrontos sangrentos, os irmãos Mikaelson finalmente encontram-se com a única pessoa que lhes poderia levar à morte final. Com as apostas altas, Klaus é exposto ao seu julgamento. Anos e anos de atrocidades que cometeu. Entretanto Marcel, que está fora de controlo nos últimos dias, aceita o acto de traição para aqueles próximos dele. Finalmente Elijah, Freya e Kol freneticamente procuram por uma solução que os possa salvar a todos.

1) 1X22 “From Cradle to Grave”

Enquanto a data do nascimento aproxima-se, Klaus e Elijah embarcam na procura de Hayley. Enquanto isso, a loba procura de todas as maneiras manter o bebé a salvo das bruxas. Francesca decide reunir-se com Oliver e Jackson para determinarem o futuro dos lobisomens em New Orleans. Davina e Cami juntam forças para destruir Klaus. Finalmente, na decisão de proteger aqueles que ama, Klaus opta por uma decisão de partir o coração.

“Always and Forever”

 

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The Nun – A Freira Maldita

The Nun – A Freira Maldita

Título: The Nun
Ano: 2018
Realização: Corin Hardy
Interpretes: Demián Bichir, Taissa Farmiga, Jonas Bloquet…
Sinopse: Um padre com um passado obscuro e uma noviça ainda sem fazer os seus votos são enviados pelo Vaticano para resolver um caso de suicídio numa Abadia na Roménia e confrontar a força maligna de uma freira.

Depois de dois filmes bons com Conjuring (Crítica podem ler aqui e aqui) avançamos para as prequelas. O mesmo já tinha acontecido com Annabelle, e agora avançaram com a história do demónio da freira. “The Nun” pode não fazer-nos dormir de luz acesa, mas ainda consegue pregar alguns sustos. Momentos inesperados e sons assustadores são a receita principal. O que inverte o seu sucesso é o argumento fantasioso que desleixa uma obra que podia ser bem conseguida.

Um padre especialista em exorcismos e uma noviça corajosa, foram enviados pelo Vaticano para descobrirem a verdade sobre um suicídio que ocorreu numa misteriosa Abadia de clausura na Roménia. O corpo da freira foi descoberto por Frenchie, um franco-canadiano que se compromete a levar os alimentos ao local já que as freiras não podem ter contacto com o exterior. O convento é evitado por todos os habitantes do aldeamento rural, devido às más premonições que acusa. Frenchie como foi a única testemunha do incidente, é recrutado pelo padre para os ajudarem na descoberta da verdade. Nos anos 50 (data que se passa esta ação) tal é pouca a cavalaria enviada e não era a mais indicada para destruir um demónio daquela magnitude.

A história, é essencialmente essa. Sustos fáceis que mesmo previsíveis nos fazem saltar da cadeira. Momentos aterradores com o uso de sombras e música convincente, enquanto acompanhamos a descoberta do mistério do surgimento do demónio Valak. O que achei interessante neste filme, assim como a maioria dos filmes de terror é o factor secretismo que vamos descobrindo a verdade à medida que os protagonistas desenvolvem a história.

Os factores que valorizei bastante em “The Nun” é a caracterização excelente da Freira Maldita, interpretada por Bonnie Aarons, que assusta só de olhar e a música tenebrosa que se fazia acompanhar por esta personagem. Os milhões de dólares envolvidos possibilitou a criação de um cenário assustador e bem construído, com um estilo gótico, em que eu não parava lá nem um segundo. Além disso a personagem Frenchie criava alguns momentos de humor, o que aliava um pouco a tensão da aura negativa. Só por curiosidade, a atriz que interpreta a noviça é Taissa Farmiga, irmã mais nova da atriz Vera Farmiga a protagonista dos filmes Conjuring.

Concluindo a falha principal esta na falsa expectativa de realidade, e onde o facilitismo é encontrado. “The Nun” não assusta seriamente é só um blockbuster comercial, pensado talvez para entreter um público mais jovem. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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E agora? Ficamos sem Super-Homem

E agora? Ficamos sem Super-Homem

A notícia foi lançada há dois dias e os fãs ainda estão em estado de choque. Negociações para uma possível participação no filme “Shazam” (estreia a 5 de abril de 2019), caíram por terra e mudanças no estúdio criaram a sentença final, Henry Cavill pode não voltar a usar a capa de Super-Homem.

Depois dos vários sinais de Hollywood a não considerarem o ator Ben Affleck para mais filmes da DC como Batman. Relembro que o ator voluntariamente decidiu entrar numa clínica de reabilitação, devido ao seu vício com o álcool. A porta para Henry Cavill para ser o Super-Homem novamente, parece que também se está a fechar. Após filmes como “Homem de Aço“, “Batman V Superman: O Despertar da Justiça” e “Liga da Justiça“, o ator pode ter os dias contados com a Warner Bros.

Motivos de mudança de estratégia são as principais razões apontadas. Os estúdios pretendem mudar o rumo dos seus filmes de super-heróis da DC Comics. Com filmes como “a” e “Aquaman” em caixa, estão a pensar noutras histórias é o caso de “Supergirl“, a origem desta super-heroína, o que deixaria de parte Cavill, pois seria necessário um Super-Homem mais novo. Em julho o ator já tinha dado indicações que a sua participação como Super-Homem ainda estava muito incerta. Contudo recentemente o ator foi confirmado na série “The Witcher” que será produzida pela Netflix e será o protagonista Gerald de Rivia.

Esta notícia abalou-me porque esperava ver mais de Henry Cavill como super-herói, que na minha opinião foi o melhor Super-Homem no cinema. Os filmes da Liga da Justiça ficaram por terminar (pelo menos por agora), mesmo depois daquelas revelações de Lex Luthor no final, para a criação de uma liga de vilões. Uma crítica grande para a DC e Warner Bros que não conseguiram construir bem a timeline dos eventos, e tal danifica gravemente as narrativas dos filmes, criando confusão aos fãs. Ao contrário da Marvel que construiu os filmes durante 10 anos, com o propósito de culminar tudo num único filme, “Vingadores: Guerra do Infinito“, e que tão bem idealizado.

Paddington 2

Paddington 2

Título: Paddington 2
Ano: 2017
Realização: Paul King
Interpretes: Ben Whishaw, Hugh Grant, Hugh Bonneville…
Sinopse: Paddington agora feliz na sua habitação com os Brown é um membro popular da comunidade, tenta vários empregos para conseguir oferecer à Tia Lucy o presente perfeito para o seu 100 aniversário, só que o presente foi roubado.

Depois de um primeiro filme bem idealizado, chega a sequela do ursinho mais fofo de Londres. Depois de ser um exemplo e um elemento querido na comunidade, Paddington decide procurar trabalho para comprar a prenda perfeita para a tia Lucy que está quase a comemorar o seu centésimo aniversário. Um livro pop-up com ilustrações londrinas parece-lhe a escolha acertada da loja de antiguidades. Contudo quando o livro é roubado da loja, Paddington é o único que a polícia suspeita e terá de cumprir pena de prisão. Seguindo o lema sê bom e educado para toda a gente, o protagonista que adora marmelada vai fazer amigos para a vida enquanto isso a família Brown não desiste de procurar o verdadeiro culpado.

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Paddington 2 é mesmo um filme que aquece o coração e aconselho vivamente para toda a família. Impossível não gostarmos do protagonista. Com momentos bastante divertidos que nos vão fazer rir, somos abordados por mais aventuras deste querido ursinho. Com algum drama puro e inocente à mistura, tornam deste filme uma surpresa em cada momento. Para completa esta obra cinematográfica somos invadidos por um positivismo de cor e uma filmografia bem conseguida. As cores vividas alegram o panorama cinematográfico. O que mais surpreende é também os efeitos visuais que completam esta longa-metragem. O realismo de muitas cenas é impressionante.

O elenco é forte e reconhecemos vários atores que fazem parte. Ben Whishaw (O Perfume) dá a voz a Paddington, Sally Hawkins (A Forma da Água), Hugh Bonneville (Downton Abbey), Julie Walters (Harry Potter), Brendan Gleeson (Harry Potter) e Hugh Grant que desempenhou um papel bastante peculiar. Paddington continua a ser um bom exemplo de cinema europeu, muito bem idealizado e torna-se aconselhável para todas as idades. Quem não viu tem de ver. O blogue atribui 4 estrelas em 5.

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Digimon

Digimon

O Mundo Digital antes de estar na Moda

Se recuar às minhas memórias de infância, um dos jogos que mais marcaram esses meus anos, além do Brick Game, onde passava horas a montar os cubos do Tetris, foi o Tamagotchi. Outro aparelho viciante que consistia em manter vivo o nosso animal digital, oferecendo-lhe comida, brincando com ele e entregando-lhe os medicamentos, quando ficava doente. Ora, numa época em que os telemóveis ainda eram feitos de tijolo e com antena, tinham apenas a função de fazer chamadas e enviar mensagens, não podíamos contar com eles para nos entretermos a jogar. Os Tamagotchi eram como se fossem o nosso próprio animal de estimação. Uma forma que o oriente (o jogo foi inventado no Japão) conseguiu para entrar no ocidente. O sucesso deste jogo electrónico foi tanto que só se ouvia falar no assunto. Muitos não sabem, mas foi daqui que surgiu um dos desenhos animados que marcou a minha infância e mais tarde a  fase adulta. Estou a falar dos “Digimon”. Os estúdios de animação Toei Animations viram no brinquedo um sentido de oportunidade e juntamente com a Bandai (a marca que abrange grande parte dos brinquedos japoneses) decidiram criar uma animação baseada em companheiros digitais para humanos. Depois desta febre de Tamagotchis em 1997, foi lançado em 1999 um anime (animação produzida em estúdios japoneses) e que no ano seguinte já estava a ser transmitido nas televisões portuguesas.

Digimon” foi provavelmente das animações que mais marcaram a minha infância. Esperava ansiosamente por cada episódio. Todos os dias durante a semana não falhava. No início dos anos 2000, havia outro anime que lhes fazia concorrência, era “Pokemon“. Ainda recentemente voltou a febre desta franquia, com o lançamento do jogo online Pokemon Go, onde os jogadores conseguiam interagir com a realidade e o virtual, já que possibilitava a captura de pokemons em qualquer lugar. Muitos aderiram à Pokemania. Começaram a praticar mais exercício sempre em busca dos animais virtuais nos lugares mais insólitos. Quanto aos animes, moldaram-se com conceitos idênticos. Criaturas diferentes que interagiam livremente com humanos. Muitos aplaudiam mais por Pokemon, mas eu era Digimon a cem por cento.

Durante 54 episódios, acompanhamos sete crianças, designadas como digi-escolhidas, que, enquanto estavam num acampamento de Verão, foram levadas repentinamente para o Mundo Digital. Um mundo paralelo ao nosso, habitado exclusivamente por digimons ou monstros digitais. Cada criança era responsável por um digimon e ficavam parceiros de aventuras. Rapidamente perceberam que para voltarem para casa, teriam que derrotar o Mal daquele mundo. Muita responsabilidade para umas crianças que deveriam ajudar os seus parceiros a evoluírem e tornarem-se mais fortes.

A aderência ao anime na altura foi um sucesso. Além da televisão, os “Digimon” podiam ser encontrados em brinquedos, cartazes, jogos, entre outro merchandising. Tal permitiu que a franquia expandisse até 2003, mas, como dizem, não existe amor como o primeiro e os primeiros protagonistas foram sempre os melhores da saga. [LER MAIS]

2 Amas de Gravata

2 Amas de Gravata

Título: Old Dogs
Ano: 2009
Realização: Walt Becker
Interpretes: Robin Williams, John Travolta, Seth Green…
Sinopse: Dois amigos e colegas de trabalho tem a vida virada do avesso, quando após circunstâncias estranhas, tornam-se guardiões de duas crianças de sete anos.

Este pode ser um verdadeiro filme de pipoca, que provavelmente não acrescenta nada de novo. Até tem razão, mas não podia perder esta oportunidade de ver o Robin Williams e John Travolta juntos num filme. Com uma produção da Disney, dois solteirões cinquetões, melhores amigos que trabalham juntos vivem a sua vida sem compromissos. Dan (Robin Williams) recentemente divorciado é influenciado muitas vezes por Charlie (John Travolta) o eterno namorado e viver mais a sua vida. Enquanto estão quase a conseguir fazer o negócio das suas vidas com uma grande empresa do Japão, são abordados por um compromisso que lhes vai alterar o rumo da vida. Dan descobriu que é pai de um caso de uma noite e agora terá de tomar contar dos seus filhos gémeos de sete anos, enquanto a mãe está temporariamente a cumprir pena de prisão.

Neste comédia divertida temos algumas peripécias e aventuras caricatas com os protagonistas, que nos fazem rir. Não seria de esperar menos com estes dois atores. A narrativa não acrescenta nada de novo, e com algumas falhas, mas ainda é suportável. Os momentos mais divertidos conseguem fazer-nos soltar uma valente risada e não são nada inconvenientes. Basicamente este é um bom filme de domingo à tarde para relaxar e assistir com a família. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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Roteiro Itália: Veneza Dia 5 e 6

Roteiro Itália: Veneza Dia 5 e 6

Depois de Florença, rumamos a Veneza. Na minha opinião o lugar mais mágico e lindo, a melhor forma de terminar em beleza a viagem. Depois de duas horas e meia de comboio entre Florença-Veneza, procuramos o hotel. Atravessamos o Grande Canal e rapidamente chegamos ao hotel. Como estava perto da hora do almoço, aproveitamos para pousar em algumas fotos e encontramos um restaurante de pizzas. Além de uma gigante fatia de pizza, pedi um Spritz, a bebida típica de Itália, é alcoólica, docinha e muito fresquinha.

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Cada esquina é ótima para uma boa fotografia

Caminhamos mais um pouco para conhecer a bela cidade veneziana. É fácil nos perder por Veneza, mas também facilmente encontramos o caminho de volta. Entre ruas e vielas, caminhamos sem destino e em cada lugar encontramos sempre algo de novo. Lojas com belas mascaras venezianas expostas, símbolo marcante do conhecido Carnaval de Veneza (comprei uma máscara, mas não artesanal). O calor era intenso, mas suportável, boa altura para comer um gelado com sabor a melancia. Entramos também em várias igrejas, referências da cidade. Apesar de ainda ficar a 30 minutos a pé do hotel, e os pés quase não conseguirem mais, arriscamos e fomos até à Piazza San Marco. Ao pôr-do-sol é linda. A zona mais cara da cidade, está também rodeada pelas lojas das marcas mais luxuosas. Saímos dessa zona mais movimentada e procuramos um restaurante para jantar.

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Ravioli – Pão de Alho – Rissotto

O sítio onde mais caro que pagamos, mas com a comida mais maravilhosa. Um risotto e um ravioli. Depois de um primeiro dia a explorar esta maravilhosa cidade, no dia seguinte esperava-nos outra aventura.

Acordamos cedo e tomamos o pequeno-almoço no jardim do hotel. Um relax total, é bom apreciar estes pequenos momentos da vida. Depois de bem nutridos fomos novamente até à piazza San Marco para uma excursão. Com o tempo mais limitado, conhecemos curiosidades sobre a sociedade veneziana, os costumes, habitações e tradições, enquanto descobríamos Veneza.

Ficamos na enorme fila para conhecer a Basílica de St Mark, a entrada é gratuita, mas é necessário uma pequena quantia de 2€ que quisermos conhecer o tesouro da igreja e outros preços para o museu e vista panorâmica. Tudo paga-se. Como no dia anterior compramos o passe Veneza Unica, onde nos possibilitava conhecer 3 museus e 3 igrejas pelo preço de 21,90€. Decidimos então visitar o Palazzo Ducale ou Palácio Doge. A fila era enorme e não era possível utilizar o direito ao sem-filas que recebemos do passe. Esperamos quase uma hora para entrar no museu, o pior que tudo é que não nos podíamos sentar em lugar algum, nem no chão. Um sacrifício que tive de suportar.

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Vista geral da Piazza San Marco

O museu era mesmo interessante. Salas de julgamento com um valor arquitectónico sem igual, e ainda conseguimos atravessar a ponte dos suspiros. Ponte conhecida por ser o último local em que vários condenados atravessavam momentos antes de ouvirem o verídico final. Também foi possível visitar as masmorras onde os prisioneiros eram mantidos, assim como o pátio com o único local ao ar livre.

Como sobremesa do almoço, tive de experimentar o doce típico da zona, o tiramisú. Posso dizer que foi o melhor que já comi em toda a minha vida. Durante a tarde demos mais uma caminhada por Veneza para mais algumas fotos. Já quase ao final do dia, visitamos o Museu Correr.

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Vista panorâmica de Veneza

Na excursão conhecemos um segredo. É possível ter uma vista panorâmica da cidade, gratuitamente, num shopping, Fondaco dei Tedeschi, perto da Ponte Rialto. Subimos até ao último andar et voilá, uma paisagem linda sobre a cidade.

Já que fomos a Roma e não vimos o Papa, não podíamos ir a Veneza e não andar de gôndola. Existem vários pontos de embarque para esta passeio típico veneziano. Um grande negócio sem dúvida devido ao preço exorbitante. São 80€ por passeio de 30 minutos e máximo de 6 pessoas. Enquanto percorremos os canais de Veneza, o gondoleiro explica curiosidades desta cidade aquática, mas não canta. Um dos pontos mais altos da viagem, sem dúvida.

No último dia de viagem, aproveitamos para acordar lentamente e aproveitar o que não tivemos tempo de fazer nos outros dias. Fazer as compras de última hora com recuerdos e experimentar as doçarias típicas. Além disso ainda tive tempo para fazer uma pedicure com peixes (há muito que queria experimentar). Às 16h tínhamos hora marcada no cais do hotel. Um barco-táxi (sim, porque lá o único meio de transporte possível é mesmo o barco) era o transporte para o hotel. Depois de uma viagem de 40 minutos, conseguimos ver a cidade de outra maneira e foi um excelente despedida, chegamos ao aeroporto de Veneza. Aproveitamos bem o tempo que estivemos em Itália e adoramos cada minuto.

Vídeo da Vigaem

Ready Player One: Jogador 1

Ready Player One: Jogador 1

Título: Ready Player One
Ano: 2018
Realização: Steven Spielberg
Interpretes: Tye Sheridan, Olivia Cooke, Ben Mendelsohn…
Sinopse: Quando o criador de um mundo virtual, chamado de OASIS, morre, ele lança um vídeo onde convida todos os usuários do jogo a encontrar os Easter Eggs escondidos, e quem conseguir recebe a sua fortuna.

Ready Player One” é um dos filmes de destaque deste ano, e facilmente percebemos porquê. Qualquer pessoa a um certo momento do filme consegue identificar-se com as várias referências apresentadas. A cultura pop muito bem evidenciada, com memórias que facilmente nos transportam para a nossa infância/adolescência. Referências a filmes, séries, jogos e à cultura japonesa são abordados de forma carismática e muito divertida, dificilmente queremos perder um segundo desta obra cinematográfica.

Estamos no ano de 2045, um mundo degradado e quase perdido. A Humanidade incapaz de enfrentar a realidade, torna-se submissa do mundo virtual. Moldando o realismo com os seus gostos da forma que lhe convém. Enclausurados num novo mundo mutante, uma escapatória para os problemas do quotidiano. O protagonista é Wade Watts (Tye Sheridan) um jovem orfão, que vive com a tia e o namorado, na sua vida real. Mas o mundo ficcional é bem mais interessante. Com um novo nome, visual renovado e um carro fixe igual ao DeLorean do filme “Back to the Future” joga todos os dias neste videojogo, chamado de OASIS, criado por James Halliday. De facto Watts é um curioso estudante da vida e obra desta mente brilhante. Halliday que faleceu há uns anos, anunciou que iria deixar toda a sua fortuna e direitos do OASIS à primeira pessoa que conseguir encontrar os escondidos “Easter Eggs”, presentes no jogo. Uma verdadeira caça ao tesouro, onde todos tem a ambição de participar e tornarem-se vencedores do concurso, incluindo Wade Watts.

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O jovem elenco conseguiu portar-se à altura deste grandioso projecto. Algumas caras já reconhecidas como Tye Sheridan (X-Men Apocalipse), Olivia Cook (Bates Motel) e Lena Waithe (The Masters of None). O visual da personagem de Lena, assemelha-se muito ao de Will Smith na série “The Fresh Prince of Bel-Air“, uma série de culto dos anos 90. O vilão da narrativa, interpretado por Ben Mendelsohn, foi a personagem com desenvolvimento mais baixo. Um pouco superficial e com atitudes mimadas, que desvalorizaram o seu desempenho. O mesmo aplicou-se para a sua funcionária, uma personagem descartável que nenhum progresso evidenciou no filme.

A realização de Steven Spielberg apresenta-se sublime como sempre. Clara, precisa, sem falhas e com trechos necessários para avançarmos na história. Não existem momentos perdidos, contudo, algumas situações mereciam ser explicadas para compreendermos melhor o contexto deste futuro. A Humanidade deixou-se ficar no caos devido ao abuso dos videojogos?

O recurso aos efeitos visuais foi necessário, mas bem editado. A realidade e o mundo virtual bem diferenciados mas com espaços de tempo necessários a cada um. Os CGI estão bem delineados e conseguem transportar o público para aquele universo inventado, cheio de cor e magia. Das melhores qualidades do filme. O mesmo aplica-se à banda sonora de Alan Silvestri, que solidifica com mais precisão e sincroniza os momentos evidenciados pelos protagonistas.

Baseado no livro de Ernest Cline, consigo apenas evidenciar o que vi no filme e não o que está presente no na obra literária. Contudo este tornou-se um filme que excede as expectativas e que nos ilude com bons anos de entretenimento que é o caso dos 80 e 90, com várias referências que todos nós conhecemos. Não duvido que daqui a uns anos “Ready Player One” possa tornar-se num filme de culto, tal como aqueles comentados neste filme. Entretanto, deixo o meu agrado com esta longa-metragem que além de tudo transmite uma sábia mensagem. Devemos aproveitar ao máximo a nossa verdadeira realidade, mas por vezes um escape é necessário. O blogue atribui 4 estrelas em 5.

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Nightcrawler – Repórter na Noite

Nightcrawler – Repórter na Noite

Título: Nightcrawler
Ano: 2014
Realização: Dan Gilroy
Interpretes: Jake Gyllenhaal, Rene Russo, Bill Paxton…
Sinopse: Quando Louis Bloom um homem desesperado por trabalho, encontra o emprego perfeito para si, como sendo jornalista do submundo, ele desfoca a realidade entre participar e observar, criando os traços da sua própria história.

Jake Gyllenhaal é um ator totalmente versátil e consegue sobressair-se em qualquer papel que lhe propõem. De adolescente perturbado (Donnie Darko), a um cowboy homossexual (O Segredo de Brokeback Mountain), a herói (O Príncipe da Pérsia), a um romântico (O Amor é o Melhor Remédio) e até um vigarista da noite (Nightcrawler). Neste filme interpreta Louis Bloom, um homem desesperado por emprego e ambicioso por dinheiro fácil que começa a sua própria empresa de filmagens dos crimes e desacatos que ocorrem durante a noite e vende o seu trabalho à televisão local. O que começou por algo inofensivo e ainda muito amador, logo tornou-se obsessivo, obscuro e degradante. Tentando ao máximo ser bem sucedido no seu negócio, procura as imagens mais violentas, polémicas e sangrentas que encontrar, mesmo que não seja a atitude mais moral e educada a fazer. Completamente abrasivo, Bloom vai descobrir que precisa de sujar as mãos para ter fama.

Dan Gilroy já nos deslumbrou com filmes como “Real Steel“, “Kong” e “O Legado de Bourne”, mas nada assim obscuro como esta obra cinematográfica. Assistimos a cenas dolorosas de digerir, mas toda a atenção é fundamental para o desenvolvimento da narrativa e das personagens. O cenário da noite está bastante bem delineado e assim cultivamos um pouco mais de informação sobre estes empregos noticiosos da noite. O elenco consegue suportar as suas personagens o que torna a envolvente mais pesada, mas lógica.

Nightcrawler” tornou-se num misto de sentimentos. No final tive de assistir a algo mais ligeiro, pois o pesadelo de algumas cenas foi demasiado. Apesar da história ficcional, baseia-se em histórias de crime reais e na pura ambição das pessoas, o que pode ser prejudicial para a vida de alguns. O blogue atribui 4 estrelas em 5.

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