Chefes Intragáveis 2

Chefes Intragáveis 2

Título: Horrible Bosses 2
Ano: 2014
Realização: Sean Anders
Interpretes: Jason Bateman, Jason Sudeikis, Charlie Day…
Sinopse: Dale, Kurt e Nick decidem criar o seu próprio negócio, mas as coisas não correm como planeado, devido a um fraudulento investidor. O trio não baixa os braços e decidem criar um esquema de rapto para recuperarem o seu dinheiro.

Os mais desastrados e descabidos ex-trabalhares descontentes voltaram para uma segunda ronda. Desta vez não vão assassinar os seus patrões, mas tentar dar a volta a uma situação confusa que se meteram. Depois de abrirem o seu próprio negócio, o trio é enganado por um manipulador investidor que toma negócios ao pequeno-almoço. Inconformados por estarem a perder, criam um plano (quase) infalível para raptarem o mimado filho do patrão. Claro que com este grupo, tudo deu para o torto e nada parece correr bem.

Depois de um filme satisfatoriamente bem conseguido o mesmos atores voltam a reafirma-se na comédia. Jason Bateman, Jason Sudeikis e Charlie Day são um grupo de amigos que pretendem apenas ter sucesso no mundo dos negócios, mas o universo está sempre contra eles. Como pessoas inocentes, tentam dar a volta pelo lado negativo, e tentar lucrar com as perdas. Este segundo filme, pode não ser tão espontâneo como o primeiro, mas consegue fazer-nos rir com o fantástico argumento genuíno. Aliás este é o aspecto mais positivo desta obra cinematográfica. O diálogo bem conectado com estas personagens que não fazem nada de certo. Jason Bateman já é mestre neste género de filmes, a suas personagens padecem sempre da mesma personalidade, mais atinada. Mas ainda sem temos fantásticos outros atores como Jennifer Aniston, Jason Sudeikis, Chris Pine, Jamie Foxx e Christopher Waltz.

Concluindo é uma película bastante divertida, com twists interessantes e situações mirabolantes, mas conquista-nos mais pelo texto. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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The Act

The Act

Baseado em factos verídicos e inspirado pelo documentário “Mommy Dead and Dearest” a HULU apostou nesta série com Patricia Arquette e Joe King no protagonismo. Nesta mini-série de seis episódios, acompanhamos a estranha relação de Dee Dee Blanchard com a sua filha Gypsy Rose. Desde pequena que Gypsy sempre pensou, (pensamento imposto pela mãe) que era doente. Andava de cadeira de rodas, alimentava-se por uma sonda e não podia comer açúcar. Por dia tomava dezenas de medicamentos, para doenças inventadas pela própria mãe. Gypsy nem a sua idade sabia correctamente, apenas quando ganhou maturidade é que começou a questionar as ações da mãe. Esta parece história de um filme, mas foi mesmo real.

Apesar da série ser pequena conseguimos compreender bem os acontecimentos. Entre flashbacks do passado e presente, até à situação atual das personagens. Compreendemos bem a relação desconexa de mãe e filha. Gyspsy só queria ser uma rapariga normal, que se apaixonava pelo príncipe tal como acontecia nos filmes da Disney, queria ter amigos de verdade além dos seus peluches e comer o que quisesse sem restrições. A sua mãe era uma regra constante, não a deixava viver e fazia-lhe acreditar que não estava em condições de viver independentemente. Apesar de manter muitas informações ocultas da rigor da sua mãe, Gyspsy ainda continuava com ela, pois acreditava que eram as melhores amigas, pois a mãe fazia-lhe tudo como se ainda fosse uma criança. Tudo mudou quando conheceu online um rapaz e começaram a namorar. Nick não era estável, avaliado com múltiplas personalidades, não tinha as suas capacidades intelectuais completas. Fez acreditar que era o príncipe encantado de Gypsy e fez o que sempre ela queria, livrar-se da mãe.

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A Hulu conseguiu constituir bem os eventos. Apesar de alguns factores fictícios, que ajudaram a tornar a história mais apelativa, não houve muita diferença a acrescentar, pois a história já era digna de fição. Uma série bem produzida, com os cenários muito equilibrados e idênticos aos originais. O que merece ser destacado é mesmo o desempenhos das atrizes Patricia Arquette e Joe King. Vencedora de um Oscar pelo filme Boyhood, Patricia Arquette está totalmente irreconhecível nesta série. Não só o seu aspecto, que ficou mudado graças à maquilhagem, mas mesmo a sua voz e movimentos. Contudo a revelação foi mesmo Joey King, a jovem de 19 anos, que já nos surpreendeu em filmes como “Dava tudo para estar cá“. Sendo que esta não foi a primeira vez que rapa o cabelo para uma personagem. Joey King tal como Gypsy mudou o seu tom de voz, para algo mais suave e se comparamos ambas, as diferenças são mesmo poucas. Um elogio para o departamento de casting. Concluindo este drama é muito interessante com excelentes prestações e um óptima equipa que ajuda a criar mais realidade a toda a produção. Este caso ainda hoje é falado, mas agora podemos conhece-lo na fição.

A pergunta fundamental nesta série é descobrir quem matou quem primeiro.

Em Portugal podem conhecer a série na HBO Portugal.

 

A vida de Pi

A vida de Pi

Título: Life of Pi
Ano: 2012
Realização: Ang Lee
Interpretes: Suraj Sharma, Irrfan Khan, Adil Hussain…
Sinopse: Um jovem rapaz que sobrevive a um naufrágio no mar, embarca numa fantástica viagem de descoberta. Enquanto isso cria uma fantástica ligação com outro sobrevivente: um majestoso tigre de Bengala.

 “A vida de Pi” não é um filme comum. A sua narrativa, baseada no livro de Yann Martel expressa uma forma de pensar única, límpida e muito natural. O realizador Ang Lee tornou-a numa visão o mais realista possível. Recorreu ao uso da tecnologia, para conseguir efeitos fantásticos que se tornam num vislumbre aos nossos olhos. Uma harmonia natural de luzes, natureza e simplicidade nas pequenas coisas.

A história do filme é narrada pelo próprio Pi (Irrfan Khan), na sua versão do futuro.  A sua história com o encontro da espiritualidade foi contada a um jovem escritor, que pode ou não aceitar a veracidade dos eventos conforme a sua perspectiva de vida. Mas essa é a verdadeira prova do acreditar.

Nascido com o nome Piscine Patel (Suraj Sharma), vivia na Índia e desde pequeno que mantinha uma forte conexão com a religião. Não sabia explicar, mas aceitava cada uma e rezava a cada uma. Enquanto se mudava com a sua família para uma vida melhor, o navio onde embarcava, afunda-se. Sozinho em pleno mar alto, Pi não está sozinho no salva-vidas, consigo está um feroz tigre de Bengala que não pretende abdicar do seu espaço. Pi terá de aprender a conviver com o seu companheiro selvagem, de forma a tentar sobreviver a esta viagem. Uma boa dose de coragem e determinação é necessário para enfrentar os obstáculos de sobrevivência.

A vida de Pi” é uma viagem alucinante que nos faz pensar sobre o sentido da vida, e a força da nossa própria existência. A crença e o simbolismo religioso é muitas vezes marcado como referência neste filme.

O realizador Ang Lee, tornou esta película numa maravilhosa experiência cinematográfica. Os lindos efeitos e paisagens que abordam o Oceano Pacífico são de deixar o queixo cair. Aliás este filme conseguiu ainda vencer o Óscar de Melhor Banda Sonora, Melhor Realizador, Melhor Fotografia e Melhor Efeitos Visuais.

Apesar das filmagens não terem aspecto a ser apontado, o argumento já não é assim. A meio do filme falta o fulgor com o protagonista e o seu parceiro de naufrágio. A conexão de ambos podia ser mais envolvente, mas acontece que adormece um pouco durante  alguns minutos.

Concluindo este é um filme belíssimo sobre o acreditar. A referência em Deus é mencionada e torna-se num ponto crucial durante todo o filme. O blogue atribui 4 estrelas em 5.

Se Esta Rua Falasse

Se Esta Rua Falasse

Título: If Beale Street Could Talk
Ano: 2018
Realização: Barry Jenkins
Interpretes: KiKi Layne, Stephan James, Regina King…
Sinopse: Uma jovem mulher aceita a sua gravidez, enquanto a sua família ajuda o seu melhor amigo de infância e namorado a libertá-lo da prisão de um crime que não cometeu.

Conhecemos este filme no olhar da protagonista. Tish uma jovem afro-americana está apaixonada. Contudo o seu amor foi abalado, quando o namorado, Fonny, sim, ainda não era casados, foi preso e considerado culpado de um crime que não cometeu. Através de flashbacks acompanhamos a linda história de amor do casal. Conheciam-se desde crianças, mas o amor foi surgindo. Com algumas dificuldades ao relacionamento, não tinham dinheiro mas queriam viver sozinhos. Tudo isto até Fonny ficar atrás das grades, enquanto isso Tish luta pela inocência do seu amor, enquanto lida com a sua gravidez como mãe solteira.

Baseado no romance homónimo de James Baldwin, o realizador Barry Jenkins conseguiu respeitar todos os momentos sentimentais apresentados durante as quase duas horas de filme. Os olhares, os sorrisos, os carinhos e carícias, tudo muito poético e bem filmado, com close-ups apaixonantes. O estado temporal, estamos nos meados da década de 70, apresenta uma época muito racista. A sociedade não aceita com facilmente as pessoas de cor e deixam isso bem claro. Enquanto existe ódio, também existe amor. O relacionamento de Tish e Fonny consegue superar essa maldade e barreiras que impuseram contra eles.

Quanto ao elenco conseguiu apresentar-se emocional às suas personagens. O Óscar de Melhor Atriz Secundária foi para Regina King, que interpreta uma mãe desesperada em conseguir o melhor para a sua filha e família. “Se esta Rua Falasse” é uma obra-prima sentimental, e intensa sobre uma revolta que não se transformou em ódio. Uma filmografia bem idealizada e com planos bonitos que conquista instantaneamente a audiência. O blogue atribui 3,5 estrelas em 5.

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Game Of Thrones – 8×06

Game Of Thrones – 8×06

“The Iron Throne”

E, chegamos ao fim da temporada 8, que encerra a série “Game of Thrones”. Um sentimento bittersweet, acho que é a expressão perfeita para descrever os nossos sentimentos.

O episódio começa com Tyrion e Jon a verem a destruição causada por Daenerys e Drogon King’s Landing. Os nortenhos estão estupefactos, tal como Davos. Tyrion e Jon estão em conflito consigo próprios, pois, sentem-se culpados por acreditarem na pessoa errada.

A matança ainda continua. Greyworm está quase a executar alguns soldados Lannister, mas Jon intromete-se. A guerra tinha acabado e eles tinham ganho, seria necessário matar soldados que se tinham rendido? Jon entra em confronto directo com os unsullied e apenas Davos consegue acalmar os ânimos.

Tyrion tenta descobrir se Cersei e Jaime tinham conseguido fugir. E, descobre-os mortos, e chora por eles. Para Tyrion, foi a gota de água ver ali os seus irmãos mortos numa cidade completamente destruída.

Daenerys faz um discurso de vitória às suas tropas: unsullied e dothraki. Agradece por ficarem ao seu lado e promete libertar mais povos. Tyrion não aceita o seu discurso e aproxima-se na auto proclamada Rainha dos Sete Reinos. Daenerys confronta-o e acusa-o de traição, pois libertou o seu irmão prisioneiro. Tyrion acusa-a de ser uma assassina, e atira para longe o símbolo da Mão. Ato que lhe comprometeu o seu destino e foi preso, aguardando julgamento para ser condenado à morte.

Jon encontra Arya, que lhe diz que Daenerys não irá pôr um fim à guerra. Jon, mais uma vez, reafirma que Daenerys é a rainha de todos. Uma afirmação que volta a repetir na sua conversa com Tyrion, mais tarde. Neste momento, só apetece dar um murro em Jon, frustrante que ele não queira ver o que está mesmo à sua frente. Tyrion arrepende-se de ter morto Varys, e arrepende-se de ter acreditado em Daenerys. Jon quer honrar o seu compromisso, mas vê que está num beco sem saída. Nessa mesma conversa, Tyrion toca no ponto fraco de Jon: a família. Relembra-o que a família Stark de Jon, não se irá submeter tão facilmente à vontade da nova rainha tirana.

Daenerys passeia sozinha numa sala de trono destruída, com o trono de ferro ao seu alcance. Finalmente o seu desejo está concretizado. Toca-lhe, e vê-se nela um brilho especial, o momento mais desejado finalmente chegou. Jon interrompe, e interroga-a sobre as mortes que causou. Não se vê em Dany qualquer remorso, apenas mais vontade de mudar o mundo à sua maneira. Ela pede-lhe para ele se juntar a ela nesta cruzada para “tornar o mundo melhor”. Jon diz que esta é e sempre será a sua rainha, aproxima-se e beija-a. No ato rápido apunhala-a junto do coração. Matando-a. Drogon sentiu que algo estava errado e vê que a sua mãe está morta. Em desespero e tristeza, Drogon parece que vai matar Jon, mas o sangue de Targaryan salva-o. Em vez disso, canaliza toda a sua fúria para o trono de ferro. Destrói-o com o fogo. Pega com cuidado no corpo Daenerys e desaparece.

Nota-se que passou algum tempo, e Greyworm traz o prisioneiro Tyrion a um conselho constituído pelas famílias mais poderosas de Westeros: os três Starks, Yara Greyjoy, Samwell Tarly, Robin Arryn, o novo príncipe de Dorne… Também se descobre que Jon foi preso depois de matar Daenerys. As tropas de Daenerys querem justiça pela morte da rainha. Não se percebe porque não os mataram logo. Sim, porque os dothraki são conhecidos pela sua lógica e racionalidade. É aí que Tyrion tem a ideia e influencia os presentes em escolherem Bran como Rei. Bran really? Depois de ele saber a verdade sobre Jon? O que aconteceu à mensagem do Jon ser o verdadeiro herdeiro do trono, que Varys tanto se esforçou para espalhar?

Após todos votarem que sim ao Bran ser o rei, Sansa pede ao irmão que entenda, mas quer que o norte seja independente, tal como havia sido por centenas de anos, não fazendo parte dos reinos de Westeros, o que torna Bran rei dos 6 kingdoms e não 7 como eram até então.

A partir daqui, o rei está escolhido e escolhe para mão do rei Tyrion Lannister como “castigo” para emendar tudo o que ajudou a destruir, o que também o acabou por salvar da tão desejada morte por parte dos unsullied como vingança.

E o que fazer de Jon, bem este foi condenado a voltar à Knight’s Watch, onde não poderá casar, ter filhos, ficando isolado do mundo, essa é a sua pena por ter morto Daenerys e que acabou por ser aceite pelo Grey Worm. É este o agradecimento que recebe o homem que matou a rainha tirana?

Os unsullied foram para a ilha de Naath, Jon para a muralha, Sansa para Winterfell, Arya em descoberta do desconhecido, o sítio onde terminam os mapas de Westeros, Bran fica em Kings Landing como rei (King Bran the Broken), vemos também o pequeno conselho do rei Bronn, como mestre da moeda, Davos como mestre dos navios, Sam como Grandmaester (Grão mestre) e Brienne como a cabeça da Kingsguard (Guarda Real), faltando ainda alguns mestres como o da guerra.

Após este momento para nos dar a conhecer o pequeno conselho de Bran, vemos o que se passa com todos os outros, Jon a chegar à muralha e o seu reencontro com Ghost, finalmente ele mostra ternura com o seu lobo.

Sansa é agora a rainha do norte e vemos a sua cerimônia de coroação, com os nortenhos a proclamá-la Rainha do norte.

Arya está no seu navio com um lobo gigante na vela, símbolo dos Stark, em busca da parte desconhecida do mapa.

A série acaba para além da muralha, tal como começou. Jon vai com os wildlings e ghost para norte da muralha. Nesta cena percebemos que o inverno chegou finalmente ao fim. No meio do gelo, encontra-se vida. Uma planta verde a nascer que traz consigo a chegada da Primavera.

Um episódio bem filmado, com uma cinematografia acima da média. E a banda sonora perfeita. Já o argumento, meh…Nota-se que foi bastante apressado, não se sabe como certas personagens chegaram a certo ponto. E, também não percebemos algumas das suas decisões.

É difícil processar tudo isto, porque houve momentos bons e outros nem por isso, sendo esta a combinação especial para um episódio agridoce. Mas, deixemos essas opiniões para um artigo geral sobre a temporada.

Inuyasha o Filme 4 – O Fogo na Ilha Mística

Inuyasha o Filme 4 – O Fogo na Ilha Mística

Título: Inuyasha – Guren no Houraijima
Ano: 2004
Realização: Toshiya Shinohara
Interpretes: Kappei Yamaguchi, Satsuki Yukino, Kôji Tsujitani…
Sinopse: Inuyasha e os seus amigos, ajudam a única sobrevivente de uma ilha mística a derrotar os deuses que destruíram a sua terra natal.

O quarto e último filme que oferece continuidade ao anime Inuyasha apresenta uma nova história. Confrontado novamente com lembranças do passado, o jovem hanyou terá um novo vilão para enfrentar. Um impiedoso demónio que destruiu todos os habitantes da misteriosa ilha mística que conserva a idade de quem lá vive. Apenas um peqeuno grupo de sobreviventes são a única salvação para resguardar o segredo da ilha e por isso pede ajuda ao Inuyasha e ao seu grupo composto por Kagome, Sango, Miroku e Shippo. Enquanto isso Sesshumaru também tem os seus problemas que tenta resolver ao lado de Rin e Jaken.

Apesar de não acrescentar nada de novo ao rumo dos protagonistas, este filme apresenta uma nova aventura. Com muitas cenas de ação, mas sem grande empatia com os fãs da animação. Os filmes anteriores de Inuyasha apresentavam traços mais definidos para o destino ainda por resolver dos protagonistas, mas este é apenas mais um episódio onde os vilões tem de ser derrotados.

A narrativa é bastante básica e apresenta a mesma mensagem para não desistir e enfrentar os nossos medos com força. Existem momentos desnecessários como o caso da jornada de Sesshumaru e a referência a Kykio que me pareceu muito forçada. Ainda assim esta torna-se numa obra complementar a toda a história de Inuyasha. O blogue atribui 3 estrelas em 5.

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O dia mais geek do ano

O dia mais geek do ano

Quase a festejar o segundo aniversário, o Café Mais Geek está a preparar o Dia Mais Geek do ano. No dia 27 de julho durante as 10 horas e as 19 horas no Agrupamento de Escolas de Penacova está aberto um dia cheio de atividades relacionadas com o género geek. Torneios de videojogos, demonstrações de jogos de tabuleiro e de cartas, cosplay e muito mais. Todos estão convidados e podem participar. Brevemente serão anunciadas mais informações sobre o evento. Como estão a perguntarem-se sobre a entrada, é gratuita, apenas é pedido diversão e boa-disposição.

Vem até Penacova, festejar o 2º aniversário de Café Mais Geek com os membros da equipa. Em 2017 iniciou-se este projecto em que actualmente desenvolve conteúdo exclusivo sobre as mais diversas áreas: literatura, banda desenhada, videojogos, cinema, séries, jogos de tabuleiro, anime e manga.

Junta-te ao grupo mais geek. Vais ficar de fora?

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